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	<title>Dr. Luiz Fernando Archives - Operação Prato</title>
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		<title>DESCOBERTO MÉDICO QUE ATENDEU EM COLARES DURANTE A OPERAÇÃO PRATO</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Jul 2020 21:53:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>DR. LUIZ FERNANDO PINTO MARQUES ENTREVISTA EXCLUSIVA E DOCUMENTO INÉDITO I &#8211; INTRODUÇÃO A novidade é tão alvissareira que o cerne da notícia deve ser <a class="mh-excerpt-more" href="https://operacaoprato.com/novidades/descoberto-medico-que-atendeu-em-colares-durante-a-operacao-prato" title="DESCOBERTO MÉDICO QUE ATENDEU EM COLARES DURANTE A OPERAÇÃO PRATO">[...]</a></p>
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									<h3 style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;">DR. LUIZ FERNANDO PINTO MARQUES</span></h3><h2 style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;">ENTREVISTA EXCLUSIVA E DOCUMENTO INÉDITO</span></h2><p style="text-align: center;"><iframe src="//www.youtube.com/embed/QQHdU2495LI" width="560" height="314" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>								</div>
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									<h3><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;"><strong><u>I &#8211; INTRODUÇÃO</u></strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A novidade é tão alvissareira que o cerne da notícia deve ser fornecido de início. Não iremos recorrer a introduções longas e misteriosas para atrair o leitor até o fim do artigo ou usar de respeitáveis sofismas, com uma retórica não necessariamente verdadeira, mas apenas em busca do convencimento pelo jogo bem-sucedido das palavras. Antes, acreditamos que depois de tantas descobertas e informações relevantes que a equipe do <em>operacaoprato.com</em> trouxe para a compreensão da histórica Operação Prato e o fenômeno da luz vampira, podemos apresentar essas boas novas contando fluidamente nossas investigações e descobertas. Seguiremos a reflexão do imperador romano Marco Aurélio, o imperador filósofo, que escreveu: <em>“Fala, quer perante o senado, quer diante de qualquer um, com dignidade e de maneira inteiramente direta. Emprega uma linguagem sã.” <sup>1</sup></em></span></p><figure id="attachment_1091" aria-describedby="caption-attachment-1091" style="width: 401px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-1091" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/estatua-marco-aurelio-materia-dr-lf.jpg" alt="" width="401" height="267" /><figcaption id="caption-attachment-1091" class="wp-caption-text">Estátua de Marco Aurélio no Museu Capitolini, Roma (Foto: Wikimedia Commons)</figcaption></figure><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Seguindo o imperador filósofo, entregamos ao leitor antecipadamente duas importantes afirmações do nosso entrevistado: a primeira é que a presença das luzes foi real, enquanto a outra é que não atendeu durante todo o período da segunda missão, ou além desta, nenhuma pessoa que tenha alegado ter sido vítima do vampiro extraterrestre, o Chupa-chupa.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Apresentamos neste artigo a entrevista que nossa equipe fez com o médico Dr. Luiz Fernando Pinto Marques, atualmente residente em Belém/PA, e que trabalhou prestando atendimento na Unidade Sanitária de Colares durante e após a Operação Prato. Foi testemunha ocular dos fantásticos corpos luminosos relatados pelos militares da Aeronáutica, além de atender a população de Colares durante a Operação Prato, chegando a prestar auxílio médico a um dos agentes secretos da 2ª Seção do I COMAR que, pela descrição que fez dos seus traços fisionômicos, pode se tratar do militar que ficou conhecido pela alcunha de Japonês desde que o coronel Hollanda o citou em entrevista à Revista UFO,<sup>2</sup> e do qual desconhecemos a verdadeira identidade.</span></p><figure id="attachment_1092" aria-describedby="caption-attachment-1092" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class=" wp-image-1092" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/foto-dr-LF-original-576x1024.jpg" alt="" width="300" height="534" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/foto-dr-LF-original-576x1024.jpg 576w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/foto-dr-LF-original-169x300.jpg 169w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/foto-dr-LF-original-768x1365.jpg 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/foto-dr-LF-original-864x1536.jpg 864w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/foto-dr-LF-original-1152x2048.jpg 1152w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/foto-dr-LF-original-scaled.jpg 1440w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-1092" class="wp-caption-text">Dr. Luiz Fernando Pinto Marques em 2018</figcaption></figure><h3><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong><u>II &#8211; CHEGADA A COLARES</u></strong></span></h3><p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-1093" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/FOTO-ENTRADA-COLARES-MATERIA-DR-LF.jpg" alt="" width="400" height="255" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/FOTO-ENTRADA-COLARES-MATERIA-DR-LF.jpg 684w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/FOTO-ENTRADA-COLARES-MATERIA-DR-LF-300x191.jpg 300w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O Dr. Luiz Fernando assumiu a Unidade Sanitária de Colares em novembro de 1977, após a saída da Dra. Wellaide Cecim, sua antecessora na unidade de saúde, declarando na entrevista que residiu em Colares com sua esposa, <strong><em>“mais precisamente de novembro de 77 a março de 83”</em>.</strong> Portanto, esteve presente como médico instituído pelo poder público durante uma parte importante do período mais significativo da Operação Prato, desde a chamada Segunda Missão militar do I COMAR, entre 25 de novembro e 05 de dezembro de 1977, até o arrefecimento do fenômeno na região, que ainda contava com alguns aparecimentos nos primeiros meses de 1978, como em 27 de janeiro quando um OVNI circular se aproximou de um pescador,<sup>3</sup> ou no dia 22 de fevereiro quando um OVNI em zigue-zague foi observado pelo agente da 2ª Seção Flávio Costa e esposa<sup>4</sup>.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A onda ufológica em 1978 em muito havia arrefecido. Entre setembro e dezembro de 1977 houve 195 registros entre observações militares e relatos de civis.<sup>5</sup> Para o ano inteiro de 1978 caiu para 89. Especificamente para observações em Colares e a baía do Sol envolvendo agentes da 2ª Seção, foram 97 nesse período de 1977 e, 27 para todo o ano de 1978.<sup>6</sup>  A imprensa refletiu essa realidade, quando em 21 de março de 1978 noticiou sobre o retorno dos OVNIs a Colares, realçando que em 1977 houvera um período de maior incidência.<sup>7</sup></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;"><strong><u>Testemunha ocular</u></strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Quanto aos OVNIs, o Dr. Luiz Fernando declarou que observou várias vezes luzes multicoloridas em movimentos rápidos, executando manobras em ângulo. Foi testemunha do “<em>pânico total”</em> da população, relatando que se reuniam mulheres e crianças em uma casa das várias da rua e os homens acendiam fogueiras. Questionado sobre as supostas vítimas do Chupa-chupa, disse que não viu nenhum ferimento ou marca, nem mesmo ter atendido tais ocorrências. Segundo nosso entrevistado: <strong><em>“(&#8230;) a gente via o Chupa-chupa e&#8230;, agressão, nenhuma; eu nunca vi agressão nenhuma do Chupa-chupa”</em>.</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;"><strong><u>Clarificando o cenário da época</u></strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">As experiências relatadas não deixam dúvidas que o médico também viveu o auge da onda em Colares, a exemplo da Dra. Wellaide, mas, em relação aos supostos ataques a humanos, suas experiências e percepções foram diferentes. Como é notório no caso Chupa-chupa, Wellaide sempre foi a maior e mais gabaritada voz a propagar a versão dos ataques de luzes que queimavam, perfuravam e até matavam suas vítimas.<sup>8</sup> Há algumas implicações nessa descoberta que nos permitem detalhar e clarificar o cenário da época, mudando o patamar do conhecimento até hoje estabelecido.</span></p><figure id="attachment_1094" aria-describedby="caption-attachment-1094" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-1094" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/foto-dra-wellaide.jpg" alt="" width="300" height="338" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/foto-dra-wellaide.jpg 330w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/foto-dra-wellaide-266x300.jpg 266w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-1094" class="wp-caption-text">Dra. Wellaide Cecim Carvalho – crédito: Revista UFO</figcaption></figure><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><a href="#_ednref1" name="_edn1"></a></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Quando o fenômeno se aproximou da baía de Marajó, pelos idos de setembro de 1977, a Unidade Sanitária de Colares estava aos cuidados da Dra. Wellaide Cecim. Ela vivenciou o início do fenômeno na ilha de Colares e esteve presente quando chegaram os primeiros militares do I COMAR. Nesse período ela concedeu em 31 de outubro um depoimento, que foi gravado, aos agentes da 2ª Seção. Esse testemunho está registrado no relatório militar da missão<sup>9</sup> e também em documento inédito que estamos apresentando ao final do artigo.</span></p><figure id="attachment_1095" aria-describedby="caption-attachment-1095" style="width: 792px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1095" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/relatorio-de-missao-31-10-77.png" alt="" width="792" height="355" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/relatorio-de-missao-31-10-77.png 792w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/relatorio-de-missao-31-10-77-300x134.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/relatorio-de-missao-31-10-77-768x344.png 768w" sizes="(max-width: 792px) 100vw, 792px" /><figcaption id="caption-attachment-1095" class="wp-caption-text">Fonte: Relatório de Missão – Parte Informativa</figcaption></figure><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Pela linha do tempo apurada em nossa investigação, após o fim dessa primeira missão no dia 11 de novembro, mas, antes do início da segunda missão, ocorreu a saída da doutora e logo após a chegada do doutor Luiz Fernando para assumir o posto. No livro de Daniel Rebisso Giese, <em>Vampiros Extraterrestres na Amazônia</em>, obra de referência para o estudo do fenômeno, temos uma transcrição de entrevista da Dra. Wellaide Cecim <strong>concedida</strong> ao autor <strong>no ano de 1984</strong>, onde na página 81 podemos ler:</span></p><p style="text-align: left;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><em>Autor &#8211;   Até que data esses casos continuaram a ser registrados?</em></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><em>WC     &#8211;   Mais ou menos pela metade e final de novembro de 1977, os casos se tornaram raros. No dia 11 de novembro, do mesmo ano pedi minha transferência à Secretaria de Saúde para a cidade de Ourém (PA). Ali tratei de duas pessoas que foram queimadas pela luz do Chupa-chupa. A primeira foi um tratorista e a segunda uma senhora dona-de-casa. Isso foi no início de 1978 e de lá não soube de outras ocorrências.</em></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Temos os registros do Diário Oficial do estado do Pará (página 14 da edição nr. 23.840 de 25 de agosto de 1978), que apresentaremos ao final do artigo, tanto da nomeação da Dra. Wellaide para a Unidade Sanitária de Ourém, como da nomeação do Dr. Luiz Fernando para a unidade de Colares, ambas com data de 08 de agosto de 1978. E não foram apenas as nomeações deles, mas muitas outras. Acreditamos que com a mudança do governador do Estado que ocorreu no dia 01 de agosto de 1978, quando assumiu o governador Clóvis Rego, foi necessária uma regularização da situação de muitos médicos na máquina pública, gerando várias nomeações no dia 08 de agosto, mas que refletiriam uma situação estabelecida anteriormente. Essa interpretação atende tanto as declarações de Luiz Fernando, que declarou ter assumido em Colares <em>“precisamente”</em> em novembro de 1977, como de Wellaide, que declarou ter pedido sua transferência para Ourém (PA) no dia 11 de novembro de 1977, se lembrando inclusive de ter tratado duas pessoas naquela localidade no início de 1978. Também estaria alinhada às evidências encontradas na documentação tornada pública oficialmente e na vazada, referentes à operação militar.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Como observamos anteriormente, a presença da Dra. Wellaide é comprovada pelo relatório da primeira missão até a data de 31 de outubro, de maneira que sua presença não foi mais citada até o término dessa missão, em 11 de novembro. Já o relatório da segunda missão, iniciada em 25 de novembro, não informa nenhum ataque do Chupa-chupa; nenhum depoimento dessa natureza é registrado pelos militares, apenas as observações dos corpos luminosos pelos agentes ou depoimentos de civis. Não há entrevista nem registro de contato com nenhum médico. Essa evidência, ou melhor, a falta dela, atende a narrativa do Dr. Luiz Fernando que declarou não ter atendido nenhuma vítima e que o contato com os agentes do I COMAR foi apenas para atendimento médico de um agente ferido por uma arraia.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Esse novo cenário, colocando dois médicos atendendo a população de Colares durante a onda ufológica e no transcorrer da Operação Prato, mas em períodos excludentes, acrescenta mais um testemunho médico à história do fenômeno.</span></p><h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong><u>III – AVALIAÇÕES MÉDICAS</u></strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nós do <em>operacaoprato.com</em> trouxemos a público desde que iniciamos nosso trabalho de investigação, três novos testemunhos de médicos e a participação escrita no relatório médico da Operação Prato de um outro médico já falecido, que de uma forma ou de outra tiveram uma interface com pessoas que autodeclararam-se vítimas do Chupa-chupa.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Divulgados até 2017 havia a Dra. Wellaide Cecim e o Dr. Orlando Zoghbi, que a pedido do jornal <em>A Província do Pará</em>, atendeu em Belém três possíveis vítimas da denominada luz vampira, que apresentavam marcas no corpo, durante uma onda de relatos de ataques que surgiram na capital, reverberada pela imprensa.<sup>10</sup></span></p><figure id="attachment_1096" aria-describedby="caption-attachment-1096" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-1096" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/FOTO-DR-ORLANDO-ZOGHBI.png" alt="" width="300" height="277" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/FOTO-DR-ORLANDO-ZOGHBI.png 409w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/FOTO-DR-ORLANDO-ZOGHBI-300x277.png 300w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-1096" class="wp-caption-text">Dr. Orlando Zoghbi em 1978</figcaption></figure><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em junho de 2017 publicamos o <em>Relatório Médico</em> da Operação Prato em conjunto com a entrevista do tenente-coronel médico Dr. Pedro Ernesto Póvoa, médico da Operação Prato que durante a primeira missão, entre 26 e 27 de outubro de 1977, examinou pessoas que alegaram terem sido afetadas por luzes ou raios originários de OVNIs.<sup>11</sup> Nesse caso, deve-se acrescentar que a equipe médica da Operação Prato era composta de dois médicos, o Dr. Augusto Sergio Santos de Almeida e o próprio Dr. Póvoa.</span></p><figure id="attachment_637" aria-describedby="caption-attachment-637" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-637" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/06/pedro-ernesto-povoa.jpg" alt="" width="300" height="346" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/06/pedro-ernesto-povoa.jpg 466w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/06/pedro-ernesto-povoa-260x300.jpg 260w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-637" class="wp-caption-text">Ten Cel Dr. Pedro Ernesto Póvoa</figcaption></figure><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em dezembro de 2018 publicamos uma entrevista em vídeo com o Dr. Wilton Reis, que examinou supostas vítimas do Chupa-chupa que apresentavam marcas no corpo, na cidade de Belém, sendo que pelo menos uma delas também havia sido examinada pelo Dr. Zoghbi. Dr. Wilton é um franco defensor da hipótese extraterrestre para o fenômeno, se juntando assim à voz da Dra. Wellaide.<sup>12</sup> Outra contribuição pelo lado médico da fase Chupa-chupa em Belém, veio através do jornal <em>O Estado do Pará</em> de 17 de novembro de 1977, recentemente rememorada na tese de mestrado de Phillippe Sendas (2017), quando o jornal noticiou sobre uma adolescente que foi levada ao pronto-socorro municipal belenense, apresentando uma história complexa, compatível com outras narrativas ligadas à crença do Chupa-chupa. Os médicos Guataçara e Renato Sandres não constataram nenhum ferimento nem problema clínico, receitando calmante.<sup>13</sup></span><a href="#_ednref1" name="_edn1"></a></p><figure id="attachment_1097" aria-describedby="caption-attachment-1097" style="width: 399px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-1097" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/foto-dr-wilton-reis.jpg" alt="" width="399" height="207" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/foto-dr-wilton-reis.jpg 882w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/foto-dr-wilton-reis-300x155.jpg 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/foto-dr-wilton-reis-768x398.jpg 768w" sizes="(max-width: 399px) 100vw, 399px" /><figcaption id="caption-attachment-1097" class="wp-caption-text">Dr. Wilton Reis em 2018</figcaption></figure><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Hoje temos um cenário médico mais abrangente, mas não menos enigmático. Vejamos um resumo da situação atual.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><strong><u>QUADRO MÉDICO DO FENÔMENO INVESTIGADO PELA OPERAÇÃO PRATO</u></strong></span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1098" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/Quadro-medico.png" alt="" width="827" height="585" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/Quadro-medico.png 827w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/Quadro-medico-300x212.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/Quadro-medico-768x543.png 768w" sizes="(max-width: 827px) 100vw, 827px" /></p><h3><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong><u>IV – DOCUMENTO INÉDITO</u></strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Também merece atenção especial o testemunho inédito da Dra. Wellaide que estamos disponibilizando ao final desta matéria. O presente material, que foi fornecido para nossa equipe por uma fonte absolutamente idônea que nos solicitou anonimato sobre sua identidade, recebeu este conteúdo pelas mãos do próprio sargento Flávio Costa.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Ela foi entrevistada pelos militares da Aeronáutica em 31 de outubro de 1977, durante o décimo primeiro dia após o início da Operação Prato, e suas declarações foram registradas através de um gravador de voz da marca “Uher”. O sargento Flávio, que é o autor da assinatura localizada na parte inferior do documento, transcreveu um trecho específico do respectivo depoimento, no caso, da leitura em voz alta que a Dra. Wellaide fez de um documento que ao que tudo indica ela própria elaborou. Segundo a própria médica, num primeiro momento ela tinha o objetivo de enviar o respectivo documento para o Secretário de Saúde estadual da época, solicitando assistência por parte daquela Secretaria, mas que não chegou a tomar essa providência para evitar de “cair no ridículo”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">É possível constatar que ela objetivou ler o texto de maneira precisa e contínua, mas, de vez em quando interrompia a leitura para tecer algumas observações aos militares, sobre determinados trechos do documento. Nas ocasiões em que isto ocorreu, o transcritor parentesou os comentários daquela declarante, acrescentando o advérbio latino “sic” ao final de cada observação, de maneira a atestar a literalidade do registro.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;"><strong><u>Uma multidão de queimados?</u></strong></span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1099" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/multidão-de-queimados-mat-dr-LF-1024x809.jpg" alt="" width="400" height="316" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/multidão-de-queimados-mat-dr-LF-1024x809.jpg 1024w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/multidão-de-queimados-mat-dr-LF-300x237.jpg 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/multidão-de-queimados-mat-dr-LF-768x606.jpg 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/multidão-de-queimados-mat-dr-LF.jpg 1440w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Há uma crença amplamente difundida de que a manifestação do fenômeno provocou uma multidão de pessoas feridas em Colares. Durante seu depoimento aos militares, a Dra. Wellaide proferiu o seguinte comentário: <strong>“<em>os quatro pacientes que eu examinei</em></strong><em> tinham minúsculos orifícios na pele; a mulher tinha bem acima do seio esquerdo e os três homens, no pescoço, bem em cima da carótida – (sic)</em>”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Essa observação da Dra. Wellaide tornou-se especialmente esclarecedora por ter sido proferida durante um momento no qual o fenômeno já estava plenamente ativo em Colares e região, desde várias semanas antes.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Chama atenção a referência feita à quantidade de pacientes (quatro) cujos atendimentos estariam relacionados à ação das luzes. Apesar dessa informação já constar em outros relatórios militares, aqui houve um registro literal das suas palavras, e numa conjuntura que denota a concepção de que aquela era a quantidade de pessoas atendidas por ela até aquele momento, o que de fato está em harmonia com todo o conjunto de informações contidas nos demais documentos militares.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Essa informação foi reafirmada pela própria Dra. Wellaide na já citada entrevista que concedeu à Daniel Rebisso, em 1984. Tendo em vista que se tratou de uma entrevista longa, com cerca de 01 hora de duração, Rebisso optou por incluir no seu livro apenas os trechos que julgou mais relevantes.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Recentemente, o ufólogo Edson Boaventura publicou o áudio original e integral dessa entrevista,<sup>14</sup> a partir do qual é possível identificar novas informações. No áudio, a Dra. Wellaide faz referência a essas pessoas que ela teria atendido em função dos supostos ataques. Após detalhar os atendimentos que teria prestado a três pacientes, os quais foram definidos por ela como <em>“&#8230;O primeiro paciente que eu atendi&#8230;”</em>, <em>“&#8230;a segunda paciente minha&#8230;”</em> e <em>“&#8230;A terceira paciente minha&#8230;”</em>, respectivamente, a Dra. Wellaide descreve o atendimento que teria prestado a uma senhora com a qual teria alguns laços de amizade, após esta ter alegado que fora atingida pelo Chupa-chupa na região da testa, enquanto tricotava no interior da sua residência. Sobre tal senhora, Wellaide, além de afirmar que <strong><em>“&#8230;Essa foi a quarta </em>[paciente]<em>&#8230;”</em>,</strong> também declarou que tal acontecimento ocorreu já durante a presença da equipe da Aeronáutica — os militares chegaram à ilha no dia 20 de outubro de 1977 —, inclusive citando que a equipe militar também foi chamada às pressas para prestar assistência a essa mesma pessoa.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A substituição da Dra. Wellaide pelo Dr. Luiz Fernando ocorreu pouco tempo depois do depoimento dela para os militares, ao que tudo indica por volta de meados de novembro de 1977, inexistindo qualquer indício documental ou testemunhal de que nesse curto período de tempo, entre a tomada do seu depoimento e a chegada do médico substituto, tenha havido qualquer aumento relevante da atividade do fenômeno.</span></p><h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong><u>V &#8211; CONCLUSÃO</u></strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Há duas questões de fundo neste artigo. A primeira é a confirmação da realidade dos eventos aéreos anômalos por testemunha com formação científica, ou seja, mais outra peça que se soma à assombrosa coletânea de documentos e testemunhos que, um após o outro, atestam a veracidade do fenômeno aéreo, luminoso e não identificado, sendo, sem dúvida, o maior evento da ufologia mundial até hoje. A outra questão é a realidade ou não de terem ocorrido ataques para a realização de procedimentos científicos alienígenas, visando a retirada de fluidos ou tecidos corporais de humanos. Quanto a esse aspecto do fenômeno, tomando como base o conjunto de informações tornadas públicas até o presente momento, não podemos fazer a mesma afirmação de que existe uma soma de documentos e testemunhos que o reforcem.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A existência de informações conflitantes é uma constatação evidenciada em documentos e testemunhos, que pelo lado médico, mas não só, é externada pelos dois médicos militares, Dr. Póvoa e Dr. Almeida, através do relatório médico oficial da Operação Prato e novamente pelo Dr. Póvoa na sua entrevista de 2017 e, por um dos médicos que atendeu a população de Colares, no caso, nosso entrevistado Dr. Luiz Fernando. Pela onda de Belém, não investigada pelo I COMAR, temos o Dr. Zoghbi que em artigo publicado no jornal <em>A Província do Pará</em> em 1977, manifestou opinião contrária à hipótese do vampirismo extraterrestre.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nós do <em>operacaoprato.com</em> não estamos aqui para substituir a análise crítica sobre a real existência de extraterrestres coletores de sangue durante a onda Chupa-chupa, que cada leitor deve fazer. Trazemos as informações que descobrimos e procuramos fazer análises comparativas entre documentos e narrativas, bem como da veracidade do material apresentado. É o que temos feito nos vários artigos e descobertas que divulgamos. Citamos entrevistas e documentos no texto e recomendamos que os leitores também os leiam ou revisitem.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Neste artigo em especial, pela sensibilidade que desperta no público amante da ufologia a questão dos queimados e vampirizados, mais especificamente, quando novas informações não confirmam as expectativas, evitamos a sofística que produziria um raciocínio tendencioso, pois pela própria natureza dessa escola filosófica, não estaríamos preocupados com a verdade, mas apenas em convencer o leitor.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;"><strong><u>ENTREVISTA TRANSCRITA</u></strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Entrevistado:</strong> Dr. Luiz Fernando Pinto Marques;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Data:</strong> Abril de 2018;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Meio de registro original da entrevista:</strong> Áudio obtido a partir de aparelho gravador de voz;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Local:</strong> Belém/PA.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong><u>INÍCIO</u></strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="color: #e64946;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">OP: O senhor já atuou em Colares como médico? Qual a unidade de saúde? Em caso </span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">positivo, qual o período de tempo que o senhor atuou lá?</span></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Bom, eu&#8230;, o primeiro período que eu passei lá foi de 77 (1977) a 83 (1983), mais precisamente de novembro de 77 a março de 83. Foi o período do “Chupa-chupa”. Vim pra cá pra Belém, passei uns cinco, seis anos aqui, aí me convenceram pra mim me meter em política lá, eu me candidatei a vereador, aí ganhei, aí voltei, e passei mais cinco anos lá.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Lá em Colares?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Sim. Então, ao todo, dá em torno de dez, doze anos.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: E nesse período de tempo, o senhor chegou a atender alguma pessoa que alegou ter sido vítima do chamado “Chupa-chupa”?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Não.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Nenhuma?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Não.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: E o senhor ficou sabendo de alguma ocorrência desse tipo?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Claro que sei. Sei e conheço as pessoas que tão lá vivas até hoje, mas eu não atendi ninguém.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="color: #e64946;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">OP: O senhor chegou a ver algum ferimento ou marca na pele de pessoas que se diziam </span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">terem sido atingidas?</span></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Também não.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: O senhor tomou conhecimento de algum falecimento decorrente desse tipo de “ataque”?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Não.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="color: #e64946;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">OP: A população que na época o senhor atendia, no geral, esboçava alguma reação em </span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">relação a esses objetos?</span></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: A cidade vivia em pânico, pânico total. Quando escurecia, todo mundo se preparava para receber o “Chupa-chupa”. Mas eu&#8230;, a gente via o “Chupa-chupa” e&#8230;, agressão, nenhuma; eu nunca vi agressão nenhuma do “Chupa-chupa”. Eu me preparava pra ver por curiosidade. Agora, que tinha um pânico na cidade, tinha, disso não resta a menor dúvida. Inclusive, como as casas [eram] poucas lá, eles (população) pegavam e se reuniam em um quarteirão que tinha cinco, seis casas, eles pegavam uma casa e colocavam mulher e criança, e as outras ficavam os homens rodando pela rua, as ruas cheias de fogueira porque a luz era de seis da tarde às nove da noite, a luz ia embora e a iluminação da rua ficava através de fogueira, e cada um com a sua espingarda, lá, esperando o “Chupa-chupa”, mas, eu não tomei nunca conhecimento de alguma agressão, de nada.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: O senhor chegou a ver esse objeto voador?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Vi, várias vezes.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: O senhor poderia descrever ele?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: É simplesmente uma luz.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Qual a forma que ele tinha?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: O que eu vi foi facho de luz, com movimentos muito rápidos, entendeste?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Ele tinha alguma cor?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Ah, multicor&#8230; multicolorido.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: E que tipo de manobra ele fazia?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Tudo que tu imaginas. Ângulo de 360 graus&#8230;, rodava em torno dos raios de luz; só isso que nós vimos. Agora, nós temos depoimentos de pessoas&#8230;, por exemplo, uma vez um cara lá digno de confiança, ele me disse assim: [simulação de fala] Doutor, eu acho que perto… [entrevistado] Tu conheces lá, não é? Tem um farol perto, na beira da praia lá&#8230;, olha a ideia do nativo de lá: [simulação de fala] (&#8230;) eu acho que perto do farol tem um “posto de gasolina”, porque a gente vê várias vezes o “Chupa-chupa” parado, a dois metros da flor da água”. [entrevistado] Eu acho que eles achavam que “ele” (OVNI) tava pegando “gasolina” pra colocar nos outros (OVNIs). E é a ideia deste (nativo). Então, eles viam, mas eu nunca tive essa felicidade; eu só vi no alto. E ainda teve aquilo que eu te falei também, uma coisa que eu achava impressionante, é que os cachorros percebiam quando “ele” ia aparecer. Porque antes que a gente tivesse visto, os cachorros já tavam por toda a cidade latindo. Inclusive, às vezes a gente tava dentro de casa, e quando a gente via os cachorros latir a gente ia pra rua e a gente via o “Chupa-chupa” lá. É uma coisa interessante, não é?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: O senhor teve conhecimento que ocorreu uma operação militar que investigava esses acontecimentos?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Com certeza; eu atendi.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: O senhor chegou a ter algum tipo de contato com esses militares?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Tive.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: O senhor poderia descrever qual o tipo?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando:  Tive. Eu estava um dia lá, eu estava na casa do médico&#8230;, que como o Brasil é um país que “valoriza” muito a medicina, entre aspas, eu morava com a minha mulher num grupo abandonado por ameaça de desmoronamento. Então, eles receberam um casal de médico e dentista, e ficou lá, e afastado da cidade. E a luz apagava às nove horas da noite. E quando eu&#8230;, foi logo que eu cheguei lá, eu não conhecia direito a população, eles (militares) chegaram lá, perguntando se eu era médico. Eu disse: “–Sim”. [simulação de fala] Porque um companheiro nosso foi ferroado de arraia. [entrevistado] Mas eu olhei o aspecto deles, totalmente diferente dos nativos.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Eles estavam uniformizados?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Não, não&#8230; roupa normal. Tinha um de fisionomia oriental que tinham três fiapos de barba que saía do queixo dele, até a barriga. Tive lá com esse pessoal, mas, ele estava sangrando&#8230; “Vamos lá&#8230;”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Qual deles estava sangrando?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Um militar&#8230;, um dos militares. Porque nesse tempo era posto de saúde e não funcionava 24 horas; quando dava sete horas (noite) ele fechava. Mas eu era o diretor e eu ficava com a chave. Aí eles queriam que eu embarcasse no carro deles, aí eu disse: “–Não, eu não vou entrar no carro de vocês. Eu e a minha mulher entrar num carro com seis homens?”. Não conhecia. Nove horas da noite lá era o mesmo que ser três horas da manhã. Eu disse: “–Vamos que eu vou andando”. Aí eu cheguei lá, eu fui atender o cara. Quando ele tirou&#8230;, ele tava de tênis, a unha do pé pintada, eu digo: “Ah não, ‘isso’ não é daqui, tem alguma coisa estranha”. Bom, eu atendi (militar ferido), e aí eu pedi a identidade dele para fazer o registro. Ele disse que não tinha identidade. Aí quando foi de manhã eu comentei com o pessoal e foi quando que eu soube: [simulação de fala] Não, doutor, isso aí é o pessoal da Aeronáutica que tá fazendo aqui pesquisa sobre o “Chupa-chupa”. Eu digo: “–É, eu notei que não era gente daqui da terra”. Mas, normal, normal&#8230;, só não se abriram, só não disseram que eram da Aeronáutica. Mas me trataram com toda a educação, todo o respeito. Entendeste?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: E o senhor recorda nomes, o nome dele?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Não, não&#8230; Eu só recordo do comandante Hollanda, que comandava&#8230;, que depois se matou enforcado, não é?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Sim.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Que dizem que foi, que dizem que é obra do “Chupa-chupa”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: E esse de aspecto oriental, o senhor lembra o nome dele?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Não, não me lembro.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Em algum momento eles comentaram que eles estavam lá por causa dessa operação?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Nunca, nunca&#8230; E inclusive eles só apareciam à noite; eles não circulavam de dia, entendeste? Eles só circulavam quando a luz apagava, porque aí eles iam pra cima do mercado, entendeste? Ou então lá pro farol, pra ficar filmando. Só depois que a luz apagava.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: E eles, como não comentaram nada, eles chegaram a pedir alguma informação pro senhor, a respeito de casos?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Não, nunca.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Nesse período que o senhor esteve lá em Colares, foi possível observar, identificar, o momento que esses OVNIs pararam de aparecer?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Não houve assim, [uma] “parada”, foi diminuindo a incidência. Diminuindo, diminuindo&#8230;, entendeste? Não houve assim, uma parada brusca, foi diminuindo a incidência do aparecimento, tal e tal, até que se deixou de falar dele. Mas até hoje se fala, não é? Inclusive tão lá, um deles que foi “atacado”, é muito meu amigo.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Quem seria?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: O “Tenente” (apelido do Sr. Newton de Oliveira Cardoso).</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Tenente, não é?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Tenente.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Esse é o apelido dele, Tenente, não é?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: É. O nome dele é&#8230;, eu só o chamo de “Tenente”, pra ele.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: O senhor tomou conhecimento de algum registro dos casos dessas pessoas que se diziam atacadas? Se a unidade de saúde registrava ou documentava?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Olha, porque foi no tempo da Wellaide (Dra. Wellaide Cecim) que houve esses “ataques”. Eu não sei se ela registrou. Eu nunca vi registro nenhum lá.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Nem na unidade de saúde, nem a nível estadual mesmo, não teve nenhum informe?&#8230;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Não.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Esses casos eram considerados algum tipo de epidemia?&#8230;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Não.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Era algo que estava evidente que estava acontecendo, ou eram casos esparsos?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Acontecia sim, isso não tem a menor dúvida. Eu vi coisas bem estranhas mesmo; só não vi agressão à pessoa humana.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Certo , Doutor. Eram essas as perguntas que eu tinha para fazer ao senhor.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong>DOCUMENTOS</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">1- EXTRATO DE GRAVAÇÃO</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-1100" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/extrato-de-gravacao-724x1024.png" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/extrato-de-gravacao-724x1024.png 724w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/extrato-de-gravacao-212x300.png 212w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/extrato-de-gravacao-768x1087.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/extrato-de-gravacao-1086x1536.png 1086w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/extrato-de-gravacao.png 1290w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p><p><a href="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/EXTRATO-DE-GRAVAÇÃO-DR-WELLAIDE.pdf" target="_blank" rel="noopener">Para download do documento clique aqui</a></p><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">2- DIÁRIO OFICIAL DO PARÁ – 25 DE AGOSTO DE 1978</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-1101" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/doe-25.08.1978-pg-14-708x1024.jpg" alt="" width="708" height="1024" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/doe-25.08.1978-pg-14-708x1024.jpg 708w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/doe-25.08.1978-pg-14-207x300.jpg 207w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/doe-25.08.1978-pg-14-768x1111.jpg 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/doe-25.08.1978-pg-14-1062x1536.jpg 1062w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/doe-25.08.1978-pg-14-1416x2048.jpg 1416w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/doe-25.08.1978-pg-14-scaled.jpg 1770w" sizes="(max-width: 708px) 100vw, 708px" /></p>								</div>
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									<p><em>1 Grimal, Pierre. Marco Aurélio – O Imperador Filósofo. Zahar, Rio de Janeiro, 2018.</em></p><p><em>2 Equipe UFO. </em><a href="http://www.ufo.com.br/entrevistas/coronel-rompre-silencio-sobre-ufos">Coronel rompe silêncio sobre UFOS</a><em>. Revista UFO 54, outubro 1997. </em></p><p><em>3 I COMAR. </em><a href="http://imagem.arquivonacional.gov.br/sian/arquivos/1099178_13231.pdf">Registro número 87: Registros de Observações de OVNI</a><em>. Arquivo Nacional BR DFANBSB ARX 0.0.184. </em></p><p><em>4 I COMAR. </em><a href="http://imagem.arquivonacional.gov.br/sian/arquivos/1099178_13231.pdf">Registro número 93: Registros de Observações de OVNI</a><em>. Arquivo Nacional BR DFANBSB ARX 0.0.184. </em></p><p><em>5 Aniceto, Hélio. Observações e Relatos 1977 Operação Prato. Orbitador (blog), agosto 2014.</em></p><p><em>6 </em><em>Aniceto, Hélio. Corpos Luminosos – Uma operação em busca de respostas, pág. 143. Niterói, 2014.</em></p><p><em>7 A Estranha Luz está de Volta a Colares. </em><em>O Estado do Pará, caderno Cidades. Belém, março 1978.</em></p><p><em>8  </em><em>A. J. Gevaerd. Não cedi às pressões dos militares. Revista UFO 117, dezembro 2005.</em></p><p>9 <em><a href="https://operacaoprato.com/novidades/exclusivo-documentos-ineditos-relatorios-legiveis-da-operacao-prato-e-entrevista-com-mais-um-oficial-da-aeronautica" target="_blank" rel="noopener">Documentos inéditos: Relatório Legíveis da Operação Prato</a>, versão inédita Relatório 01, pág. 7. Site operacaoprato.com, setembro 2017.</em></p><p><em>10 “Chupa-chupa” é Só Fantasia. A Província do Pará, pág. 16. Belém, novembro 1977.</em></p><p><em>11 </em><em><a href="https://operacaoprato.com/novidades/relatorio-medico-inedito-da-operacao-prato-e-entrevista-exclusiva-com-militar-que-participou-da-missao" target="_blank" rel="noopener">Relatório Médico Inédito da Operação Prato e Entrevista Exclusiva</a>. Site operacaoprato.com, junho 2017.</em></p><p><em>12 <a href="https://operacaoprato.com/novidades/entrevista-exclusiva-com-iconica-vitima-declarada-do-chupa-chupa-e-foto-inedita-do-seu-ferimento-confira-ainda-o-depoimento-do-medico-perito-que-examinou" target="_blank" rel="noopener">Entrevista exclusiva com Icônica Vítima Declarada do Chupa-Chupa</a>. Site operacaoprato.com, dezembro 2018.</em></p><p><i>13 </i>Fernandes, Phillippe Sendas de Paula (2017). Luzes Misteriosas Cruzam Os Céus da Amazônia (PDF) (Tese). Rio de Janeiro, RJ: Universidade Federal do Rio de Janeiro, Escola de Comunicação<em>.</em></p><p>14 <em>Canal Enigmas e Mistérios. Detalhes dos ataques revelados pela médica | Operação Prato. 2020. Disponível em: &lt;</em><a href="https://youtube.com/watch?v=8MUjgZmBq0Y&amp;feature=youtu.be">https://youtube.com/watch?v=8MUjgZmBq0Y&amp;feature=youtu.be</a><em>&gt;. Acesso em: 04 jun. 2020.</em></p><p><span style="font-size: 10pt;">Autores do artigo: Luiz Fernando, P.A. Ferreira, Raphael Pinho, Hélio A. R. Aniceto e M.A. Farias.</span></p>								</div>
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		<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Foperacaoprato.com%2Fnovidades%2Fdescoberto-medico-que-atendeu-em-colares-durante-a-operacao-prato&amp;linkname=DESCOBERTO%20M%C3%89DICO%20QUE%20ATENDEU%20EM%20COLARES%20DURANTE%20A%20OPERA%C3%87%C3%83O%20PRATO" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Foperacaoprato.com%2Fnovidades%2Fdescoberto-medico-que-atendeu-em-colares-durante-a-operacao-prato&amp;linkname=DESCOBERTO%20M%C3%89DICO%20QUE%20ATENDEU%20EM%20COLARES%20DURANTE%20A%20OPERA%C3%87%C3%83O%20PRATO" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Foperacaoprato.com%2Fnovidades%2Fdescoberto-medico-que-atendeu-em-colares-durante-a-operacao-prato&amp;linkname=DESCOBERTO%20M%C3%89DICO%20QUE%20ATENDEU%20EM%20COLARES%20DURANTE%20A%20OPERA%C3%87%C3%83O%20PRATO" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd a2a_counter addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Foperacaoprato.com%2Fnovidades%2Fdescoberto-medico-que-atendeu-em-colares-durante-a-operacao-prato&#038;title=DESCOBERTO%20M%C3%89DICO%20QUE%20ATENDEU%20EM%20COLARES%20DURANTE%20A%20OPERA%C3%87%C3%83O%20PRATO" data-a2a-url="https://operacaoprato.com/novidades/descoberto-medico-que-atendeu-em-colares-durante-a-operacao-prato" data-a2a-title="DESCOBERTO MÉDICO QUE ATENDEU EM COLARES DURANTE A OPERAÇÃO PRATO"></a></p><p>The post <a href="https://operacaoprato.com/novidades/descoberto-medico-que-atendeu-em-colares-durante-a-operacao-prato">DESCOBERTO MÉDICO QUE ATENDEU EM COLARES DURANTE A OPERAÇÃO PRATO</a> appeared first on <a href="https://operacaoprato.com">Operação Prato</a>.</p>
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