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	<title>NOVIDADES Archives - Operação Prato</title>
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		<title>DESCOBERTO MÉDICO QUE ATENDEU EM COLARES DURANTE A OPERAÇÃO PRATO</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Jul 2020 21:53:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>DR. LUIZ FERNANDO PINTO MARQUES ENTREVISTA EXCLUSIVA E DOCUMENTO INÉDITO I &#8211; INTRODUÇÃO A novidade é tão alvissareira que o cerne da notícia deve ser <a class="mh-excerpt-more" href="https://operacaoprato.com/novidades/descoberto-medico-que-atendeu-em-colares-durante-a-operacao-prato" title="DESCOBERTO MÉDICO QUE ATENDEU EM COLARES DURANTE A OPERAÇÃO PRATO">[...]</a></p>
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									<h3 style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;">DR. LUIZ FERNANDO PINTO MARQUES</span></h3><h2 style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;">ENTREVISTA EXCLUSIVA E DOCUMENTO INÉDITO</span></h2><p style="text-align: center;"><iframe src="//www.youtube.com/embed/QQHdU2495LI" width="560" height="314" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>								</div>
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									<h3><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;"><strong><u>I &#8211; INTRODUÇÃO</u></strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A novidade é tão alvissareira que o cerne da notícia deve ser fornecido de início. Não iremos recorrer a introduções longas e misteriosas para atrair o leitor até o fim do artigo ou usar de respeitáveis sofismas, com uma retórica não necessariamente verdadeira, mas apenas em busca do convencimento pelo jogo bem-sucedido das palavras. Antes, acreditamos que depois de tantas descobertas e informações relevantes que a equipe do <em>operacaoprato.com</em> trouxe para a compreensão da histórica Operação Prato e o fenômeno da luz vampira, podemos apresentar essas boas novas contando fluidamente nossas investigações e descobertas. Seguiremos a reflexão do imperador romano Marco Aurélio, o imperador filósofo, que escreveu: <em>“Fala, quer perante o senado, quer diante de qualquer um, com dignidade e de maneira inteiramente direta. Emprega uma linguagem sã.” <sup>1</sup></em></span></p><figure id="attachment_1091" aria-describedby="caption-attachment-1091" style="width: 401px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-1091" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/estatua-marco-aurelio-materia-dr-lf.jpg" alt="" width="401" height="267" /><figcaption id="caption-attachment-1091" class="wp-caption-text">Estátua de Marco Aurélio no Museu Capitolini, Roma (Foto: Wikimedia Commons)</figcaption></figure><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Seguindo o imperador filósofo, entregamos ao leitor antecipadamente duas importantes afirmações do nosso entrevistado: a primeira é que a presença das luzes foi real, enquanto a outra é que não atendeu durante todo o período da segunda missão, ou além desta, nenhuma pessoa que tenha alegado ter sido vítima do vampiro extraterrestre, o Chupa-chupa.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Apresentamos neste artigo a entrevista que nossa equipe fez com o médico Dr. Luiz Fernando Pinto Marques, atualmente residente em Belém/PA, e que trabalhou prestando atendimento na Unidade Sanitária de Colares durante e após a Operação Prato. Foi testemunha ocular dos fantásticos corpos luminosos relatados pelos militares da Aeronáutica, além de atender a população de Colares durante a Operação Prato, chegando a prestar auxílio médico a um dos agentes secretos da 2ª Seção do I COMAR que, pela descrição que fez dos seus traços fisionômicos, pode se tratar do militar que ficou conhecido pela alcunha de Japonês desde que o coronel Hollanda o citou em entrevista à Revista UFO,<sup>2</sup> e do qual desconhecemos a verdadeira identidade.</span></p><figure id="attachment_1092" aria-describedby="caption-attachment-1092" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class=" wp-image-1092" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/foto-dr-LF-original-576x1024.jpg" alt="" width="300" height="534" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/foto-dr-LF-original-576x1024.jpg 576w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/foto-dr-LF-original-169x300.jpg 169w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/foto-dr-LF-original-768x1365.jpg 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/foto-dr-LF-original-864x1536.jpg 864w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/foto-dr-LF-original-1152x2048.jpg 1152w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/foto-dr-LF-original-scaled.jpg 1440w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-1092" class="wp-caption-text">Dr. Luiz Fernando Pinto Marques em 2018</figcaption></figure><h3><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong><u>II &#8211; CHEGADA A COLARES</u></strong></span></h3><p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-1093" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/FOTO-ENTRADA-COLARES-MATERIA-DR-LF.jpg" alt="" width="400" height="255" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/FOTO-ENTRADA-COLARES-MATERIA-DR-LF.jpg 684w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/FOTO-ENTRADA-COLARES-MATERIA-DR-LF-300x191.jpg 300w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O Dr. Luiz Fernando assumiu a Unidade Sanitária de Colares em novembro de 1977, após a saída da Dra. Wellaide Cecim, sua antecessora na unidade de saúde, declarando na entrevista que residiu em Colares com sua esposa, <strong><em>“mais precisamente de novembro de 77 a março de 83”</em>.</strong> Portanto, esteve presente como médico instituído pelo poder público durante uma parte importante do período mais significativo da Operação Prato, desde a chamada Segunda Missão militar do I COMAR, entre 25 de novembro e 05 de dezembro de 1977, até o arrefecimento do fenômeno na região, que ainda contava com alguns aparecimentos nos primeiros meses de 1978, como em 27 de janeiro quando um OVNI circular se aproximou de um pescador,<sup>3</sup> ou no dia 22 de fevereiro quando um OVNI em zigue-zague foi observado pelo agente da 2ª Seção Flávio Costa e esposa<sup>4</sup>.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A onda ufológica em 1978 em muito havia arrefecido. Entre setembro e dezembro de 1977 houve 195 registros entre observações militares e relatos de civis.<sup>5</sup> Para o ano inteiro de 1978 caiu para 89. Especificamente para observações em Colares e a baía do Sol envolvendo agentes da 2ª Seção, foram 97 nesse período de 1977 e, 27 para todo o ano de 1978.<sup>6</sup>  A imprensa refletiu essa realidade, quando em 21 de março de 1978 noticiou sobre o retorno dos OVNIs a Colares, realçando que em 1977 houvera um período de maior incidência.<sup>7</sup></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;"><strong><u>Testemunha ocular</u></strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Quanto aos OVNIs, o Dr. Luiz Fernando declarou que observou várias vezes luzes multicoloridas em movimentos rápidos, executando manobras em ângulo. Foi testemunha do “<em>pânico total”</em> da população, relatando que se reuniam mulheres e crianças em uma casa das várias da rua e os homens acendiam fogueiras. Questionado sobre as supostas vítimas do Chupa-chupa, disse que não viu nenhum ferimento ou marca, nem mesmo ter atendido tais ocorrências. Segundo nosso entrevistado: <strong><em>“(&#8230;) a gente via o Chupa-chupa e&#8230;, agressão, nenhuma; eu nunca vi agressão nenhuma do Chupa-chupa”</em>.</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;"><strong><u>Clarificando o cenário da época</u></strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">As experiências relatadas não deixam dúvidas que o médico também viveu o auge da onda em Colares, a exemplo da Dra. Wellaide, mas, em relação aos supostos ataques a humanos, suas experiências e percepções foram diferentes. Como é notório no caso Chupa-chupa, Wellaide sempre foi a maior e mais gabaritada voz a propagar a versão dos ataques de luzes que queimavam, perfuravam e até matavam suas vítimas.<sup>8</sup> Há algumas implicações nessa descoberta que nos permitem detalhar e clarificar o cenário da época, mudando o patamar do conhecimento até hoje estabelecido.</span></p><figure id="attachment_1094" aria-describedby="caption-attachment-1094" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-1094" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/foto-dra-wellaide.jpg" alt="" width="300" height="338" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/foto-dra-wellaide.jpg 330w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/foto-dra-wellaide-266x300.jpg 266w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-1094" class="wp-caption-text">Dra. Wellaide Cecim Carvalho – crédito: Revista UFO</figcaption></figure><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><a href="#_ednref1" name="_edn1"></a></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Quando o fenômeno se aproximou da baía de Marajó, pelos idos de setembro de 1977, a Unidade Sanitária de Colares estava aos cuidados da Dra. Wellaide Cecim. Ela vivenciou o início do fenômeno na ilha de Colares e esteve presente quando chegaram os primeiros militares do I COMAR. Nesse período ela concedeu em 31 de outubro um depoimento, que foi gravado, aos agentes da 2ª Seção. Esse testemunho está registrado no relatório militar da missão<sup>9</sup> e também em documento inédito que estamos apresentando ao final do artigo.</span></p><figure id="attachment_1095" aria-describedby="caption-attachment-1095" style="width: 792px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1095" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/relatorio-de-missao-31-10-77.png" alt="" width="792" height="355" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/relatorio-de-missao-31-10-77.png 792w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/relatorio-de-missao-31-10-77-300x134.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/relatorio-de-missao-31-10-77-768x344.png 768w" sizes="(max-width: 792px) 100vw, 792px" /><figcaption id="caption-attachment-1095" class="wp-caption-text">Fonte: Relatório de Missão – Parte Informativa</figcaption></figure><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Pela linha do tempo apurada em nossa investigação, após o fim dessa primeira missão no dia 11 de novembro, mas, antes do início da segunda missão, ocorreu a saída da doutora e logo após a chegada do doutor Luiz Fernando para assumir o posto. No livro de Daniel Rebisso Giese, <em>Vampiros Extraterrestres na Amazônia</em>, obra de referência para o estudo do fenômeno, temos uma transcrição de entrevista da Dra. Wellaide Cecim <strong>concedida</strong> ao autor <strong>no ano de 1984</strong>, onde na página 81 podemos ler:</span></p><p style="text-align: left;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><em>Autor &#8211;   Até que data esses casos continuaram a ser registrados?</em></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><em>WC     &#8211;   Mais ou menos pela metade e final de novembro de 1977, os casos se tornaram raros. No dia 11 de novembro, do mesmo ano pedi minha transferência à Secretaria de Saúde para a cidade de Ourém (PA). Ali tratei de duas pessoas que foram queimadas pela luz do Chupa-chupa. A primeira foi um tratorista e a segunda uma senhora dona-de-casa. Isso foi no início de 1978 e de lá não soube de outras ocorrências.</em></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Temos os registros do Diário Oficial do estado do Pará (página 14 da edição nr. 23.840 de 25 de agosto de 1978), que apresentaremos ao final do artigo, tanto da nomeação da Dra. Wellaide para a Unidade Sanitária de Ourém, como da nomeação do Dr. Luiz Fernando para a unidade de Colares, ambas com data de 08 de agosto de 1978. E não foram apenas as nomeações deles, mas muitas outras. Acreditamos que com a mudança do governador do Estado que ocorreu no dia 01 de agosto de 1978, quando assumiu o governador Clóvis Rego, foi necessária uma regularização da situação de muitos médicos na máquina pública, gerando várias nomeações no dia 08 de agosto, mas que refletiriam uma situação estabelecida anteriormente. Essa interpretação atende tanto as declarações de Luiz Fernando, que declarou ter assumido em Colares <em>“precisamente”</em> em novembro de 1977, como de Wellaide, que declarou ter pedido sua transferência para Ourém (PA) no dia 11 de novembro de 1977, se lembrando inclusive de ter tratado duas pessoas naquela localidade no início de 1978. Também estaria alinhada às evidências encontradas na documentação tornada pública oficialmente e na vazada, referentes à operação militar.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Como observamos anteriormente, a presença da Dra. Wellaide é comprovada pelo relatório da primeira missão até a data de 31 de outubro, de maneira que sua presença não foi mais citada até o término dessa missão, em 11 de novembro. Já o relatório da segunda missão, iniciada em 25 de novembro, não informa nenhum ataque do Chupa-chupa; nenhum depoimento dessa natureza é registrado pelos militares, apenas as observações dos corpos luminosos pelos agentes ou depoimentos de civis. Não há entrevista nem registro de contato com nenhum médico. Essa evidência, ou melhor, a falta dela, atende a narrativa do Dr. Luiz Fernando que declarou não ter atendido nenhuma vítima e que o contato com os agentes do I COMAR foi apenas para atendimento médico de um agente ferido por uma arraia.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Esse novo cenário, colocando dois médicos atendendo a população de Colares durante a onda ufológica e no transcorrer da Operação Prato, mas em períodos excludentes, acrescenta mais um testemunho médico à história do fenômeno.</span></p><h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong><u>III – AVALIAÇÕES MÉDICAS</u></strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nós do <em>operacaoprato.com</em> trouxemos a público desde que iniciamos nosso trabalho de investigação, três novos testemunhos de médicos e a participação escrita no relatório médico da Operação Prato de um outro médico já falecido, que de uma forma ou de outra tiveram uma interface com pessoas que autodeclararam-se vítimas do Chupa-chupa.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Divulgados até 2017 havia a Dra. Wellaide Cecim e o Dr. Orlando Zoghbi, que a pedido do jornal <em>A Província do Pará</em>, atendeu em Belém três possíveis vítimas da denominada luz vampira, que apresentavam marcas no corpo, durante uma onda de relatos de ataques que surgiram na capital, reverberada pela imprensa.<sup>10</sup></span></p><figure id="attachment_1096" aria-describedby="caption-attachment-1096" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-1096" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/FOTO-DR-ORLANDO-ZOGHBI.png" alt="" width="300" height="277" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/FOTO-DR-ORLANDO-ZOGHBI.png 409w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/FOTO-DR-ORLANDO-ZOGHBI-300x277.png 300w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-1096" class="wp-caption-text">Dr. Orlando Zoghbi em 1978</figcaption></figure><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em junho de 2017 publicamos o <em>Relatório Médico</em> da Operação Prato em conjunto com a entrevista do tenente-coronel médico Dr. Pedro Ernesto Póvoa, médico da Operação Prato que durante a primeira missão, entre 26 e 27 de outubro de 1977, examinou pessoas que alegaram terem sido afetadas por luzes ou raios originários de OVNIs.<sup>11</sup> Nesse caso, deve-se acrescentar que a equipe médica da Operação Prato era composta de dois médicos, o Dr. Augusto Sergio Santos de Almeida e o próprio Dr. Póvoa.</span></p><figure id="attachment_637" aria-describedby="caption-attachment-637" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-637" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/06/pedro-ernesto-povoa.jpg" alt="" width="300" height="346" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/06/pedro-ernesto-povoa.jpg 466w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/06/pedro-ernesto-povoa-260x300.jpg 260w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-637" class="wp-caption-text">Ten Cel Dr. Pedro Ernesto Póvoa</figcaption></figure><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em dezembro de 2018 publicamos uma entrevista em vídeo com o Dr. Wilton Reis, que examinou supostas vítimas do Chupa-chupa que apresentavam marcas no corpo, na cidade de Belém, sendo que pelo menos uma delas também havia sido examinada pelo Dr. Zoghbi. Dr. Wilton é um franco defensor da hipótese extraterrestre para o fenômeno, se juntando assim à voz da Dra. Wellaide.<sup>12</sup> Outra contribuição pelo lado médico da fase Chupa-chupa em Belém, veio através do jornal <em>O Estado do Pará</em> de 17 de novembro de 1977, recentemente rememorada na tese de mestrado de Phillippe Sendas (2017), quando o jornal noticiou sobre uma adolescente que foi levada ao pronto-socorro municipal belenense, apresentando uma história complexa, compatível com outras narrativas ligadas à crença do Chupa-chupa. Os médicos Guataçara e Renato Sandres não constataram nenhum ferimento nem problema clínico, receitando calmante.<sup>13</sup></span><a href="#_ednref1" name="_edn1"></a></p><figure id="attachment_1097" aria-describedby="caption-attachment-1097" style="width: 399px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-1097" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/foto-dr-wilton-reis.jpg" alt="" width="399" height="207" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/foto-dr-wilton-reis.jpg 882w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/foto-dr-wilton-reis-300x155.jpg 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/foto-dr-wilton-reis-768x398.jpg 768w" sizes="(max-width: 399px) 100vw, 399px" /><figcaption id="caption-attachment-1097" class="wp-caption-text">Dr. Wilton Reis em 2018</figcaption></figure><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Hoje temos um cenário médico mais abrangente, mas não menos enigmático. Vejamos um resumo da situação atual.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><strong><u>QUADRO MÉDICO DO FENÔMENO INVESTIGADO PELA OPERAÇÃO PRATO</u></strong></span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1098" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/Quadro-medico.png" alt="" width="827" height="585" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/Quadro-medico.png 827w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/Quadro-medico-300x212.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/Quadro-medico-768x543.png 768w" sizes="(max-width: 827px) 100vw, 827px" /></p><h3><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong><u>IV – DOCUMENTO INÉDITO</u></strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Também merece atenção especial o testemunho inédito da Dra. Wellaide que estamos disponibilizando ao final desta matéria. O presente material, que foi fornecido para nossa equipe por uma fonte absolutamente idônea que nos solicitou anonimato sobre sua identidade, recebeu este conteúdo pelas mãos do próprio sargento Flávio Costa.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Ela foi entrevistada pelos militares da Aeronáutica em 31 de outubro de 1977, durante o décimo primeiro dia após o início da Operação Prato, e suas declarações foram registradas através de um gravador de voz da marca “Uher”. O sargento Flávio, que é o autor da assinatura localizada na parte inferior do documento, transcreveu um trecho específico do respectivo depoimento, no caso, da leitura em voz alta que a Dra. Wellaide fez de um documento que ao que tudo indica ela própria elaborou. Segundo a própria médica, num primeiro momento ela tinha o objetivo de enviar o respectivo documento para o Secretário de Saúde estadual da época, solicitando assistência por parte daquela Secretaria, mas que não chegou a tomar essa providência para evitar de “cair no ridículo”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">É possível constatar que ela objetivou ler o texto de maneira precisa e contínua, mas, de vez em quando interrompia a leitura para tecer algumas observações aos militares, sobre determinados trechos do documento. Nas ocasiões em que isto ocorreu, o transcritor parentesou os comentários daquela declarante, acrescentando o advérbio latino “sic” ao final de cada observação, de maneira a atestar a literalidade do registro.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;"><strong><u>Uma multidão de queimados?</u></strong></span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1099" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/multidão-de-queimados-mat-dr-LF-1024x809.jpg" alt="" width="400" height="316" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/multidão-de-queimados-mat-dr-LF-1024x809.jpg 1024w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/multidão-de-queimados-mat-dr-LF-300x237.jpg 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/multidão-de-queimados-mat-dr-LF-768x606.jpg 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/multidão-de-queimados-mat-dr-LF.jpg 1440w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Há uma crença amplamente difundida de que a manifestação do fenômeno provocou uma multidão de pessoas feridas em Colares. Durante seu depoimento aos militares, a Dra. Wellaide proferiu o seguinte comentário: <strong>“<em>os quatro pacientes que eu examinei</em></strong><em> tinham minúsculos orifícios na pele; a mulher tinha bem acima do seio esquerdo e os três homens, no pescoço, bem em cima da carótida – (sic)</em>”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Essa observação da Dra. Wellaide tornou-se especialmente esclarecedora por ter sido proferida durante um momento no qual o fenômeno já estava plenamente ativo em Colares e região, desde várias semanas antes.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Chama atenção a referência feita à quantidade de pacientes (quatro) cujos atendimentos estariam relacionados à ação das luzes. Apesar dessa informação já constar em outros relatórios militares, aqui houve um registro literal das suas palavras, e numa conjuntura que denota a concepção de que aquela era a quantidade de pessoas atendidas por ela até aquele momento, o que de fato está em harmonia com todo o conjunto de informações contidas nos demais documentos militares.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Essa informação foi reafirmada pela própria Dra. Wellaide na já citada entrevista que concedeu à Daniel Rebisso, em 1984. Tendo em vista que se tratou de uma entrevista longa, com cerca de 01 hora de duração, Rebisso optou por incluir no seu livro apenas os trechos que julgou mais relevantes.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Recentemente, o ufólogo Edson Boaventura publicou o áudio original e integral dessa entrevista,<sup>14</sup> a partir do qual é possível identificar novas informações. No áudio, a Dra. Wellaide faz referência a essas pessoas que ela teria atendido em função dos supostos ataques. Após detalhar os atendimentos que teria prestado a três pacientes, os quais foram definidos por ela como <em>“&#8230;O primeiro paciente que eu atendi&#8230;”</em>, <em>“&#8230;a segunda paciente minha&#8230;”</em> e <em>“&#8230;A terceira paciente minha&#8230;”</em>, respectivamente, a Dra. Wellaide descreve o atendimento que teria prestado a uma senhora com a qual teria alguns laços de amizade, após esta ter alegado que fora atingida pelo Chupa-chupa na região da testa, enquanto tricotava no interior da sua residência. Sobre tal senhora, Wellaide, além de afirmar que <strong><em>“&#8230;Essa foi a quarta </em>[paciente]<em>&#8230;”</em>,</strong> também declarou que tal acontecimento ocorreu já durante a presença da equipe da Aeronáutica — os militares chegaram à ilha no dia 20 de outubro de 1977 —, inclusive citando que a equipe militar também foi chamada às pressas para prestar assistência a essa mesma pessoa.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A substituição da Dra. Wellaide pelo Dr. Luiz Fernando ocorreu pouco tempo depois do depoimento dela para os militares, ao que tudo indica por volta de meados de novembro de 1977, inexistindo qualquer indício documental ou testemunhal de que nesse curto período de tempo, entre a tomada do seu depoimento e a chegada do médico substituto, tenha havido qualquer aumento relevante da atividade do fenômeno.</span></p><h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong><u>V &#8211; CONCLUSÃO</u></strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Há duas questões de fundo neste artigo. A primeira é a confirmação da realidade dos eventos aéreos anômalos por testemunha com formação científica, ou seja, mais outra peça que se soma à assombrosa coletânea de documentos e testemunhos que, um após o outro, atestam a veracidade do fenômeno aéreo, luminoso e não identificado, sendo, sem dúvida, o maior evento da ufologia mundial até hoje. A outra questão é a realidade ou não de terem ocorrido ataques para a realização de procedimentos científicos alienígenas, visando a retirada de fluidos ou tecidos corporais de humanos. Quanto a esse aspecto do fenômeno, tomando como base o conjunto de informações tornadas públicas até o presente momento, não podemos fazer a mesma afirmação de que existe uma soma de documentos e testemunhos que o reforcem.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A existência de informações conflitantes é uma constatação evidenciada em documentos e testemunhos, que pelo lado médico, mas não só, é externada pelos dois médicos militares, Dr. Póvoa e Dr. Almeida, através do relatório médico oficial da Operação Prato e novamente pelo Dr. Póvoa na sua entrevista de 2017 e, por um dos médicos que atendeu a população de Colares, no caso, nosso entrevistado Dr. Luiz Fernando. Pela onda de Belém, não investigada pelo I COMAR, temos o Dr. Zoghbi que em artigo publicado no jornal <em>A Província do Pará</em> em 1977, manifestou opinião contrária à hipótese do vampirismo extraterrestre.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nós do <em>operacaoprato.com</em> não estamos aqui para substituir a análise crítica sobre a real existência de extraterrestres coletores de sangue durante a onda Chupa-chupa, que cada leitor deve fazer. Trazemos as informações que descobrimos e procuramos fazer análises comparativas entre documentos e narrativas, bem como da veracidade do material apresentado. É o que temos feito nos vários artigos e descobertas que divulgamos. Citamos entrevistas e documentos no texto e recomendamos que os leitores também os leiam ou revisitem.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Neste artigo em especial, pela sensibilidade que desperta no público amante da ufologia a questão dos queimados e vampirizados, mais especificamente, quando novas informações não confirmam as expectativas, evitamos a sofística que produziria um raciocínio tendencioso, pois pela própria natureza dessa escola filosófica, não estaríamos preocupados com a verdade, mas apenas em convencer o leitor.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;"><strong><u>ENTREVISTA TRANSCRITA</u></strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Entrevistado:</strong> Dr. Luiz Fernando Pinto Marques;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Data:</strong> Abril de 2018;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Meio de registro original da entrevista:</strong> Áudio obtido a partir de aparelho gravador de voz;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Local:</strong> Belém/PA.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong><u>INÍCIO</u></strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="color: #e64946;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">OP: O senhor já atuou em Colares como médico? Qual a unidade de saúde? Em caso </span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">positivo, qual o período de tempo que o senhor atuou lá?</span></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Bom, eu&#8230;, o primeiro período que eu passei lá foi de 77 (1977) a 83 (1983), mais precisamente de novembro de 77 a março de 83. Foi o período do “Chupa-chupa”. Vim pra cá pra Belém, passei uns cinco, seis anos aqui, aí me convenceram pra mim me meter em política lá, eu me candidatei a vereador, aí ganhei, aí voltei, e passei mais cinco anos lá.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Lá em Colares?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Sim. Então, ao todo, dá em torno de dez, doze anos.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: E nesse período de tempo, o senhor chegou a atender alguma pessoa que alegou ter sido vítima do chamado “Chupa-chupa”?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Não.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Nenhuma?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Não.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: E o senhor ficou sabendo de alguma ocorrência desse tipo?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Claro que sei. Sei e conheço as pessoas que tão lá vivas até hoje, mas eu não atendi ninguém.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="color: #e64946;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">OP: O senhor chegou a ver algum ferimento ou marca na pele de pessoas que se diziam </span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">terem sido atingidas?</span></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Também não.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: O senhor tomou conhecimento de algum falecimento decorrente desse tipo de “ataque”?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Não.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="color: #e64946;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">OP: A população que na época o senhor atendia, no geral, esboçava alguma reação em </span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">relação a esses objetos?</span></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: A cidade vivia em pânico, pânico total. Quando escurecia, todo mundo se preparava para receber o “Chupa-chupa”. Mas eu&#8230;, a gente via o “Chupa-chupa” e&#8230;, agressão, nenhuma; eu nunca vi agressão nenhuma do “Chupa-chupa”. Eu me preparava pra ver por curiosidade. Agora, que tinha um pânico na cidade, tinha, disso não resta a menor dúvida. Inclusive, como as casas [eram] poucas lá, eles (população) pegavam e se reuniam em um quarteirão que tinha cinco, seis casas, eles pegavam uma casa e colocavam mulher e criança, e as outras ficavam os homens rodando pela rua, as ruas cheias de fogueira porque a luz era de seis da tarde às nove da noite, a luz ia embora e a iluminação da rua ficava através de fogueira, e cada um com a sua espingarda, lá, esperando o “Chupa-chupa”, mas, eu não tomei nunca conhecimento de alguma agressão, de nada.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: O senhor chegou a ver esse objeto voador?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Vi, várias vezes.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: O senhor poderia descrever ele?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: É simplesmente uma luz.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Qual a forma que ele tinha?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: O que eu vi foi facho de luz, com movimentos muito rápidos, entendeste?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Ele tinha alguma cor?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Ah, multicor&#8230; multicolorido.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: E que tipo de manobra ele fazia?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Tudo que tu imaginas. Ângulo de 360 graus&#8230;, rodava em torno dos raios de luz; só isso que nós vimos. Agora, nós temos depoimentos de pessoas&#8230;, por exemplo, uma vez um cara lá digno de confiança, ele me disse assim: [simulação de fala] Doutor, eu acho que perto… [entrevistado] Tu conheces lá, não é? Tem um farol perto, na beira da praia lá&#8230;, olha a ideia do nativo de lá: [simulação de fala] (&#8230;) eu acho que perto do farol tem um “posto de gasolina”, porque a gente vê várias vezes o “Chupa-chupa” parado, a dois metros da flor da água”. [entrevistado] Eu acho que eles achavam que “ele” (OVNI) tava pegando “gasolina” pra colocar nos outros (OVNIs). E é a ideia deste (nativo). Então, eles viam, mas eu nunca tive essa felicidade; eu só vi no alto. E ainda teve aquilo que eu te falei também, uma coisa que eu achava impressionante, é que os cachorros percebiam quando “ele” ia aparecer. Porque antes que a gente tivesse visto, os cachorros já tavam por toda a cidade latindo. Inclusive, às vezes a gente tava dentro de casa, e quando a gente via os cachorros latir a gente ia pra rua e a gente via o “Chupa-chupa” lá. É uma coisa interessante, não é?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: O senhor teve conhecimento que ocorreu uma operação militar que investigava esses acontecimentos?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Com certeza; eu atendi.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: O senhor chegou a ter algum tipo de contato com esses militares?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Tive.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: O senhor poderia descrever qual o tipo?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando:  Tive. Eu estava um dia lá, eu estava na casa do médico&#8230;, que como o Brasil é um país que “valoriza” muito a medicina, entre aspas, eu morava com a minha mulher num grupo abandonado por ameaça de desmoronamento. Então, eles receberam um casal de médico e dentista, e ficou lá, e afastado da cidade. E a luz apagava às nove horas da noite. E quando eu&#8230;, foi logo que eu cheguei lá, eu não conhecia direito a população, eles (militares) chegaram lá, perguntando se eu era médico. Eu disse: “–Sim”. [simulação de fala] Porque um companheiro nosso foi ferroado de arraia. [entrevistado] Mas eu olhei o aspecto deles, totalmente diferente dos nativos.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Eles estavam uniformizados?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Não, não&#8230; roupa normal. Tinha um de fisionomia oriental que tinham três fiapos de barba que saía do queixo dele, até a barriga. Tive lá com esse pessoal, mas, ele estava sangrando&#8230; “Vamos lá&#8230;”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Qual deles estava sangrando?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Um militar&#8230;, um dos militares. Porque nesse tempo era posto de saúde e não funcionava 24 horas; quando dava sete horas (noite) ele fechava. Mas eu era o diretor e eu ficava com a chave. Aí eles queriam que eu embarcasse no carro deles, aí eu disse: “–Não, eu não vou entrar no carro de vocês. Eu e a minha mulher entrar num carro com seis homens?”. Não conhecia. Nove horas da noite lá era o mesmo que ser três horas da manhã. Eu disse: “–Vamos que eu vou andando”. Aí eu cheguei lá, eu fui atender o cara. Quando ele tirou&#8230;, ele tava de tênis, a unha do pé pintada, eu digo: “Ah não, ‘isso’ não é daqui, tem alguma coisa estranha”. Bom, eu atendi (militar ferido), e aí eu pedi a identidade dele para fazer o registro. Ele disse que não tinha identidade. Aí quando foi de manhã eu comentei com o pessoal e foi quando que eu soube: [simulação de fala] Não, doutor, isso aí é o pessoal da Aeronáutica que tá fazendo aqui pesquisa sobre o “Chupa-chupa”. Eu digo: “–É, eu notei que não era gente daqui da terra”. Mas, normal, normal&#8230;, só não se abriram, só não disseram que eram da Aeronáutica. Mas me trataram com toda a educação, todo o respeito. Entendeste?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: E o senhor recorda nomes, o nome dele?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Não, não&#8230; Eu só recordo do comandante Hollanda, que comandava&#8230;, que depois se matou enforcado, não é?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Sim.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Que dizem que foi, que dizem que é obra do “Chupa-chupa”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: E esse de aspecto oriental, o senhor lembra o nome dele?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Não, não me lembro.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Em algum momento eles comentaram que eles estavam lá por causa dessa operação?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Nunca, nunca&#8230; E inclusive eles só apareciam à noite; eles não circulavam de dia, entendeste? Eles só circulavam quando a luz apagava, porque aí eles iam pra cima do mercado, entendeste? Ou então lá pro farol, pra ficar filmando. Só depois que a luz apagava.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: E eles, como não comentaram nada, eles chegaram a pedir alguma informação pro senhor, a respeito de casos?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Não, nunca.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Nesse período que o senhor esteve lá em Colares, foi possível observar, identificar, o momento que esses OVNIs pararam de aparecer?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Não houve assim, [uma] “parada”, foi diminuindo a incidência. Diminuindo, diminuindo&#8230;, entendeste? Não houve assim, uma parada brusca, foi diminuindo a incidência do aparecimento, tal e tal, até que se deixou de falar dele. Mas até hoje se fala, não é? Inclusive tão lá, um deles que foi “atacado”, é muito meu amigo.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Quem seria?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: O “Tenente” (apelido do Sr. Newton de Oliveira Cardoso).</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Tenente, não é?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Tenente.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Esse é o apelido dele, Tenente, não é?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: É. O nome dele é&#8230;, eu só o chamo de “Tenente”, pra ele.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: O senhor tomou conhecimento de algum registro dos casos dessas pessoas que se diziam atacadas? Se a unidade de saúde registrava ou documentava?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Olha, porque foi no tempo da Wellaide (Dra. Wellaide Cecim) que houve esses “ataques”. Eu não sei se ela registrou. Eu nunca vi registro nenhum lá.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Nem na unidade de saúde, nem a nível estadual mesmo, não teve nenhum informe?&#8230;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Não.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Esses casos eram considerados algum tipo de epidemia?&#8230;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Não.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Era algo que estava evidente que estava acontecendo, ou eram casos esparsos?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dr. Luiz Fernando: Acontecia sim, isso não tem a menor dúvida. Eu vi coisas bem estranhas mesmo; só não vi agressão à pessoa humana.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: Certo , Doutor. Eram essas as perguntas que eu tinha para fazer ao senhor.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong>DOCUMENTOS</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">1- EXTRATO DE GRAVAÇÃO</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-1100" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/extrato-de-gravacao-724x1024.png" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/extrato-de-gravacao-724x1024.png 724w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/extrato-de-gravacao-212x300.png 212w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/extrato-de-gravacao-768x1087.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/extrato-de-gravacao-1086x1536.png 1086w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/extrato-de-gravacao.png 1290w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p><p><a href="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/EXTRATO-DE-GRAVAÇÃO-DR-WELLAIDE.pdf" target="_blank" rel="noopener">Para download do documento clique aqui</a></p><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">2- DIÁRIO OFICIAL DO PARÁ – 25 DE AGOSTO DE 1978</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-1101" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/doe-25.08.1978-pg-14-708x1024.jpg" alt="" width="708" height="1024" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/doe-25.08.1978-pg-14-708x1024.jpg 708w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/doe-25.08.1978-pg-14-207x300.jpg 207w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/doe-25.08.1978-pg-14-768x1111.jpg 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/doe-25.08.1978-pg-14-1062x1536.jpg 1062w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/doe-25.08.1978-pg-14-1416x2048.jpg 1416w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/07/doe-25.08.1978-pg-14-scaled.jpg 1770w" sizes="(max-width: 708px) 100vw, 708px" /></p>								</div>
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									<p><em>1 Grimal, Pierre. Marco Aurélio – O Imperador Filósofo. Zahar, Rio de Janeiro, 2018.</em></p><p><em>2 Equipe UFO. </em><a href="http://www.ufo.com.br/entrevistas/coronel-rompre-silencio-sobre-ufos">Coronel rompe silêncio sobre UFOS</a><em>. Revista UFO 54, outubro 1997. </em></p><p><em>3 I COMAR. </em><a href="http://imagem.arquivonacional.gov.br/sian/arquivos/1099178_13231.pdf">Registro número 87: Registros de Observações de OVNI</a><em>. Arquivo Nacional BR DFANBSB ARX 0.0.184. </em></p><p><em>4 I COMAR. </em><a href="http://imagem.arquivonacional.gov.br/sian/arquivos/1099178_13231.pdf">Registro número 93: Registros de Observações de OVNI</a><em>. Arquivo Nacional BR DFANBSB ARX 0.0.184. </em></p><p><em>5 Aniceto, Hélio. Observações e Relatos 1977 Operação Prato. Orbitador (blog), agosto 2014.</em></p><p><em>6 </em><em>Aniceto, Hélio. Corpos Luminosos – Uma operação em busca de respostas, pág. 143. Niterói, 2014.</em></p><p><em>7 A Estranha Luz está de Volta a Colares. </em><em>O Estado do Pará, caderno Cidades. Belém, março 1978.</em></p><p><em>8  </em><em>A. J. Gevaerd. Não cedi às pressões dos militares. Revista UFO 117, dezembro 2005.</em></p><p>9 <em><a href="https://operacaoprato.com/novidades/exclusivo-documentos-ineditos-relatorios-legiveis-da-operacao-prato-e-entrevista-com-mais-um-oficial-da-aeronautica" target="_blank" rel="noopener">Documentos inéditos: Relatório Legíveis da Operação Prato</a>, versão inédita Relatório 01, pág. 7. Site operacaoprato.com, setembro 2017.</em></p><p><em>10 “Chupa-chupa” é Só Fantasia. A Província do Pará, pág. 16. Belém, novembro 1977.</em></p><p><em>11 </em><em><a href="https://operacaoprato.com/novidades/relatorio-medico-inedito-da-operacao-prato-e-entrevista-exclusiva-com-militar-que-participou-da-missao" target="_blank" rel="noopener">Relatório Médico Inédito da Operação Prato e Entrevista Exclusiva</a>. Site operacaoprato.com, junho 2017.</em></p><p><em>12 <a href="https://operacaoprato.com/novidades/entrevista-exclusiva-com-iconica-vitima-declarada-do-chupa-chupa-e-foto-inedita-do-seu-ferimento-confira-ainda-o-depoimento-do-medico-perito-que-examinou" target="_blank" rel="noopener">Entrevista exclusiva com Icônica Vítima Declarada do Chupa-Chupa</a>. Site operacaoprato.com, dezembro 2018.</em></p><p><i>13 </i>Fernandes, Phillippe Sendas de Paula (2017). Luzes Misteriosas Cruzam Os Céus da Amazônia (PDF) (Tese). Rio de Janeiro, RJ: Universidade Federal do Rio de Janeiro, Escola de Comunicação<em>.</em></p><p>14 <em>Canal Enigmas e Mistérios. Detalhes dos ataques revelados pela médica | Operação Prato. 2020. Disponível em: &lt;</em><a href="https://youtube.com/watch?v=8MUjgZmBq0Y&amp;feature=youtu.be">https://youtube.com/watch?v=8MUjgZmBq0Y&amp;feature=youtu.be</a><em>&gt;. Acesso em: 04 jun. 2020.</em></p><p><span style="font-size: 10pt;">Autores do artigo: Luiz Fernando, P.A. Ferreira, Raphael Pinho, Hélio A. R. Aniceto e M.A. Farias.</span></p>								</div>
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		<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Foperacaoprato.com%2Fnovidades%2Fdescoberto-medico-que-atendeu-em-colares-durante-a-operacao-prato&amp;linkname=DESCOBERTO%20M%C3%89DICO%20QUE%20ATENDEU%20EM%20COLARES%20DURANTE%20A%20OPERA%C3%87%C3%83O%20PRATO" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Foperacaoprato.com%2Fnovidades%2Fdescoberto-medico-que-atendeu-em-colares-durante-a-operacao-prato&amp;linkname=DESCOBERTO%20M%C3%89DICO%20QUE%20ATENDEU%20EM%20COLARES%20DURANTE%20A%20OPERA%C3%87%C3%83O%20PRATO" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Foperacaoprato.com%2Fnovidades%2Fdescoberto-medico-que-atendeu-em-colares-durante-a-operacao-prato&amp;linkname=DESCOBERTO%20M%C3%89DICO%20QUE%20ATENDEU%20EM%20COLARES%20DURANTE%20A%20OPERA%C3%87%C3%83O%20PRATO" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd a2a_counter addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Foperacaoprato.com%2Fnovidades%2Fdescoberto-medico-que-atendeu-em-colares-durante-a-operacao-prato&#038;title=DESCOBERTO%20M%C3%89DICO%20QUE%20ATENDEU%20EM%20COLARES%20DURANTE%20A%20OPERA%C3%87%C3%83O%20PRATO" data-a2a-url="https://operacaoprato.com/novidades/descoberto-medico-que-atendeu-em-colares-durante-a-operacao-prato" data-a2a-title="DESCOBERTO MÉDICO QUE ATENDEU EM COLARES DURANTE A OPERAÇÃO PRATO"></a></p><p>The post <a href="https://operacaoprato.com/novidades/descoberto-medico-que-atendeu-em-colares-durante-a-operacao-prato">DESCOBERTO MÉDICO QUE ATENDEU EM COLARES DURANTE A OPERAÇÃO PRATO</a> appeared first on <a href="https://operacaoprato.com">Operação Prato</a>.</p>
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		<title>OS EVENTOS DA OLARIA KEUFFER: O HUMANOIDE DE LUIZ PEREIRA RODRIGUES E A BOLA DE FUTEBOL AMERICANO DO CAP UYRANGÊ HOLLANDA</title>
		<link>https://operacaoprato.com/novidades/os-eventos-da-olaria-keuffer-o-humanoide-de-luiz-pereira-rodrigues-e-a-bola-de-futebol-americano-do-cap-uyrange-hollanda?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=os-eventos-da-olaria-keuffer-o-humanoide-de-luiz-pereira-rodrigues-e-a-bola-de-futebol-americano-do-cap-uyrange-hollanda</link>
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		<dc:creator><![CDATA[operacaoprato]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2020 10:34:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOVIDADES]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>I – INTRODUÇÃO II – A OLARIA KEUFFER III – O HUMANOIDE DE LUIZ PEREIRA RODRIGUES NOS RELATÓRIOS MILITARES IV – O HUMANOIDE DE LUIZ <a class="mh-excerpt-more" href="https://operacaoprato.com/novidades/os-eventos-da-olaria-keuffer-o-humanoide-de-luiz-pereira-rodrigues-e-a-bola-de-futebol-americano-do-cap-uyrange-hollanda" title="OS EVENTOS DA OLARIA KEUFFER: O HUMANOIDE DE LUIZ PEREIRA RODRIGUES E A BOLA DE FUTEBOL AMERICANO DO CAP UYRANGÊ HOLLANDA">[...]</a></p>
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									<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #e64946; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong><u><a id="I"></a>I &#8211; INTRODUÇÃO</u></strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Sem dúvidas, os eventos de 1977 e 1978 que apavoraram as populações ribeirinhas de diversas localidades, especialmente nos estados do Maranhão e Pará e que culminaram com a realização da famosa Operação Prato pela Aeronáutica, deixaram um histórico de muitos relatos e avistamentos estranhos e inexplicáveis até hoje. Sejam aqueles descritos nos relatórios militares conhecidos, nos jornais da época ou através da entrevista histórica do então Cel Uyrangê Hollanda em 1997.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Entretanto, entendemos que entre todos os eventos narrados de que temos conhecimento, os dois mais extraordinários possuem um palco em comum: A Olaria Keuffer.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A Olaria Keuffer ficou nacional e internacionalmente conhecida quando o Cel Hollanda narrou em sua histórica entrevista aos ufólogos A. J. Gevaerd e Marco Antônio Petit, a ocorrência destes dois eventos fantásticos que tiveram a olaria como referência.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">No primeiro, ele descreve o episódio vivido por Luiz Pereira Rodrigues, um rapaz que trabalhava coletando barro para a Olaria Keuffer às margens do rio Guajará, e que teria sido perseguido por um objeto luminoso e por um ser em formato humanoide que teria saído deste objeto.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">No segundo evento, Cel Hollanda narra em sua entrevista, que ao tomar conhecimento da fantástica história vivida por Luiz, ordenou para que o mesmo fosse levado até ele e pediu para que fosse guiado até o local para uma investigação. Em vigília junto à equipe militar, Cel Hollanda narrou avistamentos extraordinários que culminaram com a observação de um objeto na forma de uma bola de futebol americano com cerca de 100 m em seu eixo maior na margem oposta de onde estavam no rio Guajará.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A equipe do site <a href="http://www.operacaoprato.com/">www.operacaoprato.com</a> conseguiu, de forma inédita, localizar a testemunha Luiz Pereira Rodrigues, seu irmão Domingos Pereira Rodrigues, além da viúva do companheiro de trabalho de Luiz na época, Marcolino Farias Miranda, já falecido, que também teria participado dos inusitados acontecimentos. A equipe conseguiu também encontrar a antiga Olaria Keuffer e o local onde o Cel Hollanda teria avistado o objeto em forma de bola de futebol americano.</span></p>								</div>
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									<h3><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong><a id="II"></a>II- <u>A OLARIA KEUFFER</u></strong></span></h3><figure id="attachment_985" aria-describedby="caption-attachment-985" style="width: 1040px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-985 size-full" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/B-RAPHAEL-NA-OLARIA.jpg" alt="" width="1040" height="780" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/B-RAPHAEL-NA-OLARIA.jpg 1040w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/B-RAPHAEL-NA-OLARIA-300x225.jpg 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/B-RAPHAEL-NA-OLARIA-1024x768.jpg 1024w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/B-RAPHAEL-NA-OLARIA-768x576.jpg 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/B-RAPHAEL-NA-OLARIA-678x509.jpg 678w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/B-RAPHAEL-NA-OLARIA-326x245.jpg 326w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/B-RAPHAEL-NA-OLARIA-80x60.jpg 80w" sizes="(max-width: 1040px) 100vw, 1040px" /><figcaption id="caption-attachment-985" class="wp-caption-text">O pesquisador Raphael examina as ruínas dos fornos da Olaria Keuffer</figcaption></figure><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Conforme abordamos anteriormente, a olaria tornou-se conhecida após a narrativa do Cel Hollanda em 1997 que a colocou como referência geográfica para os dois eventos que são caracterizados pelos relatos mais extraordinários de que temos conhecimento relacionados ao período da Operação Prato. A Olaria Keuffer estava localizada na Estrada do Guajará, núcleo Icuí-Guajará, em Ananindeua/PA. Conforme a entrevista do Cel Hollanda, ela pertencia a Paulo Keuffer, já falecido. Ainda de acordo com a entrevista, Paulo Keuffer também seria o proprietário da Foto Keuffer, ainda em funcionamento no Pará.</span></p><figure id="attachment_986" aria-describedby="caption-attachment-986" style="width: 957px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-986 size-full" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/C-LOCALIZAÇÃO-OLARIA.png" alt="" width="957" height="657" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/C-LOCALIZAÇÃO-OLARIA.png 957w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/C-LOCALIZAÇÃO-OLARIA-300x206.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/C-LOCALIZAÇÃO-OLARIA-768x527.png 768w" sizes="(max-width: 957px) 100vw, 957px" /><figcaption id="caption-attachment-986" class="wp-caption-text">Região de localização da Olaria Keuffer – Google Maps</figcaption></figure><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em contato com pessoas do local, obtivemos informações de que em 1992, a Olaria Keuffer entrou em processo de falência, encerrando suas atividades. Embora no terreno ainda encontremos hoje os restos da sua construção, conforme podemos observar nas fotos anexas a esta matéria, atualmente encontra-se instalada no local a Igreja “Vale do Amanhecer”, tendo o terreno sido adquirido num leilão do banco BASA.</span></p>								</div>
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									<h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong><u><a id="III" style="color: #e64946;"></a>III – A OLARIA KEUFFER E O HUMANOIDE DE LUIZ PEREIRA RODRIGUES NOS RELATÓRIOS MILITARES*</u></strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;">*Conteúdo extraído do livro Corpos Luminosos de Hélio Amado Rodrigues Aniceto. Disponível em <a href="https://pt.slideshare.net/helioaniceto7/corpos-luminosos">https://pt.slideshare.net/helioaniceto7/corpos-luminosos</a> <em>(exceções em itálico)</em></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O caso do humanoide do rio Guajará não está descrito em nenhum relatório de missão ou relatório extra, estando presente detalhadamente no Resumo Sintético Cronológico – RSC e num croqui com a movimentação do objeto inserida na região geográfica do evento. A ocorrência está brevemente condensada no ROV e o croqui anexado. Há uma explicação para tal ausência e vamos a ela.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O último relatório de missão da OP foi do período de 25/11 a 05/12/77. A partir dali temos relatórios extras do agente (Flávio Costa) e o relatório da missão Jeju. Identificamos no capítulo da Linha do Tempo <em>(ver obra citada)</em>, a possível existência de dois outros relatórios, os dois para eventos na região dos rios Guajará e Laranjeiras em Ananindeua, nos períodos de 09 a 10/12/77 e 23 a 28/01/78, respectivamente. E é a partir do depoimento de Luiz Pereira Rodrigues sobre o assédio de uma nave e um humanoide enquanto caçava nessa região do rio Guajará em Ananindeua, que os militares descobriram esse importante sítio de observações e passaram a tratá-lo como prioritário nos meses seguintes.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Assumindo a posição acima, deveria haver um relatório de missão com os dados de abordagem da testemunha: dia, hora, local e outros detalhes, mas não só isso, além de conter as próprias observações militares.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><em>Obs.: Importante destacar que na <a href="https://operacaoprato.com/novidades/coronel-rompe-o-silencio-entrevista-inedita-comandante-da-operacao-prato-cel-camillo-ferraz-de-barros" target="_blank" rel="noopener"><strong>entrevista</strong></a> concedida com exclusividade ao site <a href="https://www.operacaoprato.com" target="_blank" rel="noopener">www.operacaoprato.com</a> pelo Chefe do A2, Cel Camilo Ferraz de Barros, o mesmo confirmou a presença de Luiz no I Comar e que ele mesmo o teria entrevistado.</em></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Pois bem, temos a entrevista de Hollanda em 1997 e nela o coronel fala de Luiz. Diz ter tomado conhecimento do caso dele e que mandou buscá-lo para o depoimento. No dia seguinte se dirigiu à região citada, onde teve a famosa observação da nave com formato de bola de futebol americano de 100 m de comprimento no eixo maior. Como acredito que os registros 63, 65 e 66 do ROV descrevam as observações militares as quais se refere Hollanda quando daquele singular evento, situo o depoimento de Luiz no dia 08/12/77 e coletado na sede do I COMAR. Os fatos relatados ocorreram no dia 02/11/77 entre 19h00min e 21h30min.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><em>A seguir, os relatórios militares relacionados ao evento de Luiz Pereira Rodrigues:</em></span></p><h4 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">1 &#8211; Fonte: Resumo Sintético Cronológico – RSC</span><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-987" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/D-RSC-1-PARTE.png" alt="" width="591" height="45" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/D-RSC-1-PARTE.png 433w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/D-RSC-1-PARTE-300x23.png 300w" sizes="(max-width: 591px) 100vw, 591px" /></h4><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-988" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/E-RSC-2-PARTE.png" alt="" width="590" height="483" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/E-RSC-2-PARTE.png 467w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/E-RSC-2-PARTE-300x245.png 300w" sizes="(max-width: 590px) 100vw, 590px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">RRG770211/33-19:00/21:30P-F24- Corpo Luminoso, deslocando-se abaixo do nível das árvores, difundindo em sua trajetória intensa luminosidade (comparada ao nascer do dia), devido a claridade que o corpo emitia não foi possível ao Relator observar melhor os detalhes estruturais do objeto; forma circular com uma cúpula avermelhada na parte superior (dando impressão de transparência), a distância estimada de 70m calculou suas dimensões em 3.00m de diâmetro por 2.00m de altura (da base ao topo da cúpula). Na parte inferior, abriu-se uma escotilha por onde saiu uma forma (ser) semelhante ao homem de baixa estatura, porém de compleixão forte (atarracado), como se flutuasse, envergava um uniforme inteiriço e colante de cor escura (efeito contra luz), de suas mãos saiu um foco de cor vermelha que incidiu diretamente no Relator, este abandonou o local (mutá) apressadamente, fugindo do local observou a distancia que seu mutá (rede) era examinado com atenção, em seguida, o “humanoide” retornou ao objeto que movimentou-se em sua direção focando a sua procura, vagarosamente e a baixa altura (20m); o Relator após correr entre o mangue, fugindo à perseguição, chegou ao local onde seus companheiros estavam (barco), ao narrar o acontecido o objeto voltou a aparecer com uma coloração diferente: avermelhado em cima e azul esverdeado em baixo, todos abandonaram o local, repetiu-se a saída do “humanoide” e novamente inspecionou o barco, retornou ao objeto que rapidamente desapareceu por trás das árvores (B-2) NB &#8211; o relator foi submetido a exames médicos clínicos e psicológicos, não sendo considerado nenhuma anormalidade.</span></p><h4><span style="color: #e64946; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">2 &#8211; Fonte: Registros de Observações de Ovnis &#8211; ROV</span><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-989 size-full" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/F-ROV-1-PARTE.png" alt="" width="789" height="598" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/F-ROV-1-PARTE.png 789w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/F-ROV-1-PARTE-300x227.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/F-ROV-1-PARTE-768x582.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/F-ROV-1-PARTE-80x60.png 80w" sizes="(max-width: 789px) 100vw, 789px" /></h4><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-990 size-full" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/G-ROV-2-PARTE.png" alt="" width="793" height="1122" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/G-ROV-2-PARTE.png 793w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/G-ROV-2-PARTE-212x300.png 212w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/G-ROV-2-PARTE-724x1024.png 724w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/G-ROV-2-PARTE-768x1087.png 768w" sizes="(max-width: 793px) 100vw, 793px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Na classificação de exatidão e confiança da fonte, Luiz recebeu dos militares o código B-2 que significava idôneo e provavelmente verdadeiro, talvez pelo fato do depoente submeter-se a exames clínicos e psicológicos.</span></p>								</div>
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									<p> </p><h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong><u><a id="IV"></a>IV – A OLARIA KEUFFER E O HUMANOIDE DE LUIZ PEREIRA RODRIGUES NA ENTREVISTA DO CEL UYRANGÊ HOLLANDA PARA A REVISTA UFO EM 1997</u></strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em 1997, 20 anos após o início da Operação Prato, o então coronel reformado desde 1992 Uyrangê Bolivar Soares de Hollanda Lima resolve contar ao público as experiências vividas por ele e sua equipe durante a execução da missão militar. Para isso, ele telefona, em junho de 1997, para o ufólogo e editor da Revista UFO, Ademar Gevaerd.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Inicialmente, Gevaerd intermediou o encontro do coronel com o jornalista Luiz Petry da Rede Globo e dessa entrevista, foi exibida uma reportagem no programa Fantástico em 20/07/1997, disponível no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/watch?v=-PeDSdFAIFE" target="_blank" rel="noopener">link</a>).</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em agosto de 1997, os ufólogos Ademar José Gevaerd e Marco Antônio Petit, foram até a residência do coronel, um apartamento à beira-mar, na cidade de Cabo Frio, Rio de Janeiro, onde gravaram uma longa entrevista em vídeo (aproximadamente 01h 48min), hoje também disponível no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/watch?v=ql0djKXTn7U" target="_blank" rel="noopener">link</a>). Deste vídeo, foi extraída a entrevista escrita e que foi publicada pela Revista UFO, dividida nas edições 54 e 55 de outubro e novembro de 1997 respectivamente, ambas após a morte do Cel Uyrangê Hollanda.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Na ocasião, a pedido do ufólogo Marco Petit, foi também gravado um vídeo menor (em torno de 25 min) para um documentário que Petit pretendia produzir. Este vídeo também se encontra disponível no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/watch?v=qawjwWyIUMk" target="_blank" rel="noopener">link</a>).</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nessa entrevista principal, Cel Hollanda descreve informações diversas sobre a Operação Prato e os complexos eventos investigados a partir dela. O militar forneceu algumas informações pessoais sobre si e sua carreira dentro da FAB, também abordando temas como sua motivação para dar a entrevista e sua relação com a ufologia e a comunidade ufológica.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em relação à Operação Prato, falou a respeito dos acontecimentos que levaram ao início da operação e sua respectiva participação, o posicionamento dos escalões superiores da Força Aérea perante os acontecimentos e as proporções do envolvimento de outros órgãos governamentais. Explicou sobre os objetivos e organização da missão, além de comentar sobre seu início, execução e final. Informações sobre alguns dos outros componentes da operação também foram fornecidas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Hollanda descreveu detalhes importantes sobre os registros militares perante o que presenciaram, seja observando diretamente ou junto a testemunhas e vítimas localizadas em meio à população das localidades atingidas pelo fenômeno.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Entre esses registros, encontra-se em destaque o evento relacionado a Luiz Pereira Rodrigues, às margens do rio Guajará, próximo à Olaria Keuffer.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Embora a entrevista publicada nas edições citadas da Revista UFO mantenha a essencialidade do que foi dito por Hollanda, a equipe do site <a href="https://www.operacaoprato.com" target="_blank" rel="noopener">www.operacaoprato.com</a> decidiu, por sua importância para o presente artigo, realizar a transcrição exata das palavras ditas pelo coronel no que se refere aos acontecimentos vividos por Luiz Pereira Rodrigues. A seguir apresentamos essa transcrição:</span></p><h5 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Entrevista maior &#8211; Vídeo com 01h48min57s</span></h5><p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Entre 53min13s e 01h01min40s</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">“<span style="color: #e64946;">Petit:</span> Houve alguma expectativa em algum momento, dentro da&#8230; da operação, de que esse fenômeno pudesse ser perigoso, em termos objetivos?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Hollanda:</span> Uma vez, sim. Uma vez, é&#8230; foi muito “forte” o aparecimento, isso eu tenho que detalhar como foi, mas realmente essa coisa aconteceu e eu tive muito medo de que houvesse uma abdução.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">Gevaerd:</span> Como é que foi isso?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Hollanda:</span> Só pra te fazer um parêntese (desvio momentâneo do assunto), e não te interrompendo, e já esteja interrompido (risos), eu depois fui conversando com o Rafael Sempére Durá, o Rafael me deu um tremendo de um “esporro”. Me chamou de maluco, de irresponsável, e disse: “— Você está proibido&#8230; você tem comandante, mas eu que sou seu amigo estou lhe proibindo de fazer uma coisa dessas”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Hollanda:</span> Nós estávamos numa embarcação, ancorada na margem do rio, e a “coisa” parou na frente da gente, a 70 (setenta) metros.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">Gevaerd:</span> Como é que era essa “coisa”?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Hollanda:</span> Bom&#8230; Pra te responder essa pergunta, eu tenho que te dizer por que é que nós estávamos lá&#8230;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">Gevaerd:</span> Vamos contar a história completa.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Hollanda:</span> Eu tenho um amigo, que era oficial, [que] é oficial da FAB, na época Capitão, Vito&#8230; Vito “Polonês”&#8230; Victor Jamianiaski&#8230; é um nome difícil à beça, mas fica só com o “Vito” que fica mais fácil&#8230; E o Vito gostava muito de pescar, ficava pescando nesse rio, um rio gostoso de pescar. Pois é, e pescando, ele conseguiu, ele soube de um caso&#8230; ele sabia que eu estava; toda a Força Aérea sabia que a gente estava nessa investigação. Ele soube de um caso, de um rapaz, que trabalhava como&#8230; é&#8230; ele apanhava barro pra essa olaria, ele tirava barro lá do rio, pra essa olaria&#8230; E ele (Vito) soube de um caso que ocorreu com esse rapaz, e sabia que eu estava investigando, e foi me procurar, me contando sobre o Luiz&#8230; Essa olaria, era a Olaria Keuffer, de Paulo Keuffer, dono do “Foto Keuffer” lá em Belém; Keuffer (soletrou esse sobrenome). E ele me falou sobre esse Luiz, e eu mandei buscar o Luiz; mandei um agente lá com o carro apanhar o Luiz, porque eu queria conversar com ele. Ele me contou um fato, incrível. Ele quando tava colhendo barro, ele viu vestígios de que havia [uma] caça (paca) comendo resto de flores de uma árvore que estava em floração, à beira do rio. Ele acompanhou e viu onde era que essa caça comia, era [uma] paca&#8230; você conhece paca (grande roedor noturno)?&#8230;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">Gevaerd:</span> Conheço.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Hollanda</span>: &#8230;tinha uma paca comendo nesse lugar. O Luiz [pensou]: “Eu vou voltar pra pegar essa paca, eu vou matar essa caça aí”. Levou o barro da olaria, esvaziou o batelão, [e] era uma embarcação de uns 07 (sete) a 09 (nove) metros, a motor, motor de centro&#8230; ele foi, deixou o barro lá, esvaziou a embarcação, passou na casa dele, apanhou a espingarda, e voltou pra lá de dia. Preparou um jirau (estrutura elaborada para que o caçador se coloque acima do nível do solo, ampliando sua condição de visualização do ambiente), onde ele pudesse ficar, numa árvore baixa, armou uma rede, e ficou com a lanterna e a espingarda [por] lá, pra esperar que a caça chegasse [lá] pra ele atirar. Escureceu, e ele tava lá em cima, no jirau, sentado na rede dele lá, esperando ouvir algum barulho, pra começar a se preparar pra atirar na caça. [Então] Passou por cima dele uma luz muito “forte”&#8230; a luz passou e logo depois voltou e parou em cima dele. Parou em cima (Luiz), [e] do centro dessa nave que ele descreveu — e [a “nave”] não era de forma discoide não — era uma forma como se fosse a cabine de um Boeing; uma forma elipsoide. Do bojo dessa&#8230; do ventre dessa nave, abriu uma porta e desceu um “ser”, com forma humana. Desceu e eu perguntei a ele se é (foi) por escada&#8230; escada de corda ou de metal, ou alguma coisa assim (do tipo). E ele (Luiz) disse: “— Não, ele desceu sem; tinha um foco (de luz)&#8230; ele desceu com os braços abertos assim, em forma de delta&#8230; [e] ele desceu&#8230; Quando ele (o “ser”) se aproximou&#8230; quando (Luiz) viu aquele “ser” descendo, ele “pulou fora”&#8230; Ele pulou dali de onde ele tava e [se] escondeu; próximo. E ficou observando, [e] colocou um galho, um ramo de árvore no rosto, e ficou vendo o que estava acontecendo. Esse ser chegou, [ele] tinha uma luz vermelha na mão, não era uma lanterna que ele segurava, era uma coisa que talvez estivesse por aqui, assim (nesse momento, Hollanda mostrou a palma da sua mão direita e chamou a atenção para a área do carpo)&#8230;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">Gevaerd:</span> Na palma.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Hollanda:</span> Ele&#8230; [com] uma luz vermelha na mão, ele desceu, examinou a rede dele (Luiz), examinou o lugar onde ele estava, e ele (Luiz) tava com um ramo de folhas na frente, olhando escondido [por] lá; morrendo de medo. E esse ser depois não procurou&#8230; não ficou&#8230; vasculhando, procurando&#8230; ele foi direto onde ele (Luiz) estava; ele focou direto onde ele estava. Era uma luz vermelha. Quando ele viu que tinha sido localizado, ele correu. Correu por dentro da vegetação. O rio ali sofre muita influência&#8230; sofre muita, não&#8230; sofre total influência da maré; ele baixa e sobe de acordo com a maré. Ele (Luiz) saiu por ali, por aquela margem, tropeçando no tronco&#8230; em raízes, e com dificuldade em caminhar&#8230; E esse “ser” voltou pra nave, e a nave passou a entrar na calha do rio, e [a] perseguir ele a baixa velocidade&#8230; na altura das árvores (“nave”), algumas vezes até abaixo da copa das árvores, no cavado do rio, e acompanhando (Luiz), mas bem devagar, e ele estava com dificuldade de andar. Como ele pretendia caçar e voltar, ele não entrou com o barco, porque senão o barco teria encalhado com a baixa da maré. O barco ficou num lugar onde tinha flutuabilidade. E nesse barco tinha um garoto de 09 (nove) anos de idade, na época, e um amigo dele que ficou tomando conta do barco. E ficaram pescando siri; tinha muito siri nesse rio, e ficaram pegando siri. E o cara (amigo do Luiz) tava ouvindo com o radinho o jogo do campeonato brasileiro, esses jogos de futebol que passam a noite, ele tava ouvindo. E ele (Luiz) veio andando, veio correndo, e gritando, e gritava pra chamar a atenção do amigo, porque ele queria entrar no barco e ir embora. E essa coisa [estava] atrás dele, acompanhando-o. Ele (Luiz), quando chegou perto, começou a gritar, desesperado, até que o garoto chamou a atenção do companheiro dele, e o cara largou o futebol, e olhou, e [aí] ele (Luiz) apontou [e disse]: “— Olha ali!”; e o cara (amigo) viu&#8230; Todos eles viram, e quando eles viram, pularam pra dentro d&#8217;água&#8230; eles, ao invés de ajudar o Luiz, pularam pra dentro d&#8217;água; “abandonaram o barco”. E o Luiz, como não tinha nem barco, e já não tinha mais companheiro no barco, ele foi e se escondeu. Ficaram os dois dentro d&#8217;água, e o Luiz escondido no mato que margeava o rio. Eles&#8230; Essa nave parou em cima do batelão, o “ser” desceu, [e] com a mesma luz vermelha, examinou todo o barco, procurou em todos os lugares&#8230; olhou, examinou o barco&#8230; E ele então vendo isso, aí ele (“ser”) subiu, foi pra nave, fechou (abertura da nave), e a nave disparou e foi embora. Então eu conversei com o Luiz e [decidi] eu vou lá amanhã; amanhã eu quero estar nesse lugar; nesse mesmo lugar onde você esteve, eu vou&#8230; e nós fomos pra lá.&#8221;</span></p>								</div>
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									<h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong><u><a id="V"></a>V – A OLARIA KEUFFER E O HUMANOIDE DE LUIZ PEREIRA RODRIGUES NA ENTREVISTA DO CEL CAMILLO FERRAZ DE BARROS PARA O SITE OPERACAOPRATO.COM  EM 2018</u></strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Na histórica <a href="https://operacaoprato.com/novidades/coronel-rompe-o-silencio-entrevista-inedita-comandante-da-operacao-prato-cel-camillo-ferraz-de-barros" target="_blank" rel="noopener"><strong>entrevista</strong></a> do Chefe do A2 à época da realização da Operação Prato, Cel Camillo Ferraz de Barros, concedida de forma inédita à equipe do site <a href="https://www.operacaoprato.com" target="_blank" rel="noopener">www.operacaoprato.com</a>, foram realizadas algumas perguntas relativas ao evento vivido por Luiz Pereira Rodrigues.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> O que ocorre é o seguinte: Entre os pesquisadores e interessados pela Operação Prato, esse episódio se destaca. Trata-se de acontecimentos específicos que teriam ocorrido numa olaria localizada nas imediações de Belém, chamada Olaria Keuffer. De acordo com o Coronel Hollanda, conforme ele disse numa reportagem gravada em vídeo que já é de conhecimento público, em 1977, um trabalhador dessa olaria, chamado Luiz, teria lhe contado que viu um “ser” de identidade desconhecida, que teria saído de uma nave que se encontrava parada no ar, de modo que esse “ser” teria descido flutuando dessa nave, alcançando o solo. Esse “ser” teria então iluminado o local onde Luiz se encontrava, com o uso de uma luz que provinha da sua própria “mão”. Nesse momento, Luiz estaria escondido nas proximidades, mas esse “ser” teria direcionado para ele essa mesma luz proveniente da sua “mão”. Luiz então teria fugido, e o “ser” teria voltado para a nave, que teria voltado a persegui-lo pelo alto. Posteriormente, o Hollanda teria então ido até essa olaria junto a uma equipe da Aeronáutica e, já durante sua primeira noite de vigília, o Hollanda e sua equipe teriam visualizado um objeto voador de enormes proporções, que brilhava muito, possuía um comprimento aproximado de 100 metros, e apresentava uma forma elipsóide, que Hollanda comparou a uma bola de futebol americano. Então, Sr. Camillo, o senhor pode nos fornecer informações a respeito desses eventos sucedidos na área dessa olaria?:</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Camillo:</span> Quanto a esse rapaz da olaria, dele me lembro muito bem. Ele foi até o I COMAR e eu mesmo o recebi, e eu mesmo colhi o relato dele. Ele chegou lá bastante assustado e suas roupas estavam bastante sujas. Ele me contou que estava no meio do mato, à noite, caçando, quando ele viu uma luz que lhe pareceu muito estranha, iluminando o local. Ele disse que ficou com muito medo e fugiu de lá, correndo.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> E como era essa “luz”? E nessa história que ele lhe contou, ele falou algo sobre alguma nave ou algum “ser”, pessoa, ou humanoide?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Camillo:</span> Quando ele estava falando sobre essa “luz”, comentou algo sobre uma “mão”. Mas nem ele mesmo sabia explicar se a luz estava saindo de uma mão ou se a tal mão segurava algo que gerava a “luz”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> E essa tal “mão”, pertencia a quem?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Camillo:</span> Considerando que era mesmo uma mão, ele me disse que não conseguiu visualizar direito a quem ela pertenceria.</span></p>								</div>
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									<h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong><u><a id="VI"></a>VI &#8211; PERSONAGENS E ENTREVISTAS</u></strong></span></h3><h4 style="text-align: justify; padding-left: 40px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;"><strong><a id="VI-1"></a>VI.1 &#8211; LUIZ PEREIRA RODRIGUES</strong></span></h4><figure id="attachment_991" aria-describedby="caption-attachment-991" style="width: 301px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-991" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/H-foto-lpr-600-234x300.jpg" alt="" width="301" height="386" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/H-foto-lpr-600-234x300.jpg 234w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/H-foto-lpr-600.jpg 747w" sizes="(max-width: 301px) 100vw, 301px" /><figcaption id="caption-attachment-991" class="wp-caption-text">Luiz Pereira Rodrigues</figcaption></figure><figure id="attachment_992" aria-describedby="caption-attachment-992" style="width: 678px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-992 size-mh-magazine-lite-content" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/I-PEDRO-E-LPR-678x381.jpg" alt="" width="678" height="381" /><figcaption id="caption-attachment-992" class="wp-caption-text">O pesquisador P. A. Ferreira e Luiz Pereira Rodrigues</figcaption></figure><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nosso encontro com esse importante personagem da Operação Prato ocorreu no dia 15/11/2017. Infelizmente, Luiz Pereira Rodrigues, com 66 anos (em 2017), encontrava-se seriamente adoentado e impossibilitado de nos conceder uma entrevista. De acordo com um de seus filhos, com quem conversamos na ocasião em sua residência, seus problemas de saúde começaram quando foi vítima de um primeiro AVC há alguns anos. Ainda de acordo com seu filho, o pai nunca havia sido procurado antes por qualquer pesquisador.</span></p><h4 style="padding-left: 40px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;"><strong><a id="VI-2"></a>VI.2 &#8211; DOMINGOS PEREIRA RODRIGUES</strong></span></h4><figure id="attachment_993" aria-describedby="caption-attachment-993" style="width: 301px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-993" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/J-DOMINGOS-225x300.jpg" alt="" width="301" height="402" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/J-DOMINGOS-225x300.jpg 225w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/J-DOMINGOS-768x1024.jpg 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/J-DOMINGOS.jpg 780w" sizes="(max-width: 301px) 100vw, 301px" /><figcaption id="caption-attachment-993" class="wp-caption-text">Domingos Pereira Rodrigues</figcaption></figure><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Domingos Pereira Rodrigues, 63 anos (em 2018), é irmão de Luiz Pereira Rodrigues. Na época dos acontecimentos, Domingos também era coletor de barro para a Olaria Keuffer. Domingos é citado nominalmente na página 273 do livro “Sequestros Alienígenas” de Mário Nogueira Rangel (Editora UFO) como sendo uma das testemunhas do avistamento do objeto e do ser que teriam perseguido Luiz. Veremos a seguir que, de fato, ele não teria participado diretamente dos extraordinários acontecimentos narrados por seu irmão e o outro companheiro, por estar em local diverso, porém, guarda na memória os detalhes do evento obtidos até mesmo no próprio dia de sua ocorrência, conforme podemos verificar na entrevista exclusiva transcrita e reproduzida a seguir.</span></p><h5 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Entrevistado: Domingos Pereira Rodrigues (63 anos)</span></h5><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Data: 25/02/2018</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Hora: 10h</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Local: Residência do entrevistado &#8211; Ananindeua/Pará.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Sr. Domingos, poderia nos relatar o ocorrido com seu irmão Luiz em 1977?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> O Luiz estava esperando a caça depois que ele encheu a canoa — porque ele trabalhava com argila —, aí ele encheu a canoa e foi esperar&#8230; Aí nessa espera, a luz apareceu em cima dele, lá&#8230; Aí, desceu de lá, e aquela luz [estava] em cima dele e o “cara” vinha descendo na “escada”, e aí ele (Luiz) correu, e a luz [estava] em cima dele, e ele se jogava na lama, porque era muito quente a luz, e ele se jogava lá, e rolando (na lama), e a sorte dele [foi] que ele se jogou na água e se meteu debaixo de uma ribanceira; [foi] depois de muito tempo isso&#8230; Não tem aquela samambaia?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Sim.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Pois é, ele se meteu na samambaia e foi aí que ele se safou. Aí, tornou de novo, aquela luz de novo já, aí veio de novo, apareceu de novo&#8230;  Aí foi que deram&#8230; [que] foram na Aeronáutica, né, aí a Aeronáutica veio praí e passou uma semana quase andando [por] aí. Aí, [eles] viram, só que eles não quiseram derrubar porque eles pensaram que podia ser avião. Tinha muito pessoal da Aeronáutica.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Como era na época? O senhor trabalhava na olaria também?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Era, [eu] trabalhava lá também.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Qual era a função de vocês [por] lá?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Era tirar argila, pra fazer tijolo.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Tanto do senhor, como do senhor Luiz também, e do Sr. Marcolino?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Do Marcolino também.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Quem é que estava nesse dia lá?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Era ele (Luiz) e o Marcolino. Aí nós estávamos em outro setor já&#8230;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> O senhor não estava junto?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Não ficávamos juntos. Cada um tinha o seu barreiro. Aí quando a maré encheu — porque a gente só saía quando a maré enchia —, [então] quando a maré encheu que ele veio falar o que tinha acontecido.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Como ele narrou o aparecimento dessa luz?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Ele tava na espera nesse dia (“espera” significa que estava esperando a maré subir pra que o barco tivesse flutuabilidade suficiente para sair), aí a luz ficou em cima dele — parece que “eles” (se referiu a suposta tripulação que estaria no interior da “luz” que para ele também se tratava de um OVNI) acharam ele (Luiz) lá, né, os “caras” lá do “negócio” lá — acharam ele lá e começaram a “jogar a luz” em cima dele. Aí ele (Luiz) disse que aquela “luz” queimava no corpo dele, e foi aí que ele (Luiz) desceu de lá e começou a correr, no leito do mangue.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Ele viu apenas luz ou ele chegou a ver algo mais?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Ele chegou a ver um “cara” descendo por uma escada.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Numa escada?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Sim, era tipo uma corda&#8230; aí que ele correu mesmo.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Ele viu a luz, mas foi possível enxergar o formato que o objeto tinha?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Tipo um disco&#8230; um disco voador, né?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Desse objeto abriu alguma porta?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Não, ele só viu aquela pessoa descendo na escada, acho que vinha com uma lanterna. A lanterna e aquele foco (de luz).</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Como ele descreveu esse “indivíduo” que desceu pela escada?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Não sei dizer, ele só sabia que o indivíduo veio numa escada, tipo aquela escada de helicóptero, para querer pegar ele (Luiz), mas não conseguiram não.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> O senhor lembra como ele descrevia o indivíduo?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Não dava pra ver, era de noite, e você sabe como é&#8230;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Como o Sr. Luiz descreveu as ações desse “indivíduo”, depois que ele desceu do objeto?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Ele não chegou a descer, porque&#8230; eu acho que eles queriam&#8230; porque essa luz, eu acho que [ela] “coisava” (afetava) ele, para ver se ele caía pra “eles” pegarem ele, mas ele não chegou a cair não.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> O que o Sr. Luiz fez?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Ele correu muito dentro do mangue, e se rolava lá, e a luz pegava nele, e ele se rolava na lama praquela luz não queimar ele; era isso que ele falava. Aí ele se jogava na lama e foi assim até chegar na beira do igarapé. Na beira do igarapé ele se jogou dentro d’água e se escondeu debaixo da samambaia, e foi aí que “eles” largaram ele (Luiz) de mão (“largar de mão” significa desistir de algo ou alguém).</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Nesse dia alguém estava junto do Luiz?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Acho que estavam ele e o Marco (Marcolino Farias); não ficava só uma pessoa no barreiro.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Como o senhor ficou sabendo dessa história?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Na mesma noite ele contou.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> O Luiz ficou ferido?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Não, apenas ralado por ter se jogado no mangue.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Alguém quis retornar ao local?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Não, porque todo mundo ficou com medo, porque aquele “negócio” queria pegar ele lá; aí ninguém queria mais ir tirar barro lá.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> O senhor lembra a data aproximada de quando isso aconteceu?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Não, faz muito tempo, já se passaram 40 anos.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> O senhor havia falado sobre a presença da Aeronáutica, como foi essa história?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Não sei como foi que eles descobriram, mas eu sei que a Aeronáutica veio; talvez tenham dado parte&#8230; A Aeronáutica veio, e passaram uma semana aí, na “boca” do rio, que é um rio que tem aí. Eles chegaram a ver, mas eles não puderam derrubar, porque eles pensaram que podia ser um avião, mas eles tinham material pra derrubar.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> O senhor chegou a ver os militares da Aeronáutica?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Cheguei, eles vieram aqui, eles traziam aquele negócio de um foguinho para fazer a merenda deles; era a álcool. Traziam tudo pronto para passar a noite; eles passavam a noite por aí.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> O senhor lembra quantos militares vieram?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Vieram vários, a canoa ficou cheia. Eles trouxeram armamento para ver se pegavam mesmo (os OVNIs).</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> O senhor se lembra das armas?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Trouxeram uma arma que parecia um “canhãozinho”; era uma arma pesada. A canoa que ele usava era grandona, falo da canoa que eles usavam pra tirar argila.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Então, eles usaram a própria canoa da olaria?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Sim, foi essa canoa; ela era grande.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> O Sr. Luiz chegou a ir ao COMAR realizar exames?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Sim, chegou a ir, foram fazer exames para saber o que dava, mas eu não lembro os detalhes.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> O senhor se lembra de quanto tempo depois do avistamento do Sr. Luiz, os militares vieram ao local?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Eles vieram logo, na outra semana eles vieram, passaram uma semana mais ou menos na boca do rio.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> E após esses acontecimentos, houve algum outro acontecimento desse tipo?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Depois não aconteceu mais. [Se] Via a luz, de vez em quando aparecia uma luz aí, mas ninguém sabia o que era.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Alguém estava junto com os militares para observar?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> O Luiz estava com eles, não sei se o Marco tava também.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> O Luiz mencionou se algo foi visto enquanto os militares estavam por aqui?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Eles chegaram a ver essa luz lá.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Somente a luz?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Só a luz. O Luiz me falou que ele viu uma luz, que era tipo um disco. Sabe aquilo que passa nos filmes na televisão, era igualzinho aquilo; era o que ele falava.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span>  Então, o senhor não estava no barco com o Sr. Luiz no dia do acontecimento?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Eu não estava; eu estava longe, num outro barreiro.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Então, quer dizer que o Sr. Luiz viu o “indivíduo” descendo, mas ele desceu por&#8230;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos: </span>Uma escada. Uma escada ou, algo tipo um&#8230; aquilo do helicóptero, tipo um “puçá” (rede de pesca, em forma de cone curto, presa a um aro circular, que é guiada por um cabo rígido ou corda), ou algo assim. Porque tem um puçá no helicóptero, um puçá com uma corda&#8230;. Pois é, foi assim que ele viu, o cara vindo descendo. Então ele (Luiz) correu muito dentro do mangue. Você sabe como é, porque o cara fica com medo e não espera não.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Então, quando isso aconteceu o Sr. Luiz estava coletando barro?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Domingos:</span> Sim. Ele já tinha enchido a canoa de barro nessa hora&#8230; Então, é isso&#8230; Nessa hora que ele tava em cima do mutá esperando a caça, o “negócio” apareceu lá.</span></p><h4 style="padding-left: 40px; text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;"><strong><a id="VI-3"></a>VI.3 &#8211; MARCOLINO FARIAS MIRANDA</strong></span></h4><figure id="attachment_994" aria-describedby="caption-attachment-994" style="width: 301px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-994" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/K-MARCOLINO-768x1024.jpg" alt="" width="301" height="402" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/K-MARCOLINO-768x1024.jpg 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/K-MARCOLINO-225x300.jpg 225w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/K-MARCOLINO.jpg 780w" sizes="(max-width: 301px) 100vw, 301px" /><figcaption id="caption-attachment-994" class="wp-caption-text">Marcolino Farias Miranda (na época)</figcaption></figure><figure id="attachment_995" aria-describedby="caption-attachment-995" style="width: 301px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-995" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/L-marcolino2.jpg" alt="" width="301" height="401" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/L-marcolino2.jpg 540w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/L-marcolino2-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 301px) 100vw, 301px" /><figcaption id="caption-attachment-995" class="wp-caption-text">Marcolino Farias Miranda</figcaption></figure><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em alguns textos na internet ou mesmo em livros e revistas que citam o caso, encontramos o nome de “Marcos Sebastião” como sendo o companheiro de Luiz Pereira Rodrigues que também teria participado desse estranho e extraordinário evento. Entretanto, após nosso encontro com Luiz, fomos levados até a casa que pertenceria a esse amigo que naquela ocasião trabalhava junto com ele coletando barro para a Olaria Keuffer. Chegando ao local, fomos recepcionados pela Sra. Maria Lúcia. Após anunciarmos o motivo da nossa visita, descobrimos que o nome real da pessoa que procurávamos era “Marcolino Farias Miranda”. Infelizmente, Marcolino faleceu em 2015, vítima de um câncer de tireoide aos 66 anos e, a Sra. Maria Lúcia era a sua viúva; no local também se fazia presente um de seus filhos.</span></p><h4 style="padding-left: 40px; text-align: justify;"><span style="color: #e64946; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong><a id="VI-4"></a>VI.4 – MARIA LÚCIA (VIÚVA DE MARCOLINO)</strong></span></h4><figure id="attachment_996" aria-describedby="caption-attachment-996" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-996" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/M-D.-MARIA-LUCIA-VIÚVA-marcolino-768x1024.jpg" alt="" width="300" height="400" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/M-D.-MARIA-LUCIA-VIÚVA-marcolino-768x1024.jpg 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/M-D.-MARIA-LUCIA-VIÚVA-marcolino-225x300.jpg 225w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/M-D.-MARIA-LUCIA-VIÚVA-marcolino.jpg 780w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-996" class="wp-caption-text">D. Maria Lúcia (viúva de Marcolino)</figcaption></figure><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dona Maria Lúcia, viúva de Marcolino, foi testemunha das histórias contadas por seu marido. Ela também manteve contato com os militares que procuraram os dois amigos após terem vivenciado os estranhos acontecimentos e que os levaram para a sede do I Comar, onde foram entrevistados e submetidos a exames médicos e psiquiátricos. Dona Maria Lúcia ainda mantém vivas na memória essas histórias e nos concedeu uma entrevista exclusiva onde relatou o que seu marido lhe contou e suas próprias lembranças do encontro com os militares que os visitaram. Segue a entrevista transcrita e reproduzida a seguir:</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">ENTREVISTADA: D. MARIA LÚCIA</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">DATA/HORA: 30/11/2017; 11H20MIN (HORÁRIO DE VERÃO DE BRASÍLIA)</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">LOCAL: RESIDÊNCIA DA ENTREVISTADA &#8211; MUNICÍPIO DE ANANINDEUA/PA</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Sra. Maria Lúcia, solicitamos essa entrevista para que a senhora ajude na compreensão do fenômeno que ocorreu aqui nessa região no final da década de 1970, chamado de “Chupa-chupa”. Pelo que identificamos, o seu falecido marido teria testemunhado alguns acontecimentos importantes; gostaríamos que a senhora nos ajudasse a esclarecer esses fatos, pois o tempo passou e ninguém jamais registrou essa história que foi ficando para trás.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Nunca ninguém deu a menor importância a isso. Foi uma coisa que já aconteceu, e na época não foi dada a menor importância.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP</span>: E o que a senhora tem a nos dizer sobre esses acontecimentos?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> O Marco (Marcolino), meu falecido marido, e um amigo dele que se chama Luiz, trabalhavam na olaria e costumavam ir colher o barro. Quando a maré estava cheia, eles deixavam o batelão (embarcação, movida a remo ou rebocada, utilizada para o transporte de carga) por lá; quando a maré baixava, eles enchiam. Às vezes eles ficavam por lá, e às vezes vinham pra casa, e esperavam a maré de novo pra irem lá buscar; era assim que faziam&#8230; E nesse dia sobre o qual vou te falar, eles não ficaram por lá, porque nesse dia o Marco veio pra casa comer porque tava com fome e, o Luiz, havia pegado a espingarda dele e levado ela, dizendo que ia caçar. Então, o Marco veio embora, se afastou de lá, e foi por isso que o “bicho” não pegou ele lá; porque ele tava afastado de lá. Então, o Luiz tava esperando a caça num mutá (estrutura montada pelos caçadores no tronco das árvores, para espera da caça) que ele fez na árvore, quando ele viu uma claridade se aproximando. Quando ele viu essa claridade, ele “se jogou”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Se jogou pra fora do mutá?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Sim. Ele viu o “aparelho” lá onde estavam as canoas&#8230; aí ele se jogou e correu pra dentro do mangue; ele correu um pedaço grande procurando por socorro. Quando ele encontrou o Marco lá na boca do igarapé, o Luiz contou pra ele o que aconteceu. O Marco então pegou a canoa e falou pro Luiz levar ele até esse “aparelho”. O Luiz não queria voltar, mas o Marco insistiu, e eles foram pra lá; o Luiz voltou pra lá junto com o Marco. Eles foram pra lá remando numa canoa; estavam remando bem devagar. Quando chegaram lá, ficaram olhando, de longe. O Marco me falou então que viu esse “homem” lá. Eles ficaram lá observando durante um bom tempo; não ficaram durante a noite toda, mas ficaram um bom tempo por lá. O Marco e o Luiz ficaram esperando “eles” descerem, mas “eles” não desceram. O “aparelho” ficou em cima, em cima do motor do rebocador (embarcação). Eles estavam olhando de longe, vendo aquele “um” focando lá dentro.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Quem ou o que estava “focando lá dentro”?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> [Ele] Tinha a estatura de um homem e usava uma capa grande. Estava focando dentro do motor; focando ao redor. O Marco e o Luiz viram “ele”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Qual a descrição que ele fez sobre esse “ser”?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Ele disse que era um “homem” que estava “dentro” de uma capa grande e usava um capacete, mas que não dava pra ver quem era. Ele era igual a um “astronauta”, foi o que ele me disse; igual a um astronauta. Usava uma capa grande, e não dava pra ver nada, mas ele viu que esse “homem” estava focando tudo ao redor. E ele disse: “— Olha, tem ‘um’ [que ficou] pra trás.”. O Marco falou que ele tinha a altura de uma pessoa&#8230; Falou que era um homem, que tinha a altura de um homem, a altura de um homem normal.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Então, o Sr. Marcolino achou que esse “ser” que estava com um capacete era um “homem”?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Ele disse que achava que era “gente”, que era um “ser humano”. O Marco achou isso porque viu ele andando, e tinha botas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> O Sr. Marcolino explicou melhor sobre o que esse “ser” que estava com capacete e capa estava fazendo?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> O Marco disse que ele estava lá “focando” com uma “lanterna” na mão. Ele viu o “homem” lá, em pé, andando dentro do batelão, enquanto focava aquela luz.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> A senhora disse que ele usava uma “lanterna”, correto?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Isso, era igual a uma lanterna.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Ele chegou a falar pra senhora mais claramente se era exatamente uma lanterna o que esse “ser” estava segurando?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Ele disse que era um objeto igual a uma lanterna. Ele me falou que viu isso, um objeto igual a uma lanterna. Então, não sei se era uma lanterna, mas ele estava iluminando o batelão com esse objeto.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Ele chegou a mencionar se esse ser que estava iluminando o batelão com algo semelhante a uma lanterna, flutuou em algum momento?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Ele apenas viu ele dentro do batelão, mas quem viu mais foi o Luiz. Já faz muito tempo e é difícil lembrar de tudo, mas ele viu, ele viu quando passou e desceu pra lá.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Como ele descreveu esse “aparelho” que ficou em cima do motor do rebocador, enquanto o tal “ser” estava embaixo, no próprio rebocador?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> O que ele disse é que aquela nave se parecia com um paraquedas, que ela tinha um formato que lembrava um paraquedas aberto.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Ele chegou a mencionar o tamanho desse objeto, ou alguma outra coisa?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Ele disse que o tamanho dele era grande; só não disse a espessura (sic). O “aparelho” ficou em cima do rebocador, “engatado” na árvore. Ele “engatou” na árvore, entendeu? O “aparelho” não desceu diretamente, ele ficou por cima do rebocador. O Marco disse que ele sentiu medo&#8230; Aí, eles foram embora; voltaram remando e ligaram para o patrão deles que era o “Paulão”, o Paulo Keuffer. Depois, eles foram direto pra Aeronáutica, mas não sei como isso aconteceu porque naquela época não tinha nem delegacia por aqui.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Como foi essa ida dele até a Aeronáutica?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> O Capitão Joaquim era de lá&#8230; O Marco me disse que eles foram entrevistados lá; teve até psicólogo pra ver se eles estavam perturbados, pra ver se foi alguma visão o que eles tiveram. Sabe, eles ficaram com medo&#8230; Então, depois que eles foram pra lá, o Capitão Joaquim veio pra cá com mais dois homens. Aí foram pra lá o Capitão Joaquim, esses dois homens que vieram com ele, o Paulão, o Luiz e o Marco. Eles foram com a equipe no rebocador da olaria. Então, lá na descida do rio, no igarapé, onde tinha um descampado (área plana, sem árvores e despovoada) grande, onde eles estavam tirando barro, tem uma curva de areia no meio do rio e tem também uma ilha&#8230; Então, foi por lá que eles viram o “aparelho” se movendo. O Capitão Joaquim ainda pegou o “radar” e tirou uma fotografia do “aparelho” que ia passando. O “aparelho” ia pra lá onde eles estavam e ficava rondando por lá. Naquele dia eles “bateram o radar” e tiraram fotografia. Na hora de bater a fotografia o “aparelho” estava se movimentando, indo e voltando, até que sumiu e eles não o viram mais. Aí, depois desse dia, eles não viram mais; foi só naquele dia. O Capitão Joaquim ainda chegou a filmar, e é por isso que a Aeronáutica tinha o retrato do “Chupa-chupa”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Ele descreveu essa segunda nave pra senhora?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Eles só viram ela passar por cima.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> E era a mesma nave, a mesma nave que eles viram na primeira ocasião?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Era a mesma nave.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> E dessa vez eles falaram algo sobre ela, além de que se parecia com um paraquedas?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Só falaram isso, que se parecia com um paraquedas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Não comentaram nem mesmo sobre o tamanho dela?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> O que sei é que quando o “aparelho” apareceu nessa hora, eles “jogaram o radar”. O Capitão Joaquim falou pra que eles não falassem sobre aquilo com ninguém.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> A senhora tem ideia de qual é a forma de uma bola de futebol americano?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Olha, ele também falou que o “aparelho” era parecido com outra coisa&#8230;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Também se parecia com o que?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Eu já fui operada num hospital&#8230; E tem aquelas luzes grandes que ficam em cima da gente quando somos operados&#8230;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> A senhora está se referindo a um foco cirúrgico, que é aquela luminária que fica em cima da mesa cirúrgica onde o paciente fica deitado, e clareia o local da cirurgia?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Isso mesmo; ele falou que se parece com essa luminária que fica em cima da gente na sala de cirurgia. Aquela luz que fica em cima da gente quando somos operados. Redonda, e com as lâmpadas dentro; a luminária.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Então, esse teria sido o objeto que ele viu, no dia em que estava com os militares&#8230;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Sim, o mesmo objeto. O mesmo objeto que colocou o colega dele (Luiz) pra correr de lá na primeira vez.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> E como era esse Capitão Joaquim que a senhora mencionou? A senhora saberia descrevê-lo?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Era baixo&#8230; forte&#8230;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> A senhora o viu pessoalmente ou o Sr. Marcolino o descreveu pra senhora?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Eu o vi uma vez; depois disso, não o vi mais.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Nem na televisão?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Nem na televisão o vi mais. A gente não tinha energia por aqui.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Ele se apresentou como Capitão Joaquim?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Sim, Capitão Joaquim.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> A senhora se lembra da cor da pele e da idade aproximada dele?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Ele era moreno&#8230; naquela época ele devia ter uns 40 ou 45 anos.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> E ele (Sr. Marcolino) chegou a ir alguma vez na casa desse Capitão Joaquim?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Não, não chegou a ir. Isso era na Aeronáutica&#8230; Eles almoçaram lá e passaram o dia por lá.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> A senhora se lembra do nome dos outros dois militares que acompanharam o Capitão Joaquim, ou de algum outro detalhe referente a eles?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Só me lembro que tinham estatura média; não consigo lembrar os nomes deles. Mas eles falavam pouco, o Capitão Joaquim era quem conversava mais.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Até quando o Sr. Marcolino trabalhou na olaria?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Até quando ela parou de funcionar.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Em que ano foi isso?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> A olaria foi vendida, não me lembro da época ao certo. O Marco saiu de lá quando ela passou pra mão do outro dono.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> A senhora sabe quem era o vigia da olaria?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> O vigia da olaria já morreu; era o finado &#8220;Pedrão&#8221;.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Quando eles trabalhavam na olaria tinha algum garoto, algum menino que acompanhava eles?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Não, era um serviço muito ruim de se fazer. Eles não levavam criança pra esse serviço.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> É que surgiu um comentário, de que na época que isso aconteceu (1977), havia uma criança junto com eles.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Não tinha; não tinha nenhuma criança. E eles andavam com os filhos de dia; durante a noite eles não levavam as crianças pro barreiro.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> E antes desses dois eventos, a senhora ou o Sr. Marcolino já haviam visto alguma coisa na região? Alguma luz?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Nunca ninguém tinha visto qualquer coisa, mas nesse dia, foi uma coisa impressionante. O pessoal disse que viu a coisa passar por eles; quem estava no rio, viu. Pro lado de cá, acho que ninguém viu. Acho que veio de lá e não passou por aqui; passou é lá onde eles estavam.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> E o Sr. Luiz, hoje em dia ele está impossibilitado de falar, correto?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> O Sr. Luiz não tem mais condições de explicar as coisas; ele não se lembra mais das coisas. O Luiz, se ele ainda pudesse falar, falar alguma coisa, ele ia dizer, porque foram eles que viram mesmo. Eu conto o que o Marco me contou.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> E quanto ao Sr. Marcolino, ele é falecido há quanto tempo?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Fizeram dois anos hoje.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Exatamente hoje?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Sim.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Qual idade ele tinha?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Sessenta e seis anos.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP</span>: Ele teve um problema de saúde também, não foi?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Foi sim. Ele bebia muito; aí deu câncer de tireoide.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Eles comentavam muito sobre esse assunto? Gostavam de falar sobre isso?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Não comentavam. Não comentavam com ninguém; foi uma recomendação do Dr. Joaquim, do Capitão Joaquim, de que não era pra comentar com ninguém. Sobre esse assunto, ninguém sabe mais de nada; nem os filhos nem ninguém. Depois que essas coisas aconteceram, o Capitão Joaquim disse que eles (“aparelho”) não viriam mais mexer com a gente. O Marco e o Luiz passaram muito tempo afastados do barreiro por causa disso, mas depois eles voltaram a trabalhar, e nunca mais aquilo voltou, ninguém ligou mais pra isso, e essa história acabou.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> E os militares vieram alguma outra vez depois disso?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Não.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">OP:</span> Como o Sr. Marcolino e o Sr. Luiz reagiram a esses acontecimentos?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">MARIA LÚCIA:</span> Eles ficaram assustados só no começo, porque não sabiam o que era. Mas depois que falou na televisão que havia aparecido lá em Vigia ou numa área do Marajó, não sei qual desses dois lugares, mas depois que a TV mostrou que eles estavam “descendo” nas casas e tirando o sangue das pessoas, e eram as mesmas “pessoas” do aparelho, o mesmo aparelho, que era o tal do “Chupa-chupa”, então, depois disso, eles já sabiam o que era.</span></p>								</div>
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									<h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong><u><a id="VII"></a>VII – A BOLA DE FUTEBOL AMERICANO NA ENTREVISTA DO CEL UYRANGÊ HOLLANDA PARA A REVISTA UFO EM 1997</u></strong></span></h3><figure id="attachment_997" aria-describedby="caption-attachment-997" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-997" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/M1-Uyrangê-Hollanda-Lima-1024x825.jpeg" alt="" width="306" height="247" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/M1-Uyrangê-Hollanda-Lima-1024x825.jpeg 1024w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/M1-Uyrangê-Hollanda-Lima-300x242.jpeg 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/M1-Uyrangê-Hollanda-Lima-768x619.jpeg 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/M1-Uyrangê-Hollanda-Lima.jpeg 1052w" sizes="(max-width: 306px) 100vw, 306px" /><figcaption id="caption-attachment-997" class="wp-caption-text">Cel. Uyrangê Bolivar Soares Nogueira de Hollanda Lima</figcaption></figure><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Conforme já abordado anteriormente, em julho de 1997, o Cel Uyrangê Hollanda decidiu contar ao mundo as experiências vividas por ele e sua equipe durante a Operação Prato. Para cumprir seu intento, procurou o ufólogo Ademar Gevaerd.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em agosto de 1997, Gevaerd e o também ufólogo Marco Petit se dirigiram até a residência do Cel Hollanda no Rio de Janeiro, onde foram gravadas duas entrevistas em vídeo hoje disponíveis. A equipe do site <a href="https://www.operacaoprato.com" target="_blank" rel="noopener">www.operacaoprato.com</a> decidiu, por sua importância para o presente artigo, realizar a transcrição exata das palavras ditas pelo coronel no que se refere aos acontecimentos vividos por ele no evento da observação de uma nave de 100 m no formato de uma bola de futebol americano. A seguir apresentamos essa transcrição:</span></p><h5><span style="font-size: 12pt;">Entrevista maior &#8211; Vídeo com 01h48min57s</span></h5><p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">01h01min44s</span></strong></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Hollanda:</span> Conversamos com o Paulo Keuffer, que é o dono da olaria, e ele autorizou, e nós fomos pra lá. Quando nós chegamos, eram umas 07 (sete) horas da noite, mais ou menos, e estava chovendo&#8230; uma chuva&#8230; não era temporal, era uma chuva razoável. Os agentes foram pra dentro de uma casa, que era a casa do&#8230; zelador&#8230; do caseiro dessa olaria, o vigia&#8230; [então] foram lá tomar café, comer uma “bolachinha”; um “troço” lá qualquer&#8230; e eu não ia me preocupar com café, com essas coisas&#8230; eu era o chefe da equipe&#8230; eu não podia estar me preocupando com café nem bate-papo&#8230; eu tava lá olhando&#8230; fiquei olhando pro [céu]&#8230; pra ver se via alguma coisa, ou se alguma coisa acontecia&#8230; e realmente, quando eu tava do lado de fora, veio um&#8230; eu não vi uma forma, era uma coisa escura&#8230; não deu pra identificar a forma, se era discoide, se era elipsoide&#8230; não dava&#8230; tava chovendo&#8230; você via luz&#8230; uma luz verde, forte, e uma luz vermelha. Esse&#8230; “troço” fazia um barulho&#8230; de um&#8230; um barulho de ar-condicionado, mas bem mais forte&#8230; parecia que fosse uma&#8230; (imitou o som) &#8230;aquele barulho de&#8230; turbina. Não era barulho de jato, era um barulho de uma coisa girando, uma coisa, talvez&#8230; você (Gevaerd)&#8230; dá pra entender?&#8230;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">Gevaerd:</span> Dá (sim).</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Hollanda:</span> &#8230;[uma coisa] diferente. Não era barulho de jato, era uma coisa como&#8230; como um liquidificador, vamos supor. Era mais forte do que [um] ar-condicionado (o som). Esse “troço” passou em cima de onde nós estávamos; em cima de onde eu estava. [Eu] Estava na porta da casa, e tava chovendo; e eu tava olhando. Ele passou, livrou a árvore, e saiu&#8230; Mas tava muito baixo! Ora, avião não faria isso nunca&#8230; O piloto que fizesse aquilo lá podia até ter morto ali com&#8230; é perigoso demais com o dia claro, imagina [então] com chuva, e de noite. E “ele” fazia isso com segurança&#8230; e aí passou, e foi embora. Os caras vieram e [falaram]&#8230; “— Capitão, quer tomar um cafezinho?”; [Respondi] “— Pô, acabei de ver um ‘treco’ aqui agora, e me pareceu muito estranho”. Aí “falou”: “— Ihhhh, então tá OK, vamos tomar um café e vamos embora”. Entramos no barco, aí fomos pra esse lugar, onde o Luiz tinha estado. Paramos o barco, desci, [e] fui andando, fui até a árvore onde ele tinha feito o jirau. Aí ficamos ali embaixo&#8230; Então nós fomos lá pra esse lugar. Como a maré estava enchendo, a gente tava com a água cada vez mais&#8230; crítica, né&#8230; E a gente chegou na posição que já tava numa situação em que já tava com&#8230; nada tinha acontecido. A gente já tava com a máquina fotográfica, tudo&#8230; com a mão suspensa. “Já&#8230; daqui a pouco, daqui a pouco eu vou ter que subir numa árvore dessas&#8230;” (provavelmente quis descrever um pensamento), [porque senão], mergulhava com equipamento e com tudo. A maré foi enchendo e nós estávamos&#8230;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">Gevaerd:</span> Foi assim, rápido?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Hollanda:</span> É.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Hollanda:</span> Umas dez horas (22H) mais ou menos, [foi] quando nós decidimos ir embora. “— Vamos embora!”. Aí pegamos uma canoazinha que tava conosco, e fomos lá até o barco, que estava parado na outra margem. Salvamos o equipamento, e a gente não morreu afogado (risos). Deixamos o equipamento no barco, e ficamos lá. Aí eu disse: “— Agora eu&#8230; vou ficar mais um pedacinho”. “— Mas capitão, o senhor não vai voltar?” (perguntou um dos seus subordinados). “— Não, vou ficar mais um pedaço.”. Umas onze horas (23H), nós estávamos conversando, distraindo, fumando um cigarro, e tal&#8230; e lá no fim, o rio afunilava. O rio&#8230; nós estávamos numa posição na margem esquerda do rio, direita do rio (pareceu se corrigir), e o rio, a gente via o rio fechando lá na frente; afunilando lá na frente. A mais ou menos uns 2.000 (dois mil) metros, passou, veio, vinha da esquerda, do Norte pra Sul, cruzando o rio, uma luz muito forte, amarela, âmbar (que tem um tom entre o acastanhado e o amarelado), como um Sol, mas [estava] muito baixo, em cima das árvores, e cruzou o rio, na mesma posição mais ou menos onde fica a casa do vigia, onde eu tinha visto a primeira “coisa”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">Gevaerd:</span> Da região de Vigia (cidade paraense)?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Hollanda:</span> Do “vigia”, do vigia da olaria, dessa olaria do Keuffer&#8230; Aí, passou (luz) muito baixo, [e] iluminava o rio, aí foi filmado isso e, lá no filme aparece&#8230; tremeluzindo (brilhar com luz trêmula; cintilar); uma coisa assim (gesticulou com a mão)&#8230; Uma luz (palavra incompreensível)&#8230; Como se fosse uma&#8230; uma chama esquisita&#8230;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">Gevaerd:</span> Constante.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Hollanda:</span> É.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Hollanda:</span> E aparece o rastro dela, a luz dela, no rio; foi filmado isso. E foi bem filmado.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">Gevaerd:</span> Quando vocês tinham um documento desse gênero, uma filmagem espetacular como essa, isso não ia pra Brasília?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Hollanda:</span> Ainda não.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">Gevaerd:</span> Ainda era retido no Comando Aéreo (COMAR).</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Hollanda:</span> Ficou. Depois é que Brasília solicitou isso. Eu não acredito que Brasília (alto escalão da Força Aérea) acreditava muito nessa história não.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">Gevaerd:</span> E Brasília achava que era o que?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Hollanda:</span> Não sei.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">Gevaerd:</span> Meia dúzia de meninos birutas no meio do mato?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Hollanda:</span> Eles não queriam se expor. Talvez [pensassem]: “A gente vai dar crédito a uma coisa dessas?”. Mas tinha colegas, deles lá&#8230; (amigos dos subordinados do Hollanda, que se perguntavam): “O que esses caras estão fazendo? Será que é verdade isso?”. Bom, isso foi onze horas (23h). A gente registrava hora, altura, direção, essas coisas todas, [porque] tinha-se que preencher o relatório. Eu disse: “— Agora mesmo é que eu não saio daqui, agora nós vamos ficar.”. Nós não tínhamos levado comida, não tínhamos levado café, não tínhamos levado nada; água, nada. Aí o Luiz se propôs a ir [até] a casa dele — um casebre na beira do rio —, pra fazer um café, e trazer alguma coisa, pão, bolacha, sei lá o que fosse, pra que a gente pudesse ficar mais a noite; bebia água, tomava um cafezinho, esses “negócios”. Aí ele (Luiz) saiu, com um barquinho, e tinha, no meio do rio, uma ilhota, não tem (tinha) mais do que 15 ou 20 metros de largura, mas [era] muito comprida, parecia um “submarino” no meio do rio, tinha vegetação&#8230; E ele veio, saiu com o barco, e desapareceu nessa ilha. Nós não vimos mais o Luiz. Ele foi remando, uma canoazinha, uma pirogazinha pequenininha&#8230; Ele saiu, com o garotinho, o menino do lado, e foi pro rio, foram remando, foram&#8230; [e] desapareceu do rio. Nós não vimos mais. Logo que ele desapareceu, não demorou muito&#8230; eu estava em pé, em cima da torre do barco, e os agentes [estavam] conversando, mas eu era o chefe e não podia estar me dando ao luxo de estar tendo essas&#8230; facilidades. Eles estavam lá à vontade, [mas] quem comandava era eu, então eu tinha que estar&#8230; arisco. [Então] Veio do meu lado esquerdo. Eu tava de frente pro fim do rio, pro começo do rio, aliás (se corrigiu), lá de onde nós viemos, da olaria. No meu lado esquerdo veio uma luz muito forte, a mesma luz amarela, muito forte. Eu vi que ela foi se aproximando e fiquei quieto. Depois que eu vi que era&#8230; muito forte, e que estava vindo, continuando vindo na direção, [e] eu chamei a atenção dos agentes. “— Olha lá!”. Os caras olharam, prepararam máquina fotográfica, filmadora e tudo. A coisa veio&#8230; mas estava baixa&#8230; estava a uns&#8230; 200, 250 metros; não tava muito alta não. Passou em cima da gente, e quando chegou perto&#8230; quando chegou perto, na margem do rio, ela apagou. Aquela luz amarela, aquela luz forte, amarela&#8230; aquele “Sol” amarelo&#8230; [que] você não via forma, só via luz, apagou, de repente. Aí, nós vimos uma forma estranha, na forma de uma “bola de futebol americano” (forma elipsoide). Aquela bola de [com] “ponta”, uma bola de futebol americano, muito grande, e como se fosse esse abajur, translúcida. Só que tinha “janelinhas” no meio; toda a extensão dela tinha janelinhas. E eu não vi ninguém atrás daquelas janelas. Mas que tinha janela, tinha [sim]. E era uma coisa muito grande, mais ou menos uns 100 (cem) metros; bem grande!&#8230; Uma bola de futebol americano, grande, passando por cima da gente, a baixa altura. E fazia um ruído estranho (o objeto). Fazia um ruído de&#8230; desses&#8230; ar-condicionado. Passou devagar em cima da gente, de propósito, devagar, bem devagar&#8230; A máquina filmadora estava acionada, e o mecanismo dela faz um ruído. E eu pedi que o agente que estava mexendo, que estava filmando, que ele parasse de filmar, porque eu queria tirar a dúvida. Eu não queria confusão desse ruído da máquina, com o ruído que eu estava ouvindo. Aí eu bati no “japonês”&#8230; falei que o cara era japonês (risos)&#8230; bati no japonês e ele parou&#8230;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">Gevaerd:</span> Um era o Flávio&#8230; e o outro era o “Japonês”?&#8230;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Hollanda:</span> É (risos)&#8230; [Então] Ele parou e [perguntou]: “— Você está ouvindo?”. “— Estou (Hollanda).”. Era esse barulho da “catraca” (imitou o som); tinha um barulhozinho desse, esquisito (som de “catraca”), lá no meio, no meio desse barulho (imitou o som que associou a um ar-condicionado), esse&#8230; oscilante (som de “ar-condicionado”, segundo sua interpretação). Aí ele continuou&#8230; Eu falei: “— Continua!”. E ele continuou filmando, fotografando, e tudo&#8230; Essa “coisa” (objeto com forma de bola de futebol americano) passou, e foi embora. Entrou no rumo do continente, pro lado de Belém, e foi embora. Desapareceu&#8230; Foi embora. “— Aí, bom&#8230; agora, piorou&#8230; agora mesmo eu só saio daqui quando eu ver mais coisa, porque agora tá pintando que, venha, pode acontecer mais alguma coisa na frente”. Era mais ou menos onze horas, onze e meia por aí (23h/23h30min). No relatório tá a hora certa; eu&#8230; já fazem tantos anos&#8230; mas era em torno&#8230; entre onze horas e meia-noite (23h/00h). Nós começamos a conversar, a comentar: “— Pô, mas que ‘troço’ esquisito. Você viu a janelinha?”. Essa história de detalhamento (explicou). “— Pô, mais parece uma bola de futebol americano”. “— Parece.”. (Continuou a descrição) Uma hora da manhã (01h), entre uma e uma e meia (01h/01h30min) — no relatório tá preciso isso —, ela veio acompanhando&#8230; [era] a mesma luz, só que não era mais âmbar, era uma luz azul, muito forte, [e] ela veio acompanhando a lateral, a margem do rio oposta a onde nós estávamos. Ela veio acompanhando, veio acompanhando, e a gente vendo: “— Olha ali!&#8230; Olha lá!&#8230;”. E veio, e veio, e veio, e veio, e veio, e quando chegou na direção da ilha, ela (luz) entrou na direção de Belém&#8230; Mas tava muito baixo (luz)&#8230; Na altura das árvores, e passando a copa das árvores. Mas [era] uma luz muito grande; um “troço” enorme.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">Gevaerd:</span> Essa foi a situação mais complicada, o caso mais extraordinário que o senhor viu dentro do projeto da Operação Prato?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Hollanda:</span> Foi. Ela aproximou, ela entrou pra Belém, depois ela voltou na nossa direção. A gente tava vendo que tinha uma luz, “lá embaixo” (longe). Através das árvores a gente via aquele&#8230; aquele&#8230; aquela luz tinha penetrado pela mata adentro; mas ela voltava na nossa direção. Ela veio e ficou postada na nossa frente, na outra margem do rio.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">Gevaerd:</span> Sabendo o que vocês queriam.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Hollanda:</span> Parou na nossa frente&#8230; e depois eu fui por curiosidade, depois pra ver por questão de exatidão do relatório, eu fui medir essa distância; [era de] 70 metros. Ele parou e ficou parado na nossa frente. Aquele “monstro”, um “Sol” azul. Era um brilho muito forte, mas que você podia encarar, você podia ficar fitando, ela não te machucava a vista.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">Gevaerd:</span> Tinha janelas?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Hollanda:</span> Não via nada, só via aquela luz, aquela luz muito forte. Muito forte, um azul extremo, mas muito alto, muito grande, um “Sol” enorme na nossa frente. Imenso, um troço inacreditável, incrível. Nós ficamos parados, olhando&#8230; “— E agora?”. Aí eu fiquei com medo. “— Pô, agora tá muito perto!”. Tava do outro lado do rio. É menos do que a distância de gol a gol no campo de futebol.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">Gevaerd:</span> Era imenso.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Hollanda:</span> [Estava] Parado aquela coisa na nossa frente. Nós ficamos olhando; ele demorou, assim, uns&#8230; 03 (três) minutos, talvez, com essa luz, azul, e a gente olhando, e ninguém falava, e filmando, e fotografando e tal, e a gente olhava: “— Pô, e agora?”. De repente, essa luz azul apagou&#8230; rápido. E apareceu o que estava atrás dessa luz, o que estava emitindo essa luz.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">Gevaerd:</span> O objeto&#8230;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Hollanda:</span> Era essa bola de futebol americano, que tava “em pé” (vertical), na nossa frente. Uma “bola de futebol” de 100 (cem) metros de altura; parada na nossa frente. Não vi janela nenhuma.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">Gevaerd:</span> Era um objeto diferente então.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Hollanda:</span> Devia ser o mesmo, mas devia estar com&#8230; ou o interior apagado&#8230; alguma, sei lá, alguma coisa assim. Não dava&#8230; eu não vi janela. Eu vi aquela&#8230; bola de futebol, aquela coisa&#8230; na nossa frente. Ficou mais algum tempo, e de repente ela&#8230; ficou com medo (o grupo que observava o objeto), “— E agora?”. Todo mundo ficou com medo; “— E agora? E se esse ‘cara’ vem e carrega a gente? Como é que fica?”. Ninguém sabia o que que iria, daí pra frente, o que que iria acontecer.</span></p><h5 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Entrevista menor &#8211; Vídeo com 25min44s</span></h5><p style="text-align: center;"><strong>14min35s</strong></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Hollanda:</span> E mais tarde, por informação de um oficial, nós tivemos a oportunidade de chegar a uma pessoa que tinha tido um avistamento impressionante, e [ele] mostrou o lugar, e nós estivemos lá. [Foi] No rio Guajará, [que] fica nas cercanias de Belém; 30 (trinta) quilômetros mais ou menos&#8230; por aí. Trinta, ou mais, ou menos; pouca coisa. Nesse rio Guajará nós estivemos, e nós saímos da Olaria Keuffer, [que] era onde nós marcamos um encontro com esse Luiz, pra fazer essa pesquisa. Estava chovendo logo que nós chegamos, era umas sete horas da noite (19:00h); chovia&#8230; E nós estávamos&#8230; preparamos o carro e ficamos na casa do vigia; o vigia da olaria. Os agentes entraram pra tomar um café, e comer uma bolacha, alguma “coisa” lá, antes de entrar no barco pra gente ir pra missão, e eu, como chefe da missão, não podia me dar a essas mordomias, [e] eu fiquei olhando, [de] fora, vendo o ambiente, e nesse momento, sob a chuva, veio um objeto muito grande, muito grande&#8230; não te digo a forma porque chovia; não dava pra gente delimitar a forma, não tinha como delimitar, tava chovendo&#8230; mas tinha uma luz muito forte, verde, e uma luz vermelha&#8230; e fazia um barulho; [e] já não era o barulho do “ar-condicionado”, (um barulho) parecido com ar-condicionado, não tinha o barulho dessa “catraca” (<em>em 13min26s, Hollanda descreveu o avistamento de um objeto quando esteve na Baía do Sol, onde utilizou as palavras “ar-condicionado” e “catraca” para descrever os sons emitidos pelo mesmo</em>), era o barulho de&#8230; como se fosse uma “turbina”, não era o barulho de um jato, era aquele silvo (imitou o som); um barulho assim (do tipo). E ele “mergulhou” em cima de onde nós estávamos, na casa onde nós estávamos. Eu estava do lado de fora, os agentes do lado de dentro, tomando café. E eu estava do lado de fora, e isso mergulhou em cima da gente, em cima das árvores. Nenhum piloto faria uma coisa dessas, porque isso é morte certa; é acidente absolutamente certo. Chuva, baixa altura, de noite; [é] impossível. Um piloto nosso, com os equipamentos que nós temos, não faz isso&#8230; se fizer, bate. Daí pra frente, eu avisei aos agentes: “— Olha, acabou de acontecer um ‘troço’ aí fora.”. “— Oh, poxa, nós perdemos?”. Aí fomos pro barco&#8230; nos afastamos dessa olaria, em torno de 02 (dois) quilômetros. Paramos o barco na margem direita do rio, ficamos ancorados ali, parados com o barco. No fundo, no final do rio, aproximadamente na olaria, em torno de dez e meia (22:30h) mais ou menos, dez horas e meia, passou uma luz, baixa, uma luz amarela âmbar, muito baixa&#8230; era um “Sol”. Passou, mas, [estava] à altura das árvores. Ele passou, e nós fotografamos e filmamos. Aparecia o rastro da “luz” na água do rio&#8230; não era coruja não&#8230; porque coruja não deixa rastro em água de rio nenhum. Era um objeto que emitia uma luz muito forte, era um “Sol”, um “solzinho”, amarelo, que cruzava no sentido Norte-Sul. Ele saía da Baía do Guajará, e entrava no rumo de Belém. Foi alertado, e eu vi, [e] alertei os agentes, [que] passaram a filmar, e a fotografar. É&#8230; Decidi que não iríamos mais sair dali, que nós iríamos permanecer aquela noite ali&#8230; tava “pintando” alguma coisa promissora naquele dia. [E] Realmente, em torno de meia-noite (00h), nesse mesmo dia, nós estávamos no mesmo barco, no mesmo lugar, os agentes estavam “brincando”, conversando, se distraindo, porque&#8230; não estava acontecendo nada; até ali. Eles tinham todo o tempo de&#8230; ficar&#8230; eu não podia; eu era o chefe daquela operação. Eu tinha que estar atento, a minha responsabilidade era muito maior do que a deles, e eu estava vendo que, na minha esquerda — eu estava de fronte pra onde vinha o rio, a água do rio, onde estava a olaria, de onde nós tínhamos vindo —, na minha esquerda, estava vindo uma luz muito forte. Eu a observei, a luz, e fiquei&#8230; os agentes não estavam percebendo isso; eles estavam conversando. Aí da minha esquerda veio essa luz, muito forte, e eu chamei a atenção deles: “— Olha aí!”. Essa luz veio, veio, e veio muito forte, muito forte, era um “Sol”. Aquele que passou lá era pequenininho, [já] esse era muito grande; muito grande. Ele chegou até a borda do rio, onde nós estávamos, [e] apagou&#8230; apagou. Nesse momento, apareceu uma forma assim (demonstrou-a através de suas mãos), como se fosse aquela&#8230; aquela&#8230; bola de futebol americano, uma bola com duas pontas; bola de futebol americano. Ele passou por cima de nós, muito devagar, propositadamente devagar, e propositadamente muito baixo. Ele podia passar em todos os lugares, inadvertidamente; menos em cima de onde nós estávamos. Ele passou em cima de onde nós estávamos porque sabia que nós estávamos ali. Como [sabia], não sei. Ele passou muito devagar, era um objeto&#8230; com essa forma que eu te falei, forma de uma bola de futebol americano. Tinha uma luz âmbar. A luz brilhante, aquela coisa enorme, aquele “Sol”, morreu, acabou. Quando ele chegou, apagou, [e] ficou essa luz brilhante; e o objeto era translúcido, e muito grande&#8230; ele tinha cerca de 100 (cem) metros de altura, de&#8230; de&#8230; comprimento (se corrigiu). E tinha janelas; tinha janelas no meio. Janelas, as janelas, da altura que estava, eu não vi se tinha alguém nas janelas, eu não vi forma nenhuma, mas que tinha luz, como&#8230; de janela, tinha [sim]. Ele passou por cima de nós, bem devagar, com tempo de filmar, com tempo de fotografar, com bastante tempo até de&#8230; observar e ficar com bastante medo. Ninguém diga que não tem medo numa situação dessas, porque fica muito preocupado: “O que que vem depois? (tipo de pensamento que surge em situações que denotam perigo)”. “Não sei&#8230;”. Ela passou&#8230; e foi; desapareceu. Esse fazia um barulho&#8230; eu pedi que o operador que estava com a filmadora, que ele parasse de acionar o gatilho da filmadora, pra que eu ouvisse o barulho, se realmente era da filmadora, ou se era do objeto. Era do objeto, a filmadora silenciou, e tinha o barulho, esse barulho (simulou o som), e&#8230; um barulhozinho de “catraca”. Esse barulho é intrigante, esse da “catraca”. Eu não sei por que [fazia] o barulho de uma “catraca”, aquele pedal de se movimentar ao contrário (gesticulou para exemplificar). Ele passou, e todos nós ouvimos. “— Vocês estão ouvindo? (Hollanda)”. “— Estamos sim, senhor (restante do grupo)”. “— Tá vendo janela?”. “— Tô sim, senhor.”. Então, não sou eu que to vendo sozinho (concluiu). Passou, [e] foi. Nós resolvemos ficar; agora eu queria&#8230; agora eu iria até de manhã; e ficamos. A umas&#8230; uma hora e meia da manhã (01:30h), umas duas horas (02:00h), mais ou menos, de novo, outro aparecimento. Aí já veio acompanhando a margem oposta do rio, “da&#8221; onde nós estávamos. Ele veio da direção da olaria, até onde nós estávamos. [Quando] Chegou, tinha uma ilha perto, próxima de nós&#8230; e quando chegou junto da altura (posição) da ilha, era uma luz muito forte, mas já não era âmbar, era azul, um azul bonito, muito forte, era um “Sol” azul, muito bonito. Ele veio, chegou perto da ilha, na altura da ilha, e ele entrou (no?) lado de Belém. E a gente via aquela luz, enorme, por trás das árvores. Ele tava muito baixo, tava da altura das árvores. E a gente via que ele tava caminhando, fazendo uma curva, como se tivesse fazendo uma curva. Ele veio, realmente, [e] parou na nossa frente. E nós ficamos olhando, um “Sol” imenso, enorme, na nossa frente, azul, [com] uma luminosidade que não afetava a vista da gente, a gente podia encarar, podia ficar olhando; não feria a vista. Vimos aquela luz, ficou&#8230; aquilo na nossa frente, aquele azul bonito, aquela coisa enorme, e não se via, não se sabia o que que tinha dentro; só [se] via luz. É&#8230; Muito grande. Logo depois de uns 03 (três) minutos, ela apagou. De repente a luz azul, acabou. E ficou, na nossa frente, uma coisa assustadora, um objeto muito grande. Era aquela bola de futebol americano que nós vimos passar na horizontal, mas tava em pé (vertical), na frente da gente, a uns 70 (setenta) metros; muito perto, muito perto. E pro tamanho (que possuía), a gente tinha que olhar pra cima (para visualizar toda a sua extensão), de baixo pra cima, olhar&#8230; era uma “coisa” imensa. Uma bola de futebol (americano), em pé, na nossa frente&#8230; parou (objeto), ficou [por] mais uns 03 (três) ou 05 (cinco) minutos, e realmente a gente ficou preocupado. Daí pra frente (pensou): “O que vai acontecer? O que vai acontecer comigo, e com o meu pessoal?”. “Não sei&#8230;”. Realmente não aconteceu nada, felizmente não aconteceu nada, e logo em seguida, esse objeto começou a se deslocar para cima, sem ruído. Não era&#8230; quando se comparado, não ouvia ruído nenhum, nem o zumbido (“ar-condicionado”) nem a “catraca”, [e] ele subiu, e tinha uma luz verde, embaixo, e vermelha, em cima, [e] aquilo piscando, e ele subindo devagar. Foi subindo,  subindo, mas&#8230; aquele monstro, subindo, subindo, e foi subindo&#8230; e devagar. Quando ele estava a aproximadamente 1.000 (mil), 1.500 (mil e quinhentos) metros de altura — a gente pode avaliar isso porque o pessoal da Aeronáutica, o militar normalmente tem noção de distância, por problema de tiro, por problema de ações militares, que (nas quais) a avaliação de distância é importante —, então, ele tava a mais ou menos a 1.500 (mil e quinhentos) metros de altura, quando ele deve ter acionado realmente alguma propulsão, que não devia ser acionada próximo de nós, porque nos “danificaria”. Então, havia alguma pessoa, alguma inteligência ali dentro, que comandou isso de forma que não nos causasse nenhum dano. Ela&#8230; realmente&#8230; essa nave deu uma explosão como se fosse de um trovão, uma explosão muito forte, e um clarão, e disparou com uma velocidade incrível, pro firmamento, e sumiu, no meio das estrelas. É&#8230; isso aí eu não posso te dizer que fosse coruja nem qualquer outra suposição de engano. É&#8230; nós vimos um corpo, muito grande, luminoso, várias vezes, e essa decolagem dele foi impressionante.</span></p>								</div>
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									<h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong><u><a id="VIII"></a>VIII &#8211; A BOLA DE FUTEBOL AMERICANO NA ENTREVISTA DO CEL UYRANGÊ HOLLANDA PARA BOB PRATT EM 1997</u></strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em agosto de 1997, em uma de suas viagens ao Brasil, o jornalista e ufólogo Bob Pratt esteve com o Cel Hollanda em sua casa em Cabo Frio (curiosamente, na mesma época em que Hollanda concedeu sua histórica entrevista a Revista UFO) e deu a ele uma última entrevista. Essa entrevista foi publicada no Jornal da MUFON nº 372 de abril de 1999.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A equipe do site <a href="http://www.operacaoprato.com" target="_blank" rel="noopener">www.operacaoprato.com</a> fez uma tradução livre em parte dessa publicação (página 6) <em>(<a href="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/N-MUFON-UFO-Journal-1999-4.-April-pág-06.pdf" target="_blank" rel="noopener">ver páginal original aqui</a>), </em>que dizia respeito ao evento em questão.</span></p><p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>De volta ao local</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Hollanda convenceu um relutante Luiz a levá-lo, junto com quatro sargentos, ao local onde isso aconteceu.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Hollanda: “<em>Por volta de 23h30min, nós vimos uma grande bola de fogo, amarelo escuro, a cerca de dois quilômetros abaixo no rio Guajará</em>”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Hollanda: “<em>Nós tiramos algumas fotos dela. Então, por volta de 23h45min, nós vimos a mesma bola de fogo novamente, mas desta vez era menor e seguia numa velocidade mais lenta. Agora ela estava a apenas 1000 </em>(mil)<em> metros de nós no lado direito do rio e, talvez numa altura de 200 </em>(duzentos)<em> metros</em>.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Hollanda: “<em>À meia-noite, uma grande bola de fogo passou diretamente sobre nós, atravessando o rio. Quando chegou ao outro lado, sua luz apagou e nós vimos um  objeto em forma de disco com cerca do dobro do tamanho de um Boeing 737, muito, muito grande. Era de cor âmbar com muitas janelas brancas brilhantes. Quando ela passou sobre nós, nós ouvimos um pequeno ruído, como de uma turbina, mas baixo. Ela atravessou o rio e desapareceu. Nós também fotografamos esse objeto</em>”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Hollanda: “<em>Então, por volta de duas horas da madrugada, nós a vimos novamente. Desta vez, ela estava descendo o lado direito do rio. Ele fez um looping (tipo de manobra), virou de volta para nós e parou por durante um minuto, sobre a margem oposta. Parecia como se o Sol tivesse parado a cerca de 70 (setenta) metros de distância e a uma altura que ficava entre seis a oito metros. Era uma bola de luz azulada, muito, muito grande</em>”.</span></p><p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Fotos mostram forma</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Hollanda: “<em>Nós estávamos tirando fotos o tempo todo. Então o objeto foi para o céu muito rápido e interrompeu sua luz. Quando ele fez isso, nós não podíamos ver a forma, mas havia uma luz verde na parte de cima e uma luz vermelha na parte de baixo. Nós não podíamos ver a forma, mas quando as fotografias foram reveladas, nós pudemos ver um grande objeto em forma de disco que se apresentava verticalmente, ao invés de horizontalmente</em>”.</span></p>								</div>
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									<h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong><u><a id="IX"></a>IX – A BOLA DE FUTEBOL AMERICANO DO CAP UYRANGÊ HOLLANDA NOS RELATÓRIOS MILITARES</u></strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">As entrevistas do coronel Hollanda em 1997, além de revelar publicamente o envolvimento da FAB na investigação dos OVNIs durante a onda chupa-chupa e detalhes antes desconhecidos da operação, teve seu ponto alto, pelo menos no sentido de dar grande visibilidade e plausibilidade a versão extraterrestre, quando da revelação dos eventos OVNI nas margens do rio Guajará no município de Ananindeua, ocorridos próximos a Olaria Keuffer.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Os relatos dos eventos daquela madrugada, quando comparados com os demais registros oficiais liberados em 2009 pela FAB ao Arquivo Nacional, constantes do documento <em>Registros de Observações de OVNI (ROV)</em>, são os mais característicos da presença de uma tecnologia aérea exótica naqueles dias e por isso mesmo esses relatos foram tratados na categoria de extraterrestres pela imensa maioria dos ufólogos e pesquisadores.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Falamos da famosa nave no formato de uma bola de futebol americano e suas manobras aéreas incomuns. Por essa contundente importância e sendo realizada no contexto de uma investigação militar sancionada e registrada, é inconcebível que esses eventos não estejam dentro do principal documento resumo da operação, onde foram compilados cento e trinta eventos classificados como OVNI, sendo enviado posteriormente em 1979 ao Estado Maior da Aeronáutica em Brasília sob o título <em>Registros de Observações de OVNI, </em>sem dúvida, o mais importante documento sobre o assunto já elaborado por qualquer uma das Armas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">E eles estão lá. Muitos poderão questionar. É compreensível, nem todos os interessados talvez tenham lido completamente o documento ou estudado com atenção os registros que creditamos a esses eventos. Outros, por tomarem os relatos tardios como memórias fiéis aos acontecimentos podem duvidar da afirmação. Afinal, onde está a bola de futebol americano? Compreensível, testemunhos são centrais na casuística e historicamente estão incorporados na metodologia ufológica. O próprio astrônomo e renomado ufólogo J. Allen Hynek, em seu livro de 1972, The UFO Experience: A scientific enquiry, defendia o uso de relatos, sob severas condições, como evidências científicas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Há um registro no ROV da FAB que nos encaminha para outros três registros que acreditamos descrever os eventos daquele dia, quando surgiu a tão propalada “bola de futebol americano”. Essa biruta virtual está no registro n<u><sup>o</sup></u>17 de 02 de novembro de 1977, já descrito em tópico anterior, que trata da observação de um suposto humanoide por  Luiz no rio Guajará, nas imediações da Olaria Keuffer.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong><u>Local e hora</u></strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Sabemos que dentro dos cento e trinta registros do ROV catalogados entre 1977 e 1978, oitenta e dois são de 1977 e, dentre eles, apenas outros quatro registros exibem localização semelhante ao registro n<u><sup>o</sup></u>17. São os seguintes registros:</span></p><ul style="text-align: justify; list-style-type: square;"><li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">n<u><sup>o </sup></u>63 de 09/12/77 às 23h50min.</span></li><li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">n<u><sup>o</sup></u>65 de 10/12/17 às 00h50min.</span></li><li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">n<u><sup>o</sup></u>66 de 10/12/77 às 01h50min.</span></li><li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">n<u><sup>o</sup></u>74 de 14/12/77 às 22h45min.</span></li></ul><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Desse pequeno grupo podemos agrupar as três primeiras como três observações em uma mesma campana, como a realizada por Hollanda e militares no rio Guajará. E há uma correlação razoável entre os três horários, mas não só isso, com os horários das também três observações da bola de futebol americano descritas por Hollanda em sua entrevista. Veja abaixo:</span></p><ul style="text-align: justify; list-style-type: square;"><li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">n<u><sup>o</sup></u>63 às 23h50min; Hollanda (entrevista em vídeo) 23h.</span></li><li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">n<u><sup>o</sup></u>65 às 00h50min; Hollanda (entrevista em vídeo) entre 23h e 00h.</span></li><li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">n<u><sup>o</sup></u>66 às 01h50min; Hollanda (entrevista em vídeo) entre 01h e 01h30min.</span></li></ul><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Estabelecemos uma correlação razoável entre os horários das observações da equipe do A2 do I COMAR durante os eventos 63, 65 e 66 do ROV e as observações da equipe de Hollanda no rio Guajará. Agora, precisamos estabelecer que foram todas no mesmo local.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O registro n<u><sup>o</sup></u>17 estabelece o local do evento com o humanoide relatado por Luiz, ocorrido em 02 de novembro de 1977 e, esse também é o local da campana da equipe comandada por Hollanda na observação da bola de futebol americano, relatada na entrevista do coronel. Isso é fato estabelecido na comunidade de pesquisadores e interessados:</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>“Rio Guajará (Olaria KEUFFER) &#8211; Benfica/Pa”</u>.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Os registros 63, 65 e 66 estabelecem esse local:</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>“Rio Guajará &#8211; Município de Ananindeua/Pa”</u>.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Vamos requalificar os termos usados. Benfica é um distrito que até o ano de 1961 pertencia a Ananindeua, sendo que a partir daquele ano passou a ser distrito de Benevides. O rio Guajará e a Olaria Keuffer ficam em Ananindeua. Outra referência importante está em uma das fotos que acompanham o registro 65 de 10 de dezembro de 1977 às 00h50min:</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>“1-0-77/91 &#8211; RIO GUAJARÁ (OLARIA)”</u>.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Portanto, é bem razoável aceitarmos que ao ser catalogado o registro 17, houve uma confusão geográfica e se localizou a Olaria Keuffer em Benfica, antigo distrito de Ananindeua, e não o próprio município de Ananindeua.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Então podemos ler como se os quatro registros, o de Luiz e os outros três, tivessem o mesmo local assim denominados:</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>“Rio Guajará (OLARIA KEUFFER) &#8211; Distrito de Benfica/Município de Ananindeua/PA”</u>.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O outro registro de 1977, número 74 de 14 de dezembro de 1977 às 22h45min, está descolado do contexto da bola de futebol americano.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong><u>Tamanho aparente</u></strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Uma das características registradas em cada observação no ROV era o tamanho aparente do objeto, que nada mais é que uma percepção de tamanho relativo de um objeto em relação a uma dada distância. Nós temos o tamanho aparente dos objetos nos registros 63, 65 e 66.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Normalmente, determina-se o tamanho aparente esticando-se o braço e usando a própria mão ou uma régua para uma medição, em graus ou centímetros, respectivamente. Para termos uma ideia da dimensão dos objetos façamos um exercício. Se um avião está se aproximando de uma CTR (Controle de Área) para o pouso em aeroporto ele está em nível de voo bem mais baixo. Por exemplo, para o aeroporto do Galeão esse nível de aproximação até o pouso está entre o solo e 2.500 pés ou cerca de 760 metros. Se você se posicionar de modo que a aeronave passe sobre sua cabeça a uns, digamos, 500 metros de altura, você poderá esticar o braço e com o polegar encobrirá toda a aeronave. Vamos dizer que seu polegar tenha uns 2 cm. Vamos dar uma olhada no registro 66. Ele diz que a situação era a seguinte: objeto a 100 m de altura e 500 m de distância. Aplicando o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Teorema_de_Pitágoras" target="_blank" rel="noopener">Teorema de Pitágoras</a> teremos que a distância em visada até o objeto era de 509 m, para um tamanho aparente de 30 cm. Ele era grande, muito grande:</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-999" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/N1-TRIANGULO-1-1024x364.png" alt="" width="421" height="150" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/N1-TRIANGULO-1-1024x364.png 1024w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/N1-TRIANGULO-1-300x107.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/N1-TRIANGULO-1-768x273.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/N1-TRIANGULO-1.png 1165w" sizes="(max-width: 421px) 100vw, 421px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Para o registro 63, temos a observação de menor altitude (50 m) e menor distância (300 m) naquela noite para o objeto, portanto menos sujeita a erros de medição, bem como o tamanho aparente de 15 cm que resulta numa dimensão angular (θ) de 15 graus aproximadamente e coincidentemente (<a href="http://www.apolo11.com/distancias_no_ceu.php">leia aqui</a>), portanto mais favorável para o tipo de cálculo que utilizaremos. Empregando a trigonometria e desconsiderando-se outras questões, como esse cálculo ser bom para ângulos inferiores a 10º, temos que o diâmetro será dado pela expressão (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Diâmetro_angular">leia aqui</a>):</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">θ = (diâmetro/Distância)*(360/2π).</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1000 size-full" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/N2-TRIANGULO-2.png" alt="" width="527" height="138" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/N2-TRIANGULO-2.png 527w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/N2-TRIANGULO-2-300x79.png 300w" sizes="(max-width: 527px) 100vw, 527px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Calculemos:</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1001" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/N3-TRIANGULO-3-1024x350.png" alt="" width="425" height="145" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/N3-TRIANGULO-3-1024x350.png 1024w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/N3-TRIANGULO-3-300x103.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/N3-TRIANGULO-3-768x263.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/N3-TRIANGULO-3.png 1152w" sizes="(max-width: 425px) 100vw, 425px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">θ = (diâmetro/Distância)*(360/2π).</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">15 = (diâmetro/304)*(360/2*3,1416) = diâmetro do objeto = 79,58 metros</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Efetuadas essas contas temos um objeto medindo aproximadamente 79 metros de diâmetro.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Essa é uma ordem de grandeza, não considerem um cálculo exato, mas mostra que é coerente com os testemunhos de Hollanda para Bob Pratt (1981), Gevaerd e Petit (1997).</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong><u>A filmadora</u></strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Na entrevista de Hollanda ele cita expressamente filmagens. No registro 65 temos uma coletânea de imagens, lado a lado, tanto das imagens fotográficas da câmera Minolta SRT 101 quanto dos frames da filmadora Canon 514. Cabe ressaltar que o obturador da máquina Minolta de velocidade 1/30 segundos (milissegundos), ao expor o filme a um tempo curto de luz ambiente, prejudica os detalhes, mas evita o efeito de longa exposição, que poderia borrar de pontos de luz a foto, estando o objeto em movimento. Portanto, o formato de bastonete ou cilindro das fotos não são efeitos de longa exposição.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong><u>As cores</u></strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Vale a pena estabelecer uma correlação de cores entre os registros 63, 65 e 66 e as observações de Hollanda.</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1002 size-full" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/N4-QUADRO-DE-CORES.png" alt="" width="949" height="295" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/N4-QUADRO-DE-CORES.png 949w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/N4-QUADRO-DE-CORES-300x93.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/N4-QUADRO-DE-CORES-768x239.png 768w" sizes="(max-width: 949px) 100vw, 949px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong><u>Visão global</u></strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Acreditamos na forte correlação que se estabelece entre os registros 63, 65 e 66 e as três observações relatadas por Hollanda quando são integradas as várias visões específicas em um único conjunto de dados: datas e horários, localização, tamanho do objeto, registros de imagens e cores. Como se diz comumente, assim o todo se torna maior que a soma das partes. Abaixo, reproduções dos registros.</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1003" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/O-REG-63.png" alt="" width="824" height="614" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/O-REG-63.png 824w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/O-REG-63-300x224.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/O-REG-63-768x572.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/O-REG-63-80x60.png 80w" sizes="(max-width: 824px) 100vw, 824px" /></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1004" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/P-REG-65.png" alt="" width="820" height="533" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/P-REG-65.png 820w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/P-REG-65-300x195.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/P-REG-65-768x499.png 768w" sizes="(max-width: 820px) 100vw, 820px" /></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1005" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/Q-RG-66.png" alt="" width="722" height="498" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/Q-RG-66.png 722w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/Q-RG-66-300x207.png 300w" sizes="(max-width: 722px) 100vw, 722px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong><u>Mas, e a bola? E a distância?</u></strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Vislumbramos três possibilidades.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Seria esperado que nas imagens dos registros 63, 65 e 66 encontrássemos a forma da bola de futebol americano. <em>O ROV</em> não traz nenhuma foto para o 63. O 65, apesar de várias fotos e frames da filmadora, não mostra a bola. Quanto ao 66, temos uma confusão armada.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O registro 65 informa que estão anexadas nove fotografias. Na verdade, temos seis fotografias anexadas e uma composição de todas elas, que se pode ver no lado esquerdo da imagem abaixo, identificadas como fotos da máquina Minolta. Ao mesmo tempo, do lado direito da imagem, podemos ver uma composição anexada ao registro com cinco frames da filmadora Canon, além da composição da Minolta.</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1006" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/R-DOC-MILITAR-FOTOS-DE-FILMES.jpg" alt="" width="666" height="432" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/R-DOC-MILITAR-FOTOS-DE-FILMES.jpg 666w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/R-DOC-MILITAR-FOTOS-DE-FILMES-300x195.jpg 300w" sizes="(max-width: 666px) 100vw, 666px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O relatório informa que o registro 66 possuí quatro fotografias, mas o que temos são os mesmos frames da filmadora que estão dispostos acima, ampliados, excluído o de número 1.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Então, existe a possibilidade das fotografias que mostram nitidamente uma bola de futebol americano estarem no conjunto de três fotos não anexadas das nove que o registro 65 informa, ou, nas quatro fotografias não anexadas e informadas no registro 66 e não divulgadas até hoje. Simplesmente não sabemos. Essa é a primeira possibilidade.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Outra possibilidade pressupõe um erro. Para quem estudou a fundo toda a documentação da OP, oficial e vazada, sabe que há muitas inconsistências entre registros do <em>ROV</em> e do vazado <em>Resumo Sintético Cronológico</em>, bem como desses com os vazados relatórios de missão e informes. Para o que interessa nesse caso, o <em>ROV</em> dentro de seu corpo apresenta problemas. A indexação das fotos apresenta uma quebra. Até o registro 41, todas as fotos são numeradas e os algarismos finais se referem ao número do registro, por exemplo:</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><em><u>“2-0-77/41”</u></em>: segunda fotografia do registro 41.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O próximo registro com fotos anexadas é o 62 e a indexação muda dali por diante:</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><em><u>“1-0-77/88”</u></em>: primeira fotografia do registro 62.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Também é quebrado o modo sequencial; se passa direto da indexação 94 para 97, nos registros 67 e 68, respectivamente.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Na folha 73 do <em>ROV</em> com fotos anexadas do registro 65, que nomeamos como dos eventos daquela noite, está datilografado no meio da folha, meio que “boiando” na página, a seguinte informação: “ANEXO 01 DO REG N<u><sup>0</sup></u> 31”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">E finalmente, o mais delicado. Na folha 68, com uma única foto anexada e nomeada como do registro 64, registro esse que informa ter sido batida na Baía do Sol, na indexação é descrito o local em outro ponto, exatamente o local das observações da equipe de Hollanda:</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><em>“1-0-77/89 – RIO GUAJARÁ/PA</em> (&#8230;)”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Observem que está entre os registros 63 e 65, dois dos registros que acreditamos ser daquela noite. Podemos, agora sim, observar na imagem abaixo uma forma de bola de futebol americano.</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1007" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/S-DOC-MILITAR-FOTO.png" alt="" width="846" height="675" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/S-DOC-MILITAR-FOTO.png 846w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/S-DOC-MILITAR-FOTO-300x239.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/S-DOC-MILITAR-FOTO-768x613.png 768w" sizes="(max-width: 846px) 100vw, 846px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">E não para aí. Na folha 66, com uma única foto anexada e nomeada como do registro 62 e que informa ter sido batida na Baía do Sol, mas dessa vez com o local correspondendo com o informado na indexação da foto, temos uma imagem impressionante. O registro 62 ocorre no mesmo dia e horário do registro 63, durante uma vigília do sargento Flávio Costa e Ubiratan Pinon Frias na Baía do Sol. Mesmo dia e horário. E a imagem é uma perfeita bola de futebol americano. É muita coincidência. Vejam a reprodução abaixo:</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1008" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/T-DOC-MILITAR-FOTO.png" alt="" width="737" height="481" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/T-DOC-MILITAR-FOTO.png 737w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/T-DOC-MILITAR-FOTO-300x196.png 300w" sizes="(max-width: 737px) 100vw, 737px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Uma questão, antes que leve a um mal-entendido. Não estamos dizendo que era o mesmo objeto observado pelas duas equipes. Na figura abaixo, com uma simulação da observação das duas equipes, conforme dados dos registros, podemos perceber que não havia a possibilidade de ser o mesmo objeto.</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1009" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/U-MAPA-ROTA-GOOGLE-MAPS.png" alt="" width="610" height="516" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/U-MAPA-ROTA-GOOGLE-MAPS.png 610w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/U-MAPA-ROTA-GOOGLE-MAPS-300x254.png 300w" sizes="(max-width: 610px) 100vw, 610px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Então, existe a possibilidade das fotografias das folhas 66 e 68, por erro, até grosseiro, mas possível, se referirem aos eventos descritos nos registros 63, 65 ou 66 e, representarem a famosa bola de futebol americano.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A terceira possibilidade que justificaria a discrepância entre os registros oficiais e as informações da entrevista do Cel Hollanda envolve a memória e os aspectos psicológicos inerentes ao ser humano.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Muito se pode dizer sobre a memória, mas vamos optar pela simplicidade, reproduzindo um pequeno trecho da matéria “<em>Falibilidade da memória demonstrada em estudo científico”</em> do jornal português <em>Diário de Notícias</em>, sobre estudo publicado no <em>The</em> <em>Journal of Neuroscience</em> de 05 de fevereiro de 2014, intitulado <em>“</em><em>Hippocampal Binding of Novel Information with Dominant Memory Traces Can Support Both Memory Stability and Change”</em>.</span></p><p style="text-align: justify; padding-left: 40px;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><em>“O registro das nossas memórias sofre constantes alterações com a introdução de novos dados e fragmentos de fatos da nossa vivência ao longo do tempo. Ou seja, a memória dos seres humanos vai reescrevendo o passado com informações correntes, atualizando as recordações com as novas experiências de cada indivíduo. (&#8230;) De acordo com esta responsável, para conseguirmos sobreviver, as nossas memórias adaptam-se a um ambiente em constante mudança, de modo a ajudar-nos a lidar com aquilo que é importante agora, no momento presente. ‘A nossa memória não é como uma câmera de vídeo’, explica. Ela ‘cria novos enquadramentos e edita os acontecimentos para criar uma história que se adeque à situação corrente’.”</em></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Além da memória, outros fatores subjetivos também podem influenciar o relato verbal de um indivíduo surtindo efeito direto sobre o produto final de sua fala, entre os quais podemos mencionar o tipo de público ouvinte e a necessidade do falante de expressar e dar enfoque sobre as coisas que ele acha relevante no seu discurso.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O avistamento do objeto em forma de “bola de futebol americano” aparentemente foi o de maior aproximação e mais impactante para Hollanda, segundo ele próprio. No entanto, as fotos e possíveis vídeos produzidos na época podem não ter afetado os superiores da mesma forma que afetaram Hollanda, conforme observamos na entrevista do Cel Camillo Ferraz onde o mesmo afirmou de que não lembrava da ocorrência deste evento, sendo necessário um relato verbal mais bem detalhado. Com o passar dos anos, os detalhes mais impactantes descritos por Hollanda podem ter recebido ênfases demasiadas, se tornando então incrementos que não existiam no relato inicial registrado em forma relatório oficial. Esses incrementos podem não ser necessariamente invenções, apenas funcionaram como uma lupa sobre determinados trechos dos acontecimentos reais, tornando o relato de 1997 suficientemente diferente ao ponto de não corresponder com os relatos descritos em relatórios oficiais produzidos em 1977.</span></p>								</div>
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									<h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong><u><a id="X"></a>X &#8211; A BOLA DE FUTEBOL AMERICANO DO CAP UYRANGÊ HOLLANDA NA ENTREVISTA DO CEL CAMILLO FERRAZ DE BARROS EM 2018</u></strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Na histórica <a href="https://operacaoprato.com/novidades/coronel-rompe-o-silencio-entrevista-inedita-comandante-da-operacao-prato-cel-camillo-ferraz-de-barros" target="_blank" rel="noopener">entrevista</a> do Chefe do A2 a época da realização da Operação Prato, Cel Camillo Ferraz de Barros, concedida de forma inédita à equipe do site <a href="https://www.operacaoprato.com" target="_blank" rel="noopener">www.operacaoprato.com</a>, foram realizadas algumas perguntas relativas ao evento da bola de futebol americano narrado pelo Cel Hollanda.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP:</span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"> E quanto ao objeto brilhante que tinha o tamanho de um prédio de 30 andares e a forma de uma bola de futebol americano?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Camillo:</span> Realmente não me lembro desse acontecimento. O que me lembro é dessa situação envolvendo o rapaz da olaria, que me procurou falando que viu uma luz estranha. Entretanto, realmente não me recordo de que tenha ocorrido esse evento posterior, envolvendo esse objeto gigantesco, com essas características. Acredito que não tenha ocorrido, mas se ocorreu, certamente estará nos relatórios e eles irão me corrigir.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: </span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O senhor já assistiu aos vídeos das entrevistas do Coronel Hollanda, onde ele forneceu informações sobre a Operação Prato?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Camillo:</span> Vi uma parte dessas entrevistas, mas jamais me interessei em ver elas por completo. Não possuo esse interesse.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;">OP: </span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">E em relação as partes que o senhor viu, qual é sua avaliação.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Camillo:</span> Sobre as partes que eu vi, tenho a impressão de que houve um certo exagero em algumas das declarações dele. Mas não tenho interesse em ficar analisando as palavras dele.</span></p>								</div>
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									<h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong><u><a id="XI"></a>XI – A BOLA DE FUTEBOL AMERICANO DO CAP UYRANGÊ HOLLANDA NA ENTREVISTA DO SO MOACIR NEVES DE ALMEIDA EM 2018</u></strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Na <a href="https://operacaoprato.com/novidades/exclusivo-entrevista-inedita-com-um-dos-principais-militares-da-operacao-prato" target="_blank" rel="noopener">entrevista</a> do SO Almeida, um dos militares participantes da Operação Prato, concedida de forma inédita à equipe do site <a href="https://www.operacaoprato.com" target="_blank" rel="noopener">www.operacaoprato.com</a>, foram realizadas algumas perguntas relativas ao evento da bola de futebol americano narrado pelo Cel Hollanda.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="color: #e64946; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">OP: </span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nas proximidades dessa olaria, na qual trabalhava esse jovem, foi relatado um evento em que uma equipe militar estava fazendo uma vigília num rio, e foi possível observar um objeto de cerca de 100 (cem) metros de comprimento, que se posicionou na margem oposta do rio Guajará, na posição vertical, e que depois de um tempo ascendeu ao espaço. O senhor teve conhecimento desse fato?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Almeida:</span> Também não. Não tive conhecimento, nem presenciei.</span></p>								</div>
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									<h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong><u><a id="XII"></a>XII – OUTRAS POSSIBILIDADES</u></strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Inicialmente, queremos deixar claro que neste tópico, não é nosso objetivo oferecer uma explicação terrestre alternativa para o avistamento descrito pelo Cel Hollanda. No entanto, é nossa intenção mostrar aos leitores que, na época dos fatos, uma aeronave em forma de bola de futebol americano com 100 m de comprimento e que se movimentaria silenciosamente pelos céus, não era um privilégio de uma tecnologia exótica extraterrestre.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O interesse secreto dos militares com aeronaves silenciosas carregadas de sensores começou há muito tempo durante a tumultuada guerra do Vietnã. A DARPA, a agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (então denominada ARPA) patrocinou vários estudos de design junto com o laboratório de pesquisa da Força Aérea de Cambridge.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em 1964, um projeto de dirigível secreto chamado “Silent Joe” foi projetado para operações remotas na trilha Ho Chi Minh, usando sensores infravermelhos e acústicos, com o objetivo de atacar comboios de caminhões. Foi seguido rapidamente por Silent Joe II, POBAL, HASKV e, em seguida, em 1974 pelo POBAL-S, que foi projetado para observar alvos abaixo de uma altitude de 70.000 pés, por sete dias.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Na primavera de 1974, a Divisão TEW de Guerra Eletrônica Tática e o Centro Naval de Armas de Superfície NSWC em White Oak iniciaram o programa HASPA sob o patrocínio da NAVELEX, em um esforço para atender a vários requisitos operacionais gerais da Marinha, entre eles: Vigilância submarina; Comando e controle; Guerra eletrônica; Navegação eletrônica; Vigilância oceânica; Reconhecimento e Inteligência.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Era um programa de desenvolvimento para demonstrar a viabilidade de operar um balão movido a hélice solar, pilotado remotamente, não tripulado, a alta altitude, em uma área geográfica relativamente pequena por longos períodos de tempo. Tinha um volume de 22.700 m³; <strong><u>comprimento 101,5 m</u></strong> e diâmetro de 20,4 m.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">As figuras abaixo mostram o primeiro HASPA em setembro de 1975 durante testes de inflação dentro do Vertical Assembly Building VAB da NASA, no Centro Espacial Kennedy.</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1010" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/V-BALÃO-1.png" alt="" width="519" height="490" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/V-BALÃO-1.png 519w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/V-BALÃO-1-300x283.png 300w" sizes="(max-width: 519px) 100vw, 519px" /></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1011" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/W-BALÃO-2.png" alt="" width="339" height="518" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/W-BALÃO-2.png 339w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/W-BALÃO-2-196x300.png 196w" sizes="(max-width: 339px) 100vw, 339px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Conforme publicação na “1975 Review &#8211; Naval Research Laboratory”, quatro veículos HASPA seriam pilotados neste programa de demonstração de viabilidade que duraria três anos, com o voo final programado para a <strong><u>primavera de 1978</u></strong> para demonstrar que esse veículo poderia manter-se a 50 milhas náuticas de um determinado ponto, por um período de 30 dias.</span></p>								</div>
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									<h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong><a id="XIII"></a>XIII – <u>EXPLICANDO UM MITO – A EQUIPE MILITAR NÃO ESTEVE EM CONTATO COM UM SER HUMANOIDE DURANTE A MISSÃO</u></strong></span></h3><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1012" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/X-IMAGEM-VERDADE-OU-MITO.jpg" alt="" width="332" height="152" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/X-IMAGEM-VERDADE-OU-MITO.jpg 332w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/X-IMAGEM-VERDADE-OU-MITO-300x137.jpg 300w" sizes="(max-width: 332px) 100vw, 332px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Não é raro encontrarmos em materiais espalhados pela internet, afirmações de que durante a observação do objeto em forma de bola de futebol americano com 100 m no seu eixo maior relatada pelo Cel Hollanda em suas entrevistas de 1997, já tratadas nos tópicos anteriores, que, deste objeto, localizado na margem oposta do rio Guajará, a 70 m de distância da equipe militar, abriu-se na parte superior, uma espécie de escotilha ou porta e dela saiu flutuando um ser que não trocou nenhuma palavra com os membros da equipe, mas apenas observou o grupo por um tempo e depois regressou para a nave antes dela partir.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Tratar-se-ia de algo realmente fantástico, mas que, infelizmente, nas próprias palavras do Cel Hollanda, jamais aconteceu.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Observemos abaixo, o trecho transcrito da entrevista maior:</span></p><p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Entre 01h21min03s e 01h22min40s</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">Gevaerd:</span> Coronel, essa experiência que o senhor pôde descrever, teve alguma influência, alguma alteração na sua vida?&#8230; Na sua forma de pensar o mundo?&#8230; Isso já foi no finalzinho da Operação Prato?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Hollanda:</span> Da Aeronáutica, foi. Até onde a Aeronáutica mandou interromper logo depois&#8230; logo&#8230; não demorou muito&#8230; logo depois ela foi interrompida. Esse relato foi passado ao meu comandante, e&#8230; foi dito como foi a “coisa”&#8230; depois o filme foi revelado, e foi visto, no auditório&#8230; auditório do QG (Quartel General)&#8230; Vários oficiais viram&#8230; Nós tiramos&#8230;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #e64946;">Gevaerd:</span> Qual foi a opinião deles?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;">Hollanda:</span> Não tinha dúvida[s]. Uma coisa interessante é que nós tiramos de step-by-step do filme, passado devagarzinho, [e] essa forma em pé (“bola de futebol americano”)&#8230; isso nós não tínhamos visto, não deu pra ver, nós não tivemos noção disso, nós só viemos a ver depois&#8230; da impressão na emulsão fotográfica. Essa “coisa” (bola de futebol americano) tinha no alto, no topo, uma porta&#8230; uma porta de avião (exemplo), um Boeing (porta), uma porta aberta&#8230; <span style="color: #e64946;"><strong>não vi “ser” nenhum dentro. Na fotografia não aparece “ser” nenhum dentro, mas aparece um facho (feixe) de luz na nossa direção, do barco onde nós estávamos. Dessa porta, “alguém” focando alguma coisa na nossa direção. Mas isso a gente não viu&#8230;</strong></span> Eu não sei se na ocasião em que estava com essa luminosidade azul muito forte, que a gente não via que tinha uma forma dentro&#8230; Só via aquela bola azul enorme.”</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Acreditamos que essa versão da presença de um ser próximo à equipe militar teve como origem, a mistura e confusão criadas com o evento prévio vivido por Luiz Pereira Rodrigues, já fartamente tratado neste artigo nos tópicos anteriores.</span></p>								</div>
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									<h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong><u><a id="XIV"></a>XIV –  FOTOS DOS LOCAIS: OLARIA KEUFFER / ILHA “SUBMARINO” CITADA PELO  CEL UYRANGÊ HOLLANDA</u></strong></span></h3><h4 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;"><strong>1 &#8211; OLARIA KEUFFER E PROXIMIDADES</strong></span></h4><figure id="attachment_1013" aria-describedby="caption-attachment-1013" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-1013" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/Y-OLARIA1-1024x768.jpg" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/Y-OLARIA1-1024x768.jpg 1024w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/Y-OLARIA1-300x225.jpg 300w, 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Citada por Hollanda em sua entrevista como local aproximado da observação do objeto em forma de bola de futebol americano.</figcaption></figure><figure id="attachment_1024" aria-describedby="caption-attachment-1024" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-1024" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/Z3-DISTANCIA-ILHA-OLARIA-1024x491.png" alt="" width="1024" height="491" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/Z3-DISTANCIA-ILHA-OLARIA-1024x491.png 1024w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/Z3-DISTANCIA-ILHA-OLARIA-300x144.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/Z3-DISTANCIA-ILHA-OLARIA-768x368.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2020/05/Z3-DISTANCIA-ILHA-OLARIA.png 1366w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-1024" class="wp-caption-text">Distância (em linha reta) entre a Olaria Keuffer e a “ilha submarino”- Google Maps</figcaption></figure>								</div>
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									<h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong><u><a id="XV"></a>XV – CONCLUSÃO</u></strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Há mais de 70 anos o fenômeno ufológico tem sido motivo de debates intensos entre céticos e aqueles que acreditam que somos visitados por entidades extraterrestres e suas naves.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Durante esse período, diversos argumentos foram apresentados por ambas as correntes, na tentativa de enquadrar os fenômenos observados a suas respectivas convicções.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Especificamente sobre nosso objeto de estudo, os fenômenos luminosos e supostos ataques às populações ribeirinhas, especialmente no Maranhão e Pará, que desencadearam a realização de uma operação militar denominada Operação Prato em 1977, não foi diferente.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Após mais de 40 anos do auge das ocorrências, podemos afirmar, com relativa segurança, que houve aqui um fenômeno real, físico, de formas luminosas realizando manobras aéreas complexas e interagindo com a população. Foi histórico-documentado. </span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Diante deste quadro, podemos afastar algumas hipóteses propostas, como por exemplo: histeria coletiva e fenômenos naturais. Restariam ainda algumas possibilidades.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O caminho correto, primeiramente é dar vazão a uma hipótese de operação militar estrangeira. Se interna, a Aeronáutica saberia.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Outra possibilidade seria a presença de naves avançadas, desconhecidas, provenientes de outra civilização, em missão também desconhecida.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">É imperioso afirmar que, no caso dos fenômenos investigados pela Operação Prato, a hipótese extraterrestre teve como uma de suas molas propulsoras principais o depoimento do Cel Uyrangê Hollanda em 1997 e que dentro de sua narrativa, os dois casos tratados neste artigo são aqueles que consubstanciariam tal hipótese.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Entretanto, se analisarmos de forma isenta e atenciosa ao conjunto de dados de que dispomos hoje, incluídas as declarações de novas testemunhas que apresentamos neste e em trabalhos anteriores, é nosso dever conduzir o caso para o ponto que entendemos mereça estar: o da incerteza quanto a origem dos autores dos fenômenos.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">No caso do humanoide de Luiz Pereira Rodrigues, não duvidamos de que ele tenha sido vítima de um evento traumático de origem desconhecida. Entretanto, não há como negarmos que as testemunhas civis apresentadas neste artigo lançaram nova luz aos fatos, trazendo componentes muito mais próximos da realidade terrestre, embora ainda muito longe de poderem se tornar definitivos, do que aqueles que eram apresentados.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Já o caso da bola de futebol americano ganha contornos ainda mais delicados por duas razões: a ausência de um relatório militar específico para um evento de tamanha magnitude e a declaração do Cel Camillo Ferraz de Barros, chefe da Inteligência (A2) do I Comar e superior imediato de Hollanda, de que ele não tomou conhecimento da ocorrência deste acontecimento ímpar vivenciado por sua equipe.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Contudo, é óbvio que existe a possibilidade real de que tal relatório exista e não tenha sido liberado até hoje ao público ou mesmo que as filmagens, também não liberadas, um dia comprovem de forma integral todas as afirmações do Cel Hollanda. Da mesma forma que, em se tratando de um segredo militar, existe a possibilidade do Cel Camillo nos ter negado de que tivera conhecimento deste evento.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">“Afirmações extraordinárias exigem provas extraordinárias” dirão os céticos, citando a frase de Carl Sagan.  “A ausência de evidência não significa evidência da ausência” responderão aqueles que defendem a hipótese extraterrestre citando o mesmo autor.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">São conjecturas que merecem a prudência e a sabedoria do tempo.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Operação militar de uma potência estrangeira ou obra de extraterrestres?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Efetivamente, não há como respondermos a esta questão de forma segura sem entrarmos no campo da crença ou das convicções pessoais.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Resta-nos prosseguir investigando e aguardando que novas testemunhas e, principalmente, novos documentos sejam apresentados à sociedade, de forma que possamos decifrar a origem dos autores destes fantásticos acontecimentos que se tornaram o maior evento ufológico de todo o mundo.</span></p><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt; color: #808080;">Autores do artigo: Luiz Fernando, P.A. Ferreira, Raphael Pinho, Hélio A. R. Aniceto e M.A. Farias.</span></p>								</div>
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		<title>ENTREVISTA EXCLUSIVA COM ICÔNICA VÍTIMA DECLARADA DO CHUPA-CHUPA E FOTO INÉDITA DO SEU FERIMENTO. CONFIRA AINDA O DEPOIMENTO DO MÉDICO PERITO QUE A EXAMINOU</title>
		<link>https://operacaoprato.com/novidades/entrevista-exclusiva-com-iconica-vitima-declarada-do-chupa-chupa-e-foto-inedita-do-seu-ferimento-confira-ainda-o-depoimento-do-medico-perito-que-examinou?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=entrevista-exclusiva-com-iconica-vitima-declarada-do-chupa-chupa-e-foto-inedita-do-seu-ferimento-confira-ainda-o-depoimento-do-medico-perito-que-examinou</link>
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		<pubDate>Sun, 23 Dec 2018 17:34:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>https://www.youtube.com/watch?v=TCbM_GWtCY0 Em 1977, uma onda de estranhos fenômenos aterrorizou as populações de pequenas cidades ribeirinhas do interior do estado do Pará. Moradores de localidades como: <a class="mh-excerpt-more" href="https://operacaoprato.com/novidades/entrevista-exclusiva-com-iconica-vitima-declarada-do-chupa-chupa-e-foto-inedita-do-seu-ferimento-confira-ainda-o-depoimento-do-medico-perito-que-examinou" title="ENTREVISTA EXCLUSIVA COM ICÔNICA VÍTIMA DECLARADA DO CHUPA-CHUPA E FOTO INÉDITA DO SEU FERIMENTO. CONFIRA AINDA O DEPOIMENTO DO MÉDICO PERITO QUE A EXAMINOU">[...]</a></p>
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									<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em 1977, uma onda de estranhos fenômenos aterrorizou as populações de pequenas cidades ribeirinhas do interior do estado do Pará. Moradores de localidades como: Colares, Viseu, Vigia, Santo Antônio do Tauá, Mosqueiro, entre outras, relatavam o avistamento de luzes incomuns no céu noturno que pareciam se mover de maneira coordenada.</span></p>								</div>
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									<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Entretanto, alguns diziam estarem sendo atacados por estas luzes através do disparo de uma espécie de “feixe luminoso” de origem desconhecida.</span></p><figure id="attachment_895" aria-describedby="caption-attachment-895" style="width: 708px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-895" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/ataque-ufo.jpg" alt="" width="708" height="468" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/ataque-ufo.jpg 708w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/ataque-ufo-300x198.jpg 300w" sizes="(max-width: 708px) 100vw, 708px" /><figcaption id="caption-attachment-895" class="wp-caption-text">Fonte: Ufovia – Créditos: Fábio Vieira</figcaption></figure><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Os relatos indicam que após as vítimas serem atingidas por tal feixe, imediatamente sofriam efeitos físicos que, apesar de algumas variações, geralmente eram descritos como perda de força, paralisia, rouquidão, dor de cabeça, tremores e, em alguns casos, marcas de perfurações e queimaduras.</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-896" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/jornal_1.jpg" alt="" width="2500" height="1999" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/jornal_1.jpg 2500w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/jornal_1-300x240.jpg 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/jornal_1-768x614.jpg 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/jornal_1-1024x819.jpg 1024w" sizes="(max-width: 2500px) 100vw, 2500px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Este fenômeno ficou conhecido popularmente pelo nome de “chupa-chupa” e foi investigado por militares brasileiros através da famosa Operação Prato.</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-897" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/ufo_2-1.jpg" alt="" width="300" height="168" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Embora os relatos destes ataques estivessem mais concentrados nos municípios do interior, por volta da segunda quinzena do mês de novembro de 1977, uma série de jovens moças em alguns bairros de Belém, acentuadamente na região da Estrada Nova (atual Av. Bernardo Sayão), Jurunas e Nova Marambaia, relataram ter sido atingidas pela estranha luz.</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-898" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/jornal_2-e1545607530844.jpg" alt="" width="915" height="365" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/jornal_2-e1545607530844.jpg 915w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/jornal_2-e1545607530844-300x120.jpg 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/jornal_2-e1545607530844-768x306.jpg 768w" sizes="(max-width: 915px) 100vw, 915px" /></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-900" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/jornal_3-e1545607854614.jpg" alt="" width="529" height="413" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/jornal_3-e1545607854614.jpg 529w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/jornal_3-e1545607854614-300x234.jpg 300w" sizes="(max-width: 529px) 100vw, 529px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A imprensa, mais especificamente o jornal “A Província do Pará”, se interessou por estes casos e publicou reportagens nos dias 19 e 20 de novembro de 1977, sendo que nesta última, trouxe a foto de uma jovem sendo examinada por um médico, e exibindo um ferimento um pouco acima do seu seio. A foto tornou-se icônica, pois é uma das poucas imagens que exibem pessoas que alegaram terem sido vítimas do temível chupa-chupa, sendo utilizada até hoje quando se quer demonstrar os efeitos da temível “luz vampira”.</span></p><figure id="attachment_901" aria-describedby="caption-attachment-901" style="width: 739px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-901" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/jornal_4-e1545612636758.jpg" alt="" width="739" height="589" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/jornal_4-e1545612636758.jpg 739w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/jornal_4-e1545612636758-300x239.jpg 300w" sizes="(max-width: 739px) 100vw, 739px" /><figcaption id="caption-attachment-901" class="wp-caption-text">Obs: A imagem publicada no jornal sugere que o ferimento em Aurora Fernandes teria ocorrido no lado direito. Entretanto, de acordo com a própria Aurora e conforme apontado pelo nosso entrevistado Dr. Wilton Reis, médico que também examinou Aurora, além do Dr. Orlando Zoghbi, o ferimento foi causado no lado esquerdo, o que nos sugere que a foto, antes de publicada, sofreu um processo de inversão horizontal, também chamado de espelhamento.</figcaption></figure><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Após mais de 40 anos, a equipe do site <a class="vglnk" href="http://operacaoprato.com" rel="nofollow">operacaoprato.com</a> localizou a jovem mostrada na foto, com 18 anos na época. Trata-se de <strong>Aurora do Nascimento Fernandes</strong>, que nos concedeu, juntamente com sua mãe, Dona Eunice, uma entrevista inédita e exclusiva, contando sua história ocorrida no dia 17 de novembro de 1977.</span></p><h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;"><strong>A versão apre</strong><strong>sentada pelo jornal “A Província do Pará” de 19/11/197</strong>7</span></h2><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-902" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/jornal_5-e1545608527587.jpg" alt="" width="382" height="573" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/jornal_5-e1545608527587.jpg 382w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/jornal_5-e1545608527587-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 382px) 100vw, 382px" /></p><h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;">Comparações entre a versão do jornal “A Província do Pará” de 19/11/1977 e a concedida na entrevista de 21/10/2018</span></h2><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>1 &#8211; Visão de um objeto</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Jornal: Não há menção quanto a observação de objeto.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Entrevista: Tanto Aurora quanto sua mãe, D. Eunice, afirmaram ter visto um objeto circular de cor amarela, com luzes que piscavam em torno de si, posicionado acima de uma castanheira (árvore).</span></p><p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">2 &#8211; Circunstâncias</span></strong></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Jornal: Aurora teria sido atacada por uma forte corrente de vento frio e um sentimento de medo terrível, tendo sido envolvida por uma luz vermelha que a deixou atordoada, ao mesmo tempo que sentia &#8220;furadas muito finas&#8221; que eram dadas em seu seio.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Entrevista: Declarou não haver sentido vento ou ter sido envolvida por luz. Viu apenas o feixe de luz em sua direção e sentiu um “baque” ou “choque”, caindo desmaiada. Sentiu dor e ardência no local do ferimento.</span></p><p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">3 &#8211; Cheiro</span></strong></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em ambas há menção a presença de um inusitado cheiro de éter.</span></p><p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">4 &#8211; Testemunhas</span></strong></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em ambas foi relatada a presença das mesmas pessoas na casa: a mãe, o pai (falecido) e o irmão.</span></p><p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">5 &#8211; Atendimento médico e sintomas</span></strong></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em ambas estão presentes as duas idas ao hospital e os sintomas, acentuadamente, fraqueza geral e dores de cabeça.</span></p><h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;">A versão do Dr. Orlando Zoghbi</span></h2><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O médico que aparece examinando a jovem Aurora Fernandes na foto publicada pelo jornal “A Província do Pará” de 20/11/1977 é o Dr. Orlando Salomão Zoghbi. A convite do jornal, o Dr. Zoghbi teria visitado três jovens que se disseram atacadas pela denominada “luz vampira”, entre elas, Aurora Fernandes, com 18 anos na época. Após examinar as possíveis vítimas, o Dr. Zoghbi emitiu um parecer sobre o ocorrido afirmando que os ferimentos teriam sido causados pelas unhas das próprias jovens, num gesto de autodefesa, em virtude do estado emocional em que se encontravam, conforme reproduzido a seguir:</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-903" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/jornal_6-e1545609112411.jpg" alt="" width="508" height="563" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/jornal_6-e1545609112411.jpg 508w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/jornal_6-e1545609112411-271x300.jpg 271w" sizes="(max-width: 508px) 100vw, 508px" /></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-904" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/jornal_7-e1545609356760.jpg" alt="" width="505" height="587" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/jornal_7-e1545609356760.jpg 505w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/jornal_7-e1545609356760-258x300.jpg 258w" sizes="(max-width: 505px) 100vw, 505px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Cumpre-nos alertar ao leitor que o Dr. Orlando Zoghbi fez parte da Sociedade Paraense de Parapsicologia, que possuía uma visão extremamente cética quanto à natureza extraterrestre do fenômeno, conforme se verifica na reprodução abaixo do jornal “O Estado do Pará” de 29/06/1978:</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-905" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/jornal_8-e1545609544388.jpg" alt="" width="1161" height="525" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/jornal_8-e1545609544388.jpg 1161w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/jornal_8-e1545609544388-300x136.jpg 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/jornal_8-e1545609544388-768x347.jpg 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/jornal_8-e1545609544388-1024x463.jpg 1024w" sizes="(max-width: 1161px) 100vw, 1161px" /></p><figure id="attachment_906" aria-describedby="caption-attachment-906" style="width: 1150px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-906" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/dr.-orlando-zoghbi-e1545609779898.jpg" alt="" width="1150" height="577" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/dr.-orlando-zoghbi-e1545609779898.jpg 1150w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/dr.-orlando-zoghbi-e1545609779898-300x151.jpg 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/dr.-orlando-zoghbi-e1545609779898-768x385.jpg 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/dr.-orlando-zoghbi-e1545609779898-1024x514.jpg 1024w" sizes="(max-width: 1150px) 100vw, 1150px" /><figcaption id="caption-attachment-906" class="wp-caption-text">Obs.: Dr. Orlando Zoghbi de branco, ao centro à esquerda</figcaption></figure><h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;">A versão do Dr. Wilton Reis</span></h2><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Conforme declarado na entrevista que nos foi concedida no dia 15/11/2018, o Dr. Wilton Reis, médico legista à época, e que examinou Aurora Fernandes no dia 18/11/1977, dia seguinte ao ocorrido, não concordou com a opinião do Dr. Zoghbi quanto aos ferimentos terem sido causados pelas unhas das próprias vítimas, fruto de uma neurose. Segundo sua opinião, as lesões, tanto de Aurora, quanto de outra jovem que ele teria examinado, não apresentavam características de terem sido produzidas por unhas, sendo do tipo saca-bocado, onde houve perda de substância (derme, epiderme e sangue). Mencionou também o fato de não considerar o caso como fruto de uma neurose, visto que as jovens examinadas por ele não se conheciam e teriam apresentado a mesma história, o mesmo tipo de ferimento e a presença do cheiro de éter.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nossos leitores poderão verificar no vídeo que, conforme declarado na entrevista, o Dr. Wilton Reis acredita na hipótese extraterrestre como explicação para o fenômeno.</span></p><h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 18pt; color: #e64946;">A foto do ferimento de Aurora Fernandes tirada pelo Dr. Wilton Reis</span></h2><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Ainda durante a entrevista, o Dr. Wilton nos confirmou ter sido ele o autor de uma foto do ferimento da jovem Aurora Fernandes, que já nos havia sido repassada por uma fonte fidedigna, que nos solicitou sigilo quanto ao seu nome. De acordo com o Dr. Wilton, a foto foi tirada por uma câmera Asahi Pentax (analógica), utilizando uma lente de aumento ou aproximação. A seguir, a foto escaneada a 600 dpi.</span></p><p><a href="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/ferimento-aurora-fernades.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-913" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/ferimento-aurora-fernades.jpeg" alt="" width="372" height="550" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/ferimento-aurora-fernades.jpeg 372w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/12/ferimento-aurora-fernades-203x300.jpeg 203w" sizes="(max-width: 372px) 100vw, 372px" /></a></p><p><a href="http://operacaoprato.com/fotos_op/ferimento%20aurora%20fernades%20600dpi.jpeg" target="_blank" rel="noopener">Para download da imagem em alta resolução clique aqui.</a></p><h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;">Queimadura?</span></h2><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Após a realização da entrevista gravada em vídeo, nossa equipe considerou necessário esclarecer um aspecto importante em relação ao ferimento da jovem Aurora. Atualmente, existe a crença de que ele compartilhava das mesmas características dos ferimentos que foram atribuídos a alguns habitantes da ilha de Colares, que foram classificados como queimaduras, pelo menos de acordo com a médica que atendia os habitantes daquela localidade. Dessa forma, contatamos o Dr. Wilton por telefone, onde este nos confirmou não se tratar de um ferimento por queimadura, mas de lesões em saca-bocado.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;">Observações:</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Era intenção de nossa equipe tentar entrevistar também o Dr. Orlando Zoghbi mas, infelizmente, descobrimos que ele havia falecido recentemente, em maio deste ano de 2018.</span></p><h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;">Conclusão</span></h2><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Embora o presente artigo e entrevistas não tenham conseguido nos fazer chegar a uma conclusão definitiva sobre a origem dos autores dos estranhos fenômenos que causaram sofrimento nos anos 70 às populações de algumas localidades do Norte e Nordeste brasileiros, bem como de seus objetivos, acreditamos que as informações trazidas são importantes como uma pequena peça que se encaixa num grande quebra-cabeça que merece ser montado até o seu final. Resta-nos prosseguir investigando e aguardando que um dia consigamos decifrar a origem desses fantásticos acontecimentos que se tornaram o maior evento ufológico de todo o mundo.</span></p><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt; color: #808080;">Autores do artigo: P.A. Ferreira, Raphael Pinho, Luiz Fernando, Hélio A. R. Aniceto e M.A. Farias.</span></p>								</div>
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		<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Foperacaoprato.com%2Fnovidades%2Fentrevista-exclusiva-com-iconica-vitima-declarada-do-chupa-chupa-e-foto-inedita-do-seu-ferimento-confira-ainda-o-depoimento-do-medico-perito-que-examinou&amp;linkname=ENTREVISTA%20EXCLUSIVA%20COM%20IC%C3%94NICA%20V%C3%8DTIMA%20DECLARADA%20DO%20CHUPA-CHUPA%20E%20FOTO%20IN%C3%89DITA%20DO%20SEU%20FERIMENTO.%20CONFIRA%20AINDA%20O%20DEPOIMENTO%20DO%20M%C3%89DICO%20PERITO%20QUE%20A%20EXAMINOU" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Foperacaoprato.com%2Fnovidades%2Fentrevista-exclusiva-com-iconica-vitima-declarada-do-chupa-chupa-e-foto-inedita-do-seu-ferimento-confira-ainda-o-depoimento-do-medico-perito-que-examinou&amp;linkname=ENTREVISTA%20EXCLUSIVA%20COM%20IC%C3%94NICA%20V%C3%8DTIMA%20DECLARADA%20DO%20CHUPA-CHUPA%20E%20FOTO%20IN%C3%89DITA%20DO%20SEU%20FERIMENTO.%20CONFIRA%20AINDA%20O%20DEPOIMENTO%20DO%20M%C3%89DICO%20PERITO%20QUE%20A%20EXAMINOU" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Foperacaoprato.com%2Fnovidades%2Fentrevista-exclusiva-com-iconica-vitima-declarada-do-chupa-chupa-e-foto-inedita-do-seu-ferimento-confira-ainda-o-depoimento-do-medico-perito-que-examinou&amp;linkname=ENTREVISTA%20EXCLUSIVA%20COM%20IC%C3%94NICA%20V%C3%8DTIMA%20DECLARADA%20DO%20CHUPA-CHUPA%20E%20FOTO%20IN%C3%89DITA%20DO%20SEU%20FERIMENTO.%20CONFIRA%20AINDA%20O%20DEPOIMENTO%20DO%20M%C3%89DICO%20PERITO%20QUE%20A%20EXAMINOU" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd a2a_counter addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Foperacaoprato.com%2Fnovidades%2Fentrevista-exclusiva-com-iconica-vitima-declarada-do-chupa-chupa-e-foto-inedita-do-seu-ferimento-confira-ainda-o-depoimento-do-medico-perito-que-examinou&#038;title=ENTREVISTA%20EXCLUSIVA%20COM%20IC%C3%94NICA%20V%C3%8DTIMA%20DECLARADA%20DO%20CHUPA-CHUPA%20E%20FOTO%20IN%C3%89DITA%20DO%20SEU%20FERIMENTO.%20CONFIRA%20AINDA%20O%20DEPOIMENTO%20DO%20M%C3%89DICO%20PERITO%20QUE%20A%20EXAMINOU" data-a2a-url="https://operacaoprato.com/novidades/entrevista-exclusiva-com-iconica-vitima-declarada-do-chupa-chupa-e-foto-inedita-do-seu-ferimento-confira-ainda-o-depoimento-do-medico-perito-que-examinou" data-a2a-title="ENTREVISTA EXCLUSIVA COM ICÔNICA VÍTIMA DECLARADA DO CHUPA-CHUPA E FOTO INÉDITA DO SEU FERIMENTO. CONFIRA AINDA O DEPOIMENTO DO MÉDICO PERITO QUE A EXAMINOU"></a></p><p>The post <a href="https://operacaoprato.com/novidades/entrevista-exclusiva-com-iconica-vitima-declarada-do-chupa-chupa-e-foto-inedita-do-seu-ferimento-confira-ainda-o-depoimento-do-medico-perito-que-examinou">ENTREVISTA EXCLUSIVA COM ICÔNICA VÍTIMA DECLARADA DO CHUPA-CHUPA E FOTO INÉDITA DO SEU FERIMENTO. CONFIRA AINDA O DEPOIMENTO DO MÉDICO PERITO QUE A EXAMINOU</a> appeared first on <a href="https://operacaoprato.com">Operação Prato</a>.</p>
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		<title>EXCLUSIVO! APÓS 40 ANOS CORONEL ROMPE O SILÊNCIO! ENTREVISTA INÉDITA COM O CHEFE DO A2 E COMANDANTE DA OPERAÇÃO PRATO CEL. CAMILLO FERRAZ DE BARROS</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Apr 2018 03:14:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Breve resumo histórico sobre o fenômeno No final da década de 1970, mais especificamente em 1977 e 1978, populações de algumas localidades dos estados brasileiros <a class="mh-excerpt-more" href="https://operacaoprato.com/novidades/coronel-rompe-o-silencio-entrevista-inedita-comandante-da-operacao-prato-cel-camillo-ferraz-de-barros" title="EXCLUSIVO! APÓS 40 ANOS CORONEL ROMPE O SILÊNCIO! ENTREVISTA INÉDITA COM O CHEFE DO A2 E COMANDANTE DA OPERAÇÃO PRATO CEL. CAMILLO FERRAZ DE BARROS">[...]</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="858" class="elementor elementor-858 elementor-bc-flex-widget">
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									<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong>Breve resumo histórico sobre o fenômeno</strong></span></h2><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">No final da década de 1970, mais especificamente em 1977 e 1978, populações de algumas localidades dos estados brasileiros do Pará e Maranhão passaram a denunciar a presença de “luzes” que estariam se movendo de maneira incomum através do céu noturno. Em alguns casos, os moradores dessas localidades também chegaram a alegar que tais “luzes”, que também eram chamadas de “objeto”, “aparelho”, “bicho” ou “chupa”, avançaram em direção a algumas pessoas e emitiram uma espécie de “feixe luminoso” sobre elas. De acordo com alguns relatos, esse feixe criou alterações sobre o estado de saúde dessas pessoas, resultando em sintomas como fraqueza, sensação de calor, dificuldades para falar, etc., além de deixar sequelas físicas, como queimaduras.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Esse estranho fenômeno, que começou a ficar conhecido no estado do Maranhão nos primeiros meses do ano de 1977, foi migrando lentamente ao longo do ano em direção ao oeste, de maneira que nos meses finais desse mesmo ano, ainda continuava ativo, entretanto não mais no estado do Maranhão, mas sim no estado do Pará, mais especificamente em localidades banhadas pela baía do Marajó e seus afluentes. Os principais locais afetados pelo fenômeno naquele momento eram: A ilha de Colares; Vigia de Nazaré; Santo Antônio do Ubintuba; Vila Nova do Ubintuba; Santo Antônio do Tauá, entre outros.</span></p><h2 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;"><strong>O início da investigação militar</strong></span></h2><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Embora os militares brasileiros já estivessem investigando o fenômeno pelo menos desde maio de 1977 conforme <a href="http://operacaoprato.com/novidades/documento-inedito-comprova-militares-investigavam-luzes-e-ataques-antes-da-operacao-prato" target="_blank" rel="noopener">artigo</a> já publicado anteriormente pelo site operacaoprato.com, uma providência mais efetiva só foi tomada meses depois quando autoridades das localidades atingidas encaminharam pedidos de ajuda à Aeronáutica para que investigassem a natureza das luzes que afligiam as populações locais.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Pelo menos uma destas demandas teria chegado às mãos do Comandante do I Comar em Belém, o Brigadeiro Protásio Lopes de Oliveira, que ordenou ao Chefe da Seção de Inteligência (2ª Seção) para que comandasse uma sigilosa investigação em busca de respostas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">De acordo com documentos oficiais da Força Aérea Brasileira que atualmente já são de conhecimento público, a Aeronáutica brasileira investigou esse fenômeno através da denominada “Operação Prato”. Essa documentação informa que a Operação Prato foi iniciada no dia 20 de outubro de 1977, através do deslocamento de uma equipe operacional formada por 03 (três) agentes do I COMAR da Força Aérea Brasileira que, partindo de Belém, se dirigiram para a localidade de Santo Antônio do Tauá.</span></p><h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #e64946; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong>O entrevistado</strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">No relatório oficial posteriormente escrito pelos militares dessa primeira equipe, relataram que aquela missão, que objetivava esclarecer o que de real existia sobre os aparecimentos e movimentação dos chamados “Objetos Voadores Não Identificados”, seria cumprida “<em>de acordo com as ordens verbais recebidas do Sr. Chefe do A2</em>”, que durante a Operação Prato, se tratava exatamente do nosso entrevistado neste artigo, o então Tenente-Coronel Camillo Ferraz de Barros, ou seja, o chefe da seção de inteligência (2ª Seção) do I COMAR em Belém, conforme está descrito nos arquivos militares oficiais da Operação Prato.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O então Ten. Cel. Av. Camillo recebia diretamente os relatos verbais da equipe de campo bem como os relatórios e fotos produzidos. Conforme será visto mais adiante neste artigo, em algumas ocasiões ele esteve pessoalmente nas localidades de incidência do fenômeno. Nos anos posteriores à Operação Prato, poucos militares comentaram o assunto, descrevendo detalhes da operação e as experiências vividas. Vale ressaltar a célebre entrevista que em 1997, o Cel. Hollanda concedeu para a revista UFO, que foi um marco na ufologia e viria e repercutir grandemente nos anos seguintes. Mais recentemente, outros importantes militares participantes da Operação Prato concederam entrevistas aos autores desse artigo, e elas podem ser verificadas nesse site. Todos esses entrevistados apontam o Coronel Camillo Ferraz de Barros, aviador experiente com mais de 5.000 horas de vôo, como o militar de alta patente responsável por orquestrar a operação, seria ele um dos personagens mais importantes dessa história.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">No ano de 2013, a revista UFO divulgou uma matéria na edição UFO Especial Nº 72, mês de junho, contendo uma fotografia que foi atribuída ao Cel. Camillo, mas que na realidade pertence a uma outra pessoa, conforme constatamos no momento que nos encontramos pessoalmente com o entrevistado. Tendo em vista que essa fotografia vem sendo divulgada há alguns anos em sites e palestras, disponibilizamos agora a foto com a imagem real do Cel. Camillo, de modo a viabilizar as correções necessárias.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Apesar de no ano de 1977 o nosso entrevistado já ter prestado declarações a jornais da época a respeito da aparição das estranhas luzes, ele nunca havia respondido a perguntas diretas feitas por pesquisadores sobre a operação em si. Após um silêncio que durou mais de 40 anos, o site <a href="http://operacaoprato.com" target="_blank" rel="noopener">operacaoprato.com</a> produziu a única entrevista concedida por esse protagonista da operação militar que investigou um dos eventos mais incríveis da Idade Contemporânea.</span></p>								</div>
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										<img loading="lazy" decoding="async" width="678" height="1000" src="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/04/Cel.-Camillo-Ferraz-de-Barros-694x1024.jpg" class="attachment-large size-large wp-image-860" alt="" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/04/Cel.-Camillo-Ferraz-de-Barros-694x1024.jpg 694w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/04/Cel.-Camillo-Ferraz-de-Barros-203x300.jpg 203w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/04/Cel.-Camillo-Ferraz-de-Barros-768x1134.jpg 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/04/Cel.-Camillo-Ferraz-de-Barros.jpg 867w" sizes="(max-width: 678px) 100vw, 678px" />											<figcaption class="widget-image-caption wp-caption-text">Cel. Camillo Ferraz de Barros. Foto gentilmente cedida por seu filho Ricardo V. de Barros</figcaption>
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									<p class="MsoNormal"><b><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif';">Nome</span></b><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif';">: Camillo Ferraz de Barros</span></p><p class="MsoNormal"><b><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif';">Data de nascimento: </span></b><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif';">27/04/1937</span></p><p class="MsoNormal"><b><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif';">Natural:</span></b><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif';"> MG</span></p><p class="MsoNormal"><b><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif';">Ingresso na FAB:</span></b><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif';"> 31/03/1952</span></p><p class="MsoNormal"><b><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif';">Patente na época da OP:</span></b><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif';"> Tenente-Coronel</span></p><p class="MsoNormal"><b><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif';">Atuação: </span></b><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif';">Chefe da seção de inteligência (A2) do I COMAR em 1977, comandou a Operação Prato</span></p><p class="MsoNormal"><b><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; font-family: 'Arial','sans-serif';">Patente atual:</span></b><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial, sans-serif;"> CL QOAV RF (Coronel, Quadro de Oficiais Aviadores, Reformado)</span></p>								</div>
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									<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #e64946; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><strong>A ENTREVISTA</strong></span></h2><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>1) Sr. Coronel Camillo, por qual motivo a Operação Prato foi iniciada?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Um prefeito de uma das cidades da região entrou em contato conosco, e nos falou que os moradores da cidade estavam muito assustados com “luzes” de origem desconhecida que estavam aparecendo por lá.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>2) Até quando o senhor permaneceu ligado funcionalmente aos assuntos referentes à Operação Prato?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Até eu ser transferido do I COMAR.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>3) E quando o senhor foi transferido?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Acredito que tenha sido por volta do ano de 1980. Portanto, qualquer coisa que eu diga, só é válido caso tenha ocorrido entre o início da Operação Prato e, essa minha transferência.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>4) E isso significa que as investigações sobre o fenômeno “Chupa-chupa” ainda existiam durante o ano de 1980?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Sim, mas com uma intensidade muito menor do que quando o fenômeno era indiscutivelmente ativo, por volta de 1977. No momento da minha transferência, havia pouca atividade nas investigações.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>5) Os relatórios oficiais mencionam que o senhor esteve presente em localidades atingidas pelo fenômeno. Está registrado que a equipe do senhor contava com a presença de médicos militares da Aeronáutica. Pode comentar sobre isso?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Eu fui até esses lugares, e os médicos militares examinaram pessoas das localidades. Enquanto eu estava lá, me lembro de uma senhora que disse ter sido vítima das “luzes”, mas não pudemos confirmar a procedência das declarações dela. A única coisa clara era que ela precisava de atendimento, no mínimo por estar muito nervosa. </span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>6) Em algum outro momento, médicos subordinados à Aeronáutica participaram das missões militares relacionadas à Operação Prato, além dessa ocasião na qual eles acompanharam a equipe do senhor?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Não me lembro da presença de médicos em outras ocasiões.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>7) Esses médicos que foram acompanhados pelo senhor, chegaram a alguma conclusão sobre o que estava acontecendo?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Eles perceberam que as pessoas estavam muito nervosas. Algumas tinham algumas marcas, mas essas marcas que eles viram não eram nada conclusivas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>8) Quais suas impressões sobre o que presenciou nesses locais?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Os moradores daquelas localidades estavam muito assustados com a presença daquelas “luzes”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>9) Sobre essas “luzes”, o senhor as viu?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Sim. Vi uma certa quantidade delas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>10) Pode descrevê-las?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Bom, o que posso dizer é que eram “luzes” que se moviam no céu.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>11) Elas possuíam alguma forma específica?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Eu não fui capaz de perceber se tinham alguma forma específica. Naquilo que fui capaz de perceber, basicamente, eram “luzes”. O que me intrigou em relação a elas era a movimentação delas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>12) Pode explicar melhor essa questão envolvendo a movimentação dessas “luzes”?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Sim. Elas se movimentavam de maneira que sugeria organização, pois não era uma movimentação aleatória. Portanto, pelo que meus olhos viram e, pelo que minha equipe e os moradores relataram, acredito que aquelas “luzes” estavam sendo controladas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>13) E na opinião do senhor, quem as controlava?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Considero que eram controladas por alguma forma de inteligência que era superior à inteligência humana. Mas acho importante esclarecer que essa minha opinião não foi formada por causa de informações sigilosas que poderiam ter chegado até a mim, mas sim devido ao fato de que essas luzes apresentavam características que no meu entendimento, eram diferentes de qualquer fenômeno natural ou atividade humana que eu conhecesse. Portanto, o que eu vi, foi visto de maneira bem mais frequente pela minha equipe de campo e pelos moradores daquelas localidades; todos eles tiveram as mesmas oportunidades do que eu para criarem suas próprias opiniões. Dessa forma, considero que havia algo inteligente e complexo por trás daquelas “luzes”, mas a Aeronáutica não foi capaz de compreender sua origem, onde resta a cada um fazer sua própria interpretação e chegar a sua própria conclusão.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>14) Mas o que sua equipe de campo lhe reportava sobre as “luzes”? Diziam que eram simplesmente “luzes”, ou relatavam a possibilidade de haver algo artificial nelas?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Pelo que me lembro, nem mesmo a equipe de campo foi capaz de esclarecer muita coisa envolvendo essas “luzes”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>15) Sua equipe chegou a debater a possibilidade de que essas luzes poderiam ser máquinas, aeronaves, etc.?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Havia mais especulação sobre a natureza dessas luzes do que informações concretas. E essas poucas informações concretas eram essencialmente obtidas através de observações visuais.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>16) O que o senhor tem a dizer a respeito de um evento que teria ocorrido durante os meses finais do ano de 1977, no qual uma equipe chefiada pelo Coronel Hollanda teria visualizado, perto deles, um objeto voador brilhante que tinha o tamanho de um prédio de 30 andares, cuja forma foi comparada pelo Coronel Hollanda, a uma “bola de futebol americano”? O que o Coronel Hollanda e os demais militares que por ventura também estavam presentes, lhe relataram sobre esse acontecimento?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Não me recordo disso. Não me lembro de nada com essa descrição.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>17) O que ocorre é o seguinte: Entre os pesquisadores e interessados pela Operação Prato, esse episódio se destaca. Trata-se de acontecimentos específicos que teriam ocorrido numa olaria localizada nas imediações de Belém, chamada Olaria Keuffer. De acordo com o Coronel Hollanda, conforme ele disse numa reportagem gravada em vídeo que já é de conhecimento público, em 1977, um trabalhador dessa olaria, chamado Luiz, teria lhe contado que viu um “ser” de identidade desconhecida, que teria saído de uma nave que se encontrava parada no ar, de modo que esse “ser” teria descido flutuando dessa nave, alcançando o solo. Esse “ser” teria então iluminado o local onde Luiz se encontrava, com o uso de uma luz que provinha da sua própria “mão”. Nesse momento, Luiz estaria escondido nas proximidades, mas esse “ser” teria direcionado para ele essa mesma luz proveniente da sua “mão”. Luiz então teria fugido, e o “ser” teria voltado para a nave, que teria voltado a persegui-lo pelo alto. Posteriormente, o Hollanda teria então ido até essa olaria junto a uma equipe da Aeronáutica e, já durante sua primeira noite de vigília, o Hollanda e sua equipe teriam visualizado um objeto voador de enormes proporções, que brilhava muito, possuía um comprimento aproximado de 100 metros, e apresentava uma forma elipsóide, que Hollanda comparou a uma bola de futebol americano. Então, Cel. Camillo, o senhor pode nos fornecer informações a respeito desses eventos sucedidos na área dessa olaria?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Quanto a esse rapaz da olaria, dele me lembro muito bem. Ele foi até o I COMAR e eu mesmo o recebi, e eu mesmo colhi o relato dele. Ele chegou lá bastante assustado e suas roupas estavam bastante sujas. Ele me contou que estava no meio do mato, à noite, caçando, quando ele viu uma luz que lhe pareceu muito estranha, iluminando o local. Ele disse que ficou com muito medo e fugiu de lá correndo.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>18) E como era essa “luz”? </strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Quando ele estava me contando sobre essa “luz”, comentou algo sobre uma “mão”. Mas nem ele mesmo sabia explicar se a “luz” estava saindo de uma mão ou se a tal mão segurava algo que gerava a “luz”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>19) E essa tal “mão”, pertencia a quem?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Considerando que era mesmo uma mão, ele me disse que não conseguiu visualizar direito a quem ela pertencia.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>20) E nessa história que ele lhe contou, ele falou algo sobre ter visto alguma nave ou algum “ser”, pessoa, ou humanóide?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Na história que ele contou pra mim, não havia a presença de naves ou de qualquer “ser” ou pessoa. Havia essa questão da “mão”, que logicamente ele achou que pertencia a alguém.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>21) E quanto ao objeto brilhante que tinha o tamanho de um prédio de 30 andares e a forma de uma bola de futebol americano?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Realmente não me lembro desse acontecimento. O que me lembro é dessa situação envolvendo o rapaz da olaria, que me procurou falando que viu uma luz estranha. Entretanto, realmente não me recordo de que tenha ocorrido esse evento posterior, envolvendo esse objeto gigantesco, com essas características. Acredito que não tenha ocorrido, mas se ocorreu, certamente estará nos relatórios e eles irão me corrigir.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>22) O senhor já assistiu aos vídeos das entrevistas do Coronel Hollanda, onde ele forneceu informações sobre a Operação Prato?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Vi uma parte dessas entrevistas, mas jamais me interessei em ver elas por completo. Não possuo esse interesse.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>23) E em relação às partes que o senhor viu, qual é sua avaliação?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Sobre as partes que eu vi, tenho a impressão de que houve um certo exagero em algumas das declarações dele. Mas não tenho interesse em ficar analisando as palavras dele.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>24) Como foi o interesse do alto-escalão militar em Brasília pelo fenômeno? Eles se interessaram pelo fenômeno desde o início, não se interessaram pelo fenômeno, ou passaram a se interessar por ele apenas a partir de um determinado acontecimento ou momento?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Brasília não demonstrava muito interesse por isso. Tanto é que quando foi alguém de Brasília para Belém, ele só foi até lá porque eu pedi. Era um agente do CISA, que foi enviado pra lá porque eu estava precisando de equipamentos melhores. Ele foi pra lá levando equipamentos de gravação de vídeo de qualidade superior àqueles que possuíamos.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>25) Então quer dizer que quando Brasília enviou alguém, isso não aconteceu por iniciativa deles?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Correto. As informações enviadas pra lá eram enviadas muito mais por iniciativa nossa do que por solicitação deles. Mas mesmo assim, não me lembro com qual frequência, nós mantínhamos o Estado Maior da Aeronáutica atualizado a respeito das investigações.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>26) Coronel Camillo, durante essas décadas que já se passaram desde o ápice do fenômeno, surgiram diversas informações indicando que o governo norte-americano, teria tido alguma influência ou participação, ou atuação conjunta com militares brasileiros, nas investigações do fenômeno “Chupa-chupa”. Alguma vez aconteceu do governo dos Estados Unidos, ou de qualquer outro país, ter enviado equipamentos ou profissionais para ajudar a Aeronáutica a investigar os acontecimentos envolvendo o fenômeno?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Enquanto eu estive presente à frente da seção, não me lembro da interferência ou apoio de outros países. Mantivemos tudo muito fechado entre nós. Foi tão restrito que certa vez o General Uchoa me procurou enquanto eu ainda estava na chefia do A2 do I COMAR, me pedindo informações sobre as investigações. Eu tive que sugerir a ele que pedisse autorização para o comandante do I COMAR, o Brigadeiro Protásio, pois só assim eu poderia fornecer alguma informação para ele. Só não era possível aplicar uma restrição maior às investigações porque o fenômeno estava ocorrendo a céu aberto e qualquer um podia vê-lo.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>27) Além do General Uchoa, outras pessoas lhe procuraram nessas últimas décadas, pedindo que o senhor contasse o que sabe?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Algumas pessoas já me procuraram, mas preferi não falar com elas sobre o assunto com a clareza com a qual estou fazendo agora. Pra te dar um exemplo, certa vez fui procurado por um ufólogo norte-americano chamado Bob Pratt. Inclusive, na ocasião, ele me ofereceu uma viagem para os Estados Unidos, com hospedagem, tradutor particular e todo o resto pago, para eu discursar sobre a Operação Prato em um congresso de ufologia; mas eu não quis. Outro que já me procurou há muito tempo atrás foi um ufólogo mineiro chamado Húlvio Aleixo, mas eu conversei apenas superficialmente com ele.A verdade é que eu enterrei esse assunto quando fui transferido do I COMAR. Estou falando com você agora por causa de uma situação excepcional, que se trata primeiramente da confiança que meu filho, que é seu amigo, depositou em você. Por causa disso, você frequentou minha casa, e tive a oportunidade de conviver com você, onde também senti que posso confiar em você, e decidi fazer essa exceção.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>28) Agradeço pela confiança e garanto ao senhor que farei o uso correto dela&#8230; A próxima pergunta se trata de uma dúvida que está na mente de muitos pesquisadores: Alguma vez a Aeronáutica enviou aeronaves de combate para aquelas áreas, a fim de identificar e confrontar as tais “luzes”, que ficaram durante vários meses cruzando o céu noturno daquelas localidades?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Enquanto eu estive lá, isso não aconteceu.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>29) Mas por que a Aeronáutica insistiu em continuar apenas com as missões terrestres, tentando investigar um fenômeno que parecia se originar no céu?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: As melhores aeronaves de combate da Força Aérea não estavam em Belém, mas mesmo assim, não foi por isso que não enviamos aeronaves para tentarmos confrontar as “luzes”. Não enviamos aeronaves para essa finalidade porque não achamos que essa seria a abordagem adequada. Acreditávamos que estávamos realizando as investigações corretamente, através das investigações por terra. Mas também buscamos outras alternativas para tentarmos descobrir o que estava acontecendo.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>30) Pode dar exemplos dessas alternativas?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Alguns pescadores das áreas atingidas pelo fenômeno nos informaram que havia algum tipo de objeto que estaria se movendo sob as águas, e que a partir desse objeto que se moveria dentro das águas, alguns objetos menores costumavam surgir. Então, eu próprio fiz uma solicitação para que nossas investigações contassem com o apoio de uma aeronave que talvez fosse capaz de detectar esse tal objeto mencionado por esses pescadores. Então, foi enviado para nós, proveniente da Base Aérea de Salvador na Bahia, uma aeronave dotada de um sistema de detecção avançado, que seria capaz de identificar certos tipos de estruturas, no momento em que essas fossem sobrevoadas por essa aeronave. Então, essa aeronave, que era chamada de “Netuno”, possuía um dispositivo de grande precisão que era capaz de localizar até mesmo submarinos que se encontrassem sob as águas. Inclusive, nessas buscas foram encontradas algumas embarcações naufragadas. Mas quanto ao tal objeto descrito pelos pescadores, esse não foi encontrado.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>31) A respeito de aeronaves, os relatórios da Operação Prato descrevem que enquanto o senhor estava em Colares, levado por um helicóptero, esse mesmo helicóptero que levou o senhor, levantou voo e realizou um procedimento que está registrado nos relatórios através do termo “Teste de População”. O senhor pode nos dizer sobre do que tratou esse teste?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Fui eu que decidi executar esse teste. Eu queria saber se as pessoas de lá iriam confundir aquele helicóptero com as tais “luzes”; eu queria saber se elas estavam confundindo aeronaves comuns com as tais “luzes”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>32) E qual foi o resultado desse teste?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Eram pessoas simples e de pouco estudo, mas mesmo assim não foram confundidas pelo helicóptero.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>33) Os militares da Aeronáutica alguma vez anunciaram para o senhor que tiveram algum tipo de contato visual com algum “ser” ou “humanoide”, dentro ou próximo de alguma das luzes ou OVNIs?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Não me lembro de qualquer um deles afirmando isso.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>34) Provavelmente o senhor assistiu os vídeos gravados pelos militares da Operação Prato. O que as imagens mostram? Alguns desses vídeos mostram cenas especiais que chamaram sua atenção?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Existiram vídeos. Em relação a aqueles vídeos que eu assisti, as imagens não eram muito conclusivas. Me lembro que em certa ocasião eu enviei um desses vídeos para um especialista, e esse especialista analisou essas imagens. Se tratava de um vídeo Super 8 e esse profissional disse que não era possível concluir muita coisa com base naquelas imagens. Ele disse que se tratavam de imagens de luzes, e que elas, por si só, não diziam muita coisa.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>35) O senhor gostaria de fazer suas conclusões finais, sobre a Operação Prato?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Camillo: Uma coisa que eu sempre falei quando me perguntavam sobre a Operação Prato, é que eu não sabia de nada. As pessoas sempre acharam que eu falava isso para despistar, que eu falava isso para esconder informações altamente sigilosas. Mas a grande verdade é que, ao menos dentro daquilo que eu sei, dentro daquilo que eu presenciei e fui informado enquanto era o chefe da equipe de campo da Aeronáutica que investigou o fenômeno, as informações às quais tive acesso não fogem tanto daquilo que a população local presenciava, apesar das exceções lógicas. É claro que as informações eram concentradas na equipe que eu chefiava, mas mesmo assim, enquanto eu estava no I COMAR, isso não foi suficiente para que a Aeronáutica chegasse a uma conclusão oficial sobre o fenômeno; essa conclusão depende muito mais da opinião pessoal de cada um, perante aquilo que sabe e aquilo que viu.</span></p><h3><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong>Reflexão</strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Antes de iniciarmos a análise desta entrevista, conclamamos todos os pesquisadores a se atentarem a um aspecto fundamental envolvendo as pesquisas concernentes a Operação Prato e, ao fenômeno por ela investigado; nos referimos à confiabilidade das fontes consultadas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Tratou-se de um fenômeno de proporções gigantescas, ocorrido em diversas localidades dispostas ao longo de uma ampla faixa territorial, que contou com a presença de várias testemunhas, e resultaram em diversos trabalhos investigativos que foram largamente divulgados através de livros, jornais, documentários televisivos, palestras, documentos, sites, entrevistas, etc.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em meio a tantos conteúdos, qualquer pesquisador que se aventure a analisar todos esses materiais que estão acessíveis ao público, irá se deparar com uma série de conflitos e contradições entre esses dados. Haverá vários momentos nos quais duas ou mais fontes que aparentemente possuem o mesmo grau de confiabilidade, parecerão divergir entre si de modo tão extremo, que poderemos nos ver diante de um impasse.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Neste contexto, salientamos que apesar de determinados conceitos envolvendo o fenômeno denominado “Chupa-chupa” serem amplamente divulgados e estarem enraizados no imaginário popular, isso não garante que sejam verdadeiros; não devemos nos guiar pelas informações mais comuns e difundidas, mas sim por aquelas provenientes das fontes mais fidedignas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Para momentos de conflito e, para qualquer outro, diga-se de passagem, a atitude mais prudente, segura e sensata trata-se de colocarmos os relatórios oficiais produzidos pelos militares da Aeronáutica como a fonte de consulta mais confiável e precisa de que poderemos dispor, conferindo-lhes a máxima credibilidade possível durante sua consulta ou comparação com as milhares de outras informações existentes sobre o fenômeno.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Se pesquisarmos toda a dinâmica das investigações militares, perceberemos que a equipe da Aeronáutica esteve presente por durante algumas semanas nos locais mais afetados pelo fenômeno, exatamente no período mais intenso da sua manifestação; posteriormente a isso, realizaram várias incursões através de missões de curta duração, porém estrategicamente executadas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em relação às duas missões de maior duração (20Out77 até 11Nov77 e, 25Nov77 até 05Dez77), durante o dia, percorriam todo o interior das localidades atingidas, entrevistando e registrando os relatos de testemunhas e possíveis vítimas e, durante a noite, se dividiam em grupos menores buscando se posicionarem em pontos de observação estratégicos, o que lhes permitia perceber qualquer possível manifestação do fenômeno no vasto céu noturno, onde registravam qualquer atividade suspeita, auxiliados por equipamentos como binóculos, câmeras fotográficas, filmadoras, teodolitos e rádios, de maneira que também se mantinham atentos para a necessidade de se deslocarem imediatamente ao encontro de qualquer evento que se desenrolasse ao nível do solo, junto à população e suas residências.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Eram militares treinados, equipados e focados no cumprimento da missão e, mesmo que toda a experiência que possuíam não fosse capaz de garantir que percebessem todos os acontecimentos sucedidos enquanto se fizeram presentes em localidades como Colares, ao menos dentro daquilo que estavam lá para averiguar, certamente identificariam todo e qualquer acontecimento que se sucedesse com maior frequência e, conforme é comumente noticiado, foram muito frequentes as notícias que atribuíram às denominadas “luzes” a execução de ações como voar, brilhar, atacar e deixar ferimentos nas pessoas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Os relatórios oficiais que a Aeronáutica produziu durante a Operação Prato não foram feitos para o grande público, não foram criados para tranquilizar a população abalada pelo fenômeno; esses documentos foram elaborados para permanecerem secretos, seguindo padrões de sigilo e precisão militar. Foram redigidos de forma a conferir ao texto a máxima exatidão em relação à descrição dos eventos registrados, sem exageros, sem excluir aspectos relevantes e, principalmente, com a cautela por parte dos autores no sentido de não deixarem que suas opiniões pessoais sobre a origem do fenômeno interferissem na descrição dos fatos; quando se tratava de suas opiniões, registravam isso de maneira clara.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">É até justificável imaginarmos a existência de acobertamento de informações em documentos militares produzidos para serem divulgados para o público, mas não naquilo que os militares produzem para si próprios, para seus superiores hierárquicos.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Um exemplo disso pode ser verificado nas declarações que o próprio Cel. Camillo fez para o jornal A Província do Pará, que foram publicadas na edição do dia 05 de novembro de 1977. Naquele momento, a Operação Prato se desenvolvia a pleno vapor na ilha de Colares e, o Cel. Camillo, quando perguntado sobre o aparecimento de OVNIs dentro da área do I COMAR, respondeu que “<em>tudo não passou de uma ilusão de ótica por parte da população</em>”, e que na sua opinião, os moradores das localidades atingidas pelo fenômeno teriam confundido satélites artificiais e meteoritos, com naves extraterrenas. Logicamente que naquele momento ele já possuía plena ciência de que o fenômeno se tratava de algo bem mais complexo do que uma “ilusão de ótica”,entretanto, fez o que autoridades responsáveis por populações em pânico geralmente fazem, ou seja, evitou declarações que pudessem aumentar o temor daquelas pessoas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Ao pesquisarmos sobre o aparecimento desses relatórios da Operação Prato, veremos que eles foram inicialmente vazados sem o consentimento da Aeronáutica, de maneira que posteriormente, quando a Força Aérea Brasileira decidiu liberar documentos oficiais dessas incursões militares, já havia se passado cerca de três décadas, num momento em que não era mais possível negá-las, visto que a documentação oficial anteriormente vazada era contundente.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Erros nos relatórios logicamente existiram, como em algumas questões envolvendo datas, ou em certos cálculos que visaram identificar o tamanho aparente de determinados corpos luminosos, entre outros. Entretanto, estamos falando aqui da obrigação dos militares em serviço, de registrarem os fatos seguindo critérios de precisão que não lhes permitia fugir da exata descrição daquilo que tomavam ciência.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Isso significa que até mesmo o testemunho dos militares já reformados que participaram da Operação Prato, salvo em situações excepcionais, a princípio não devem ter o mesmo peso em relação aos documentos oficiais sigilosos produzidos durante a operação, mesmo que em alguns casos eles próprios tenham redigido e assinado parte de tal documentação.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">É uma linha muito tênue que separa as palavras futuras de um militar já reformado, daquilo que ele próprio oficializou no passado através de documentos oficiais secretos, mas ainda assim, conforme já afirmamos, os documentos elaborados representando a “palavra” da Força Aérea Brasileira, no momento que assinados, possuíam o amparo, respaldo e credibilidade dessa instituição militar, de maneira que na condição de documentos sigilosos voltados para o público interno militar, conforme eram os documentos da Operação Prato, as responsabilidades e obrigações impostas pela hierarquia e disciplina da Força Aérea Brasileira não permitia qualquer “desvio” durante o registro dos fatos, de modo que a confiabilidade destes documentos transcendem as outras fontes de informação sobre o fenômeno.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nesse cenário, algo extremamente favorável para a evolução da nossa compreensão sobre os fatos, é quando esses poucos militares da Aeronáutica que estiveram amplamente envolvidos nas investigações, divulgam informações que enriquecem e aperfeiçoam os dados que nos são trazidos pelos relatórios oficiais militares, acrescentando elementos que, acima de tudo, se encontram em harmonia com esse material, preenchendo suas lacunas e, dando-lhes sentido em suas partes mais confusas ou inconclusivas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">As declarações do Cel. Camillo acrescentaram nova vida aos relatórios, trazendo luz a aspectos de grande relevância dentro da Operação Prato. Que nenhum de nós fique decepcionado caso sua entrevista não atenda a determinadas crenças ou expectativas sobre as investigações militares pois, o verdadeiro valor das suas palavras está justamente em nos revelar a verdade por trás de determinados acontecimentos que foram deturpados ao longo das últimas décadas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">É natural que os novos conteúdos que surgem sobre a Operação Prato sejam comparados com os conteúdos mais relevantes atualmente conhecidos, principalmente em relação aos relatórios oficiais produzidos pela Aeronáutica em 1977 e 1978. Com base nessa concepção, iniciaremos a partir de agora a análise da entrevista.</span></p><h3><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong>Manifestação do fenômeno</strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">As informações divulgadas sobre o fenômeno no decorrer das últimas décadas acabou por erguê-lo no imaginário popular, sustentando-o através de 02 (dois) pilares principais: O primeiro se trata das denominadas “luzes”, “OVNIs”,“corpos luminosos” ou “fenômenos óticos”, conforme descrições da própria Aeronáutica, que teriam frequentemente cruzado o céu noturno de localidades como Colares, Vigia e Santo Antônio do Tauá. O segundo se trata dos ditos “ataques”, sintomas e sequelas (queimaduras), que teriam sido infligidos por tais “luzes” em desfavor da população dessas localidades.</span></p><h3><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong>Luzes</strong></span></h3><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-861" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/04/luzes_op-e1524968531818.png" alt="" width="611" height="546" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/04/luzes_op-e1524968531818.png 611w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/04/luzes_op-e1524968531818-300x268.png 300w" sizes="(max-width: 611px) 100vw, 611px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Quanto a esse primeiro pilar, as ”luzes”, o Cel. Camillo confirmou sua existência e, fez questão de salientar sua crença de que não eram naturais, que “<em>estavam sendo controladas</em>”. Dos militares que tiveram participação ativa na Operação Prato, os registros indicam que o Cel. Camillo era o único com formação de piloto militar, possuindo naquele momento grande conhecimento teórico, aliado a uma experiência prática de mais de 5.000 horas de voo. Portanto, ninguém mais qualificado do que ele para saber identificar a artificialidade das denominadas “luzes”, de maneira que ele explicou uma das bases do seu raciocínio para chegar a essa conclusão: “<em>Elas (‘luzes’) se movimentavam de maneira que sugeria organização, pois não era uma movimentação aleatória</em>”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Mas há outra coisa muito importante que podemos perceber nas palavras dele, que se trata da incapacidade, até mesmo dos militares da Aeronáutica, de obterem informações mais precisas sobre a natureza das tais “luzes”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em relação a elas, conseguiram estimar distâncias, tamanhos aparentes, altura em relação ao solo, velocidade, etc., mas, definitivamente não obtiveram êxito em identificar a constituição dessas “luzes”, ou seja, se tratavam-se de máquinas voadoras que emitiam brilho,se eram formadas através da manifestação de algum tipo de energia, ou se possuíam qualquer outra natureza.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Podemos confirmar essa perspectiva através de uma leitura atenta dos relatórios oficiais da Operação Prato, que por diversas vezes registrou o avistamento por parte dos militares da Aeronáutica, de luzes de origem desconhecida que realizaram manobras absolutamente bem definidas através do céu noturno.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Além de ser possível chegarmos a essa conclusão pela simples conferência individual desses avistamentos, o Sargento Flávio Costa, já durante o final da 1ª Missão da Operação Prato, redigiu um relatório de encerramento das atividades daquela fase da operação, denominado <a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_antiga/Relat%C3%B3rio%206%20-%20Coment%C3%A1rios%20e%20Aspecto%20Psico-Social%20e%20Econ%C3%B4mico%20-%20VERS%C3%83O%20ANTIGA.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>“<em>Relatório de Missão / Comentários e Aspecto Psico-Social e Econômico</em>”</strong></a>, onde expôs a avaliação da equipe de campo perante o que presenciaram. Tal relatório é um verdadeiro tesouro para os pesquisadores, pois nos auxilia a compreender a percepção da equipe da Aeronáutica perante o fenômeno, após terem permanecido nas localidades afetadas (principalmente na ilha de Colares) por durante 03 (três) semanas de intensas atividades investigativas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nesse relatório, ele declara que a equipe formada por ele, pelo Sargento Almeida (codinome Luciano) e pelo Sargento Pinto, considerava que a presença de OVNIs ou “luzes” era “patente” (que não deixa dúvida, claro, evidente), movimentavam-se em altitudes e direções variadas, efetuavam manobras complexas e, principalmente, eram “inteligentemente dirigidos”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A dificuldade das equipes militares para denominarem aqueles brilhos intrigantes que se moviam pelo céu noturno ficou muito clara nos relatórios, havendo algumas variações nos termos utilizados, mas demonstraram terem se sentido seguros com o uso do termo “corpo luminoso”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O Cel. Camillo achava que as “luzes” eram provenientes de alguma forma de inteligência não humana, superior à nossa logicamente, mas fazendo questão de deixar claro que essa sua opinião foi construída com base em informações muito mais simples e publicamente acessíveis, do que aquilo que a comunidade ufológica geralmente supõe. Mesmo com toda sua humildade em reconhecer que tudo o que ele sabe e viu, realmente não foi suficiente para que ele “batesse o martelo” no momento de anunciar a identidade dos responsáveis pelo fenômeno, cabe a nós reconhecer que o ponto de vista de um protagonista do seu calibre é algo muito relevante.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nos relatórios da Operação Prato existem alguns desenhos de naves de aparência exótica que podem levar os pesquisadores mais desavisados a pensarem que tais objetos foram observados pelos militares da Aeronáutica, quando na verdade eles apenas criaram esboços daquilo que algumas pessoas que se apresentaram como testemunhas lhes descreveram.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dentro da visão dos militares, a maior exceção em relação à falta de detalhes mais contundentes em relação a esses corpos luminosos se tratou das declarações que o Cel. Hollanda fez ao longo de algumas entrevistas que concedeu nos anos de 1981 e 1997, para Bob Pratt e a Revista UFO, respectivamente, nas quais revelou uma sequência de avistamentos cujas particularidades são capazes de impressionar a qualquer ouvinte.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O evento mais fantástico por ele narrado se tratou da descrição de um acontecimento que teria ocorrido no último semestre de 1977, em relação ao qual o Cel. Hollanda alegou que teria visualizado junto com sua equipe, uma nave brilhante com um comprimento de aproximadamente 100 metros que, entre outros detalhes, possuía uma forma semelhante a uma “bola de futebol americano”, era dotada de janelas e, se deslocava através do céu noturno, às vezes realizando manobras peculiares. Inclusive, alguns pesquisadores da Operação Prato consideram as descrições deste avistamento em específico, como uma prova definitiva sobre a natureza extraterrestre do fenômeno, tamanho o impacto causado pelas declarações do Cel. Hollanda no que tange a esse acontecimento em particular.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dessa forma, sendo o Cel. Camillo o chefe direto do então Cap. Hollanda durante aquele período, fornecemos a ele durante sua entrevista as exatas declarações feitas pelo Cel. Hollanda sobre esse impressionante avistamento, para que pudéssemos a partir daí lhe perguntar maiores detalhes sobre esse acontecimento. Como resposta a esse evento, o Cel. Camillo declarou: “<em>Não me recordo disso. Não me lembro de nada com essa descrição</em>”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Conforme a equipe do operacaoprato.com já citou através de outros artigos, concluímos que esse evento relatado pelo Cel. Hollanda se sucedeu ao longo da noite de 09/12/1977 e madrugada de 10/12/1977, estando catalogado através dos registros de números 63, 65 e 66 do notório documento oficial produzido pela Aeronáutica denominado <a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/C-%20REGISTROS%20DE%20OBSERVA%C3%87%C3%95ES%20DE%20OVNIS%20-%20CENDOC%20I%20COMAR.rar" target="_blank" rel="noopener"><strong><em>“Registros de Observações de OVNI”</em></strong></a>, que se tornou público em 2009 e, encontra-se sob a guarda do Arquivo Nacional.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O que ocorre é que as declarações fornecidas pelo Cel. Hollanda nessas entrevistas, principalmente na de 1997, a respeito dos acontecimentos daquela noite em especial, conduzem os ouvintes ou leitores a idealizarem um cenário altamente complexo, no qual o objeto teria aparentemente interagido explicitamente com a equipe militar de uma maneira jamais antes vista em qualquer outro acontecimento relacionado ao fenômeno. O Cel. Hollanda também relacionou detalhes muito específicos e importantes sobre o objeto, que inexplicavelmente não estão presentes em nenhum dos relatórios oficiais da Aeronáutica, de maneira que quando as declarações do Cel. Hollanda são confrontadas com tal documentação militar, essa indica que os avistamentos daquela noite constaram em observações bem menos explícitas e espetaculares do que normalmente é imaginado quando se considera o conteúdo das suas entrevistas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Portanto, por mais estranho que possa parecer para alguns que o Cel. Camillo, chefe da Operação Prato, não se lembre daquele que teoricamente se trata do acontecimento mais fantástico das missões militares, isso na verdade é pertinente, pois acaba reforçando essa hipótese já consistente, no sentido de que os eventos sucedidos naquela noite possivelmente não contaram com o requinte de detalhes narrados pelo Cel. Hollanda. Nesse caso, o nosso entrevistado não teria se lembrado do acontecimento em questão, pelo simples fato de que se os eventos daquela noite não se destacaram tanto em relação às várias dezenas de outros avistamentos que chegaram ao seu conhecimento, realmente não há como se cobrar que ele se lembrasse desse evento em especial, mesmo que certamente tenha sido informado a respeito dele na época dos fatos.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Realmente acreditamos que os avistamentos daquela noite foram muito especiais para o Cel. Hollanda, mas não é possível ignorar a ausência de determinados dados nos relatórios militares e, a partir de agora, o desconhecimento do próprio Cel. Camillo, seu superior imediato, em relação à versão narrada por ele.</span></p><h3><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong>Ataques, sintomas e sequelas</strong></span></h3><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-862" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/04/ataques_op.jpg" alt="" width="480" height="360" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/04/ataques_op.jpg 480w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/04/ataques_op-300x225.jpg 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/04/ataques_op-326x245.jpg 326w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/04/ataques_op-80x60.jpg 80w" sizes="(max-width: 480px) 100vw, 480px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Eis que temos aqui nosso segundo pilar, um dos temas mais polêmicos em relação à Operação Prato, que se trata do conceito de que as denominadas luzes, OVNIs ou corpos luminosos, empreenderam ataques em desfavor das populações das localidades afetadas pelo fenômeno, causando-lhes ferimentos.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Este tema nos coloca diante de um verdadeiro dilema, com diferentes fontes de informação basicamente se dividindo no apoio de duas versões divergentes.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em apoio à existência dos ataques, sua origem está nos relatos de testemunhas que alegaram terem presenciado ou sofrido ataques provenientes do denominado “aparelho” ou “chupa”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A existência de vítimas feridas por supostos ataques também encontra apoio nas declarações proferidas pela Dra. Wellaide Cecim, que era a médica responsável pela unidade de saúde de Colares na época dos acontecimentos. Ainda que não tenha afirmado ter presenciado a ocorrência de qualquer ataque direto contra alguém, ela confirma a presença de queimaduras de primeiro grau, dentro das quais ainda haveria pequenas marcas semelhantes a perfurações, em pessoas que se declararam vítimas do “aparelho” ou “chupa”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em relação à quantidade de pacientes atendidos na unidade de saúde de Colares, que se apresentaram sob a condição de supostas vítimas de ataques de “feixes de luz” que teriam sido disparados pelo denominado “aparelho”, vamos considerar como referência principal as declarações que a Dra. Wellaide fez para a própria equipe militar da Aeronáutica durante a primeira missão da Operação Prato. Naquele momento ela afirmou para os militares que havia atendido 04 (quatro) possíveis vítimas que teriam sido atingidas pelo tal &#8220;foco de luz”, de maneira que tal declaração está registrada nos relatórios oficiais da primeira missão militar.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Não há motivos para pensarmos que possa ter havido um erro no registro dessa quantidade relatada por ela para os militares da Aeronáutica. Eles se encontravam no mesmo ambiente que a médica, durante o próprio período de manifestação do fenômeno luminoso, num momento no qual as notícias de ataques contra a população já haviam se reduzido drasticamente, ou seja, não havendo razões para que essa quantidade de pacientes atendidos sob a suspeita de terem sido “queimados” pelo denominado “aparelho”, viesse a sofrer grandes aumentos a partir daquele momento.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Já em relação à quantidade de pacientes que procuraram a unidade de saúde de Colares apresentando sintomas extremos de ordem emocional, logicamente isso envolveu uma quantidade maior de pessoas. O que ocorreu, portanto, e o que ficou gravado no imaginário popular, é a falsa ideia de que a quase totalidade das pessoas que se dirigiram ao posto de saúde de Colares em decorrência do fenômeno, haviam sido “queimadas” pelo “aparelho”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A hipótese favorecendo os ataques foi amplamente deflagrada através da imprensa. Apesar dos jornais terem contribuído para informar a população sobre os importantes acontecimentos, por muitas vezes deixaram a desejar, divulgando sob o aspecto de verdade notícias espetaculosas advindas de fontes frágeis e não checadas. Nos documentos oficiais da 1ª Missão da Operação Prato, há a seguinte menção dos militares, em relação à atuação da imprensa durante a divulgação do fenômeno: “<em>Em sua totalidade a região onde se observou, o aparecimento de fenômenos óticos, ou Corpos Luminosos de origem desconhecida, tem por habitantes pessoas de índice cultural, sócio-econômico e sanitário dos mais baixos, aliados a crendices e formação simples, <strong>facilmente influenciados pelos meios de comunicação </strong></em><strong>(imprensa)<em>, nem sempre usados por pessoas escrupulosas e à altura da informação pública</em></strong>&#8230;”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Há uma foto icônica associada ao fenômeno “Chupa-chupa”, publicada originalmente através de uma reportagem do jornal<a href="http://operacaoprato.com/jornais/jornais%20da%20epoca%20-%20par%C3%A1/APdoP/M-%20APdoP.%20Bel%C3%A9m%2C%20101%C2%BA%20ano%2C%20n%C2%BA%2025.641%2C%20domingo%2C%2020%20nov.%201977%2C%201%C2%BA%20caderno%2C%20p.%2016%20%28Chupa-chupa%20%C3%A9%20s%C3%B3%20fantasia%29.jpg" target="_blank" rel="noopener"><strong><em> A Província do Pará, edição do dia 20/11/1977</em></strong></a>, que mostra a imagem de uma marca que aparenta se tratar de um ferimento, presente na área superior do seio direito de uma senhorita chamada Aurora do Nascimento Fernandes, na época com 18 anos de idade (outras informações associadas a esse acontecimento estão presentes na <a href="http://operacaoprato.com/jornais/jornais%20da%20epoca%20-%20par%C3%A1/APdoP/K-%20APdoP.%20Bel%C3%A9m%2C%20101%C2%BA%20ano%2C%20n%C2%BA%2025.640%2C%20s%C3%A1bado%2C%2019%20nov.%201977%2C%201%C2%BA%20caderno%2C%20p.%2014%20%28Vampiro%20interplanet%C3%A1rio%20s%C3%B3%20gosta%20de%20mulher%29.jpg" target="_blank" rel="noopener"><strong><em>edição do dia 19/11/1977 do Jornal A Província do Pará</em></strong></a>.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em sites, palestras, documentários e outros conteúdos nos quais informações sobre o fenômeno são divulgadas, costumamos ver a foto da Srta. Aurora deitada numa rede enquanto seu ferimento, exposto, está sendo examinado de perto pelo Dr. Orlando Zoghbi, que havia sido convidado pelo próprio jornal A Província do Pará, a fim de avaliar o quadro clínico dela e, de duas outras jovens, todas residentes no bairro Jurunas, localizado à margem do Rio Guamá, sul de Belém, num momento em que as notícias de ataques do denominado “chupa” ou “aparelho” estavam presentes de maneira mais intensa nos jornais da capital paraense.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O grande problema da utilização indiscriminada dessa fotografia, que de fato aparenta mostrar um tipo de ferimento no corpo daquela jovem, é que não há evidências suficientes para ligar aquela lesão, a uma ação dos responsáveis pela perpetração do fenômeno luminoso investigado pela Operação Prato.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Outro fato que podemos perceber é que o parecer do médico que acompanhou a reportagem do jornal foi praticamente ignorada pelos pesquisadores do fenômeno, onde ele apresentou uma linha de raciocínio na qual as lesões teriam sido causadas pelas próprias unhas da jovem, motivada por fatores emocionais.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Outra voz contundente que, ao menos após o fenômeno, manifestou sua crença nos ataques, se tratou do Cel. Hollanda. Sua posição não pode ser ignorada, mesmo que tenha sido construída com base em informações que foram interpretadas de maneira diferente entre seus pares; ele também esteve lá e viu muitas coisas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Por outro lado, temos as vozes que desamparam a crença na ocorrência de ataques durante o fenômeno. A começar, temos o nosso entrevistado, o Sr. Cel. Camillo. Está bastante claro na sua entrevista que o Cel. Camillo, durante os vários anos nos quais esteve à frente do serviço de inteligência da Aeronáutica em Belém, não observou nem recebeu informações que lhe confirmassem a presença de tais ataques, ou mesmo de sequelas, como queimaduras.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Grande parte da opinião do nosso entrevistado se deve a uma das diligências que ele fez nas áreas afetadas pelo fenômeno, principalmente na ilha de Colares, enquanto foi acompanhado por uma equipe de médicos militares da Aeronáutica, cuja participação na Operação Prato foi descoberta em primeira mão pela nossa equipe do operacaoprato.com, onde apresentamos o <a href="http://operacaoprato.com/novidades/relatorio-medico-inedito-da-operacao-prato-e-entrevista-exclusiva-com-militar-que-participou-da-missao" target="_blank" rel="noopener"><strong><em>relatório inédito dessa missão médica e uma entrevista exclusiva com o médico mais experiente presente no local</em></strong>.</a></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Essa missão na qual os médicos da Aeronáutica acompanharam o Cel. Camillo, apesar de curta, foi extremamente proveitosa a fim de se avaliar informações envolvendo ataques, sintomas e sequelas. O Cel. Camillo, junto do Dr. Ernesto Póvoa, que era um experiente psiquiatra e, também na companhia do Dr. Augusto Sérgio Santos de Almeida, puderam ver com seus próprios olhos o que estava acontecendo, onde avaliaram pessoalmente o estado de saúde de várias pessoas que alegaram terem sido atacadas pelo “chupa”, sendo que duas delas se apresentaram alegando que o suposto ataque havia ocorrido há poucos minutos antes.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Logicamente que a equipe médica detalhou para o Cel. Camillo em tempo real tudo o que percebiam e, isso foi fundamental para as suas conclusões. Portanto, o parecer do Cel. Camillo, como também do médico psiquiatra Dr. Ernesto Póvoa e, do também médico, Dr. Augusto Sérgio Santos de Almeida, não oferecem amparo à ocorrência de ataques ou presença de sequelas na pele das vítimas, pois, não viram ataques e, quanto a sequelas, o Dr. Póvoa, que havia avaliado vários moradores, conforme o próprio relatório sigiloso anunciou, respondeu o seguinte durante sua entrevista para nossa equipe, ao ser perguntado sobre os ditos ferimentos em tese provenientes desses supostos ataques: “<em>Não eram ‘ferimentos feitos pelas luzes’, elas </em>(pessoas) <em>é que diziam isso. Como eu falei antes, a gente via algumas marcas de picada no pescoço, mais nada, e a pessoa muito estressada, com taquicardia</em>”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Outro conteúdo de peso que não oferece amparo a ataques e sequelas se trata dos próprios relatórios militares produzidos pela Aeronáutica. No já mencionado “Relatório de Missão / Comentários e Aspecto Psico-Social e Econômico”, o Sargento Flávio Costa, em nome do restante da equipe que ele chefiava, após já ter permanecido por durante quase 03 (três) semanas nas áreas dos eventos, registrou o seguinte: <em>“As ‘luzes’, continuam a aparecer e o que é de pasmar, obedecendo a um ‘horário’, os populares já não se mostram tão assustados. Porém ainda permanece a dúvida, <strong><u>o ‘monstro’ criado pela Imprensa – o ‘chupa’, em sua ação de sugador de sangue (possivelmente não verdadeira), deixou marcada naquelas mentes: o pavor e uma imagem distorcida e adversa da realidade</u></strong>”</em>.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O trecho acima está contido em relatório oficial e é de fundamental importância, devendo ser lido e compreendido com sabedoria. A equipe militar, que estava in loco conferindo todos os detalhes do fenômeno e, certamente tinha total ciência da cobertura dos jornais, creditou à imprensa uma grande responsabilidade na difusão da ideia de haver uma espécie de “monstro” operando naquelas localidades, incorporado pelo temido “chupa”, espalhando a sensação de medo e insegurança no interior daquelas localidades.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Outro aspecto para o qual devemos nos atentar neste trecho em específico desse relatório militar, é que quando ele menciona que <strong>a ação “<em>sugadora de sangue</em>” atribuída ao denominado “<em>chupa</em>”, é “<em>possivelmente não verdadeira</em></strong>”, logicamente que tal afirmação também inclui outras formas de “ataque” atribuídas ao denominado “chupa”, como por exemplo, o disparo de “feixes de luz” que causariam queimaduras.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O na época Sargento Almeida, atualmente Suboficial, que esteve presente durante várias semanas compondo a equipe militar de campo da Operação Prato, a exemplo do Cel. Camillo, também foi recentemente localizado de maneira inédita pela nossa equipe do operacaoprato.com, após permanecer em silêncio por mais de 40 anos. Ele nos concedeu uma <a href="http://operacaoprato.com/novidades/exclusivo-entrevista-inedita-com-um-dos-principais-militares-da-operacao-prato" target="_blank" rel="noopener"><strong><em>entrevista exclusiva</em></strong></a>, na qual expôs algumas informações que acrescentaram-se aos relatórios. O SO Almeida apresenta um posicionamento semelhante àquele adotado pelo Cel. Camillo, ou seja, apresenta consistente convicção na questão da artificialidade do fenômeno luminoso, considerando que este era controlado de maneira inteligente, onde ao mesmo tempo também não observou indícios de que ataques tenham sido infligidos contra a população, também não tendo verificado a presença de sequelas naquelas pessoas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Neste momento há algo importante que devemos salientar. Levando-se em consideração as características das descrições dos ferimentos que foram noticiadas através de alguns pesquisadores do fenômeno, pela imprensa e, pela própria Dra. Wellaide, deveríamos estar diante de queimaduras nítidas e bem definidas, que deveriam ser claramente identificadas até mesmo pelos olhos de um leigo em assuntos médicos, como por exemplo, o Suboficial Almeida, que passou semanas em Colares avaliando a população. Entretanto, nesse caso ocorreu o contrário disso, pois, quando perguntamos ao Suboficial Almeida se ele chegou a entrevistar alguma pessoa que se disse “atacada” em decorrência do fenômeno, ele respondeu: “<em>Várias</em>”. Em seguida lhe perguntamos se algumas dessas pessoas apresentavam algum tipo de “marca”, no que ele respondeu: “<em>Não. Na época, não</em>”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Uma possível explicação para essa total oposição de opiniões em relação à ocorrência ou não de ataques e sequelas, se trataria de um contexto no qual os responsáveis por controlar as “luzes”, que independentemente de quem fossem, logicamente também possuiriam condições de avaliar o cenário em solo caso assim desejassem, pudessem ter contido suas ações durante a presença dos militares. Isso logicamente teria impedido que os militares tivessem percebido tais ataques, mas, de maneira alguma, essa atitude furtiva teria sido capaz de evitar as queimaduras que deveriam ter permanecido na pele dessas possíveis vítimas. Portanto, se durante a ocorrência do fenômeno, as notícias de ataques andaram lado a lado com as notícias de queimaduras, deveria haver muitas marcas de queimaduras em meio às populações atingidas, o que definitivamente não ocorre.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Até mesmo se efetuarmos uma conferência individual dos dados lançados nos relatórios oficiais da Aeronáutica, perceberemos que apesar dos militares terem entrevistado várias dezenas de testemunhas e possíveis vítimas relacionadas ao fenômeno e, apesar de alguns relatos dessas testemunhas terem acusado a perda de parte de suas capacidades motoras após terem sido alvejadas pelo que geralmente descreviam como “feixe de luz”, apenas em 02 (dois) casos há relatos de queimaduras após um suposto contato com um feixe de luz; há um terceiro caso no qual há a declaração da existência de uma queimadura, sem entretanto haver referência ao suposto feixe de luz.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Isso sugere que apesar da ideia de haver uma espécie de “monstro causador de sequelas” estar amplamente inserida na mente das populações das localidades afligidas pelo fenômeno luminoso, quando aquelas pessoas que seriam as principais testemunhas dos acontecimentos foram procuradas e entrevistadas, suas próprias declarações não foram capazes de sustentar as versões que defendiam essa manifestação “invasiva” do fenômeno, que segundo o imaginário popular, estaria violando o corpo e, consequentemente, a intimidade física daquelas pessoas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Mesmo que a questão envolvendo a existência ou não de sequelas físicas como queimaduras, requeiram um debate à parte, podemos abordar um grupo específico de sintomas em relação aos quais há uma maior concordância em relação aos principais personagens que tiveram contato com pessoas que se declararam como vítimas do fenômeno.Nesse contexto, devemos separar os sintomas que foram autodeclarados, das impressões ou constatações feitas pelos profissionais que avaliaram ou examinaram essas pessoas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">As possíveis vítimas queixaram-se de sintomas como: rouquidão, paralisia de membros superiores e inferiores, perda de força, mudez, calafrios, tonturas, sensação de calor, cefaléia (dor de cabeça), etc.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O Dr. Póvoa e o Dr. Augusto Sérgio, que acompanharam o Cel. Camillo, diagnosticaram os pacientes como apresentando:taquicardia, abalos musculosos, taquisfigmia (pulso rápido e cheio), taquipneia (respiração rápida), crise de choro, sensação de calor, distúrbios de fala (tartamudez-gagueira) e se apresentavam em “atitude fetal”, ou seja, tendiam a fletir os braços e pernas (flexionar) quando se deitavam.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A Dra. Wellaide apresentou para seus pacientes um diagnóstico baseado em crise nervosa e paresia (amortecimento parcial do corpo), hipertermia e cefaleia.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Quanto aos principais militares da equipe de campo da Operação Prato, estes também demonstraram a percepção de sintomas como perda da mobilidade corporal, perda da voz, calafrios, tonturas, taquicardia, tremores, cefaléia e amortecimento.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Sobre a imprensa, esta também relatou sintomas compatíveis com os descritos acima.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Portanto, fica claro que, tanto para os militares, como para os profissionais de saúde, ou testemunhas, ou qualquer um que tenha acompanhado uma sequência razoável dos acontecimentos, a presença de sintomas é indiscutível. Há divergência apenas na opinião dessas partes, em relação à etiologia desses sintomas, ou seja, ao que os causou.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Definitivamente, o alicerce que suporta a versão deque os sintomas apresentados por aquelas pessoas foram originados a partir da ação do disparo de “feixes de luz” por algum tipo de mecanismo artificial, é bem mais frágil do que normalmente se supõe, de modo que há possibilidades consistentes de que isso não tenha ocorrido. Entretanto, se ocorreu, definitivamente trataram-se de casos esporádicos e pontuais.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Considerando-se como verdadeira a premissa de ataques, por mais estranho que possa parecer, há alguns estudos científicos que defendem que algumas formas de energia que podem ser artificialmente produzidas, são capazes de produzir efeitos semelhantes a alguns dos sintomas atribuídos às possíveis vítimas do fenômeno.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O cientista e ufólogo francês Jacques Vallée, através do seu livro <a href="http://operacaoprato.com/livros-e-trabalhos-academicos" target="_blank" rel="noopener">“Confrontos” (Confrontations: A Scientist&#8217;s Search for Alien Contact)</a>, lançado em 1991, após ter pesquisado o fenômeno “Chupa-chupa”, incluindo os sintomas das possíveis vítimas de ataques, apresentou uma hipótese na qual aquilo que as testemunhas descreveram como “feixes de luz” disparados pelo denominado “chupa” ou “aparelho” no momento dos supostos ataques, poderia na realidade se tratar de uma complexa combinação entre radiações ionizante e não ionizante, de maneira que os ferimentos descritos poderiam ser derivados da ação do disparo de microondas pulsadas de alta frequência, haja vista que esse tipo de energia seria capaz de interferir no sistema nervoso central humano.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A parte teórica que envolve essa hipótese é muito extensa e complexa, tornando-se inviável descrevê-la detalhadamente neste artigo, mas trata-se de um campo de pesquisa praticamente inexplorado dentro do fenômeno alvo da Operação Prato. Esses estudos e testes estão ocorrendo há várias décadas, liderados principalmente pelos governos dos Estados Unidos e dos países do extinto bloco soviético, principalmente a Rússia, onde salientamos que o fato de tal tecnologia já ser conhecida pelo meio científico e militar durante a época do fenômeno, não elucida a dúvida sobre se sua origem é terrestre ou extraterrestre; apenas esclarece que as superpotências mundiais se interessavam pelo tema e estavam pesquisando seus fundamentos.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Já se considerando a premissa de que os sintomas foram totalmente originados a partir de fatores psicológicos, a descrição mais completa para tal contexto foi elaborada pelo aqui já mencionado relatório médico elaborado pelo psiquiatra Dr. Póvoa, no qual descreveu sua conclusão sobre os sintomas, que é a seguinte: “<em>Utilizando os sintomas referidos por estas 2 pessoas, e extrapolando para o resto da população, uma vez que os relatos eram idênticos, diferindo somente em detalhes, pode-se concluir que trata-se de uma reação fisiologicamente normal, denominada descarga adrenérgica, que acomete pessoas diante de ocasiões de luta, fuga ou medo. É o resultado da colocação em circulação, pelas glândulas supra-renais de uma substância chamada adrenalina que provoca todos os sintomas citados, e mais alguns como pele fria, seguido de sensação de calor e palidez. Essas pessoas sentem medo porque estão-se deparando com fatos inusitados, inéditos para elas, provocando temor de que acontecerá algo com elas. Em virtude de todos se conhecerem, a comunidade representa uma grande família; esses sintomas são transmitidos e boca-em-boca, e, de forma epidêmica ‘compartilhados’ por todos os moradores, circulando um clima de </em><em>histeria coletiva</em>”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Portanto, nossa avaliação em relação a esse tema, é que uma das chaves para se esclarecer a origem do fenômeno pode estar numa melhor compreensão dos sintomas que, infelizmente, foram deixados em segundo plano nas últimas décadas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">“Histeria Coletiva” e “Fenômenos Atmosféricos” também são defendidos por alguns pesquisadores como sendo os responsáveis pelo fenômeno mas, por mais que ambos possam ter ocorrido em alguma escala, tendo causado algum impacto na difusão do medo que se espalhou por aquelas comunidades, definitivamente não são a origem principal dos fatos, que contam com ações nitidamente “orquestradas” por autores dotados de recursos e inteligência.</span></p><h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #e64946; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Agente do CISA</span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Através apenas de uma simples informação, o Cel. Camillo também foi capaz de esclarecer um dos grandes mistérios da Operação Prato. No dia 11 de novembro de 1977, enquanto o fenômeno ainda era ativo, mas, de acordo com o Sargento Flávio, a população de Colares já havia “<em>aprendido a conviver com o problema</em>” do fenômeno, a equipe da Aeronáutica retornou para Belém, abandonando por duas semanas as localidades atingidas, retornando apenas em 25/11/1977.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Neste retorno, que constou numa espécie de “2ª Missão” da Operação Prato, havia uma novidade, que se tratava da presença de um membro do na época CISA BR (Centro de Informações de Segurança da Aeronáutica, sediado em Brasília).</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Resumindo, o CISA se tratava da elite do serviço secreto da Força Aérea Brasileira, diretamente ligado ao alto-escalão do governo militar e, o envio de um dos seus agentes para aparentemente chefiar essa segunda missão da Operação Prato, deu margem para várias especulações no sentido de que a alta cúpula militar estava seriamente interessada nos assuntos envolvendo o fenômeno luminoso, talvez até mesmo dando as cartas nas ações envolvendo a Operação Prato.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O entrevistado, além de se manifestar no sentido de que o Estado Maior da Aeronáutica e os demais componentes do alto escalão militar na capital federal, “<em>não demonstravam muito interesse</em>” pelo fenômeno investigado pela Operação Prato, também nos explicou que na realidade, a presença do agente do CISA, denominado “George” (possivelmente codinome), se deu através de um pedido feito por ele próprio, o Cel. Camillo,e por um motivo bem mais simples do que geralmente era imaginado, ou seja, para amparar a equipe militar de Belém numa dificuldade técnica, neste caso, para melhorar a eficiência na gravação de vídeos da manifestação do fenômeno, onde de fato os relatórios demonstram que nesta ocasião, os militares contavam com uma câmera Super 8 bastante moderna para a época, que tratava-se de uma Canon modelo 514.</span></p><h3><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;">Envio de aeronaves da FAB para interceptar as “luzes”</span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Na época do fenômeno, a Base Aérea da Aeronáutica em Belém já sediava uma unidade operacional denominada “<em>1º Esquadrão Misto de Reconhecimento e Ataque</em>”. Conforme o próprio nome já demonstra, essa unidade possuía aeronaves militares capazes de, literalmente, “<em>reconhecer</em>” e/ou “<em>atacar</em>”, qualquer coisa que ameaçasse a soberania nacional.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O principal local de ocorrência do fenômeno foi a ilha de Colares que, em termos aéreos, se encontrava a apenas algumas dezenas de quilômetros de distância dessa base da Aeronáutica, que possuía essas aeronaves de combate. Portanto, qualquer uma dessas aeronaves que decolasse dessa base aérea em Belém, precisaria apenas de poucos minutos para alcançar o espaço aéreo da ilha de Colares.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O fenômeno durou vários meses e, durante sua ocorrência, os próprios militares da Aeronáutica informaram através dos relatórios que o fenômeno luminoso era real e que tais luzes aparentavam ser “<em>inteligentemente dirigidas</em>”; foram essas as palavras utilizadas pelo Sargento Flávio.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">De acordo com os relatórios militares conhecidos, a única participação de uma aeronave da Aeronáutica durante as investigações da Operação Prato não se tratou de um avião de combate, mas sim de um helicóptero, que se tratou justamente da aeronave que levou o Cel. Camillo e o então Capitão Hollanda para a ilha de Colares no dia 01Nov1977.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Somado a isso, basta lembrar que estávamos sob a autoridade de um governo militar, que concedia amplos poderes e recursos para o Exército, Marinha e Aeronáutica.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dessa forma, o fato de não haver qualquer indício de que o esquadrão aéreo em Belém tenha enviado ao longo dos meses qualquer aeronave, nem mesmo para “reconhecer” a origem daquelas luzes que aterrorizavam as populações daquelas localidades, causa-nos estranheza.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O Cel. Camillo então explicou que a não utilização deste tipo de abordagem se deveu a questões estratégicas, pois, por aquilo que avaliaram, a abordagem correta deveria ser realizada por terra.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Isso passa a fazer algum sentido quando passamos a considerar que a Aeronáutica, mesmo após vários meses de investigação, jamais demonstrou ter encontrado qualquer evidência conclusiva indicando que os responsáveis pelo fenômeno estavam atacando a população. Entretanto, alguns pesquisadores certamente não concordarão com essa estratégia mais passiva em relação às denominadas “luzes”, visto que os próprios militares que estavam em campo admitiam que algo que “resistia” a se permitir ser identificado, estava operando no espaço aéreo brasileiro.</span></p><h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong><span style="color: #e64946;">Teste de população</span></strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Conforme mencionado acima, no dia 01 de novembro de 1977, o Cel. Camillo desembarcou de helicóptero na ilha de Colares, acompanhado do então Capitão Hollanda; inclusive, essa foi a primeira participação oficial de Hollanda nas investigações do fenômeno.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">De acordo com os relatórios, cerca de duas horas após o helicóptero ter pousado, o Cel. Camillo, outros militares e também moradores da ilha viram uma “luz” cruzando o céu.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dez minutos depois desse evento, o helicóptero levantou voo. Nos relatórios militares da missão, ao lado do texto que descreve a decolagem desse helicóptero, há a seguinte informação, escrita entre parênteses: “TESTE DE POPULAÇÃO”.</span></p><figure id="attachment_864" aria-describedby="caption-attachment-864" style="width: 400px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-864" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/04/Helicoptero-UH-1H-Bell-Huey-da-FAB.jpg" alt="" width="400" height="304" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/04/Helicoptero-UH-1H-Bell-Huey-da-FAB.jpg 400w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/04/Helicoptero-UH-1H-Bell-Huey-da-FAB-300x228.jpg 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/04/Helicoptero-UH-1H-Bell-Huey-da-FAB-80x60.jpg 80w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-864" class="wp-caption-text">Helicóptero UH-1H Bell Huey da FAB</figcaption></figure><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Quinze minutos após a decolagem do helicóptero, os relatórios militares relatam que o Cel. Camillo ouviu o relato de duas testemunhas; uma senhora chamada “Claudomira Paixão” e, um pescador chamado Elias de Oliveira, cujo apelido era “Fi”. A senhora Claudomira alegou ter sido atacada pela luz do chupa-chupa e ter seu seio sugado pela luz. Ainda em relação à senhora Claudomira, consta no relatório que ela foi levada ao IML de Belém. (Consta que foi feita uma incisão e constatada uma área levemente queimada, além de um sinal na mão direita)</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Continuando, os relatórios indicam que nessa mesma noite, o helicóptero retornou para Belém, enquanto o Capitão Hollanda e outros militares permaneceram na localidade.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Por causa desse nome tão específico, ou seja, “<em>Teste de População</em>”, alguns pesquisadores do fenômeno deduziram que o helicóptero decolou não para perseguir a tal “luz”, tendo em vista que ela já havia passado pelo céu há 10 minutos, mas sim para testar a população local, para testar se essa população iria confundir o helicóptero com uma das denominadas “luzes voadoras”. Neste momento, não se conhece a existência de qualquer relatório militar que contenha os resultados desse teste, nem confirmando ou esclarecendo seu objetivo, apenas consta sua aplicação.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O Cel. Camillo então veio a confirmar a suspeita mais lógica ao alcance dos pesquisadores. Declarou que ele próprio decidiu executar o teste, para saber se a população confundiria o helicóptero com as tais “luzes”. Como resultado do teste, o Cel. Camillo explicou que a população não foi confundida pelo helicóptero.</span></p><h3><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong>Avião Netuno</strong></span></h3><figure id="attachment_865" aria-describedby="caption-attachment-865" style="width: 478px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-865" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/04/aviao-netuno.jpg" alt="" width="478" height="230" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/04/aviao-netuno.jpg 478w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/04/aviao-netuno-300x144.jpg 300w" sizes="(max-width: 478px) 100vw, 478px" /><figcaption id="caption-attachment-865" class="wp-caption-text">Foto gentilmente cedida por Rudnei Cunha<br />http://www.rudnei.cunha.nom.br/FAB/br/p-15.html</figcaption></figure><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Uma das grandes novidades que nos foram trazidas através da entrevista, se tratou de um fato em relação ao qual o público não possuía o mínimo indício da sua existência, que foi a utilização de uma aeronave de patrulha marítima a fim de investigar notícias trazidas pelos pescadores das regiões atingidas pelo fenômeno, no sentido de que teriam visualizado um “objeto” que estaria se movendo dentro das águas que banhavam aquelas localidades. Apesar dos registros da Operação Prato indicarem uma absoluta prevalência de avistamentos de corpos luminosos se deslocando através do céu noturno, de fato há alguns relatos de testemunhas, principalmente de pescadores, constantes inclusive nos relatórios militares, que declararam terem visto “luzes” ou “objetos” se movendo sob as águas. Apesar desses relatos, não há qualquer registro nos relatórios oficiais que indique que os militares da Força Aérea Brasileira tenham presenciado um acontecimento dessa natureza.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Uma exceção poderia de tratar de um trecho presente numa das entrevistas que o Cel. Hollanda concedeu para Bob Pratt, publicada na edição de abril de 1999 do Ufo Journal Mufon, onde declarou que em certa ocasião, um dos sargentos da Aeronáutica lhe acordou, dizendo que eles tinham fotografado um “disco voador” mergulhando para dentro da água, próximo de um barco. Ainda segundo o Cel. Hollanda, algumas semanas depois, ele próprio viu uma “luz” azul que estaria próxima de um barco de pesca, de maneira que essa “luz” teria rodeado esse barco por uma ou duas vezes, a uma distância de aproximadamente 300 (trezentos) metros, onde então essa “luz” teria mergulhado nas águas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nossa equipe realizou uma conferência nos relatórios militares a fim de identificarmos os registros correspondentes a esses dois avistamentos narrados pelo Cel. Hollanda, haja vista que no nosso entendimento, ambos possuíam relevância suficiente para serem incluídos nos relatórios militares. Entretanto, não encontramos qualquer registro compatível com esses acontecimentos.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Quanto ao nome Netuno (P-15 Netuno), trata-se da designação genérica de um grupo de 14 (quatorze) aeronaves do modelo “P2V-5 Neptune”, projetado pela empresa norte-americana Lockheed, que foram adquiridas pela Força Aérea Brasileira no final da década de 1950, junto à Royal Air Force (Força Aérea britânica), onde antes disso, foram recondicionadas nos Estados Unidos.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Além de um poderoso holofote, ela era dotada de um radar “AN/APS-20”, capaz de detectar alvos na superfície do mar, como navios e os dispositivos snorkel de submarinos (conjunto de mastros e tubulações para admissão de ar e exaustão de gases, permitindo ao submarino operar seus motores diesel em profundidade periscópica) e, também de um radar do tipo “AN/ASQ-8 (MAD)”, capaz de detectar as anomalias magnéticas provocadas pela presença de submarinos, mesmo que submergidos (era com essa tecnologia que o Cel. Camillo contava quando solicitou o apoio de uma aeronave de patrulha marítima).</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Neste momento, nos deparamos com um conflito nos registros históricos, que sugerem que essa missão originada a partir de uma solicitação do nosso entrevistado, em busca de possíveis OSNIs (Objetos Submarinos Não identificados), pode ter contado com o amparo de determinadas ações e autorizações que fugiram um pouco dos procedimentos protocolares normalmente seguidos pela Aeronáutica.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Ocorre que oficialmente, o último voo oficial de um P-15 Netuno pela Força Aérea Brasileira ocorreu no dia 03 de setembro de 1976 (P-15 Netuno 7009).Foram dois os principais motivos que levaram à desativação dos P-15 pela Força Aérea Brasileira. O primeiro era o consumo excessivo de combustível (a gasolina de aviação naquela época era caríssima e escassa, ainda em vista da alta do preço do petróleo após a Guerra do Yom Kippur em 1973) e, o segundo, se tratava simplesmente das dificuldades para se adquirir suas peças de reposição.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Dessa forma, tendo em vista que as missões militares da Operação Prato pelo I COMAR se iniciaram oficialmente em 20 de outubro de 1977, para uma dessas aeronaves P-15 Netuno ter realizado essa missão em particular, deveria ter havido um esforço notável por parte da equipe de mecânicos da Base Aérea de Salvador, a fim de colocar no ar uma aeronave que estava há mais de 01 (um) ano sem realizar voos regulares, além é claro, da autorização de um militar de alta patente, capaz de superar as dificuldades burocráticas que logicamente se fariam presentes num caso como esse, ainda mais pelo fato de que aquela base aérea estava sob a autoridade do II COMAR, sediado em Recife/PE.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Outra possibilidade que identificamos, se trata da hipótese de que o Cel. Camillo tenha confundido o nome de aeronave, haja vista que no momento do seu último voo oficialmente conhecido, em 1976, as aeronaves Netuno já estavam a quase 20 anos realizando os patrulhamentos marítimos no território brasileiro.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Para incentivar a indústria nacional, a aeronave substituta para o patrulhamento marítimo nacional tratou-se de um modelo idealizado pela Embraer, no caso, o EMB-111 Bandeirante Patrulha (Bandeirulha), que após ser desenvolvido rapidamente, iniciou seus testes para aceitação na Força Aérea Brasileira durante o mês de agosto de 1977, de maneira que apenas no dia 11 de abril de 1978, uma unidade da Aeronáutica, exatamente a Base Aérea de Salvador, recebeu as primeiras unidades dessa aeronave, já plenamente testadas e, também equipadas com aparelhos capazes de detectar a presença de objetos subaquáticos.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Portanto, caso o Cel. Camillo tenha confundido uma aeronave Bandeirulha com uma Netuno, o mais provável é que essa missão tenha ocorrido a partir do mês de abril de 1978, onde as missões relacionadas à Operação Prato, apesar de mais esparsas, ainda existiam. Entretanto, se ela ocorreu durante os meses finais de 1977, quando o fenômeno era mais ativo, isso significaria que a busca pelos objetos submersos relatados pelos pescadores fez parte dos testes pré-operacionais do EMB-111 Bandeirante Patrulha.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Apesar dessa dúvida, o mais importante nesse caso é que o Cel. Camillo já foi capaz de nos adiantar que apenas algumas embarcações naufragadas foram encontradas pela aeronave de patrulha utilizada.</span></p><h3 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;"><strong>Vídeos sobre o fenômeno</strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em relação à Operação Prato, entre os esclarecimentos que parecem ser mais tangíveis, a disponibilização dos vídeos das missões operacionais que foram gravados pelas equipes militares é o principal objeto de desejo dos aficionados pelo fenômeno. É inegável que alguns vídeos foram gravados; inclusive nossa equipe já publicou um <a href="http://operacaoprato.com/novidades/documento-militar-inedito-relatorio-de-informacao-filmes-super-8-da-operacao-prato" target="_blank" rel="noopener"><strong><em>artigo</em></strong></a> demonstrando suas existências.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A questão é que já se passaram mais de 40 (quarenta) anos desde a Operação Prato e, mesmo após a revelação dos mais diversos conteúdos sobre as missões militares, nenhum desses vídeos veio a público.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Alguns consideram que caso eles sejam revelados algum dia, com o nosso conhecimento atual, poderemos ser capazes de definir a identidade dos autores por trás do fenômeno.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">No entanto, uma declaração do chefe da Operação Prato,mencionando que os vídeos aos quais ele teve acesso, não mostravam imagens conclusivas, é algo a se considerar. Possivelmente eles realmente não sejam tão determinantes quanto supomos, o que não significa que devemos parar de buscá-los com empenho, mas sem nos esquecer entretanto das outras linhas de investigação.</span></p><h3 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;"><strong>Participação de outros países nas investigações</strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Vez ou outra, surgem algumas notícias provenientes de pesquisadores independentes declarando que os militares brasileiros contaram com o apoio do governo norte-americano nas investigações da Operação Prato, seja oferecendo suporte, equipamentos, ou até mesmo assumindo as investigações. Até o presente momento, nenhuma dessas menções foram apresentadas junto a elementos mais sólidos.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O Cel. Camillo, mesmo tendo permanecido durante anos à frente da seção de inteligência do I COMAR, não se lembrou da interferência ou apoio de qualquer outro governo no âmbito das investigações.</span></p><h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #e64946; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong>Conclusão</strong></span></h2><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O principal legado da entrevista do Cel. Camillo foi o de nos trazer uma nova perspectiva sobre a Operação Prato e o enigmático fenômeno que ela investigou. Certamente é mais confortante imaginar que algum dia, a Força Aérea Brasileira disponibilizará algum documento ultrassecreto que irá esclarecer todas as nossas dúvidas sobre esses acontecimentos, mas temos de encarar a possibilidade altamente plausível de que, mesmo com a apresentação dos vídeos, nossa Aeronáutica realmente pode não ter muito mais a oferecer para saciar nossa sede de conhecimento. Conforme já dissemos, há uma imensa gama de dados já disponíveis, obtidos por pesquisadores resilientes ao longo das últimas décadas a quem devemos nossa gratidão e, sua assimilação torna-se indispensável para que possamos encontrar os caminhos mais prósperos que nos conduzirão ao topo do conhecimento que está ao nosso alcance.</span></p><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;">*A entrevista com o Cel. Camillo foi realizada nos dias 18, 19 e 20 de novembro de 2017.</span></p><p><span style="font-size: 10pt; color: #999999;">Autores do artigo: Raphael Pinho (entrevistador), Ricardo V. de Barros, Luiz Fernando, Hélio A. R. Aniceto, P.A. Ferreira e M.A. Farias.</span></p>								</div>
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		<title>Exclusivo! Entrevista Inédita com um dos Principais Militares da Operação Prato!</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Mar 2018 02:26:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Prezados pesquisadores, No final dos anos 70, principalmente em 1977 e 1978, quando insólitos fenômenos luminosos surgiram nos céus de pequenas localidades brasileiras, especialmente nos <a class="mh-excerpt-more" href="https://operacaoprato.com/novidades/exclusivo-entrevista-inedita-com-um-dos-principais-militares-da-operacao-prato" title="Exclusivo! Entrevista Inédita com um dos Principais Militares da Operação Prato!">[...]</a></p>
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									<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Prezados pesquisadores,</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">No final dos anos 70, principalmente em 1977 e 1978, quando insólitos fenômenos luminosos surgiram nos céus de pequenas localidades brasileiras, especialmente nos estados do Maranhão e Pará e a eles foram atribuídos supostos ataques através de feixes de luz disparados contra alguns habitantes dessas regiões, causando-lhes danos físicos e emocionais, coube aos militares brasileiros a incumbência de investigar a origem desses estranhos acontecimentos.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Embora a equipe do site <a href="http://www.operacaoprato.com" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #e64946;">WWW.OPERACAOPRATO.COM</span></a> já tenha comprovado através de documentos de que o interesse militar tenha começado bem antes do que se pensava (<a href="http://operacaoprato.com/novidades/documento-inedito-comprova-militares-investigavam-luzes-e-ataques-antes-da-operacao-prato" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #e64946;"><u>ver matéria aqui</u></span></a>), uma providência mais efetiva só foi tomada quando um pequeno grupo de militares da Aeronáutica, mais precisamente da Seção de Informações (A2) do I Comar, saiu de Belém no dia 20/10/1977 com destino a Santo Antônio do Tauá no Pará, dando início ali a célebre ”Operação Prato”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Através dos documentos hoje disponíveis, sabemos que a missão militar foi dividida em dois períodos. O primeiro, conhecido como “1ª Missão” transcorreu entre os dias 20/10/1977 e 11/11/1977. Já o segundo período conhecido como “2ª Missão” ocorreu entre 25/11/1977 e 05/12/1977. Sabemos também que, após o encerramento oficial da Operação Prato, alguns militares, como o Cap. Uyrangê Hollanda e, especialmente, o Sgt João Flávio de Freitas Costa, prosseguiram na investigação de forma autônoma, porém, ainda produzindo relatórios, até pelo menos o ano de 1979.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Apesar de boa parte da documentação produzida por nossos militares ser hoje conhecida, sempre se careceu do testemunho vivo daqueles que efetivamente participaram da extraordinária missão, ficando restrita praticamente ao histórico depoimento do então Cel. Uyrangê Hollanda em 1997.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A equipe do site <a href="http://WWW.OPERACAOPRATO.COM" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #e64946;">WWW.OPERACAOPRATO.COM</span></a> conseguiu recentemente e de forma inédita, entrevistas com os médicos militares Dr. Pedro Ernesto Póvoa (<a href="http://operacaoprato.com/novidades/relatorio-medico-inedito-da-operacao-prato-e-entrevista-exclusiva-com-militar-que-participou-da-missao" target="_blank" rel="noopener"><u>ver matéria aqui</u></a>) e Dr. Isaac Benchimol (<a href="http://operacaoprato.com/novidades/exclusivo-documentos-ineditos-relatorios-legiveis-da-operacao-prato-e-entrevista-com-mais-um-oficial-da-aeronautica" target="_blank" rel="noopener"><u>ver matéria aqui</u></a>), entretanto, a participação de ambos na missão, apesar de importante, foi extremamente breve.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Portanto, mesmo após decorridos mais de quarenta anos, ter o testemunho de um militar convocado para integrar a equipe da Operação Prato e que efetivamente investigou os ainda inexplicáveis fenômenos, sempre foi o desejo de muitos estudiosos que ainda tentam decifrar a origem de tais eventos.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Felizmente a espera terminou!</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A equipe do <a href="http://WWW.OPERACAOPRATO.COM" target="_blank" rel="noopener">WWW.OPERACAOPRATO.COM</a> localizou e obteve uma entrevista inédita com um dos militares que integrou a equipe que deu início a Operação Prato.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Trata-se do, atualmente, <strong>Suboficial Moacir Neves de Almeida</strong>, identificado a seguir:</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Nome:</strong> Moacir Neves de Almeida</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Idade durante a OP:</strong> 34 anos</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Idade atual:</strong> 75 anos (a completar)</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Patente na época da OP</strong>: Segundo Sargento</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Patente atual: </strong>Suboficial da Reserva (SO QSS BMA RF)</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Especialidade: </strong>MA (Mecânico de aeronaves).</span></p><figure id="attachment_813" aria-describedby="caption-attachment-813" style="width: 1032px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-813" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/03/SO_Almeida.jpg" alt="" width="1032" height="648" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/03/SO_Almeida.jpg 1032w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/03/SO_Almeida-300x188.jpg 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/03/SO_Almeida-768x482.jpg 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/03/SO_Almeida-1024x643.jpg 1024w" sizes="(max-width: 1032px) 100vw, 1032px" /><figcaption id="caption-attachment-813" class="wp-caption-text"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Foto gentilmente cedida pelo SO Moacir Neves de Almeida</span></figcaption></figure><h2><span style="color: #e64946; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A ENTREVISTA</span></h2><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Suboficial Almeida, o que motivou a Operação Prato?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Foi os reclames da comunidade, que estava sendo visitada por uma série de objetos voadores não identificados, e isso gerou uma temeridade muito grande por parte da comunidade.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Quais eram os objetivos da Operação Prato?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Era justamente atender aos reclames da comunidade.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>O senhor soube que em 1977 também houve diversos relatos de avistamentos de OVNIs no Maranhão?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Eu tive conhecimento.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Suboficial Almeida, durante a missão, os senhores estiveram restritos às localidades no Pará, ou se deslocaram também até o Maranhão? Caso negativo, tem conhecimento de alguma investigação oficial naquele estado?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Não, eu não tenho nenhum conhecimento a respeito de outro estado (investigação). Eu participei somente no Pará, mais precisamente, em Colares.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>E como o senhor foi escolhido para participar da operação?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Antes de ser determinada essa operação, eu fui convidado pelo na época 1° Sgt Flávio, a participar do efetivo da 2ª Seção (Seção de Inteligência) do I COMAR.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>E qual foi a sua função na operação?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Era para&#8230; além da observação dos efeitos da época, (dos efeitos) das aparições, (também) a entrevista com as pessoas que se declararam (como tendo sido) observadas, e até mesmo contatadas por esses “seres”, por essas “naves”, e (então) chegar a um denominador comum, para ver a veracidade das queixas e dos relatos até então obtidos.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Por quanto tempo o senhor atuou na operação?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Eu não me lembro exatamente o período, mas foi principalmente (a partir do) final de novembro, até mais ou menos 18 de dezembro de 1977.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>O senhor usou algum codinome?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Usei, na época era “Luciano Gomes”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Quantos militares participaram da operação?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Quatro, quatro militares.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Quais eram?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: O nome de todos eu não recordo, mas era o Flávio, que era o coordenador da equipe, mais dois elementos da seção (2ª Seção), incluindo a minha pessoa.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Quem comandou as equipes em campo durante a operação?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: O Coronel, na época Tenente-Coronel Camillo. Ele comandou diretamente, e recebia todos os relatos escritos e verbais, toda vez que a equipe regressava a Belém para fazê-lo.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Os senhores tiveram alguma colaboração da Marinha?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Que eu tenha conhecimento, não.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>O senhor dispõe de quaisquer relatórios, gravações ou fotografias feitas durante a Operação Prato?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Não, não tenho.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>O senhor viu alguma “luz” que julgasse não explicável durante a missão? Poderia descrever aquela que mais lhe chamou a atenção?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Várias (“luzes”), apesar de que todas elas eram parecidas, ou talvez até idênticas. Era uma “luz”, (que) quando ela estava mais próxima, dava perfeitamente pra se perceber que ela tinha um formato de um “prato”. (De) algumas delas, saíam luzes menores e, (em relação a) algumas (outras), elas se apresentavam e, logo depois sumiam, com uma velocidade que não dá pra ser explicada nem calculada.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Suboficial Almeida, o senhor viu algo além da luminosidade dos supostos objetos? Alguma forma ou algum objeto metálico? Caso positivo, poderia descrevê-lo detalhadamente?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Não, esse fato eu não visualizei.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Caso tenha observado alguma luz ou objeto inexplicável, nesse momento, o senhor ou algum membro da equipe observou algum som emitido pelo objeto?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Não, eu não presenciei isso.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Suboficial Almeida, foi percebida outra sensação, como cheiro ou efeito físico, ou psíquico, que de alguma forma tenha lhe chamado a atenção?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Não. Pelo menos na equipe, não.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Após o encerramento da Operação Prato, o senhor notou alguma mudança em relação a sua saúde, ou sua capacidade física, ou intelectual?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Absolutamente nenhuma.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>O senhor ou alguém da sua equipe chegou a ver alguém com aparência humana ou não humana, que pudesse estar ligado ao fenômeno luminoso?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Não tenho conhecimento; eu acredito que não.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>O senhor possui conhecimento sobre se militares ou agentes de inteligência de outros países estavam no território brasileiro investigando o mesmo fenômeno?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Desconheço.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Suboficial Almeida, durante a Operação Prato, os senhores dispunham de algum tipo de radar, que pudesse detectar a localização das luzes ou objetos?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Não, a localização era visual.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>E o senhor se recorda de algum outro equipamento que utilizavam</strong>?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Só máquinas fotográficas com teleobjetivas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Também era possível filmar</strong>?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Não. Na época, nós não tínhamos filmadora, só teleobjetivas de máquinas fotográficas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Suboficial Almeida, o senhor chegou a assistir aos vídeos produzidos durante a missão? Esses vídeos conseguiram registrar nitidamente os objetos ou a luminosidade, ou ruídos?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Não, eu não vi nenhum desses vídeos.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>E com relação às fotos, elas mostravam o que realmente os senhores conseguiam ver</strong>?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Exatamente, exatamente&#8230; retratava com fidelidade o que nós víamos, porém com maiores detalhes, por causa da teleobjetiva.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Em sua opinião, esses objetos luminosos poderiam ser alguma aeronave ou artefato de outro país, invadindo e realizando testes no espaço aéreo brasileiro?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Eu acredito que não. Eu acredito que sejam naves de outros planetas, de outra dimensão.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>O senhor pontua alguma característica que faz o senhor acreditar nessa hipótese?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Não. A única característica, ou o que me leva a pensar dessa forma, é que seria muita pretensão nossa achar que somos os únicos a habitar o Universo.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Em sua opinião, os objetos faziam alguma manobra arriscada demais, ou impossível, ou eles eram de uma forma aerodinâmica que ainda não era conhecida?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Olha,&#8230; o comportamento deles, as manobras, a velocidade, elas fogem das nossas concepções técnicas, principalmente na época.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Suboficial Almeida, foi utilizado pelos militares algum tipo de aeronave durante a missão?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Não. Dessa missão que eu participei, não houve nada disso.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>O senhor saberia explicar por que não foram utilizadas aeronaves pela Força Aérea Brasileira durante a execução da Operação Prato, de forma a interceptar essas “luzes”?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Não, eu não saberia responder a essa pergunta. Foge à minha situação na época principalmente.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>E a equipe militar chegou a levar armas para a execução da operação?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Não.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Armamento de nenhum tipo?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Não. A ordem não era (para) o confronto, e sim a observação.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>A equipe da Aeronáutica recebeu ordens para registrar as manifestações do fenômeno ou deveria confrontá-lo?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Era só observar e nada de confronto.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>O que o senhor viu de mais impressionante?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: O medo generalizado que gerou na comunidade.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Durante o contato com as pessoas que se diziam atingidas por um “feixe luminoso”, o senhor viu algum ferimento nessas pessoas?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Não, na época eu não constatei ferimento nenhum.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Mas chegou a entrevistar alguma pessoa que se disse atacada?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Várias.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>E elas mostravam algum tipo de marca?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Não. Na época, não.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Qual era a impressão que a equipe teve dessas pessoas?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Segundo o depoimento na época de uma médica (provavelmente a Dra. Wellaide Cecim), o depoimento dela em relação a esse fato da pessoa ficar exaurida, na opinião dela, é como se tivessem sugado as energias vitais e, em consequência, o enfraquecimento.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Em sua opinião e da equipe, haveria a possibilidade das pessoas que se diziam atingidas, estarem fantasiando histórias devido ao clima do medo intenso na região, de modo que elas acreditassem nas histórias que contavam, ou realmente algo desconhecido haveria atacado essas pessoas?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Essa hipótese não pode ser descartada, porém, em muitas das entrevistas que foram feitas, o nosso sentimento é de que aquela pessoa estava realmente dizendo a verdade, independente do medo e do pavor.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Suboficial Almeida, alguns programas de TV que abordaram o assunto da operação, foram produzidos no decorrer dos últimos anos. Podemos citar um extinto programa da Rede Globo chamado Linha Direta e, outro estrangeiro, do canal History Channel. O senhor chegou a assistir alguns desses documentários?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Talvez o da Globo (Linha Direta exibido no ano de 2005) eu tenha assistido rapidamente.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>E o que ali foi mostrado corresponde à realidade vivida pelos militares na região? Quais as principais diferenças que o senhor notou?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Muita fantasia, muita distorção.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Em que ponto exatamente o assunto foi distorcido?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Olha, eles transformaram em sensacionalismo. Houve realmente o pavor e o medo, porém, não da forma que foi apresentado.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Então, eles apresentaram para mais ou para menos, do que aconteceu de verdade? </strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Muito mais&#8230; muito mais.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Suboficial Almeida, foi relatado que durante a presença da equipe militar, alguns agentes do antigo SNI estariam presentes num desses dias e um objeto luminoso em forma de disco a não mais que 150m de altura teria aparecido sobre essa equipe. O senhor estava presente neste dia? Caso positivo, poderia descrever esse objeto?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Olha, em princípio eu desconheço a presença de outros agentes além dessa equipe que eu fazia parte. Então eu não posso fazer comentário nenhum daquilo que desconheço.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Mas, durante a operação, além da equipe militar, houve a presença de conhecidos, ou amigos, que foram por curiosidade, ou convidados por algum membro da equipe?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Não. Essa missão em princípio era sigilosa e, portanto, não comportava, não seriam permitidos convidados em hipótese alguma, seja familiar, amigos ou de outro tipo.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Suboficial Almeida, houve o relato de um jovem, chamado Luiz Pereira Rodrigues, que trabalhava em uma olaria na região de Ananindeua, e nesse evento ele estava caçando em cima de uma árvore, e um objeto voador teria sobrevoado o local onde ele estava, e dessa forma ele se jogou e fugiu do objeto, e ele pôde observar um ser, ou um humanoide, ou uma pessoa, ou um indivíduo, descendo desse objeto. O senhor chegou a tomar conhecimento desse caso?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Não, eu não tomei conhecimento.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Nas proximidades dessa olaria, na qual trabalhava esse jovem, foi relatado um evento em que uma equipe militar estava fazendo uma vigília num rio, e foi possível observar um objeto de cerca de 100 (cem) metros de comprimento, que se posicionou na margem oposta do Rio Guajará, na posição vertical, e que depois de um tempo ascendeu ao espaço. O senhor teve conhecimento desse fato?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Também não. Não tive conhecimento, nem presenciei.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Por que a Operação Prato foi encerrada?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Quando eu me retirei no dia 18 (dez/77), foi o último dia da (minha) participação, eu havia sido transferido para Santa Maria, no Rio Grande do Sul, pra Base Aérea de Santa Maria, e eu perdi o contato com o desfecho de tudo isso. Portanto, eu não estou em condições de responder com precisão a essa pergunta.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>E qual a sua opinião ou conclusão sobre a natureza dos fenômenos observados no Pará?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Talvez pela minha tendência a conhecer esse aspecto da vivência humana, eu não tive muita surpresa com esse fato. Eu considerei um fato normal, numa oportunidade que talvez tenha sido de ambas as partes do planeta&#8230; da humanidade nossa aqui do planeta Terra, com seres extraterrestres.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Essa missão foi uma experiência marcante na sua vida?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Foi, de certa forma, foi. Não foi retumbante, porque eu considerei um fato normal.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>O senhor já havia sido procurado antes para falar sobre a Operação Prato? Por quem?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Já. Pesquisadores que souberam (sobre mim), não sei de que forma, talvez pelo fato de eu ter servido na época em Belém. Só que como na época havia uma restrição do comentário sobre a missão, que era reservado, eu me recusei a me pronunciar de toda e qualquer forma.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Suboficial Almeida, o senhor poderia fazer suas considerações finais sobre a Operação Prato?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Olha,&#8230; foi esclarecedora. Foi uma missão oficial do Comando na época, e foi uma grande experiência.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;"><strong><u>Nota</u></strong>: A entrevista acima transcrita foi consolidada a partir de duas entrevistas concedidas pelo Suboficial Moacir Neves de Almeida nos dias: 15/02/2018 e 08/03/2018.</span></p>								</div>
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									<h2><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 18pt; color: #e64946;">ANÁLISE DO CONTEÚDO APRESENTADO</span></h2><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A entrevista gentilmente concedida pelo Suboficial Almeida, codinome “Luciano”, fornece importantes informações sobre a investigação levada a cabo pelos agentes da 2ª Seção, no auge do período da fenomenologia OVNI em Colares e região. Como depoimento de um protagonista direto, tem a vantagem de esclarecer pontos até hoje nebulosos ou contraditórios, principalmente quando confrontada a entrevista com declarações tardias de personagens que vivenciaram diretamente aqueles eventos em 1977, bem como, afirmações de personagens recentes que não são mencionados nos registros militares e cujas afirmações não estão amparadas nesses registros ou na própria e histórica entrevista do Coronel Hollanda.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Algumas colocações de Almeida são simples, mas definitivas para se eliminar certas afirmações de algumas narrativas que propagam informações inverídicas até hoje.</span></p><h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em><span style="color: #e64946;"><strong>Composição da equipe da FAB</strong></span></em></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Uma importante contribuição da entrevista do Suboficial Almeida, se tratou de esclarecer importantes aspectos envolvendo a composição da equipe da Aeronáutica que participou da Operação Prato.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A partir das informações das quais dispúnhamos até pouco tempo atrás a respeito da operação, a partir de uma leitura fria dos relatórios oficiais, concluíamos por exemplo que provavelmente entre os dias 23 e 24 de outubro de 1977, uma equipe militar formada pelos sargentos “Ernesto”, “Luciano” e “Gualter”, havia sido substituída por uma segunda equipe, formada pelos sargentos “Flávio Costa”, “Almeida” e “Pinto”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Conforme pode ser verificado no artigo que publicamos no dia 30 de julho de 2017, o denominado Sargento “Ernesto” na verdade se tratava do codinome do Sargento Flávio Costa. O Suboficial Almeida, ao ter nos revelado que “Luciano” era seu codinome, esclareceu a real identidade de outro dos nomes presentes nos relatórios oficiais da FAB, o que nos leva a crer por exemplo que não houve uma troca de equipe, de maneira que o que ocorreu foi simplesmente que num dos relatórios eles utilizaram seus nomes reais e, no outro, seus codinomes.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Partindo dessa lógica, também é possível supor que o denominado “Sargento Gualter”, na verdade se trata do “Sargento Pinto”, cuja identidade real já foi identificada, se tratando do Sr. Álvaro Pinto dos Santos, já falecido. Entretanto, salientamos que apesar das altas probabilidades, é prudente que tal hipótese seja validada através de outros meios.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Na época, o então Segundo Sargento Almeida, participou da 1ª missão da Operação Prato, que teve uma duração total de 21 dias. Essa missão foi dividida em dois períodos, o primeiro iniciou-se no dia 20/10/77 e foi até 27/10. Nesse último dia, então, a equipe retornou ao I COMAR, voltando à Colares apenas no dia 29 e, perdurando até o dia 10/11/1977.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">As informações trazidas pelo Suboficial Almeida também são úteis no sentido de nos corrigir da ideia de que grupos gigantescos de militares e especialistas circularam por Colares e demais localidades afetadas pelo fenômeno. Suas palavras estão em harmonia com os relatórios demonstrando que a equipe era reduzida, de maneira que atualmente, quase todos os seus componentes já foram identificados.</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-818" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/03/almeida-luciano.png" alt="" width="549" height="672" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/03/almeida-luciano.png 549w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/03/almeida-luciano-245x300.png 245w" sizes="(max-width: 549px) 100vw, 549px" /></p><p> </p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-819" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/03/almeida-luciano-2.png" alt="" width="661" height="526" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/03/almeida-luciano-2.png 661w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2018/03/almeida-luciano-2-300x239.png 300w" sizes="(max-width: 661px) 100vw, 661px" /></p><h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #e64946;"><em><span style="font-size: 14pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong>Uso de radar</strong></span></em></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A fonte original que atribui aos militares o uso de radar móvel para detecção dos objetos luminosos vem de declarações da médica da unidade de saúde de Colares, em uma entrevista concedida à <em>Revista UFO</em> em dezembro de 2005: <em>“O radar dos militares era muito potente, apitava freneticamente sempre que ‘Eles’ estavam se aproximando. Tinha noite que eu ia bisbilhotar toda vez que o radar disparava (&#8230;)”.</em></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O uso desse hipotético radar continuou reverberando pelas narrativas ao longo dos anos. No livro <em>Ilha de Colares na Amazônia</em>, sobre a Operação Prato, lançado no ano de 2014, uma testemunha alega que havia um radar localizado no farol em frente a Colares.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida é taxativo sobre a questão da existência de um radar na Operação Prato: <strong>“<em>Não, a localização era visual”</em></strong>. Aliás, o Coronel Hollanda afirmou a mesma coisa.</span></p><h3 style="text-align: justify;"><em><span style="font-size: 14pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;"><strong>Uso de Armas</strong></span></em></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A fonte original seria uma declaração do então prefeito de Vigia em 1977, José Ildone Favacho Soeiro, ao programa <em>Linha Direta</em> da Rede Globo exibido no ano de 2005, onde afirmou que os militares haviam instalado metralhadoras antiaéreas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida descarta o uso de armas, corroborando novamente com o Coronel Hollanda, que declarou no ano de 1997 que os agentes não portaram armas durante a operação.</span></p><h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #e64946;"><em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong>Agência estrangeira de inteligência</strong></span></em></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nos últimos anos têm surgido vozes em apoio a uma possível presença da CIA, a Agência Central de Inteligência norte-americana, na investigação do fenômeno. Sem entrar no mérito de que adidos militares de outras nações possam ter enviado informes de inteligência a seus países sobre OVNIs no Pará em 1977, não há na documentação oficial ou vazada, referência a agentes estrangeiros em ação conjunta com agentes públicos brasileiros, ou como conselheiros destes durante as missões Prato. O Coronel Hollanda declarou em 1997 que nada sabia sobre o envolvimento de militares dos EUA e agora o Suboficial Almeida confirma essa situação e responde que desconhece se houve a presença de militares ou agentes de inteligência estrangeiros investigando o fenômeno.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Portanto, podemos afirmar que não houve participação estrangeira conjunta, entre nossos militares e agentes da CIA, por exemplo, nas investigações de campo da Operação Prato.</span></p><h3 style="text-align: justify;"><em><span style="font-size: 14pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;"><strong>Filmagens</strong></span></em></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Os filmes produzidos pela Operação Prato são um dos principais itens perseguidos pela comunidade ufológica e, tidos como uma das provas que consolidariam definitivamente a ideia de uma visita extraterrestre ao Pará em 1977, para toda a sociedade brasileira e mundial; seriam as joias da coroa da ufologia nacional. Em apoio a existência dessas películas, temos frames incorporados ao documento oficial do I COMAR <em>Registros de Observações de OVNI</em>, declarações de Hollanda e da filha do brigadeiro Protásio e, o documento vazado pelo site <em>operacaoprato.com</em>, em artigo publicado no dia 30 de julho de 2017, com uma relação de películas produzidas e relacionadas a Operação Prato. Esse documento é a melhor descrição até o momento das filmagens produzidas e foi analisado detalhadamente no artigo que publicamos. O interessante é que ao cruzarmos a entrevista de Almeida com esse documento, se percebe uma corroboração, mesmo que indireta, das datas indicadas das filmagens.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida nos diz que durante a operação só utilizaram máquinas fotográficas e, especificamente sobre filmagens, diz: “<em>Na época, nós não tínhamos filmadora, só teleobjetivas de máquinas fotográficas”</em>. Sobre ter visto alguma filmagem relacionada à Operação Prato, diz: “<em>Não, eu não vi nenhum desses vídeos</em>”. Essas afirmações se coadunam com as datas lançadas no documento vazado que publicamos, vejam descrição abaixo dos cartuchos em Super-8:</span></p><ul style="text-align: justify;"><li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1<u><sup>o</sup></u> Cartucho: 27 de janeiro e 18 de fevereiro de 1978. Locais; Ananindeua e Colares.</span></li><li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">2<u><sup>o</sup></u> Cartucho: 22 a 26 de fevereiro de 1978. Local: Colares.</span></li><li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">3<u><sup>o</sup></u> Cartucho: 28 de fevereiro a 03 de março de 1978: Colares.</span></li><li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">4<u><sup>o</sup></u> Cartucho: 9 a 10 de dezembro de 1978, data que no artigo defendemos que tenha sido 9 e 10 de dezembro de 1977, havendo um erro de transcrição da data. Local: Rio Guajará.</span></li></ul><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Como se pode verificar, de fato não temos registros de filmagens durante o período clássico das duas missões da Operação Prato, que terminou em 05 de dezembro de 1977. A filmagem mais próxima no tempo seria a do quarto cartucho, se a análise que fizemos no artigo de 30 de julho de 2017 estiver correta, que teria ocorrido durante uma operação executada às margens do Rio Guajará, em Ananindeua. De todo modo, a entrevista corrobora que durante a primeira e a segunda missão, não houveram filmagens; Colares surge para películas a partir de fevereiro de 1978.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Como já defendemos no artigo do site, acreditamos que a famosa “Bola de Futebol Americano” de Hollanda está registrada no documento <em>Registros de Observações de OVNI</em>, sob os números 63, 65 e 66, nos quais podemos vislumbrar frames da película produzida.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A entrevista de Almeida indica, subsidiariamente às demais evidências, que não existem propriamente filmagens durante os períodos clássicos das missões Prato, mas sim em períodos posteriores. Como defendemos que os frames de filmagens presentes nos registros 63, 65 e 66 (Rio Guajará &#8211; Ananideua), do documento oficial do I COMAR <em>Registros de Observações de OVNI</em>, pertencem ao já referido “4º Cartucho” e, os frames mostrados no registro 89 (Rio Laranjeira &#8211; Ananindeua), do mesmo documento, pertencem ao “1º Cartucho”, é de boa atitude para os pesquisadores considerarem como provável que não existam filmagens peremptórias, capazes de encerrar a discussão sobre a origem dos fenômenos no Maranhão e Pará em 1977 e 1978.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Seriam filmagens importantes dentro do caso, sem dúvida, e esperamos que um dia cheguem a público, mas também é importante que, diante das evidências, ainda mais agora com Almeida, que os pesquisadores entendam que já não há mais um pano negro sobre o assunto, e que podemos ver imagens reais de eventos notáveis da Operação Prato, que nos permitem entender um pouco mais sobre a dinâmica das filmagens feitas durante alguns eventos.</span></p><h3 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt; color: #e64946;"><em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong>As luzes e os humanóides</strong></span></em></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Esse talvez seja o núcleo mais importante da entrevista. O Suboficial Almeida é categórico em afirmar que as observações eram de eventos puramente luminosos e que não foram observadas estruturas metálicas. Diz Almeida: <em>“Várias (“luzes”), apesar de que todas elas eram parecidas, ou talvez até idênticas. Era uma “luz”, (que) quando ela estava mais próxima, dava perfeitamente pra se perceber que ela tinha um formato de um “prato”. (De) algumas delas, saíam luzes menores e, (em relação a) algumas (outras), elas se apresentavam e, logo depois sumiam, com uma velocidade que não dá pra ser explicada nem calculada.”</em>.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Portanto, Almeida confirma o que os documentos registram, ou seja, que as equipes da 2<u><sup>a</sup></u> Seção sempre viram apenas luzes, fenômenos luminosos, inexplicáveis claro, mas que nunca puderam identificar uma estrutura sólida, metálica, ou que evidenciasse uma construção material. É notável como uma equipe que ficou por tanto tempo no palco principal das observações não tenha observado naves como de alguns depoimentos de civis que descreveram verdadeiras estruturas em disco ou tambor, reluzindo o metal inclusive.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Notável também que Almeida confirme que não foi observado qualquer ser humanóide pelas equipes. Ele diz o seguinte sobre a questão de uma presença humanóide associada ao fenômeno:<em> “Não tenho conhecimento; eu acredito que não.”. </em>O raciocínio anterior é válido aqui também: tantas observações e os militares não viram humanoides? Por que civis viram? em raras ocasiões, diga-se. Será que os militares, por sua formação profissional, estiveram menos sujeitos a constructos, enquanto uma população assustada estaria mais sujeita? Não se pode descartar essa hipótese.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">É importante destacar a opinião pessoal do suboficial Almeida. Ele diz: <em>“Eu acredito que sejam naves de outros planetas, de outra dimensão.”</em>. Perguntado sobre os motivos para tal afirmação, Almeida declara: <em>“A única característica, ou o que me leva a pensar dessa forma, é que seria muita pretensão nossa achar que somos os únicos a habitar o Universo.”. </em>Complementando suas opiniões disse: <em>“Olha, o comportamento deles, as manobras, a velocidade, elas fogem das nossas concepções técnicas, principalmente na época.”</em>.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A opinião de tão importante investigador dos fenômenos da Operação Prato sempre será relevante. Almeida apresenta uma visão tranquila e serena sobre aqueles eventos. Em contraste aos militares Flávio Costa e Hollanda, homens que ficaram profundamente marcados pelos eventos, que os levaram a se envolver com a investigação do fenômeno e sua divulgação, tanto de documentos como da história da operação em si, com transtornos inclusive de ordem pessoal, Almeida nos presenteia com uma declaração benfazeja:</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Pergunta: “<strong><em>Essa missão foi uma experiência marcante na sua vida?</em></strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><em>Almeida: Foi, de certa forma, foi. Não foi retumbante, porque eu considerei um fato normal.”</em></span></p><h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #e64946;"><em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><strong>Os raios e os queimados</strong></span></em></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O conhecimento da Operação Prato que detém o Suboficial Almeida é de extrema relevância. E não deve ser relativizado, como eventualmente acontece quando surgem novas informações que não confirmam certas expectativas. Mas o depoimento aqui está; não será apagado.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida responde a uma de nossas perguntas com bastante firmeza. Indagado sobre se as pessoas que se diziam atacadas poderiam estar fantasiando ele declara que: <em>“Essa hipótese não pode ser descartada, porém, em muitas das entrevistas que foram feitas, o nosso sentimento é de que aquela pessoa estava realmente dizendo a verdade, independente do medo e do pavor.”.</em></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O entrevistado é de opinião que muitas das pessoas que se diziam atacadas estavam sendo sinceras em seus depoimentos, mas ao mesmo tempo ele também é firme ao responder sobre uma das mais polêmicas fenomenologias da Operação Prato: os queimados e vampirizados. Almeida diz ao ser questionado:</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Pergunta: <strong>Durante o contato com as pessoas que se diziam atingidas por um “feixe luminoso”, o senhor viu algum ferimento nessas pessoas?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Não, na época eu não constatei ferimento nenhum.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Pergunta: <strong>Mas chegou a entrevistar alguma pessoa que se disse atacada?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Várias.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Pergunta: <strong>E elas mostravam algum tipo de marca?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Almeida: Não. Na época, não.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Essas declarações são nucleares para a questão dos queimados e vampirizados. Elas se somam ao documento vazado pelo site <em>operacaoprato.com</em> em 17 de junho de 2017, o <em>Relatório Médico-Psiquiatra</em> da missão Prato que juntamente com a entrevista histórica do Tenente-Coronel médico da reserva da FAB, Pedro Ernesto Póvoa, um dos signatários desse relatório, descartou a presença de queimaduras e vampirismo.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Muitos membros da comunidade ufológica relativizaram o depoimento, alegando que os médicos estiveram por muito pouco tempo na região, dois dias, tempo que teria sido insuficiente para observar vitimas das queimaduras. Nós mesmos alertamos em nosso artigo esse fato, mas não relativizamos o relatório e frisamos a importância dele, afirmando <em>“que devemos reavaliar a ideia atualmente vigente de que uma enorme quantidade de vítimas permaneceu com sequelas de graves queimaduras após os supostos ataques (&#8230;)”</em>.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Não menos importante para se entender a dinâmica que levou a história dos raios, dos queimados e dos vampirizados, a se tornar uma febre entre a comunidade ufológica, além das declarações tardias da médica da unidade de saúde de Colares e incorporadas na entrevista de Hollanda, foi o impacto dos seguidos programas televisivos que exploraram teatralmente os eventos da Operação Prato. Almeida é taxativo sobre o programa <em>Linha Direta</em> da Rede Globo em 2005: <em>“Muita fantasia, muita distorção.”. </em></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">E complementa: <em>“Olha, eles transformaram em sensacionalismo. Houve realmente o pavor e o medo, porém, não da forma que foi apresentado.”.</em></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Por fim, essa histórica entrevista se soma aos mais recentes documentos e outras entrevistas divulgadas pela nossa equipe a partir de 2017, que tem trazido à luz, importantes e fundamentais informações sobre a Operação Prato. Cabe ressaltar que todas essas novas informações que trouxemos ao público estão em harmonia com a documentação histórica anteriormente liberada ou vazada e, com uma linha de tempo e evidências coerentes.</span></p><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt; color: #808080;">Autores do artigo: P.A. Ferreira, Raphael Pinho, Luiz Fernando, Hélio A. R. Aniceto e M.A. Farias.</span></p>								</div>
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		<title>Exclusivo! Documentos Inéditos: Relatórios Legíveis da Operação Prato e Entrevista com mais um Oficial da Aeronáutica</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Sep 2017 15:50:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Prezados pesquisadores, A Operação Prato deixou uma extensa lista de documentos e registros ao longo de quarenta anos de história. O acervo é composto por <a class="mh-excerpt-more" href="https://operacaoprato.com/novidades/exclusivo-documentos-ineditos-relatorios-legiveis-da-operacao-prato-e-entrevista-com-mais-um-oficial-da-aeronautica" title="Exclusivo! Documentos Inéditos: Relatórios Legíveis da Operação Prato e Entrevista com mais um Oficial da Aeronáutica">[...]</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Prezados pesquisadores,</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A Operação Prato deixou uma extensa lista de documentos e registros ao longo de quarenta anos de história. O acervo é composto por documentos oficiais liberados pela Força Aérea Brasileira – FAB e documentos do Serviço Nacional de Informações – SNI.  Além destes liberados oficialmente, vários outros foram “vazados” extraoficialmente tendo sido publicados pela Revista Ufo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Todos os detalhes sobre a história da liberação desses documentos podem ser conhecidos na seção “<a href="http://operacaoprato.com/documentos-oficiais" target="_blank" rel="noopener">Documentos Oficiais</a>” em nosso site.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Entretanto, para quem já leu atentamente esses documentos ou mesmo folheou-os por curiosidade, percebeu que muitos deles se encontram com partes um pouco apagadas e em alguns casos, até mesmo ilegíveis, pois parecem tratar-se de cópias de impressões do antigo <em>fac-símile. </em>Diante disso, muita informação encontrava-se perdida. Até agora!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A equipe do site <a href="http://www.operacaoprato.com">www.operacaoprato.com</a> conseguiu diversos Relatórios Militares através de uma fonte altamente fidedigna e que teve contato direto com militares integrantes da Operação Prato, recebendo o presente material das mãos do próprio sargento João Flávio de Freitas Costa, braço direito do, a época, Cap. Uyrangê Hollanda, comandante da Operação Prato. Entretanto, até o momento, prefere se manter no anonimato por questões pessoais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nossa fonte, além de disponibilizar cópias dos mesmos relatórios anteriormente vazados, mas totalmente legíveis, entregou também documentos inéditos sem contraparte na antiga documentação vazada. Nesse conjunto de novos documentos temos duas situações: documentos 100% novos e documentos similares com pequenas alterações de texto e formato. Como exemplo dessas situações, temos o <strong><em>Relatório de Missão &#8211; Colônia Jeju </em></strong>(Relatório 15)<strong><em>,</em></strong> assinado pelo sargento Nascimento, totalmente inédito e uma peça nova e importante para o levantamento dos fatos. Anteriormente a esse documento, tínhamos daquele dia significativo apenas o documento vazado <strong><em>Relatório do Agente. </em></strong>Agora o horizonte se ampliou. <em>A</em>mbos podem ser considerados complementares, mas trazem informações diferentes, capazes de reproduzir os eventos com maior precisão e profundidade. Cabe aos pesquisadores destrincharem essas novas informações. Outro exemplo, agora de documento similar, mas com diferenças sutis, é o <strong><em>Relatório do Agente &#8211; Campo Psico-Social e Econômico</em></strong> (Relatório 06) assinado por Flávio Costa. Na documentação anteriormente vazada, essa análise foi feita dentro do <strong><em>Relatório Comentários</em></strong>, mas além desse formato diferente, temos pequenas alterações de conteúdo que podem ser analisadas com novo enfoque ou não, cabendo aos pesquisadores em suas análises decidirem, como por exemplo, as seguintes frases:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">&#8211; Vazado:  <em>(&#8230;) “o chupa”, em sua ação de sugador de sangue (possivelmente não verdadeira) (&#8230;).</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><em>&#8211; </em>Inédito:  <em>(&#8230;) “O CHUPA” este sim talvez inexistente em sua ação de coletar sangue (&#8230;).</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Outro documento, um relatório exclusivo contendo apenas os depoimentos dos moradores de Umbituba, com diferenças importantes que foram suprimidas ou acrescidas nos depoimentos até hoje conhecidos, pode trazer algumas surpresas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Estamos disponibilizando, em primeira mão, 25 (vinte e cinco) Relatórios que se encontram <strong>LEGÍVEIS</strong>, sendo alguns deles <strong>100%</strong> <strong>INÉDITOS</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Para que o presente artigo não perca sua objetividade, optamos por não apresentar as novas versões dos relatórios em sequência a esta introdução, haja vista que se tratam de diversas dezenas de páginas e, a leitura se tornaria demasiadamente longa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Escolhemos adotar uma configuração na qual listaremos cada um dos relatórios presentes neste artigo, descrevendo seus respectivos conteúdos, com a subsequente disponibilização de links que permitirão o download das suas duas versões (antiga e inédita), com a finalidade de se facilitar a comparação entre as versões.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Talvez o maior mérito dessas novas versões dos relatórios militares não se trate necessariamente de trazer à luz informações impactantes que irão mudar os rumos da nossa compreensão sobre a Operação Prato, mas sim o de revelar registros cuja existência era evidente mas, o conteúdo, um total mistério, considerando a ilegibilidade de várias palavras e frases, pois essas, enquanto não identificadas, poderiam ser “qualquer coisa”, desde dados redundantes, até uma prova cabal que esclareceria a real origem do fenômeno.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Da mesma forma, graças a estes novos Relatórios pudemos identificar novos participantes da missão militar. Neste caso, nos referimos especificamente ao Relatório 22 (versão inédita) que traz uma versão legível do Relatório Extra 10 no qual constatamos a participação do Eng. Químico Agostinho e o, à época, Major Médico Dr. Benchimol em uma vigília. Após os 25 novos Relatórios, <strong><u>confiram no final deste artigo a entrevista inédita que nossa equipe conseguiu junto ao Dr. Benchimol.</u></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Esperamos que novos Relatórios, fotos e, especialmente os filmes da Operação Prato ainda possam surgir e se tornarem públicos e, através deles, consigamos decifrar a origem desses fantásticos acontecimentos que se tornaram o maior evento ufológico de todo o mundo.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em>RELATÓRIO 01:</em></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Relatório de Missão / I &#8211; Parte Informativa</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Descrição: Registros elaborados pela equipe militar durante a primeira missão da Operação Prato.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nº de páginas: 13</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Período: de 20/10/1977 a 11/11/1977</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><strong><u>SITUAÇÃO:</u></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Vazado:</u> ilegível em alguns rodapés de páginas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Versão inédita</u>: legível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Comparativo</u>: Aparentemente a nova versão inédita é a matriz que gerou a versão vazada, no entanto, trechos foram cobertos com uma tarja, que ao serem retiradas, provavelmente devido a cola, danificaram algumas palavras.  Essas palavras foram reimpressas no papel, em alguns casos a máquina em outros a mão, de forma idêntica a versão vazada, mas com uma exceção: na primeira página, ao elencar a equipe operacional, foi acrescido o algarismo <em>6</em> ao lado de <em>AGENTES.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_antiga/Relat%C3%B3rio%201%20-%20Relat%C3%B3rio%20de%20Miss%C3%A3o%20-%20%20I%20-%20Parte%20Informativa%20-%20VERS%C3%83O%20ANTIGA.pdf" target="_blank" rel="noopener">VERSÃO ANTIGA DESTE RELATÓRIO 01 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_inedita/Relat%C3%B3rio%201-%20Relat%C3%B3rio%20de%20Miss%C3%A3o%20-%20Parte%20Informativa%20-VERS%C3%83O%20IN%C3%89DITA.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>VERSÃO <em><u>INÉDITA</u></em> DESTE RELATÓRIO 01 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</strong></a></span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em><strong>RELATÓRIO 02:</strong></em></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Relatório de Missão / II &#8211; Parte Informativa</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Descrição: O presente relatório mescla informações que foram coletadas junto a moradores das localidades afetadas pelo fenômeno, com dados provenientes de avistamentos presenciados pelos próprios militares durante a primeira missão da Operação Prato.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nº de páginas: 20</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Período: de 12/10/1977 a 08/11/1977</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><strong><u>SITUAÇÃO:</u></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Vazado:</u> apresenta várias partes ilegíveis, principalmente em suas partes superior, inferior e direita.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Versão inédita</u>: legível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Comparativo</u>: No documento vazado falta a página 19, presente na versão inédita. Na versão inédita falta a página 1, presente no documento vazado. A página 19 acrescenta seis observações de “corpos luminosos” ao relatório, ocorridas entre 01h15min do dia 05 de novembro de 1977 e 18h50min dessa mesma data. Cinco dessas observações estão presentes no relatório da primeira missão versão oficial do SNI liberada pelo GSI, mas com texto razoavelmente parecido ao da nova versão inédita.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_antiga/Relat%C3%B3rio%202%20-%20Relat%C3%B3rio%20de%20Miss%C3%A3o%20-%20II%20-%20Parte%20Informativa%20-%20VERS%C3%83O%20ANTIGA.pdf" target="_blank" rel="noopener">VERSÃO ANTIGA DESTE RELATÓRIO 02 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_inedita/Relat%C3%B3rio%202%20-%20Relat%C3%B3rio%20de%20Miss%C3%A3o%20-%20II%20-%20Parte%20Informativa%20-%20VERS%C3%83O%20IN%C3%89DITA.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>VERSÃO <em><u>INÉDITA</u></em> DESTE RELATÓRIO 02 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</strong></a></span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em><strong>RELATÓRIO 03: </strong><span style="color: #e64946;"><strong>INÉDITO</strong></span></em></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Relatório de Missão / I &#8211; Parte Informativa</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Descrição: Relatório inédito contendo informações coletadas pela equipe militar junto a moradores que foram afetados pelo fenômeno nas localidades de Santo Antônio do Umbituba; Trombeta do Umbituba e Vila Nova do Umbituba.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nº de páginas: 03</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Período: de 21/10/1977 a 22/10/1977</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><strong><u>SITUAÇÃO:</u></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Vazado:</u> inexistente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Versão inédita</u>: legível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Comparativo</u>: O documento é um relatório exclusivo contendo apenas os depoimentos dos moradores de Umbituba. É inédito e foi comparado aos depoimentos que estão incluídos dentro do documento vazado pela <em>Revista UFO</em> Relatório da Primeira Missão, Parte informativa, seção de depoimentos de Umbituba. Alguns depoimentos não são idênticos, contendo informações relevantes não conhecidas do público até hoje. Outras foram acrescidas na versão vazada, não tendo sido citadas no documento inédito. Há trechos novos, mas todos os entrevistados são os mesmos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_inedita/Relat%C3%B3rio%203%20-%20Relat%C3%B3rio%20de%20Miss%C3%A3o%20-%20Umbituba.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>VERSÃO <em><u>INÉDITA</u></em> DESTE RELATÓRIO 03 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</strong></a></span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em><strong>RELATÓRIO 04:</strong></em></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Relatório de Missão / II &#8211; Parte Operacional</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Descrição: Registros cronológicos das atividades executadas pela equipe militar durante a primeira missão da Operação Prato.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nº de páginas: 10</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Período: de 20/10/1977 a 10/11/1977</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><strong><u>SITUAÇÃO:</u></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Vazado:</u> apresenta várias partes ilegíveis, principalmente nos rodapés.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Versão inédita</u>: legível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Comparativo</u>: A versão agora revelada apresenta textos ligeiramente diferentes da vazada pela Revista UFO, mas que são significativos. Em contraste é praticamante igual à versão oficial do SNI liberada pelo GSI, mas completa, no caso, com o texto integral do final da primeira página e com as assinaturas de Flávio, Almeida e Pinto. A vazada era assinada apenas por Flávio Costa e a do GSI/SNI não possuía as assinaturas dos agentes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_antiga/Relat%C3%B3rio%204%20-%20Relat%C3%B3rio%20de%20Miss%C3%A3o%20-%20II%20Parte%20Operacional%20-%20VERS%C3%83O%20ANTIGA.pdf" target="_blank" rel="noopener">VERSÃO ANTIGA DESTE RELATÓRIO 04 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_inedita/Relat%C3%B3rio%204%20-%20Relat%C3%B3rio%20de%20Miss%C3%A3o%20-%20II%20-%20Parte%20Operacional%20-%20VERS%C3%83O%20IN%C3%89DITA.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>VERSÃO <em><u>INÉDITA</u></em> DESTE RELATÓRIO 04 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</strong></a></span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em><strong>RELATÓRIO 05: </strong><span style="color: #e64946;"><strong>INÉDITO</strong></span></em></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Relatório de Pescadores</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Descrição: Relatório inédito contendo informações coletadas pela equipe militar junto a pescadores que observaram o fenômeno.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nº de páginas: 02</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Período: 05/11/1977</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><strong><u>SITUAÇÃO:</u></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Vazado:</u> inexistente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Versão inédita</u>: legível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Comparativo</u>: O documento é um relatório exclusivo contendo relatos de pescadores entre 22h00min do dia 04/11 e 04h00min do dia 05/11, chamado <em>Relato de Pescadores</em>. É inédito e foi comparado aos relatos que estão incluídos dentro do documento vazado pela <em>Revista UFO</em> Relatório da Primeira Missão, Parte informativa, seção de depoimentos de Colares. Há um relato que consta somente nesse documento (Sr. Afonso da Paixão), mesmo quando comparado com o <em>Resumo Sintético-Cronológico</em> e o relatório oficial do GSI/SNI. Os demais relatos não são idênticos e no geral bem mais sucintos do que na versão vazada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_inedita/Relat%C3%B3rio%205%20-%20Relat%C3%B3rio%20de%20Pescadores.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>VERSÃO <em><u>INÉDITA</u></em> DESTE RELATÓRIO 05 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</strong></a></span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em><strong>RELATÓRIO 06:</strong></em></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Relatório de Missão / Comentários e Aspecto Psico-Social e Econômico</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Descrição: Relatório de encerramento da primeira missão da Operação Prato elaborado pelo Sgt Flávio Costa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nº de páginas: 05</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Período: de 20/10/1977 a 11/11/1977</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><strong><u>SITUAÇÃO:</u></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Vazado:</u> apresenta algumas partes ilegíveis, principalmente nos rodapés e a direita das páginas. Trata-se de um único documento dividido em duas partes (Comentários e Aspecto psico-social e econômico).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Versão inédita</u>: legível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Comparativo</u>: Aparentemente Flávio Costa produziu relatórios independentes para as duas partes: um para Comentários e outro abordando o Aspecto psico-social e econômico. Em relação à primeira parte (Comentários) conseguimos apenas a primeira página. Quanto à segunda parte (Aspecto psico-social e econômico), embora seja apresentada integralmente, esta versão apresenta algumas palavras e construção de frases diferentes da versão até hoje conhecida.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_antiga/Relat%C3%B3rio%206%20-%20Coment%C3%A1rios%20e%20Aspecto%20Psico-Social%20e%20Econ%C3%B4mico%20-%20VERS%C3%83O%20ANTIGA.pdf" target="_blank" rel="noopener">VERSÃO ANTIGA DESTE RELATÓRIO 06 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_inedita/Relat%C3%B3rio%206%20-%20Coment%C3%A1rios%20e%20Aspecto%20Psico-Social%20e%20Econ%C3%B4mico%20-%20VERS%C3%83O%20IN%C3%89DITA.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>VERSÃO <em><u>INÉDITA</u></em> DESTE RELATÓRIO 06 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</strong></a></span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em><strong>RELATÓRIO 07:</strong></em></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Relatório de Missão / I &#8211; Parte Operacional</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Descrição: Registros cronológicos das atividades executadas pela equipe militar durante a segunda missão da Operação Prato.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nº de páginas: 05</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Período: de 25/11/1977 a 05/12/1977</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><strong><u>SITUAÇÃO:</u></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Vazado:</u> apresenta várias partes ilegíveis.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Versão inédita</u>: legível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Comparativo</u>: Aparentemente a nova versão é a matriz que gerou a versão vazada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_antiga/Relat%C3%B3rio%207%20-%20Relat%C3%B3rio%20de%20Miss%C3%A3o%20-%20I%20-%20Parte%20Informativa%20-%20VERS%C3%83O%20ANTIGA.pdf" target="_blank" rel="noopener">VERSÃO ANTIGA DESTE RELATÓRIO 07 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_inedita/Relat%C3%B3rio%207%20-%20Relat%C3%B3rio%20de%20Miss%C3%A3o%20-%20I%20-%20Parte%20Informativa%20-%20VERS%C3%83O%20IN%C3%89DITA.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>VERSÃO <em><u>INÉDITA</u></em> DESTE RELATÓRIO 07 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</strong></a></span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em><strong>RELATÓRIO 08:</strong></em></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Relatório de Missão / II – Parte Informativa</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Descrição: O presente relatório mescla informações que foram coletadas junto a moradores das localidades afetadas pelo fenômeno, com dados provenientes de avistamentos presenciados pelos próprios militares durante a segunda missão da Operação Prato.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nº de páginas: 10</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Período: de 25/11/1977 a 05/12/1977</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><strong><u>SITUAÇÃO:</u></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Vazado:</u> apresenta várias partes ilegíveis.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Versão inédita</u>: legível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Comparativo</u>: Aparentemente a nova versão é a matriz que gerou a versão vazada. Essa suposta matriz teve o cabeçalho do relatório, campos que identificavam a Missão e os militares bloqueados com tarjas escuras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_antiga/Relat%C3%B3rio%208%20-%20Relat%C3%B3rio%20de%20Miss%C3%A3o%20-%20II%20-%20Parte%20Informativa%20-%20VERS%C3%83O%20ANTIGA.pdf" target="_blank" rel="noopener">VERSÃO ANTIGA DESTE RELATÓRIO 08 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_inedita/Relat%C3%B3rio%208%20-%20Relat%C3%B3rio%20de%20Miss%C3%A3o%20-%20II%20-%20Parte%20Informativa%20-%20VERS%C3%83O%20IN%C3%89DITA.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>VERSÃO <em><u>INÉDITA</u></em> DESTE RELATÓRIO 08 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</strong></a></span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em><strong>RELATÓRIO 09:</strong></em></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Relatório Extra 01</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Descrição: Relatório de observação do Sgt Flávio Costa na Baia do Sol</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nº de páginas: 01</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Período: 20/11/1977</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><strong><u>SITUAÇÃO:</u></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Vazado:</u> legível</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Versão inédita</u>: legível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Comparativo</u>: a versão inédita agora apresentada possui redação um pouco diferente, com informações adicionais, aparentemente sem alteração substancial de conteúdo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_antiga/Relat%C3%B3rio%209%20-%20Extra%2001%20-%20VERS%C3%83O%20ANTIGA.pdf" target="_blank" rel="noopener">VERSÃO ANTIGA DESTE RELATÓRIO 09 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_inedita/Relat%C3%B3rio%209%20-%20Extra%2001%20-%20VERS%C3%83O%20IN%C3%89DITA.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>VERSÃO <em><u>INÉDITA</u></em> DESTE RELATÓRIO 09 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</strong></a></span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em><strong>RELATÓRIO 10:</strong></em></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Relatório Extra 02</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Descrição: Relatório de observações do Sgt.  Flávio Costa na Baía do Sol. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nº de páginas: 02</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Período: 21/11/77 e 22/11/77</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><strong><u>SITUAÇÃO:</u></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Vazado:</u> ilegível no rodapé da primeira folha.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Versão inédita</u>: legível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Comparativo</u>: inédito praticamente idêntico, apenas está sem assinatura na segunda página e sem o texto “<em>Extra 02”.</em> Há uma assinatura de Flávio Costa na lateral esquerda da primeira página do documento inédito.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_antiga/Relat%C3%B3rio%2010%20-%20Extra%2002%20-%20VERS%C3%83O%20ANTIGA.pdf" target="_blank" rel="noopener">VERSÃO ANTIGA DESTE RELATÓRIO 10 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_inedita/Relat%C3%B3rio%2010%20-%20Extra%2002%20-%20VERS%C3%83O%20IN%C3%89DITA.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>VERSÃO <em><u>INÉDITA</u></em> DESTE RELATÓRIO 10 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</strong></a></span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em><strong>RELATÓRIO 11:</strong></em></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Relatório Extra 03</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Descrição: Relatório de observações do Sgt Flávio Costa na Baia do Sol</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nº de páginas: 01</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Período: 09/12/77 e 10/12/77</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><strong><u>SITUAÇÃO:</u></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Vazado:</u> ilegível apenas a distância de Corpo Luminoso do último evento registrado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Versão inédita</u>: legível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Comparativo</u>: inédito praticamente idêntico, apenas está sem assinatura e sem o texto “<em>Extra 03”.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_antiga/Relat%C3%B3rio%2011%20-%20Extra%2003%20-%20VERS%C3%83O%20ANTIGA.pdf" target="_blank" rel="noopener">VERSÃO ANTIGA DESTE RELATÓRIO 11 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_inedita/Relat%C3%B3rio%2011%20-%20Extra%2003%20-%20VERS%C3%83O%20IN%C3%89DITA.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>VERSÃO <em><u>INÉDITA</u></em> DESTE RELATÓRIO 11 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</strong></a></span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em><strong>RELATÓRIO 12:</strong></em></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Relatório Extra 04</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Descrição: Relatório de observações do Sgt Flávio Costa na Baia do Sol</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nº de páginas: 01</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Período: 10/12/77 e 11/12/77</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><strong><u>SITUAÇÃO:</u></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Vazado:</u> ilegível em algumas partes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Versão inédita</u>: legível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Comparativo</u>: inédito praticamente idêntico, apenas está sem assinatura e sem o texto “<em>Extra 04”.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_antiga/Relat%C3%B3rio%2012%20-%20Extra%2004%20-%20VERS%C3%83O%20ANTIGA.pdf" target="_blank" rel="noopener">VERSÃO ANTIGA DESTE RELATÓRIO 12 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_inedita/Relat%C3%B3rio%2012%20-%20Extra%2004%20-%20VERS%C3%83O%20IN%C3%89DITA.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>VERSÃO <em><u>INÉDITA</u></em> DESTE RELATÓRIO 12 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</strong></a></span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em><strong>RELATÓRIO 13:</strong></em></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Relatório Extra 05</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Descrição: Relatório de observações do Sgt. Flávio Costa na Baia do Sol</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nº de páginas: 01</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Período: 13/12/77 e 14/12/77</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><strong><u>SITUAÇÃO:</u></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Vazado:</u> legível, com algumas palavras levemente desbotadas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Versão inédita</u>: legível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Comparativo</u>: inédito praticamente idêntico, apenas está sem assinatura, sem o texto “<em>Extra 05” </em>e a data de 14 de dezembro foi inserida a mão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_antiga/Relat%C3%B3rio%2013%20-%20Extra%2005%20-%20VERS%C3%83O%20ANTIGA.pdf" target="_blank" rel="noopener">VERSÃO ANTIGA DESTE RELATÓRIO 13 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_inedita/Relat%C3%B3rio%2013%20-%20Extra%2005%20-%20VERS%C3%83O%20IN%C3%89DITA.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>VERSÃO <em><u>INÉDITA</u></em> DESTE RELATÓRIO 13 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</strong></a></span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em><strong>RELATÓRIO 14:</strong></em></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Relatório Extra 06</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Descrição: Relatório de observações do Sgt. Flávio Costa na Baía do Sol.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nº de páginas: 01</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Período: 14/12/77 e 15/12/77</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><strong><u>SITUAÇÃO:</u></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Vazado:</u> ilegível no rodapé da página.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Versão inédita</u>: legível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Comparativo</u>: inédito praticamente idêntico, apenas está sem o texto “<em>Extra 06”.</em>  Nenhum dos dois documentos apresenta assinatura ou campo para isso. Aparentemente a nova versão é a matriz que gerou a versão vazada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_antiga/Relat%C3%B3rio%2014%20-%20Extra%2006%20-%20VERS%C3%83O%20ANTIGA.pdf" target="_blank" rel="noopener">VERSÃO ANTIGA DESTE RELATÓRIO 14 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_inedita/Relat%C3%B3rio%2014%20-%20Extra%2006%20-%20VERS%C3%83O%20IN%C3%89DITA.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>VERSÃO <em><u>INÉDITA</u></em> DESTE RELATÓRIO 14 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</strong></a></span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em><strong>RELATÓRIO 15: </strong><span style="color: #e64946;"><strong>INÉDITO</strong></span></em></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Relatório de Missão – Fazenda Jejú</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Descrição: Relatório inédito contendo observações da equipe militar na Fazenda Jejú.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nº de páginas: 01</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Período: 16/12/1977</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><strong><u>SITUAÇÃO:</u></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Vazado:</u> inexistente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Versão inédita</u>: Documento inédito e legível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Comparativo</u>: 100% novo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_inedita/Relat%C3%B3rio%2015%20-%20Relat%C3%B3rio%20de%20Miss%C3%A3o%20-%20Fazenda%20Jej%C3%BA.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>VERSÃO <em><u>INÉDITA</u></em> DESTE RELATÓRIO 15 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</strong></a></span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em><strong>RELATÓRIO 16:</strong></em></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Relatório do Agente – Partes Operacional e Informativa &#8211; Fazenda Jejú</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Descrição: Relatório contendo observações da equipe militar na Fazenda Jejú.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nº de páginas: 02</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Período: 16/12/77 e 17/12/77</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><strong><u>SITUAÇÃO</u></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Vazado</u>: Ilegível em alguns trechos, especialmente na “Parte Informativa”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Versão Inédita</u>: Legível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Comparativo</u>: Na parte Operacional há algumas diferenças em algumas palavras e na disposição da apresentação da Equipe operacional, entretanto, sem alteração de conteúdo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Na parte Informativa há vários registros a serem considerados.</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Na versão inédita não há o desenho dos buracos da folha 02 (versão vazada);</span></li>
<li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Na versão inédita agora é possível lermos o registro da equipe militar informando que no terreno examinado havia uma marca circular com uma área de 2,5m² e a presença de um sulco raso circular acompanhando a profundidade da área);</span></li>
<li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Há divergências de informações em relação a 02 (dois) buracos presentes no solo:</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">3.1- Na versão inédita informa-se que os buracos medem 50&#215;50 cm, sendo um quadrado e outro de forma circular. Na versão vazada, pelo desenho, percebe-se que ambos são quadrados;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">3.2 – Se considerarmos um terceiro Relatório, o Registro de Observações de Ovnis (disponível na seção Documentos), percebe-se pelo desenho abaixo, que os militares registraram ambos como sendo quadrados e com dimensões 40&#215;40 cm, divergente, portanto, da versão inédita;</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-768" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/09/anexo_05_reg_076-e1505916336817.png" alt="" width="662" height="515" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/09/anexo_05_reg_076-e1505916336817.png 662w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/09/anexo_05_reg_076-e1505916336817-300x233.png 300w" sizes="(max-width: 662px) 100vw, 662px" /></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">3.3- Na versão inédita a distância entre os buracos por seus bordos exteriores foi registrada como sendo de 1,40m. Já na versão vazada, pelo desenho, essa distância seria de 1,60m.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Na parte denominada “Observações”, há algumas diferenças em palavras sem alteração significativa de seu conteúdo. A versão inédita traz um registro extra de observação no dia 16.12.77 as 23:45h. Na versão inédita, para a observação do dia 17.12.77 as 00:30h, não foi consignado o deslocamento da equipe, de viatura, para melhor observar e fotografar o objeto avistado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Versão inédita apresenta ao final o nome do 3S Nascimento, porém sem assinatura.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_antiga/Relat%C3%B3rio%2016%20-%20Relat%C3%B3rio%20do%20Agente%20-%20Fazenda%20Jej%C3%BA%20-%20VERS%C3%83O%20ANTIGA.pdf" target="_blank" rel="noopener">VERSÃO ANTIGA DESTE RELATÓRIO 16 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_inedita/Relat%C3%B3rio%2016%20-%20Relat%C3%B3rio%20do%20Agente%20-%20Fazenda%20Jej%C3%BA%20-%20VERS%C3%83O%20IN%C3%89DITA.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>VERSÃO <em><u>INÉDITA</u></em> DESTE RELATÓRIO 16 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</strong></a></span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em><strong>RELATÓRIO 17:</strong></em></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Relatório de Missão – Partes Operacional e Informativa &#8211; Fazenda Jejú</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Descrição: Relatório contendo observações da equipe militar na Fazenda Jejú.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nº de páginas: 01</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Período: 20/12/77 e 21/12/77</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><strong><u>SITUAÇÃO</u></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Vazado</u>: Ilegível em alguns trechos, especialmente na parte inferior.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Versão Inédita</u>: Legível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Comparativo</u>: Inédito praticamente idêntico. Versão inédita apresenta ao final o nome do Cap. Hollanda, porém sem assinatura.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_antiga/Relat%C3%B3rio%2017%20-%20Relat%C3%B3rio%20de%20Miss%C3%A3o%20-%20Partes%20Operacional%20e%20Informativa%20-%20Fazenda%20Jej%C3%BA%20-%20VERS%C3%83O%20ANTIGA.pdf" target="_blank" rel="noopener">VERSÃO ANTIGA DESTE RELATÓRIO 17 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_inedita/Relat%C3%B3rio%2017%20-%20Relat%C3%B3rio%20de%20Miss%C3%A3o%20-%20Partes%20Operacional%20e%20Informativa%20-%20Fazenda%20Jej%C3%BA%20-%20VERS%C3%83O%20IN%C3%89DITA.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>VERSÃO <em><u>INÉDITA</u></em> DESTE RELATÓRIO 17 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</strong></a></span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em><strong>RELATÓRIO 18:</strong></em></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Relatório do Agente – Extra 07</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Descrição: Relatório contendo observações da equipe militar na Fazenda Jejú.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nº de páginas: 01</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Período: 20/12/77 e 21/12/77</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><strong><u>SITUAÇÃO</u></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Vazado</u>: Levemente apagado em alguns trechos, porém, sem prejuízo da leitura de todo conteúdo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Versão Inédita</u>: Legível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Comparativo</u>: Inédito praticamente idêntico. Versão inédita não possui a assinatura do Sgt. Flávio.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_antiga/Relat%C3%B3rio%2018%20-%20Relat%C3%B3rio%20do%20Agente%20-%20Extra%2007%20-%20VERS%C3%83O%20ANTIGA.pdf" target="_blank" rel="noopener">VERSÃO ANTIGA DESTE RELATÓRIO 18 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_inedita/Relat%C3%B3rio%2018%20-%20Relat%C3%B3rio%20do%20Agente%20-%20Extra%2007%20-%20VERS%C3%83O%20IN%C3%89DITA.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>VERSÃO <em><u>INÉDITA</u></em> DESTE RELATÓRIO 18 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</strong></a></span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em><strong>RELATÓRIO 19:</strong></em></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Relatório do Agente – Extra 08</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Descrição: Relatório de observações do Sgt Flávio Costa na Baia do Sol</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nº de páginas: 02</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Período: 21/12/77 e 22/12/77</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><strong><u>SITUAÇÃO</u></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Vazado</u>: Ilegível em alguns trechos, especialmente na parte inferior da primeira página.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Versão Inédita</u>: Legível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Comparativo</u>: Inédito praticamente idêntico, apenas está sem assinatura e sem o texto “Extra 08”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_antiga/Relat%C3%B3rio%2019%20-%20Relat%C3%B3rio%20do%20Agente%20-%20Extra%2008%20-%20VERS%C3%83O%20ANTIGA.pdf" target="_blank" rel="noopener">VERSÃO ANTIGA DESTE RELATÓRIO 19 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_inedita/Relat%C3%B3rio%2019%20-%20Relat%C3%B3rio%20do%20Agente%20-%20Extra%2008%20-%20VERS%C3%83O%20IN%C3%89DITA.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>VERSÃO <em><u>INÉDITA</u></em> DESTE RELATÓRIO 19 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</strong></a></span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em><strong>RELATÓRIO 20:</strong></em></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Relatório do Agente – Extra</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Descrição: O presente relatório mescla informações que foram coletadas junto a moradores da cidade de Colares afetadas pelo fenômeno, com dados provenientes de avistamentos presenciados pelos próprios militares.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nº de páginas: 05</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Período: 23/01/78 a 03/03/78</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><strong><u>SITUAÇÃO</u></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Vazado</u>: Ilegível em alguns trechos, especialmente na parte inferior das páginas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Versão Inédita</u>: Legível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Comparativo</u>: Versão inédita traz várias informações omitidas na parte inferior das páginas em relação à versão vazada. Versão inédita apresentada sem o nome e assinatura do Sgt. Flávio (tarja).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_antiga/Relat%C3%B3rio%2020%20-%20Relat%C3%B3rio%20do%20Agente%20-%20Extra%20-%20VERS%C3%83O%20ANTIGA.pdf" target="_blank" rel="noopener">VERSÃO ANTIGA DESTE RELATÓRIO 20 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_inedita/Relat%C3%B3rio%2020%20-%20Relat%C3%B3rio%20do%20Agente%20-%20Extra%20-%20VERS%C3%83O%20IN%C3%89DITA.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>VERSÃO <em><u>INÉDITA</u></em> DESTE RELATÓRIO 20 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</strong></a></span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em><strong>RELATÓRIO 21:</strong></em></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Relatório do Agente – Extra 09</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Descrição: Relatório de observações do Sgt Flávio Costa no Rio Guajará</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nº de páginas: 01</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Período: 23/01/78 e 24/01/78</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><strong><u>SITUAÇÃO</u></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Vazado</u>: Levemente apagado em alguns trechos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Versão Inédita</u>: Legível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Comparativo</u>: Inédito praticamente idêntico. Versão inédita não possui a assinatura do Sgt. Flávio.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_antiga/Relat%C3%B3rio%2021%20-%20Relat%C3%B3rio%20do%20Agente%20-%20Extra%2009%20-%20VERS%C3%83O%20ANTIGA.pdf" target="_blank" rel="noopener">VERSÃO ANTIGA DESTE RELATÓRIO 21 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_inedita/Relat%C3%B3rio%2021%20-%20Relat%C3%B3rio%20do%20Agente%20-%20Extra%2009%20-%20VERS%C3%83O%20IN%C3%89DITA.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>VERSÃO <em><u>INÉDITA</u></em> DESTE RELATÓRIO 21 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</strong></a></span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em><strong>RELATÓRIO 22:</strong></em></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Relatório do Agente – Extra 10</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Descrição: Relatório de observações do Sgt. Flávio Costa no Rio Guajará</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nº de páginas: 01</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Período: 27/01/78 e 28/01/78</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><strong><u>SITUAÇÃO</u></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Vazado</u>: Ilegível em alguns trechos, especialmente na parte inferior das página.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Versão Inédita</u>: Legível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Comparativo</u>: Versão inédita traz várias informações omitidas na parte inferior da página e traz novos personagens como o Eng. Químico Agostinho e o, à época, Major Médico Dr. Benchimol. Versão inédita apresentada sem assinatura do Sgt. Flávio.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_antiga/Relat%C3%B3rio%2022%20-%20Relat%C3%B3rio%20do%20Agente%20-%20Extra%2010%20-%20VERS%C3%83O%20ANTIGA.pdf" target="_blank" rel="noopener">VERSÃO ANTIGA DESTE RELATÓRIO 22 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_inedita/Relat%C3%B3rio%2022%20-%20Relat%C3%B3rio%20do%20Agente%20-%20Extra%2010%20-%20VERS%C3%83O%20IN%C3%89DITA.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>VERSÃO <em><u>INÉDITA</u></em> DESTE RELATÓRIO 22 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</strong></a></span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em><strong>RELATÓRIO 23:</strong></em></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Relatório Extra 11</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Descrição: Relatório de observações do Sgt. Flávio Costa na Baía do Sol</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nº de páginas: 01</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Período: 19/06/78 e 20/06/78</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><strong><u>SITUAÇÃO</u></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Vazado</u>: Levemente apagado em alguns trechos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Versão Inédita</u>: Legível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Comparativo</u>: Inédito praticamente idêntico. Versão inédita não possui a assinatura do Sgt. Flávio.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_antiga/Relat%C3%B3rio%2023%20-%20Relat%C3%B3rio%20do%20Agente%20-%20Extra%2011%20-%20VERS%C3%83O%20ANTIGA.pdf" target="_blank" rel="noopener">VERSÃO ANTIGA DESTE RELATÓRIO 23 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_inedita/Relat%C3%B3rio%2023%20-%20Relat%C3%B3rio%20do%20Agente%20-%20Extra%2011%20-%20VERS%C3%83O%20IN%C3%89DITA.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>VERSÃO <em><u>INÉDITA</u></em> DESTE RELATÓRIO 23 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</strong></a></span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em><strong>RELATÓRIO 24:</strong></em></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Relatos Esparsos</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Descrição: Relatório contendo informações coletadas pela equipe militar junto a moradores de diversas localidades afetadas pelo fenômeno.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nº de páginas: 03</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Período: 26/03/78 e 25/08/78</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><strong><u>SITUAÇÃO</u></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Vazado</u>: Levemente apagado em alguns trechos, especialmente abaixo e à direita das páginas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Versão Inédita</u>: Legível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Comparativo</u>: Inédito praticamente idêntico. Versão inédita não possui a assinatura do Sgt. Flávio.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_antiga/Relat%C3%B3rio%2024%20-%20Relatos%20Esparsos%20-%20VERS%C3%83O%20ANTIGA.pdf" target="_blank" rel="noopener">VERSÃO ANTIGA DESTE RELATÓRIO 24 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_inedita/Relat%C3%B3rio%2024%20-%20Relatos%20Esparsos%20-%20VERS%C3%83O%20IN%C3%89DITA.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>VERSÃO <em><u>INÉDITA</u></em> DESTE RELATÓRIO 24 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</strong></a></span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em><strong>RELATÓRIO 25:</strong></em></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Relatório Extra 12</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Descrição: Relatório de observações do Sgt Flávio Costa no Rio Guajará</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nº de páginas: 01</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Período: 30/06/78</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><strong><u>SITUAÇÃO</u></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Vazado</u>: Levemente apagado em alguns trechos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Versão Inédita</u>: Legível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><u>Comparativo</u>: Inédito praticamente idêntico. Versão inédita não possui a assinatura do Sgt Flávio.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_antiga/Relat%C3%B3rio%2025%20-%20Extra%2012%20-%20VERS%C3%83O%20ANTIGA.pdf" target="_blank" rel="noopener">VERSÃO ANTIGA DESTE RELATÓRIO 25 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/artigo_docs_legiveis/versao_inedita/Relat%C3%B3rio%2025%20-%20Extra%2012%20-%20VERS%C3%83O%20IN%C3%89DITA.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>VERSÃO <em><u>INÉDITA</u></em> DESTE RELATÓRIO 25 (CLIQUE AQUI PARA DOWNLOAD)</strong></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 18pt;"><strong>Entrevista com o Tenente-Coronel Médico Dr. Isaac Samuel Benchimol</strong></span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-769" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/09/Dr.-Isaac-Samuel-Benchimol.jpg" alt="" width="450" height="450" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/09/Dr.-Isaac-Samuel-Benchimol.jpg 960w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/09/Dr.-Isaac-Samuel-Benchimol-150x150.jpg 150w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/09/Dr.-Isaac-Samuel-Benchimol-300x300.jpg 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/09/Dr.-Isaac-Samuel-Benchimol-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /></strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O Tenente-Coronel Isaac Samuel Benchimol, que na época era Major médico chefe do serviço de saúde da primeira zona aérea, participou de uma vigília em janeiro de 1978 a convite do então Capitão Hollanda (ver relatório Extra 10).  Segue abaixo a entrevista concedida no dia 19 de setembro de 2017.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>1) Dr. Benchimol, qual a função que o senhor exercia na época da Operação Prato?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><em>Resposta:</em> Eu era chefe do serviço de saúde da primeira zona aérea.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>2) Qual a sua função atual?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><em>Resposta:</em> Atualmente estou na reserva e continuo como médico.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>3) Como o senhor ficou sabendo dos acontecimentos no ano de 1977?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><em>Resposta:</em> Eu fiquei sabendo porque eu era muito ligado ao Hollanda, que era a pessoa que estava incumbida de comandar a pesquisa sobre os “possíveis discos voadores”.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>4) O senhor poderia descrever como foi sua participação na Operação Prato?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><em>Resposta:</em> A minha participação foi por curiosidade, foi a convite do Hollanda. Ele nos levou em uma noite, eu e meu cunhado (Agostinho) até um terreno que pertencia a Volkswagen, eu não lembro qual era o município. Subimos em uma espécie de torre ou caixa d&#8217;água muito alta, ficamos lá por mais ou menos duas horas de tempo, mas não observamos nenhum objeto luminoso.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>5) O senhor recorda quem foram os participantes nessa vigília?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><em>Resposta:</em> O Hollanda, meu cunhado Agostinho Barros&#8230; participaram mais algumas pessoas, mas eu não recordo.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>6) Qual era a expectativa ao ir ao local?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><em>Resposta:</em> Nós queríamos ver alguma coisa, algum evento já relatado pelos colegas, mas infelizmente não conseguimos ver nada.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>7) Qual a repercussão da missão no comando?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><em>Resposta</em>: O comando mantinha isso com muita reserva, porque não tinha comprovação. No meio militar existe essa preocupação em fornecer informação com comprovação.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>8) O senhor chegou a ver fotos e vídeos?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><em>Resposta:</em> Eu cheguei a assistir um vídeo no comando, uma reunião só para oficiais, mas não se sabe como foi feito aquilo, da veracidade daquilo&#8230; não se pode duvidar, mas também não se pode afirmar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Eu não posso te descrever com precisão pois fazem muitos anos, mas eu lembro que no vídeo que eu vi aparecia uma luminosidade diferente, mas nada de anormal ou extraordinário, era como uma estrela grande no céu, a gente não pode afirmar com certeza que aquilo não se tratava de uma coisa da natureza.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>9) O que os participantes da Operação Prato achavam?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><em>Resposta:</em> Bom, o Hollanda principalmente relatava bastante aparecimentos de objetos não identificados. Onde havia notícia de aparecimentos ele sempre estava lá, passava noites esperando para poder constatar. Era um fenômeno inusitado, todos queriam constatar algo para depois afirmar com certeza do que se tratava.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>10) O senhor percebeu alguma mudança no comportamento dos integrantes da missão?</strong></span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><em>Resposta:</em> Eu era mais próximo do Hollanda e não percebi nenhuma mudança em seu comportamento durante o tempo que eu convivi com ele.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>11) Qual é sua opinião a respeito do fenômeno?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><em>Resposta:</em> Como eu não vi, é natural que eu tivesse ficado na dúvida, se eu tivesse visto, claro que eu ia te dizer que eu vi, e confirmava, mas eu não vi. Talvez porque como eu participei uma vez apenas, seria mais difícil ver.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;">Nota: O Eng. Químico Agostinho Barros da Costa, Professor da UFPA, infelizmente faleceu no início de 2017.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #999999;">Autores do artigo: Luiz Fernando, Raphael Pinho, Hélio A. R. Aniceto, P.A. Ferreira e M.A. Farias.</span></p>
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		<title>Documento Militar Inédito: Relatório de Informação Filmes Super 8 da Operação Prato</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Jul 2017 12:43:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOVIDADES]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E mais&#8230; Exclusivo! Descubra ao final de nossa análise quem foi o agente “Ernesto” que comandou a equipe militar no início da Operação Prato! A <a class="mh-excerpt-more" href="https://operacaoprato.com/novidades/documento-militar-inedito-relatorio-de-informacao-filmes-super-8-da-operacao-prato" title="Documento Militar Inédito: Relatório de Informação Filmes Super 8 da Operação Prato">[...]</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="671" class="elementor elementor-671 elementor-bc-flex-widget">
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									<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16pt;"><strong>E mais&#8230; Exclusivo! Descubra ao final de nossa análise quem foi o agente “Ernesto” que comandou a equipe militar no início da Operação Prato!</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A equipe do site <a href="http://www.operacaoprato.com" target="_blank" rel="noopener">www.operacaoprato.com</a> traz até vocês mais um documento militar inédito!</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Recebemos de uma fonte altamente fidedigna, documento inédito, que apresentaremos a seguir em primeira mão, contendo informações sobre filmagens realizadas pela equipe militar durante a Operação Prato.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Embora o conhecimento de que filmagens tenham sido realizadas no período da missão militar não seja algo novo, já que o próprio Cel. Uyrangê Hollanda as mencionou em sua histórica entrevista em 1997, o presente documento traz informações valiosas como: número de filmagens realizadas, tipo de equipamento utilizado, dias, locais, duração, entre outras de muita valia para aqueles que pesquisam o assunto.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Infelizmente, nenhum filme foi liberado oficialmente ou mesmo vazado até hoje.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Como é de praxe em nosso trabalho, após a exibição do documento inédito, nossa Equipe apresenta uma análise detalhada do mesmo buscando extrair o máximo de informações e lançando novas perspectivas para a investigação desse extraordinário evento que após 40 anos ainda permanece sem uma solução definitiva.</span></p><figure id="attachment_672" aria-describedby="caption-attachment-672" style="width: 350px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-672" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/history_2.jpg" alt="" width="350" height="253" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/history_2.jpg 343w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/history_2-300x217.jpg 300w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /><figcaption id="caption-attachment-672" class="wp-caption-text">Fonte: www.youtube.com – History Channel</figcaption></figure><h2><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;">O DOCUMENTO INÉDITO</span></h2><iframe class="pdfjs-viewer" width="650px" height="849px" src="https://operacaoprato.com/wp-content/plugins/pdf-viewer/stable/web/viewer.html?file=http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/RELAT%C3%93RIO%20FILMES%20SUPER%208%20-%20www.operacaoprato.com.pdf"></iframe> <h2><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;">ANÁLISE DO DOCUMENTO</span></h2><h3><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;">A Autenticidade</span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O documento recebido pela equipe do <a href="http://www.operacaoprato.com/" target="_blank" rel="noopener"><em>www.operacaoprato.com</em></a> é composto por uma única folha visivelmente amarelada pelo tempo.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A fonte do documento é absolutamente idônea e teve contato direto com militares integrantes da Operação Prato, recebendo o presente material das mãos do próprio sargento João Flávio de Freitas Costa, braço direito do, a época, Cap. Uyrangê Hollanda, comandante da Operação Prato. Entretanto, até o momento, prefere se manter no anonimato por questões pessoais.</span></p><h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong>Apresentação</strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O documento foi elaborado no final da década de 1970, quando as máquinas de escrever imperavam absolutas nas empresas, residências e instituições públicas, tratando-se, portanto, de um meio de registro de informações que ofereciam escassas possibilidades para a correção de erros.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O documento não apresenta timbre da instituição, numeração ou assinatura, entretanto, possui elementos que o ligam a 2ª Seção do I Comar.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Neste caso, apesar de no documento não estarem presentes elementos importantes como uma assinatura, por exemplo, contamos com a pertinência lógica do mesmo quando comparado à documentação oficial, fato este que será abordado detidamente nesta análise e com a própria idoneidade da fonte, que garantimos ser absolutamente fiável.</span></p><h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong>Análise de conteúdo</strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O documento inicia com um cabeçalho indicando o local de sua origem:</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;"><em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Ministério da Aeronáutica</span></em></span><br /> <span style="font-size: 12pt;"><em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> Primeiro Comando Aéreo Regional</span></em></span><br /> <span style="font-size: 12pt;"><em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> Estado Maior – 2ª Seção (SERINS)</span></em></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nessa parte, chamou nossa atenção a sigla “SERINS” colocada entre parênteses após a indicação da 2ª Seção, pois se trata de algo que ainda não havia sido observado em nenhum documento existente.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Buscamos a explicação no Decreto nº 73.368, de 26 de Dezembro de 1973 que aprovava o Regulamento dos Comandos Aéreos Regionais.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em>Art. 22. O Estado-Maior tem a seguinte constituição:</em></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em>1 – Chefe;</em></span><br /> <span style="font-size: 10pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em> 2 – Seção de Pessoal;</em></span><br /> <span style="font-size: 10pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em> 3 – Seção de Informações;</em></span><br /> <span style="font-size: 10pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em> 4 – Seção de Operações;</em></span><br /> <span style="font-size: 10pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em> 5 – Seção de Logística;</em></span><br /> <span style="font-size: 10pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em> 6 – Seção de Planejamento Orçamentário.</em></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em>Art. 26. A 2ª Seção (Informações), diretamente subordinada ao Chefe do Estado-Maior, é o Órgão que tem por finalidade o planejamento, a coordenação e o controle das atividades de Informações na área de jurisdição do COMAR.</em></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Apesar de nossos esforços, não conseguimos, até o momento, concluir se a sigla SERINS seria uma abreviação da própria Seção de Informações ou algum setor ou serviço interno pertencente à 2ª Seção.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em seguida temos o título do documento: <strong>Relatório de Informação</strong>. Infelizmente não possui uma numeração, o que pode indicar ser uma versão anterior, uma espécie de rascunho do documento final. Esse artifício era muito comum já que as máquinas de escrever não permitiam uma correção, facilidade da qual dispomos hoje.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Na sequência aparecem itens numerados de 1 a 4. Analisaremos um a um.</span></p><h4><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1. ASSUNTO : OANI</span></h4><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A designação do assunto é incomum em termos de Operação Prato. Se observarmos os relatórios militares atentamente veremos que as luzes observadas tiveram como descrição os seguintes termos: Corpo Luminoso; OVNI ou Objeto Voador Não Identificado. A sigla OANI é nova em termos da documentação produzida pela equipe militar da Operação Prato. Entretanto, o termo OANI foi largamente utilizado pelos militares que comandaram o SIOANI.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">“O SIOANI, acrônimo de Sistema de Investigação de Objetos Aéreos Não Identificados, foi uma estrutura organizacional formalmente criada pelo Comando da 4ª Zona Aérea da FAB, atual IV Comando Aéreo Regional (COMAR), para investigação e pesquisa científica do fenômeno do Objeto Aéreo Não Identificado, o chamado OANI, entre os anos de 1969 e 1972. Foi patrocinado pelo brigadeiro José Vaz da Silva, comandante da 4ª Zona Aérea e coordenado pelo major Gilberto Zani de Mello.” <span style="font-size: 10pt; color: #e64946;"><sup>1</sup></span></span></p><h4 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">2. DATA : 17 a 28 de FEV 78</span></h4><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Aqui encontramos uma estranheza. Conforme se pode observar no texto do documento, ele traz filmagens que vão do dia 27 de janeiro de 1978 a pelo menos o dia 03 de março do mesmo ano. Não há uma explicação razoável para o período apresentado.</span></p><h4 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">3. REF : OPERAÇÃO PRATO</span></h4><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Aqui uma curiosidade. A “Operação Prato” foi encerrada oficialmente em 05/12/1977. Como podemos observar ela prosseguiu inclusive ostentando o mesmo nome.</span></p><h4 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">4. ANEXO : FILMES S8 (50ft)</span></h4><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">“Super 8 (ou Super 8 mm) é um formato cinematográfico desenvolvido nos anos 60 e lançado no mercado em 1965 pela Kodak, como um aperfeiçoamento do antigo formato 8 mm, mantendo a mesma bitola.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Quando surgiu, o Super 8 foi proposto para uso amador &#8211; registro de eventos sociais, viagens e cenas domésticas. Seu baixo custo em relação às bitolas profissionais de cinema (35 mm e 16 mm) e a sua qualidade em relação ao 8 mm tradicional fizeram com que se tornasse, nos anos 1970 e 1980, o formato preferencial para filmes de estudantes, filmes experimentais e mesmo para tentativas semi-profissionais de cineastas iniciantes.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">No entanto, nos anos 1990, com a popularização do vídeo, o uso amador e doméstico do Super 8 foi praticamente extinto. E é claro que seu uso &#8220;alternativo&#8221; não foi suficiente para manter todo um segmento da indústria de equipamentos eletrônicos em atividade.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O filme Super 8 tem capacidade para 50 pés (15 metros) de filme, dando uma autonomia de 2&#8217;50&#8221; aproximadamente a 24 f.p.s (fieds per second)  e 3&#8217;10&#8221; a 18 f.p.s. (fieds per second).</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Para filmagens em Super 8, existem câmeras sonoras e mudas, e cada uma delas possui igualmente um tipo de cartucho específico para seu uso.”<span style="font-size: 10pt; color: #e64946;"><sup>2</sup></span></span><a href="#_ednref1" name="_edn1"></a></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-673" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/rolo-super-8.jpg" alt="" width="300" height="235" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Concluímos, portanto, que apesar do Super 8 não ser geralmente associado ao registro de atividades militares, a época apresentada pelo documento para as gravações é compatível com a utilização desse formato de filme.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Passemos a analisar agora os 04 (quatro) filmes Super-8 discriminados no documento.</span></p><h5 style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946; background-color: #f5efe9; font-size: 14pt;"><strong><span style="text-decoration: underline;">FS8 Nº 01</span></strong></span></h5><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">De acordo com o documento, este filme foi iniciado na cidade de Ananindeua-PA, no Rio Guajará nas instalações da Volkswagen (Serraria) em dois momentos distintos. O primeiro momento teria ocorrido as 23:32h do dia 27/01/78 sendo que o OANI possuía altitude estimada de 900ft (300m); menor distância para o observador de 3.000ft (1.000m); tamanho aparente de 5 cm e rumava no sentido SE/N.   O segundo momento teria ocorrido as 1:08h do dia 28/01/78 em condições quase idênticas a anterior. O OANI rumava no sentido Norte e efetuou uma curva de 175˚ desaparecendo a baixa altura.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Para filmar essas duas passagens teriam sido usados 30 pés de película. Esta informação é importante, pois nos permite calcular o tempo aproximado das filmagens realizadas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Como não temos informações sobre a velocidade em que foram filmados (18 ou 24 quadros por segundo) segue a tabela abaixo com as duas possibilidades:</span></p><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong> 30 pés de filme</strong></span></p><table style="height: 84px;" width="364"><tbody><tr><td style="width: 174px; text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Velocidade da filmagem</span></td><td style="width: 174px; text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Tempo  de filmagem</span></td></tr><tr><td style="width: 174px; text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">18 f.p.s.</span></td><td style="width: 174px; text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1 min 54s</span></td></tr><tr><td style="width: 174px; text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">24 f.p.s.</span></td><td style="width: 174px; text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1 min 42s</span></td></tr></tbody></table><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Vamos agora comparar as informações contidas no presente Relatório com os registros nos Relatórios militares hoje disponíveis e que podem ser consultados na sessão Documentos deste site.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em relação à primeira passagem do dia 27/01/78 temos:</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong><u>27 DE JANEIRO DE 1978</u></strong></span></p><table width="100%"><tbody><tr><td>Data/Hora: 27/01/78 – 23:32h<br /> Tipo: Observação militar<br /> Local: Rio Laranjeira (afluente do Rio Guajará) – Cimatro</td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1- Fonte: Resumo Sintético Cronológico:</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-675" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico-e1500215405988.png" alt="" width="601" height="198" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico-e1500215405988.png 416w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico-e1500215405988-300x99.png 300w" sizes="(max-width: 601px) 100vw, 601px" /></p><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">2- Fonte: Relatório Extra 10</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-676" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/2-Relatorio-Extra-10-e1500215740726.png" alt="" width="573" height="498" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/2-Relatorio-Extra-10-e1500215740726.png 573w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/2-Relatorio-Extra-10-e1500215740726-300x261.png 300w" sizes="(max-width: 573px) 100vw, 573px" /></p><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">3- Fonte: Registros de Observações de Ovnis</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-677" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/3-Registros-de-Observacoes-de-Ovnis-e1500216842831.png" alt="" width="825" height="545" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/3-Registros-de-Observacoes-de-Ovnis-e1500216842831.png 825w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/3-Registros-de-Observacoes-de-Ovnis-e1500216842831-300x198.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/3-Registros-de-Observacoes-de-Ovnis-e1500216842831-768x507.png 768w" sizes="(max-width: 825px) 100vw, 825px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Comparando os documentos observamos uma divergência no tamanho aparente da luz observada (5cm no Relatório de Informação contra 10 cm nos relatórios militares conhecidos).</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Os relatórios militares ainda nos permitem obter outras informações como, por exemplo, que a equipe do A2 possivelmente estaria posicionada em uma caixa d’água com 25-28m de altura por ocasião da filmagem e estariam acompanhados de civis.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em relação à segunda passagem do dia 28/01/78 temos:</span></p><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong><u>28 DE JANEIRO DE 1978</u></strong></span></p><table width="100%"><tbody><tr><td><p>Data/Hora: 28/01/78 – 01:08h</p><p>Tipo: Observação militar</p><p>Local: Rio Laranjeira (afluente do Rio Guajará) – Cimatro</p></td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1- Fonte: Resumo Sintético Cronológico</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-678" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_2-e1500217534449.png" alt="" width="600" height="117" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_2-e1500217534449.png 430w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_2-e1500217534449-300x59.png 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">2- Fonte: Relatório Extra 10</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-679" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/2-Relatorio-Extra-10_2-e1500217935144.png" alt="" width="590" height="177" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/2-Relatorio-Extra-10_2-e1500217935144.png 590w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/2-Relatorio-Extra-10_2-e1500217935144-300x90.png 300w" sizes="(max-width: 590px) 100vw, 590px" /></p><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">3- Fonte: Registros de Observações de Ovnis</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-680" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/3-Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_2-e1500218267449.png" alt="" width="812" height="626" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/3-Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_2-e1500218267449.png 812w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/3-Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_2-e1500218267449-300x231.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/3-Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_2-e1500218267449-768x592.png 768w" sizes="(max-width: 812px) 100vw, 812px" /></p><p> </p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-681" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-01-reg-089.png" alt="" width="953" height="1348" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-01-reg-089.png 953w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-01-reg-089-212x300.png 212w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-01-reg-089-768x1086.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-01-reg-089-724x1024.png 724w" sizes="(max-width: 953px) 100vw, 953px" /></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-682" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-02-reg-089.png" alt="" width="953" height="1348" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-02-reg-089.png 953w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-02-reg-089-212x300.png 212w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-02-reg-089-768x1086.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-02-reg-089-724x1024.png 724w" sizes="(max-width: 953px) 100vw, 953px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Na comparação dessa segunda passagem obtemos várias informações que não constam do Relatório de Informação como: altitude, distância e tamanho aparente por exemplo.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Há também alguns outros pontos que merecem nossas considerações. Conforme podemos observar na descrição contida na fig.1 do Anexo 01 do Registro nº 089, foi feita a menção de que se trataria de um filme particular, supostamente pertencente a Adalberto Kovacs Nogueira e a filmagem teria sido realizada pelo PLA Virgílio Ernesto Arantes Mello (falecido).</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Adalberto Kovacs era piloto comercial e foi dono da empresa Taxi Aéreo Kovacs. Infelizmente faleceu em 02/12/2015 conforme texto contido no link a seguir <a href="https://lucioflaviopinto.wordpress.com/2015/12/03/kovacs-o-pioneiro/" target="_blank" rel="noopener">https://lucioflaviopinto.wordpress.com/2015/12/03/kovacs-o-pioneiro/</a></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Já Virgílio Ernesto também era piloto comercial e faleceu num acidente aéreo em 31/10/78 quando pilotava um Cessna 402 pertencente a Taxi Aéreo Kovacs conforme notícia contida no link a seguir: <a href="http://www.desastresaereos.net/ac_br_1978.htm" target="_blank" rel="noopener">http://www.desastresaereos.net/ac_br_1978.htm</a></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em seguida, consta no Relatório de Informação que com o mesmo filme de 30 a 50 pés, a filmagem foi reiniciada em Colares no dia 18/02/78.</span></p><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong> 20 pés de filme</strong></span></p><table width="364"><tbody><tr><td style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Velocidade da filmagem</span></td><td style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Tempo  de filmagem</span></td></tr><tr><td style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">18 f.p.s.</span></td><td style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">1 min 16s</span></td></tr><tr><td style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">24 f.p.s.</span></td><td style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">1 min 08s</span></td></tr></tbody></table><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A partir deste registro, em função de não terem sido informados os horários das filmagens e haver mais de um avistamento nos dias consignados, apresentaremos alguns dos registros existentes para o respectivo dia. Infelizmente, também não poderemos afirmar se todas as observações do dia indicado foram efetivamente filmadas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Obs: Caso o leitor deseje verificar todos os registros militares existentes para um determinado dia poderá utilizar-se do documento produzido por nossa equipe “<a href="http://operacaoprato.com/artigos/compilacao-dos-relatorios-militares-operacao-prato" target="_blank" rel="noopener">Compilação de Registros Militares</a>” na sessão Artigos.</span></p><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong><u>18 DE FEVEREIRO DE 1978</u></strong></span></p><table width="100%"><tbody><tr><td><span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt;">Data/Hora: 18/02/78 – 19:00h</span><br /> <span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt;"> Tipo: Observação militar</span><br /> <span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt;"> Local: Colares</span></td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1-Fonte: Resumo Sintético Cronológico</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-683" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_2-1-e1500219743825.png" alt="" width="598" height="48" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_2-1-e1500219743825.png 424w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_2-1-e1500219743825-300x24.png 300w" sizes="(max-width: 598px) 100vw, 598px" /></p><p style="text-align: center;">==========ooo==========</p><table width="100%"><tbody><tr><td><span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt;">Data/Hora: 18/02/78 – 20:10h</span><br /> <span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt;"> Tipo: Observação militar</span><br /> <span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt;"> Local: Colares</span></td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1-Fonte: Resumo Sintético Cronológico</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-684" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_2-2-e1500220247653.png" alt="" width="595" height="47" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_2-2-e1500220247653.png 417w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_2-2-e1500220247653-300x24.png 300w" sizes="(max-width: 595px) 100vw, 595px" /></p><p style="text-align: center;">==========ooo==========</p><table width="100%"><tbody><tr><td><span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt;">Data/Hora: 18/02/78 – 20:25h</span><br /> <span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt;"> Tipo: Observação militar</span><br /> <span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt;"> Local: Colares</span></td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1-Fonte: Registros de Observações de Ovnis</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-687" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/reg-092-e1500220807205.png" alt="" width="815" height="566" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/reg-092-e1500220807205.png 815w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/reg-092-e1500220807205-300x208.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/reg-092-e1500220807205-768x533.png 768w" sizes="(max-width: 815px) 100vw, 815px" /></p><p style="text-align: center;">==========ooo==========</p><table width="100%"><tbody><tr><td><span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt;">Data/Hora: 18/02/78 – 21:10h</span><br /> <span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt;"> Tipo: Observação militar</span><br /> <span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt;"> Local: Colares</span></td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1- Fonte: Resumo Sintético Cronológico</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-688" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico-1-e1500221154311.png" alt="" width="599" height="91" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico-1-e1500221154311.png 408w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico-1-e1500221154311-300x46.png 300w" sizes="(max-width: 599px) 100vw, 599px" /></p><p style="text-align: center;">==========ooo==========</p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Finalizando esse item, é citado o equipamento utilizado e algumas informações:</span></p><p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Elmo S 1000, f:1.4 aumento 8 vezes</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Embora o Relatório não tenha sido suficientemente claro se a câmera utilizada possuía ou não a função som, obtivemos na internet dados de um modelo que se aproximaria do citado.</span></p><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;">Elmo 1000 S Macro</span><br /> <span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;"> Year: 1976-79</span><br /> <span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;"> Weight: 2000 g</span><br /> <span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;"> Lens: Elmo zoom 1,8 / 7 &#8211; 70 mm</span><br /> <span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;"> Macro focusing</span><br /> <span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;"> Split Image Focusing</span><br /> <span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;"> Auto / Manual Zoom with 2 Speeds</span><br /> <span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;"> Frame rates: 18, 24</span><br /> <span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;"> Manual / Auto Exposure</span><br /> <span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;"> Fades</span><br /> <span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;"> Remote control socket</span><br /> <span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;"> Auto / Manual Recording Level Control</span><br /> <span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;"> 6 X 1,5V batteries</span><br /> <span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;"> Made in Japan</span><br /> <span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;"> Original price in England (in the year of introduction): £509</span></p><figure id="attachment_689" aria-describedby="caption-attachment-689" style="width: 472px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-689" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/elmo-s8.jpg" alt="" width="472" height="527" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/elmo-s8.jpg 472w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/elmo-s8-269x300.jpg 269w" sizes="(max-width: 472px) 100vw, 472px" /><figcaption id="caption-attachment-689" class="wp-caption-text">Fonte: <a href="http://super8wiki.com/index.php/Elmo_1000_S_Macro" target="_blank" rel="noopener">http://super8wiki.com/index.php/Elmo_1000_S_Macro</a></figcaption></figure><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Podemos observar que o ano de fabricação (1976-1979) é compatível com a época em que os filmes foram realizados.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Importante destacar que há uma aparente inconsistência sobre o modelo de equipamento utilizado entre o Relatório de Informação e o que consta no já citado Anexo 01 do Registro nº 089 que indicou a filmadora Elmo 360. Entretanto, podemos considerar que a Elmo 360 tenha sido utilizada com o filme do Sr. Adalberto Kovacs e a partir de 18/02/78, em Colares ou em algum outro momento posterior, a Elmo S 1000 tenha sido a filmadora utilizada. Devemos considerar ainda a filmadora S8 CANON AUTO ZOOM 514 citada na lista de equipamentos conduzidos pela equipe no início da 2ª Missão em 25/11/77.</span></p><h5 style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946; background-color: #f5efe9; font-size: 14pt;"><strong><span style="text-decoration: underline;">FS8 Nº 02</span></strong></span></h5><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Obs: De acordo com o Relatório de informação todos as filmagens ocorreram entre as 18:00h e as 23:50h.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A &#8211; Filmado em Colares no dia 22/02/78 &#8211; 0 a 15 ft</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong> 15 pés de filme</strong></span></p><table width="364"><tbody><tr><td style="text-align: center;">Velocidade da filmagem</td><td style="text-align: center;">Tempo  de filmagem</td></tr><tr><td style="text-align: center;">18 f.p.s.</td><td style="text-align: center;">57 s</td></tr><tr><td style="text-align: center;">24 f.p.s.</td><td style="text-align: center;">51 s</td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong><u>22 DE FEVEREIRO DE 1978</u></strong></span></p><table width="100%"><tbody><tr><td>Data/Hora: 22/02/78 – 18:50h<br /> Tipo: Observação militar/civil<br /> Local: Colares</td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1-Fonte: Resumo Sintético Cronológico</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-697" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_3.png" alt="" width="1277" height="117" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_3.png 1277w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_3-300x27.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_3-768x70.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_3-1024x94.png 1024w" sizes="(max-width: 1277px) 100vw, 1277px" /></p><p style="text-align: center;">==========ooo==========</p><table width="100%"><tbody><tr><td>Data/Hora: 22/02/78 – 19:15h<br /> Tipo: Observação militar/civil<br /> Local: Colares</td></tr></tbody></table><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1-Fonte: Registros de Observações de Ovnis</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-698" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_3.png" alt="" width="670" height="487" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_3.png 670w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_3-300x218.png 300w" sizes="(max-width: 670px) 100vw, 670px" /></p><p style="text-align: center;">==========ooo==========</p><table width="100%"><tbody><tr><td>Data/Hora: 22/02/78 – 21:00h<br /> Tipo: Observação militar<br /> Local: Colares</td></tr></tbody></table><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1-Fonte: Resumo Sintético Cronológico</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-699" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_4.png" alt="" width="859" height="72" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_4.png 859w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_4-300x25.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_4-768x64.png 768w" sizes="(max-width: 859px) 100vw, 859px" /></p><p style="text-align: center;">==========ooo==========</p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">B &#8211; Filmado em Colares no dia 25/02/78 &#8211; 15 a 35 ft</span></p><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>20 pés de filme</strong></span></p><table width="364"><tbody><tr><td style="text-align: center;">Velocidade da filmagem</td><td style="text-align: center;">Tempo  de filmagem</td></tr><tr><td style="text-align: center;">18 f.p.s.</td><td style="text-align: center;">1 min 16s</td></tr><tr><td style="text-align: center;">24 f.p.s.</td><td style="text-align: center;">1 min 08 s</td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong><u>25 DE FEVEREIRO DE 1978</u></strong></span></p><table width="100%"><tbody><tr><td>Data/Hora: 25/02/78 – 19:00h<br /> Tipo: Observação militar<br /> Local: Colares</td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1-Fonte: Resumo Sintético Cronológico</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-700" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_5.png" alt="" width="982" height="76" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_5.png 982w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_5-300x23.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_5-768x59.png 768w" sizes="(max-width: 982px) 100vw, 982px" /></p><p style="text-align: center;">==========ooo==========</p><table width="100%"><tbody><tr><td>Data/Hora: 25/02/78 – 20:25h<br /> Tipo: Observação militar<br /> Local: Colares</td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1-Fonte: Resumo Sintético Cronológico</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-701" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_6.png" alt="" width="995" height="72" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_6.png 995w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_6-300x22.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_6-768x56.png 768w" sizes="(max-width: 995px) 100vw, 995px" /></p><p style="text-align: center;">==========ooo==========</p><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">C &#8211; Filmado em Colares no dia 26/02/78 &#8211; 35 a 50 ft</span></p><p><strong>15 pés de filme</strong></p><table width="364"><tbody><tr><td style="text-align: center;">Velocidade da filmagem</td><td style="text-align: center;">Tempo  de filmagem</td></tr><tr><td style="text-align: center;">18 f.p.s.</td><td style="text-align: center;">57s</td></tr><tr><td style="text-align: center;">24 f.p.s.</td><td style="text-align: center;">51 s</td></tr></tbody></table><p><strong><u>26 DE FEVEREIRO DE 1978</u></strong></p><table width="100%"><tbody><tr><td>Data/Hora: 26/02/78 – 18:40h<br /> Tipo: Observação militar/civil<br /> Local: Colares</td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1-Fonte: Registros de Observações de Ovnis</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-702" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_4.png" alt="" width="769" height="527" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_4.png 769w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_4-300x206.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_4-768x526.png 768w" sizes="(max-width: 769px) 100vw, 769px" /></p><p style="text-align: center;">==========ooo==========</p><table width="100%"><tbody><tr><td>Data/Hora: 26/02/78 – 19:15h<br /> Tipo: Observação militar<br /> Local: Colares</td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1-Fonte: Resumo Sintético Cronológico</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-703" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_7.png" alt="" width="1190" height="137" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_7.png 1190w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_7-300x35.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_7-768x88.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/1-Resumo-Sintetico-Cronologico_7-1024x118.png 1024w" sizes="(max-width: 1190px) 100vw, 1190px" /></p><p style="text-align: center;">==========ooo==========</p><table width="100%"><tbody><tr><td>Data/Hora: 26/02/78 – 19:25h<br /> Tipo: Observação militar/civil<br /> Local: Colares</td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1-Fonte: Registros de Observações de Ovnis</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-704" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_5.png" alt="" width="745" height="549" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_5.png 745w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_5-300x221.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_5-80x60.png 80w" sizes="(max-width: 745px) 100vw, 745px" /></p><p style="text-align: center;">==========ooo==========</p><table width="100%"><tbody><tr><td>Data/Hora: 26/02/78 – 19:35h<br /> Tipo: Observação militar/civil<br /> Local: Colares</td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1-Fonte: Registros de Observações de Ovnis</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-705" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_6.png" alt="" width="725" height="517" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_6.png 725w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_6-300x214.png 300w" sizes="(max-width: 725px) 100vw, 725px" /></p><p style="text-align: center;">==========ooo==========</p><table width="100%"><tbody><tr><td>Data/Hora: 26/02/78 – 19:38h<br /> Tipo: Observação militar<br /> Local: Colares</td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1-Fonte: Resumo Sintético Cronológico</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-706" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_8.png" alt="" width="1094" height="211" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_8.png 1094w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_8-300x58.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_8-768x148.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_8-1024x197.png 1024w" sizes="(max-width: 1094px) 100vw, 1094px" /></p><p style="text-align: center;">==========ooo==========</p><table width="100%"><tbody><tr><td>Data/Hora: 26/02/78 – 19:45h<br /> Tipo: Observação militar<br /> Local: Colares</td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1-Fonte: Resumo Sintético Cronológico</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-707" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_9.png" alt="" width="1068" height="79" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_9.png 1068w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_9-300x22.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_9-768x57.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_9-1024x76.png 1024w" sizes="(max-width: 1068px) 100vw, 1068px" /></p><p style="text-align: center;">==========ooo==========</p><h5 style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946; background-color: #f5efe9; font-size: 14pt;"><strong><span style="text-decoration: underline;">FS8 Nº 03</span></strong></span></h5><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A &#8211; Filmado em Colares no dia 28/02/78 &#8211; 0 a 15 ft</span></p><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>15 pés de filme</strong></span></p><table width="364"><tbody><tr><td style="text-align: center;">Velocidade da filmagem</td><td style="text-align: center;">Tempo  de filmagem</td></tr><tr><td style="text-align: center;">18 f.p.s.</td><td style="text-align: center;">57s</td></tr><tr><td style="text-align: center;">24 f.p.s.</td><td style="text-align: center;">51 s</td></tr></tbody></table><p><strong><u>28 DE FEVEREIRO DE 1978</u></strong></p><table width="100%"><tbody><tr><td>Data/Hora: 28/02/78 – 20:05h<br /> Tipo: Observação militar/civil<br /> Local: Colares</td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1-Fonte: Registros de Observações de Ovnis</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-708" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_7.png" alt="" width="909" height="523" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_7.png 909w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_7-300x173.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_7-768x442.png 768w" sizes="(max-width: 909px) 100vw, 909px" /></p><p style="text-align: center;">==========ooo==========</p><table width="100%"><tbody><tr><td>Data/Hora: 28/02/78 – 23:00h<br /> Tipo: Observação militar<br /> Local: Colares</td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1-Fonte: Resumo Sintético Cronológico</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-709" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_10.png" alt="" width="1314" height="107" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_10.png 1314w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_10-300x24.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_10-768x63.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_10-1024x83.png 1024w" sizes="(max-width: 1314px) 100vw, 1314px" /></p><p style="text-align: center;">==========ooo==========</p><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">B &#8211; Filmado em Colares no dia 01/03/78 &#8211; 15 a 40 ft</span></p><p><strong>25 pés de filme</strong></p><table width="364"><tbody><tr><td style="text-align: center;">Velocidade da filmagem</td><td style="text-align: center;">Tempo  de filmagem</td></tr><tr><td style="text-align: center;">18 f.p.s.</td><td style="text-align: center;">1min 35s</td></tr><tr><td style="text-align: center;">24 f.p.s.</td><td style="text-align: center;">1min 25 s</td></tr></tbody></table><p><strong><u>01 DE MARÇO DE 1978</u></strong></p><table width="100%"><tbody><tr><td>Data/Hora: 01/03/78 – 19:20h<br /> Tipo: Observação militar<br /> Local: Colares</td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1-Fonte: Resumo Sintético Cronológico</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-711" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_11.png" alt="" width="1203" height="90" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_11.png 1203w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_11-300x22.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_11-768x57.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_11-1024x77.png 1024w" sizes="(max-width: 1203px) 100vw, 1203px" /></p><p style="text-align: center;">==========ooo==========</p><table width="100%"><tbody><tr><td>Data/Hora: 01/03/78 – 19:25h<br /> Tipo: Observação militar<br /> Local: Colares</td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1-Fonte: Resumo Sintético Cronológico</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-712" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_12.png" alt="" width="1221" height="91" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_12.png 1221w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_12-300x22.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_12-768x57.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_12-1024x76.png 1024w" sizes="(max-width: 1221px) 100vw, 1221px" /></p><p style="text-align: center;">==========ooo==========</p><table width="100%"><tbody><tr><td>Data/Hora: 01/03/78 – 20:05h<br /> Tipo: Observação militar<br /> Local: Colares</td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1-Fonte: Resumo Sintético Cronológico</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-713" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_13.png" alt="" width="1218" height="183" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_13.png 1218w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_13-300x45.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_13-768x115.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_13-1024x154.png 1024w" sizes="(max-width: 1218px) 100vw, 1218px" /></p><p style="text-align: center;">==========ooo==========</p><table width="100%"><tbody><tr><td>Data/Hora: 01/03/78 – 21:05h<br /> Tipo: Observação militar<br /> Local: Colares</td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1-Fonte: Resumo Sintético Cronológico</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-714" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_14.png" alt="" width="1196" height="90" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_14.png 1196w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_14-300x23.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_14-768x58.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_14-1024x77.png 1024w" sizes="(max-width: 1196px) 100vw, 1196px" /></p><p style="text-align: center;">==========ooo==========</p><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">C &#8211; Filmado em Colares no dia 02/03/78 &#8211; 40 a 50 ft</span></p><p><strong>10 pés de filme</strong></p><table width="364"><tbody><tr><td style="text-align: center;">Velocidade da filmagem</td><td style="text-align: center;">Tempo  de filmagem</td></tr><tr><td style="text-align: center;">18 f.p.s.</td><td style="text-align: center;">38s</td></tr><tr><td style="text-align: center;">24 f.p.s.</td><td style="text-align: center;">34 s</td></tr></tbody></table><p><strong><u>02 DE MARÇO DE 1978</u></strong></p><table width="100%"><tbody><tr><td>Data/Hora: 02/03/78 – 1:30h<br /> Tipo: Observação militar<br /> Local: Colares</td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1-Fonte: Registros de Observações de Ovnis</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-715" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_8.png" alt="" width="895" height="521" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_8.png 895w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_8-300x175.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_8-768x447.png 768w" sizes="(max-width: 895px) 100vw, 895px" /></p><p style="text-align: center;">==========ooo==========</p><table width="100%"><tbody><tr><td>Data/Hora: 02/03/78 – 19:00h<br /> Tipo: Observação militar<br /> Local: Colares</td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1-Fonte: Resumo Sintético Cronológico</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-716" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_15.png" alt="" width="1103" height="174" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_15.png 1103w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_15-300x47.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_15-768x121.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_15-1024x162.png 1024w" sizes="(max-width: 1103px) 100vw, 1103px" /></p><p style="text-align: center;">==========ooo==========</p><table width="100%"><tbody><tr><td>Data/Hora: 02/03/78 – 23:45h<br /> Tipo: Observação militar<br /> Local: Colares</td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1-Fonte: Resumo Sintético Cronológico</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-717" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_16.png" alt="" width="1083" height="128" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_16.png 1083w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_16-300x35.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_16-768x91.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_16-1024x121.png 1024w" sizes="(max-width: 1083px) 100vw, 1083px" /></p><p style="text-align: center;">==========ooo==========</p><p><strong><u>03 DE MARÇO DE 1978</u></strong></p><table width="100%"><tbody><tr><td>Data/Hora: 03/03/78 – 05:25h<br /> Tipo: Observação militar<br /> Local: Colares</td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1-Fonte: Registros de Observações de Ovnis</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-718" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_9.png" alt="" width="781" height="531" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_9.png 781w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_9-300x204.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_9-768x522.png 768w" sizes="(max-width: 781px) 100vw, 781px" /></p><p style="text-align: center;">==========ooo==========</p><h5 style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946; background-color: #f5efe9; font-size: 14pt;"><strong><span style="text-decoration: underline;">FS8 Nº 01 A</span></strong></span></h5><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">No relatório foi consignada a seguinte descrição:</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><em><strong>Feito por cinegrafista do CISA no Rio Guajará, dia 09/10.12.78</strong></em></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Este registro merece uma detalhada análise.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Há duas possibilidades a se considerar. Analisaremos ambas. O leitor deverá decidir.</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-719" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/dois-caminhos.jpg" alt="" width="500" height="278" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/dois-caminhos.jpg 500w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/dois-caminhos-300x167.jpg 300w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>1. A data consignada de 09/10.12.78 está correta.</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nesse caso, devemos buscar uma explicação. Por que foi atribuída a  numeração “1A” para um vídeo que foi registrado após o nº 3?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Aqui outros dois caminhos.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A primeira possibilidade seria o esquecimento. Ou seja, a filmagem teria sido realizada antes do vídeo FS8 nº 1 ou mesmo entre os vídeos FS8 nº 1 e 2 e, para tornar coerente a numeração adotada, optou-se por essa solução. Entretanto, nesse aspecto repousa um grande problema. As datas apresentadas: 09 e 10 de dezembro de 1978 são muito distantes das datas apresentadas para os vídeos FS8 nº 1 e 2. Não há coerência em relação ao aspecto temporal.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A segunda possibilidade seria tratar-se de um vídeo especial, com uma numeração igualmente especial e que foi realmente realizado após FS8 nº 3. Da mesma forma que analisamos anteriormente, haveria também um lapso de nove meses entre os vídeos descritos anteriormente.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Outro aspecto a ser observado é que se considerarmos que  não houve um erro nesta informação da data, trataria-se do último registro militar que se tem conhecimento relacionado à Operação Prato (o último conhecido seria o registro do relato do piloto Luiz Carlos Gomes Freitas do Vale ocorrido em Tomé Açu no dia 28 de novembro de 1978). Considerar essa possibilidade seria admitir que a operação militar teria sido ainda mais longeva do que se supõe até hoje.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Outra questão seria o registro da presença de um agente do CISA mais de um ano após o encerramento oficial da Operação Prato. Tal fato justificaria a numeração especial para a fimagem mas, apesar de ser possível, parece improvável pela falta de outros registros.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Acreditamos em uma outra possibilidade.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>2. A data correta da filmagem seria 09/10.12.</strong><strong>77</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Se considerarmos essa possibilidade as coisas passam a fazer muito mais sentido como veremos a seguir.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nesse caso, a presença da numeração “1A” estaria muito mais de acordo no aspecto cronológico quando comparado com os filmes S8 nº 1 e 2.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A presença de um agente do CISA em dezembro de 1977 é plenamente justificável documentalmente.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O CISA, Centro de Informações de Segurança da Aeronáutica, era parte da rede de serviços de informação constituída por unidades especializadas nas Forças Armadas e concebidas para colher informações de interesse da segurança nacional. Integrava, portanto, o Sistema Nacional de Informações, cujo principal órgão era o Serviço Nacional de Informações (SNI).</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nesse caso, percebe-se que o interesse da <em>Comunidade de Informações </em>foi muito mais além do que a simples curiosidade, conforme afirmado pelo Cel. Hollanda em sua entrevista de 1997.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A primeira e única menção até então relacionada à participação de agentes do CISA ocorreu no relatório da 2ª Missão que se iniciou em 25 de novembro de 1977 tendo sido mencionado o nome do agente GEORGE que, inclusive, supostamente seria o responsável pela equipe operacional nesse início.</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-720" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/george-cisa.png" alt="" width="610" height="958" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/george-cisa.png 610w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/george-cisa-191x300.png 191w" sizes="(max-width: 610px) 100vw, 610px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">E a mais importante das evidências. A informação de que a filmagem ocorreu no Rio Guajará.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Se observarmos os relatórios militares abaixo, veremos que os dias 09 e 10 de dezembro de 1977 foram particularmente intensos em termos de observações de luzes exatamente no Rio Guajará. Vejamos:</span></p><p><strong><u>09 DE DEZEMBRO DE 1977</u></strong></p><table width="100%"><tbody><tr><td>Data/Hora: 09/12/77 – 23:50h<br /> Tipo: Observação militar<br /> Local: Rio Guajará &#8211; Ananindeua</td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1-Fonte: Resumo Sintético Cronológico</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-722" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_17.png" alt="" width="1245" height="132" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_17.png 1245w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_17-300x32.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_17-768x81.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_17-1024x109.png 1024w" sizes="(max-width: 1245px) 100vw, 1245px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">2-Fonte: Registros de Observações de Ovnis</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-723" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_10.png" alt="" width="713" height="525" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_10.png 713w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_10-300x221.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_10-80x60.png 80w" sizes="(max-width: 713px) 100vw, 713px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Obs: Embora a foto a seguir conste como Anexo do Registro nº 064, pelas informações constantes na mesma ela parece pertencer ao Registro nº 063.</strong></span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-724" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-reg-064-e1501380210859.png" alt="" width="923" height="808" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-reg-064-e1501380210859.png 923w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-reg-064-e1501380210859-300x263.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-reg-064-e1501380210859-768x672.png 768w" sizes="(max-width: 923px) 100vw, 923px" /></p><p style="text-align: center;">==========ooo==========</p><p><strong><u>10 DE DEZEMBRO DE 1977</u></strong></p><table width="100%"><tbody><tr><td>Data/Hora: 10/12/77 – 00:50h<br /> Tipo: Observação militar<br /> Local: Rio Guajará – Ananindeua</td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1-Fonte: Resumo Sintético Cronológico</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-727" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_18.png" alt="" width="1186" height="134" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_18.png 1186w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_18-300x34.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_18-768x87.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_18-1024x116.png 1024w" sizes="(max-width: 1186px) 100vw, 1186px" /></p><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">2-Fonte: Registros de Observações de Ovnis</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-728" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_11.png" alt="" width="662" height="505" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_11.png 662w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_11-300x229.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_11-80x60.png 80w" sizes="(max-width: 662px) 100vw, 662px" /></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-729" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-reg-065.png" alt="" width="953" height="1348" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-reg-065.png 953w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-reg-065-212x300.png 212w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-reg-065-768x1086.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-reg-065-724x1024.png 724w" sizes="(max-width: 953px) 100vw, 953px" /></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-730" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-2-reg-065.png" alt="" width="953" height="1348" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-2-reg-065.png 953w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-2-reg-065-212x300.png 212w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-2-reg-065-768x1086.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-2-reg-065-724x1024.png 724w" sizes="(max-width: 953px) 100vw, 953px" /></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-731" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-3-reg-065.png" alt="" width="953" height="1348" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-3-reg-065.png 953w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-3-reg-065-212x300.png 212w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-3-reg-065-768x1086.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-3-reg-065-724x1024.png 724w" sizes="(max-width: 953px) 100vw, 953px" /></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-732" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-4-reg-065-e1501414258790.png" alt="" width="930" height="674" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-4-reg-065-e1501414258790.png 930w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-4-reg-065-e1501414258790-300x217.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-4-reg-065-e1501414258790-768x557.png 768w" sizes="(max-width: 930px) 100vw, 930px" /></p><p style="text-align: center;">==========ooo==========</p><table width="100%"><tbody><tr><td>Data/Hora: 10/12/77 – 01:50h<br /> Tipo: Observação militar<br /> Local: Rio Guajará – Ananindeua</td></tr></tbody></table><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1-Fonte: Resumo Sintético Cronológico</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-733" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_19.png" alt="" width="1282" height="148" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_19.png 1282w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_19-300x35.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_19-768x89.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Resumo-Sintetico-Cronologico_19-1024x118.png 1024w" sizes="(max-width: 1282px) 100vw, 1282px" /></p><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">2-Fonte: Registros de Observações de Ovnis</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-734" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_12.png" alt="" width="665" height="519" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_12.png 665w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/Registros-de-Observacoes-de-Ovnis_12-300x234.png 300w" sizes="(max-width: 665px) 100vw, 665px" /></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-735" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-1-reg-066.png" alt="" width="953" height="1348" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-1-reg-066.png 953w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-1-reg-066-212x300.png 212w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-1-reg-066-768x1086.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-1-reg-066-724x1024.png 724w" sizes="(max-width: 953px) 100vw, 953px" /></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-736" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-2-reg-066.png" alt="" width="953" height="1348" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-2-reg-066.png 953w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-2-reg-066-212x300.png 212w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-2-reg-066-768x1086.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-2-reg-066-724x1024.png 724w" sizes="(max-width: 953px) 100vw, 953px" /></p><p style="text-align: center;">==========ooo==========</p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Com um olhar ainda mais atento podemos coroar o rol de evidências com uma cereja no bolo! Observemos atentamente que está registrada uma filmagem em Super 8  ocorrida no dia 10/12/77 com o mesmo equipamento (CANON 514) descrito pela equipe quando do início da 2ª missão em 25/11/77.</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-737" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-reg-065-2.png" alt="" width="637" height="494" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-reg-065-2.png 637w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/anexo-reg-065-2-300x233.png 300w" sizes="(max-width: 637px) 100vw, 637px" /></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-738" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/25-11-77-rel-seta.png" alt="" width="857" height="455" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/25-11-77-rel-seta.png 857w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/25-11-77-rel-seta-300x159.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/25-11-77-rel-seta-768x408.png 768w" sizes="(max-width: 857px) 100vw, 857px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Ou seja, tudo nos leva a pensar que o filme S8 nº 1A foi realizado em 09/10.12.77, no Rio Guajará, tendo a presença de pelo menos um agente do CISA.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Acreditamos que pelo fato do presente Relatório de Informação ter sido produzido em 1978, onde todos os registros eram de filmagens desse mesmo ano, tenham levado o autor do documento a cometer esse equívoco.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Neste ponto o leitor poderá estar se perguntando! E qual a importância dessa informação?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Respondemos: TOTAL.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Explicaremos.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Acontece que cremos que os registros nº 63, 65 e 66 do documento “Registros de Observações de OVNIs” e que foram apresentados acima tratam do avistamento mais famoso já descrito: <strong>A BOLA DE FUTEBOL AMERICANO COM 100 METROS DE ALTURA</strong> mencionada na histórica entrevista do Cap. Hollanda em 1997.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Esse tema foi amplamente estudado e apresentado no capítulo 8 do livro <a href="http://operacaoprato.com/livros-e-trabalhos-academicos" target="_blank" rel="noopener"><em>Corpos Luminosos. Uma operação militar em busca de respostas </em></a> do autor Hélio A. R. Aniceto e um dos coautores dessa análise.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Infelizmente para aqueles que esperam uma filmagem inquestionável sobre a origem extraterrestre do fenômeno, pelas imagens que foram disponibilizadas e entrevistas anteriores que foram concedidas, é possível que a “bola de futebol americano” não seja algo tão fantástico como foi relatado pelo Cel. Uyrangê Hollanda em seu depoimento em 1997.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Queremos deixar aqui registrado que não é o objetivo desta análise descartar a origem extraterrestre dos eventos. Eles ainda permanecem com sua autoria desconhecida.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Finalizando o documento, temos registrado o não menos curioso nome ”ERNESTO”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O nome ERNESTO aparece em três oportunidades nos Relatórios militares conhecidos:</span></p><p><span style="font-size: 12pt;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">1. Relatório da 1ª Missão</span></strong></span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-739" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/rel-1-missao.png" alt="" width="679" height="503" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/rel-1-missao.png 679w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/rel-1-missao-300x222.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/rel-1-missao-678x503.png 678w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/rel-1-missao-80x60.png 80w" sizes="(max-width: 679px) 100vw, 679px" /></p><p><span style="font-size: 12pt;"><strong>2. Relatório da 2ª Missão</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Já apresentado anteriormente.</span></p><p><span style="font-size: 12pt;"><strong>3. Relatório &#8211; informe 01/79 ERNESTO</strong></span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-740" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/informe-01-79-ernesto.png" alt="" width="1023" height="527" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/informe-01-79-ernesto.png 1023w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/informe-01-79-ernesto-300x155.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/informe-01-79-ernesto-768x396.png 768w" sizes="(max-width: 1023px) 100vw, 1023px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Mas quem seria o agente Ernesto?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Inicialmente já possuíamos desconfiança de que, na verdade, ERNESTO seria um codinome utilizado pelo sargento Flávio Costa pelos motivos abaixo:</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">1 &#8211; O Sargento Flávio acompanhava os eventos desde o seu começo conforme relatado por nossa fonte. Seria razoável supor que ele comandasse a equipe militar da Aeronáutica no seu início até a entrada do Cap. Uyrangê Hollanda;</span></p><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">2 &#8211; O filho mais velho do Sargento Flávio chama-se Fernando ERNESTO;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">3 &#8211; E a mais evidente! Se compararmos as assinaturas do Informe 01/79 Ernesto e as demais assinaturas do sargento Flávio em várias passagens dos relatórios, podemos constatar que se tratam da mesma assinatura. Vejamos:</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-741" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/assinatura-ernesto-1.png" alt="" width="1163" height="417" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/assinatura-ernesto-1.png 1163w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/assinatura-ernesto-1-300x108.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/assinatura-ernesto-1-768x275.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/assinatura-ernesto-1-1024x367.png 1024w" sizes="(max-width: 1163px) 100vw, 1163px" /></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-742" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/assinatura-ernesto-2.png" alt="" width="1145" height="435" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/assinatura-ernesto-2.png 1145w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/assinatura-ernesto-2-300x114.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/assinatura-ernesto-2-768x292.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/assinatura-ernesto-2-1024x389.png 1024w" sizes="(max-width: 1145px) 100vw, 1145px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Além de todas as evidências, recebemos recentemente, informação de uma fonte absolutamente fidedigna que nos confirmou que <strong>ERNESTO RUFOS CASTRO</strong> era realmente o codinome utilizado pelo sargento João Flávio de Freitas Costa. Inclusive explicou que ERNESTO referia-se realmente ao nome do filho como suspeitávamos. RUFOS estaria relacionado a UFOS, assunto pelo qual se interessava e não soube explicar quanto ao nome CASTRO.</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-743" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/agente-secreto.jpg" alt="" width="225" height="225" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/agente-secreto.jpg 225w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/07/agente-secreto-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A enorme importância dessa descoberta reside na confirmação de que o Sargento João Flávio de Freitas Costa foi o comandante da equipe militar no início da 1ª Missão em 20/10/77, posto no qual se manteve até 01/11/77 quando o Cap. Uyrangê Hollanda assumiu o comando.</span></p><h2><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;"><strong>CONCLUSÃO</strong></span></h2><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O fato de que militares da Aeronáutica realizaram filmagens das estranhas luzes que assombravam as populações ribeirinhas em 1977/78 durante a execução da Operação Prato era algo já aceito como verdade absoluta pela comunidade ufológica. A apresentação deste Relatório de Informação apenas comprova documentalmente a sua ocorrência.  </span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Infelizmente, até esse momento, nunca houve a liberação de qualquer um desses vídeos ao público. A Aeronáutica tem, sistematicamente, negado que possua em seus arquivos tais filmes.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Embora os filmes Super 8 possuam boa durabilidade, garantir que, nesses últimos 40 anos, eles tenham sido corretamente armazenados ou que não foram destruídos é uma tarefa difícil. Igualmente difícil, seria confirmar que não teriam sido enviados ao exterior ou mesmo que não se encontram perdidos dentro de caixas não identificadas nos arquivos da própria Aeronáutica. Outra possibilidade é que o conteúdo dessas filmagens seja algo tão fantástico que as nossas autoridades entendem que elas precisam permanecer longe dos olhos do público. São muitas perguntas sem respostas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Resta-nos prosseguir investigando e aguardando que um dia esses filmes venham a tona e, através deles, consigamos decifrar a origem desses fantásticos acontecimentos que se tornaram o maior evento ufológico de todo o mundo.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt; color: #808080;">Autores do artigo: Luiz Fernando, Raphael Pinho, Hélio A. R. Aniceto, P.A. Ferreira e M.A. Farias.</span></p>								</div>
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									<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt; color: #808080;"><em><span style="color: #ff0000;"><sup>1 </sup></span><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/SIOANI" target="_blank" rel="noopener">https://pt.wikipedia.org/wiki/SIOANI</a></em></span><br /> <span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt; color: #808080;"><em><sup><span style="color: #ff0000;">2</span> </sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Super-8" target="_blank" rel="noopener">https://pt.wikipedia.org/wiki/Super-8</a></em></span></p>								</div>
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		<title>Relatório Médico Inédito da Operação Prato e Entrevista Exclusiva com Militar que Participou da Missão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[operacaoprato]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Jun 2017 00:20:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOVIDADES]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No final da década de 1970, principalmente nos anos de 1977 e 1978, algumas regiões do norte e nordeste brasileiro foram afetadas por um fenômeno <a class="mh-excerpt-more" href="https://operacaoprato.com/novidades/relatorio-medico-inedito-da-operacao-prato-e-entrevista-exclusiva-com-militar-que-participou-da-missao" title="Relatório Médico Inédito da Operação Prato e Entrevista Exclusiva com Militar que Participou da Missão">[...]</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="636" class="elementor elementor-636 elementor-bc-flex-widget">
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									<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">No final da década de 1970, principalmente nos anos de 1977 e 1978, algumas regiões do norte e nordeste brasileiro foram afetadas por um fenômeno de origem até hoje desconhecida, surgido quando habitantes de pequenas localidades presentes principalmente nos territórios dos estados do Maranhão e Pará, passaram a denunciar acontecimentos que envolviam a observação de objetos luminosos desconhecidos, que estariam se movimentando de maneira atípica através do céu noturno.</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-415" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/05/alemdaciencia.com-1.jpg" alt="" width="260" height="194" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/05/alemdaciencia.com-1.jpg 260w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/05/alemdaciencia.com-1-80x60.jpg 80w" sizes="(max-width: 260px) 100vw, 260px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em alguns casos, também se atribuía a esses, a responsabilidade por eventuais ataques contra essas populações. A Marinha brasileira foi a primeira instituição governamental que se prontificou a investigar o fenômeno como um todo (<a href="http://www.operacaoprato.com/novidades/documento-inedito-comprova-militares-investigavam-luzes-e-ataques-antes-da-operacao-prato" target="_blank" rel="noopener">confira o artigo completo neste link</a>).</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O setor de inteligência (A2) do I Comando Aéreo Regional da Força Aérea Brasileira, sediado na cidade de Belém/PA, também já estava há algum tempo ciente da ocorrência de notícias envolvendo o aparecimento das tais “luzes”. Entretanto, uma providência mais efetiva só foi tomada a partir do dia 20 de outubro de 1977, quando, às 14H, uma viatura transportando militares da Aeronáutica se deslocou da cidade de Belém para o município de Santo Antônio do Tauá/PA, uma das localidades afetadas pelo fenômeno, dando assim início a célebre “Operação Prato”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Considerando que um aspecto que sempre esteve intrinsecamente ligado ao fenômeno se tratou da condição médica das pessoas que haviam se tornado supostas vítimas do “aparelho” (um dos nomes dados pelas populações das áreas afetadas para o que consideravam se tratar de um objeto voador que emitia luzes capazes de lhes causar danos físicos), a avaliação dessas possíveis vítimas por alguém habilitado e capacitado para o exercício da atividade médica é algo de grande valor para a compreensão do fenômeno. Apesar deste ter afetado pessoas presentes ao longo de uma ampla extensão territorial, até o presente momento, as únicas informações mais precisas referentes ao estado clínico das supostas vítimas de ataques, foram divulgadas no decorrer das últimas décadas pela médica que na época prestava seus serviços junto a população do município de Colares/PA.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O envio de uma equipe médica da Aeronáutica para as localidades afetadas pelo fenômeno está registrado nos relatórios oficiais da Operação Prato já divulgados pelo governo brasileiro. Essa participação, que é a única realmente comprovada, ocorreu nos dias 26 e 27 de outubro de 1977.Considerando que esses mesmos relatórios carecem de informações mais detalhadas sobre a extensão das atividades e conclusões dessa equipe, houve a criação de algumas lacunas. Tais dúvidas não existem mais, tendo sido sanadas através do conteúdo deste artigo.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Abaixo, apresentamos o relatório inédito produzido pelos integrantes dessa missão médica, no qual registraram suas observações. A equipe do <a href="http://www.operacaoprato.com" target="_blank" rel="noopener">www.operacaoprato.com</a> recebeu o presente conteúdo das mãos de uma fonte idônea e fidedigna que, por motivos pessoais, prefere se manter anônima.</span></p><h2><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;">O DOCUMENTO INÉDITO &#8211; <em>&#8220;RELATÓRIO MÉDICO-PSIQUIATRA&#8221;</em></span></h2><iframe class="pdfjs-viewer" width="650px" height="849px" src="https://operacaoprato.com/wp-content/plugins/pdf-viewer/stable/web/viewer.html?file=http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/RELAT%C3%93RIO%20M%C3%89DICO%20-%20www.operacaoprato.com.pdf"></iframe> <p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Nossa equipe localizou um dos médicos militares que, conforme o relatório acima, participou da Operação Prato. Nos dias atuais, o Tenente-Coronel Médico Dr. Pedro Ernesto Póvoa exerce funções administrativas no Hospital da Aeronáutica, em Belém. Na época da missão militar, ele já possuía especialização em psiquiatria e examinou algumas das supostas vítimas do fenômeno denominado “chupa-chupa”. O Dr. Póvoa nos recebeu e, apesar de ter estranhado que o assunto a ser tratado referia-se a fatos ocorridos há quase quatro décadas, foi bastante cortês e atencioso, onde aceitou nos conceder uma entrevista a fim de esclarecer nossas dúvidas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Apresentamos logo abaixo o conteúdo integral da entrevista do Ten Cel Dr. Póvoa que nos foi concedida em 31 de maio de 2017:</span></p><figure id="attachment_637" aria-describedby="caption-attachment-637" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-637" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/06/pedro-ernesto-povoa.jpg" alt="" width="300" height="346" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/06/pedro-ernesto-povoa.jpg 466w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/06/pedro-ernesto-povoa-260x300.jpg 260w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-637" class="wp-caption-text">Ten Cel Dr. Pedro Ernesto Póvoa</figcaption></figure><h2><span style="color: #e64946; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A ENTREVISTA</span></h2><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Qual a patente do senhor hoje? Quais as funções que o senhor ainda desempenha na Aeronáutica?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Eu sou Tenente-Coronel médico, da reserva. Hoje eu trabalho com administração de assuntos de saúde do COMAR. Só administração, não tenho mais atividade médica, até porque decidi me aposentar.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Na época da missão militar no interior do Pará (1977), qual era a função que o senhor desenvolvia na Aeronáutica?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Eu era tenente médico psiquiatra. Tinha acabado de ser transferido para Belém para trabalhar como psiquiatra no hospital (Hospital da Aeronáutica, em Belém).</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Como o senhor tomou conhecimento do caso de aparecimento de luzes no céu e de pessoas sendo “atacadas” no interior do Pará?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Bom, na realidade eu tomei conhecimento disso pela imprensa. O que aconteceu foi que eu fui convocado pelo COMAR, que é o órgão central da Aeronáutica aqui em Belém. E o COMAR me convocou para que eu fosse como psiquiatra, junto com o médico de lá, que fossemos lá para investigar a veracidade disso. Foi assim que eu tomei conhecimento.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Qual foi o objetivo da equipe médica?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Avaliar a veracidade desses fatos, do que as pessoas sentiam. Dois médicos foram na missão (o próprio Dr. Póvoa e o Dr. Augusto Sérgio) junto com outros militares que foram investigar outras coisas da área de inteligência. Verificar o que era que estava acontecendo com as pessoas lá.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Quais as localidades que o senhor chegou a ir e quais as condições de saúde em que as pessoas viviam na época naquela região afetada?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Eu só me lembro de Colares, eu lembro que teve uma travessia em uma balsa¹, provavelmente alguma localidade de algum nome que eu não me lembro. Me chamou atenção que era um local na época sem luz elétrica, que as pessoas acendiam fogueiras na frente das casas. Bom, condições de saúde, eu não vi nada que me chamasse atenção, eram pessoas do interior do Brasil, enfim, não me lembro de ter verificado nenhuma situação de doença específica.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt;"><em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">¹ Provavelmente se trata da travessia hidroviária por balsa entre Penhalonga (Vigia) e Colares<strong>.</strong></span></em></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Que equipamentos foram levados pela equipe para a missão?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Alguns medicamentos, estetoscópio e aparelho de pressão.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Quantas pessoas o senhor chegou a atender? Quais os principais sintomas que as pessoas apresentavam?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Realmente eu não me lembro de quantas pessoas foram atendidas. Não foram muitas, as pessoas acendiam fogueiras na frente das casas para, segundo eles, espantar o “chupa-chupa”. Eles achavam que se estivesse tudo escuro eles poderiam ser atacados. Os sintomas eram ligados ao estresse. Algumas pessoas até mostravam marcas no pescoço que poderiam ter sido causadas por qualquer outra coisa, até picada de inseto. Elas diziam que aquilo era alguma coisa que vinha do céu, mas no céu nós não víamos nada. Víamos pessoas que teriam sido atacadas naquele momento e que ninguém viu nada, só essa pessoa que viu.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>O senhor chegou a examinar alguma vítima que possuía ferimentos feitos pelas luzes?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"> Não eram “ferimentos feitos pelas luzes”, elas é que diziam isso. Como eu falei antes, a gente via algumas marcas de picada no pescoço, mais nada, e a pessoa muito estressada, com taquicardia.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>O senhor tomou conhecimento de algum caso de falecimento decorrente de algum ataque?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Não, acho até que ninguém tomou conhecimento de falecimento de ninguém, nem a imprensa sensacionalista.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>O senhor chegou a conversar com algum médico das regiões visitadas pela missão?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Não.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>O que estava por trás das reações de estresse demonstradas pelos habitantes daquelas localidades?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Acredito que nessas localidades muito no interior, que tem pouco acesso a informação, uma pessoa relata uma informação e aquilo corre como se fosse uma epidemia, vai passando e todos os outros acabam participando dessa angústia, desse estresse. Isso acho que é muito comum em comunidades muito isoladas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Quais atividades o senhor desenvolveu durante a missão além da atenção médica? O senhor participou de vigílias observando o céu noturno?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Sim, ficamos lá acordados um bom tempo. Eu devo admitir que teve um determinado horário que eu acabei cochilando, mas a equipe toda ficou acordada a noite inteira. A partir de um determinado horário a gente fez uma escala para que ficasse sempre alguém acordado. Como eu te disse, o máximo que nós vimos foram satélites passando no céu.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>O que a equipe militar achava na época? O que se comentava na sede do I COMAR a respeito do aparecimento de luzes no céu e ataques a pessoas no interior do Pará?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Bom, eu não sei te responder essa pergunta. Eu acho que eles achavam a mesma coisa que a gente achava, que aquilo não existia, mas foram lá para checar se realmente existia.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Qual o número estimado de militares que participaram da missão?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Na minha missão não foi muita gente, porque eu lembro que fomos de “Variant” (carro antigo, da montadora Volkswagen), tinha umas cinco ou seis pessoas só.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>O senhor se lembra de quais são os militares que participaram da missão que ainda podem ser encontrados?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Não, porque eu tive contato com eles somente naquela missão, depois não tive mais, a não ser o Augusto que eu conhecia, que tivemos contato depois, ele era médico também e a gente trabalhou em outras missões da Aeronáutica; não desse tipo. Mas os outros que eram do setor de inteligência eu realmente não me lembro se tive contato e nem sei se ainda estão vivos ou não.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>O senhor teve contato com o coronel Hollanda?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Sim, mas o coronel Hollanda não foi nessa missão, foi um outro coronel que eu não me lembro o nome.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Seria o coronel Camilo Ferraz de Barros?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Exatamente, ele era do setor de inteligência, foi chefe do A2 antes do Hollanda. Na missão foram ele (coronel Camilo Ferraz), talvez um ou dois sargentos, eu e o Augusto. Eu só fui nessa missão. Depois eu soube que tiveram outras missões, mas eu não participei. Então eu não sei nem o que aconteceu, nem os relatórios dessas outras missões.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>A permanência da equipe médica nas localidades foi inferior a 24 horas. Qual o motivo do retorno à Belém, foi uma decisão da equipe ou foi uma ordem de algum superior?</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A decisão não foi minha. Havia um coronel no comando, como já havíamos passado uma noite lá, ele decidiu que retornaríamos à Belém.</span></p>								</div>
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									<h2><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 18pt; color: #e64946;">ANÁLISE DO CONTEÚDO APRESENTADO</span></h2><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A partir de agora, dissertaremos sobre o novo contexto da participação da equipe médica militar no âmbito da Operação Prato, após a divulgação das informações inéditas trazidas pelo relatório e entrevista acima apresentados.</span></p><h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><em>Atividades desenvolvidas pela equipe médica militar na Operação Prato</em></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Os relatórios oficiais da Aeronáutica sobre a Operação Prato que já se encontram liberados pelo governo brasileiro mostram que as atividades da equipe médica militar na área afetada pelo fenômeno ocorreram da seguinte maneira:</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Primeiramente chegaram ao povoado de Santo Antônio do Ubintuba, pertencente ao município de Vigia/PA, às 15h20min do dia 26 de outubro de 1977, acompanhados do chefe da seção de inteligência do I Comar em Belém (coronel Camilo Ferraz de Barros).</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter  wp-image-638" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/06/fig-01-deslocamento-equipe-medica.png" alt="" width="570" height="78" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/06/fig-01-deslocamento-equipe-medica.png 570w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/06/fig-01-deslocamento-equipe-medica-300x41.png 300w" sizes="(max-width: 570px) 100vw, 570px" /></p><figure id="attachment_639" aria-describedby="caption-attachment-639" style="width: 569px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-639" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/06/fig-02-retorno-equipe-medica.png" alt="" width="569" height="54" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/06/fig-02-retorno-equipe-medica.png 719w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/06/fig-02-retorno-equipe-medica-300x28.png 300w" sizes="(max-width: 569px) 100vw, 569px" /><figcaption id="caption-attachment-639" class="wp-caption-text">Fonte: Relatório de Missão – Parte Informativa</figcaption></figure><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Às 16h, se deslocaram para um povoado ainda menor que ficava localizado nas proximidades, denominado Vila Nova do Ubintuba, onde mantiveram contato com pessoas que alegaram terem sido atingidas pela “luz”.</span></p><figure id="attachment_640" aria-describedby="caption-attachment-640" style="width: 569px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-640" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/06/fig-03-deslocamento-equipe-medica.png" alt="" width="569" height="65" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/06/fig-03-deslocamento-equipe-medica.png 594w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/06/fig-03-deslocamento-equipe-medica-300x34.png 300w" sizes="(max-width: 569px) 100vw, 569px" /><figcaption id="caption-attachment-640" class="wp-caption-text">Fonte: Arquivo SNI – ACE Nº 3252/83</figcaption></figure><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Às 19h45min, se deslocaram para a ilha de Colares. Durante o trajeto, às 20h05min, os militares operacionais que se encontravam na mesma viatura que a equipe médica, avistaram e registraram a passagem de um meteoro, o que sugere que são altas as chances de que os médicos militares também tenham presenciado essa cena.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Às 21h20min, finalmente chegaram à ilha de Colares. Dez minutos depois, o coronel Camilo e os componentes da equipe médica se deslocaram para uma localidade chamada Pacatuba, localizada no interior da ilha, a poucos quilômetros de distância da sede do município.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Estando a equipe médica já em Colares, um outro militar da equipe operacional que compunha a missão teve contato com a Sra. N. P. A., de 25 anos, que estaria sob “crise nervosa”. Ela alegou que se encontrava com uma irmã menor na cozinha da sua residência lendo um livro de orações, quando observou a claridade (“luz”) já mencionada pelas demais pessoas, sofrendo então a referida crise. O horário registrado para o suposto contato com a luz se deu às 22h15min e, o militar, tão logo possível, fez contato com a equipe médica da Aeronáutica, que realizou o imediato atendimento da possível vítima.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Às 00h15min ocorreu a passagem de uma “luz” a baixa altura, que desapareceu nas proximidades de um pequeno campo de aviação existente na ilha. O relatório ressaltou que os componentes da equipe militar não presenciaram a referida ocorrência, que lhes teria sido noticiada através de populares.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Às 00h35min do dia 27Out77 (menos de 03 horas após os fatos envolvendo a Sra. N. P. A.), a Sra. M. B. L. F., de 42 anos, também foi atendida pela equipe médica militar por, conforme registrado pelos militares operacionais, também se apresentar sob “crise nervosa”. O relatório militar mencionou que a Sra. M. B. alegou que quando se preparava para dormir, pressentiu uma “luminosidade”, conforme já descrito por outras vítimas, de forma que após a presença dessa luminosidade, ela foi acometida pela mencionada crise nervosa. O relatório operacional cita que ela foi “<em>prontamente refeita</em>” (atendida) pela equipe médica.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Às 04h05min do dia 27Out77, populares observaram o deslocamento e uma intensa “luz” ao nível das árvores (não há menção a observação por parte dos médicos militares, mas provavelmente se encontravam repousando).</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Às 08h00min do dia 27Out77, se deslocaram para a cidade de Vigia (sede do município) e, às 09h45min, o coronel Camilo contatou o prefeito da cidade.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Por fim, às 09h45min, ocorreu o último registro de participação de médicos militares no âmbito das investigações desse fenômeno, que foi o deslocamento dessa equipe para a localidade de Santo Antônio do Ubintuba onde, em seguida, retornaram para Belém, juntamente com o coronel Camilo.</span></p><h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><em>Análise da estrutura do relatório médico-psiquiatra</em></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A partir deste momento, faremos uma análise minuciosa do documento de título “<em>RELATÓRIO DA MISSÃO MÉDICO-PSIQUIATRA NA OPERAÇÃO PRATO</em>”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O documento é constituído por 02 (duas) folhas de aspecto antigo e trata-se de uma cópia. Conforme pode ser observado nas proximidades das suas bordas externas, fica evidente que a presente versão foi gerada a partir de folhas já bastante deterioradas, possivelmente também cópias do documento original.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A primeira informação pertence ao timbre do documento. Apesar da ilegibilidade de alguns caracteres, é claramente perceptível que se trata do nome “<em>HOSPITAL DA AERONÁUTICA</em>”. Acima da palavra “<em>HOSPITAL</em>” é possível notar a presença da parte inferior de alguns caracteres que já estavam ausentes no momento da produção da cópia, mas utilizando o nome dessa instituição militar de saúde como referência, é possível prever que se tratasse de conteúdo relacionado aos termos de identificação dessa instituição na condição de remetente do documento, como “MINISTÉRIO DA AERONÁUTICA” (atualmente Comando da Aeronáutica), identificação do COMAR (Comando Aéreo Regional) correspondente, etc.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O maior prejuízo no que tange as informações ausentes em decorrência dos danos nas bordas do documento, principalmente na parte superior das duas folhas, provavelmente se refere a inexistência do local e data em que foi assinado. No entanto, através de um trabalho minucioso, conseguimos nos aproximar dessas informações com uma precisão satisfatória, a partir da pesquisa de outras fontes seguras, conforme será exposto mais adiante.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O próximo campo refere-se ao já citado “<em>RELATÓRIO DA MISSÃO MÉDICO-PSIQUIATRA NA OPERAÇÃO PRATO</em>” que, trata-se do assunto anunciado pelo documento, possuindo, portanto, fundamental importância.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Considerando que a Operação Prato foi dividida em duas missões (1ª Missão: 20/10/1977 a 11/11/1977 e 2ª Missão: 25/11/1977 a 05/12/1977), podemos considerar que o presente relatório foi elaborado próximo a esse período, ou seja, em algum momento dos meses finais do ano de 1977. Já em relação ao local, tendo em vista que essa operação militar foi de iniciativa do I COMAR, sediado em Belém, fica claro que o presente documento foi elaborado através do Hospital da Aeronáutica localizado na própria cidade de Belém/PA.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em seguida temos um campo informando o objetivo da missão, que era <em>“verificar o estado médico-psicológico das populações examinadas na operação (</em>Prato<em>)”.</em></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Conforme o brilhante sargento João Flávio de Freitas Costa registrou através de um relatório especial referente ao período da primeira missão, o principal objetivo dessa operação militar constou em <em>“esclarecer o que de real existe sobre os aparecimentos e movimentação, em nosso Espaço Aéreo Inferior dos chamados OBJETOS VOADORES NÃO IDENTIFICADOS”</em>. Logo, qualquer informação que pudesse esclarecer a origem dos acontecimentos era válida.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A próxima informação do relatório se refere as localidades nas quais os médicos responsáveis pela elaboração do documento estiveram presentes; neste caso, Santo Antônio do Ubintuba, Colares e Vigia.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em seguida, temos os dados pessoais dessa equipe médica, que possuíam os seguintes postos militares e nomes:</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">&#8211; 1º Tenente Médico da Aeronáutica, Dr. Pedro Ernesto Póvoa;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">&#8211; Aspirante-a-oficial Médico da Aeronáutica, Dr. Augusto Sérgio Santos de Almeida (falecido no ano de 2014).</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O item seguinte descreve as atividades desenvolvidas por esses profissionais de saúde no âmbito da missão realizada. No curso de suas ações tiveram contato pessoal com vários moradores das áreas atingidas que, alegaram terem sido pessoalmente afetados pelas referidas “luzes”. Essas pessoas declararam apresentar sintomas como distúrbios na fala, paralisia corporal, sensação intensa de calor, etc.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O presente relatório médico-psiquiatra dedica grande parte do seu conteúdo a descrição do atendimento que essa equipe médica da Aeronáutica realizou em duas possíveis vítimas das “luzes”. Os nomes das vítimas não se encontram presentes no documento haja vista que este não possuía finalidade médica, mas sim de segurança pública. Entretanto, comparando-o com os relatórios operacionais da Aeronáutica (documentação de grande volume produzida por militares agentes de campo da Aeronáutica que coletaram e registraram informações diretamente nas localidades afetadas pelo fenômeno), conclui-se que é extremamente provável que se tratam das senhoras N. P. A. e M. B. L. F, já mencionadas acima.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Se por um lado os relatórios operacionais militares foram abrangentes o suficiente para fornecerem importantes informações pessoais sobre essas duas senhoras, por outro, suas condições de saúde após os supostos ataques foram registradas de maneira generalizada, através do uso do termo “crise nervosa”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O presente relatório médico-psiquiatra indica que essas duas vítimas apresentavam sintomas semelhantes que, foram descritos de maneira detalhada. Aliás, tais registros, na prática representam os únicos diagnósticos médicos individualizados de possíveis vítimas do fenômeno de que se tem conhecimento.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Os doutores Póvoa e Augusto Sérgio compararam o quadro clínico dessas duas vítimas autodeclaradas em particular com, os sintomas descritos pelas demais possíveis vítimas do fenômeno com as quais tiveram contato, onde consideraram que todos esses sintomas compartilhavam da mesma origem, podendo ser explicados como se tratando de reações decorrentes de fatores psicológicos, de maneira que as próprias populações das localidades atingidas seriam as responsáveis pela geração e disseminação do que foi definido por eles como um “<em>clima de histeria coletiva</em>”.</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter  wp-image-641" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/06/histeria-coletiva.jpg" alt="" width="400" height="380" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/06/histeria-coletiva.jpg 424w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/06/histeria-coletiva-300x285.jpg 300w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">No final da segunda folha há a presença de uma tarja negra de censura, que já estava presente na cópia do documento no momento em que este foi entregue para nossa fonte. O censor objetivou bloquear a visualização das assinaturas dos dois componentes da equipe médica. Um olhar mais atento na superfície da folha possibilita notar que a presença delas não foi efetivamente suprimida pela utilização desse artifício.</span></p><h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><em>Existência ou não de outras equipes médicas militares durante a Operação Prato</em></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Existem diversos relatórios operacionais com registros de ações investigativas da Aeronáutica em relação ao fenômeno, tanto durante o último trimestre de 1977, como também durante um avançado período do ano de 1978. As investigações pós-Operação Prato não possuem um nome próprio como esta primeira, tendo sido mais fragmentadas, mas mesmo assim sempre foram registradas de maneira precisa seguindo padrões militares, o que nos faz concluir que se tivessem existido outras equipes médicas militares, provavelmente essas participações também estariam presentes ao longo desses relatórios; a presença desses profissionais de notório saber não seria ignorada.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">É possível observar que nas poucas horas em que os militares operacionais do setor de inteligência da Aeronáutica permaneceram juntos da equipe médica militar, garantindo-lhes suporte, transporte e proteção para a avaliação do quadro clínico da população, se preocuparam em registrar de maneira detalhada como se deu o envolvimento dessa equipe durante a execução dos seus trabalhos nas áreas dos eventos, de forma que apesar da curta permanência, essa equipe médica foi citada de maneira literal pelos relatórios operacionais em nada menos que 07 (sete) oportunidades.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Tudo isso torna necessário que informações referentes a outros médicos militares nos locais dos eventos sejam apresentadas juntas de algum conteúdo capaz de atestar a confiabilidade da sua procedência, haja vista que não se enquadraria nos padrões seguidos.</span></p><h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;"><em>Fenômeno luminoso</em></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Deve haver cautela no momento de se avaliar o parecer da equipe médica sobre o fenômeno luminoso. Apesar da presença das tais “luzes” não ter sido literalmente negada no relatório, claramente descartaram que aquelas pessoas estivessem sofrendo qualquer tipo de ataque pelos supostos OVNIs, indicando que não acreditavam no fenômeno. O próprio Dr. Póvoa confirmou seu posicionamento através da entrevista.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A questão é que o tempo em que permaneceram nos locais dos eventos foi extremamente pequeno quando comparado ao período de ampla incidência do fenômeno, não tendo superado nem mesmo o período de 24 horas, o que pode ter comprometido as condições para que esses profissionais tivessem a oportunidade de verificarem por si próprios se a presença das tais “luzes” era real ou não. De acordo com o que indicam os registros operacionais, provavelmente o único acontecimento incomum que visualizaram no céu noturno se tratou da presença de um “<em>meteoro</em>” cruzando o céu a baixa altitude, enquanto se deslocavam numa viatura para o município de Colares, após terem avaliado possíveis vítimas na localidade de Santo Antônio do Ubintuba.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A realidade é que a visualização da presença de “luzes”, “objetos luminosos” ou “corpos luminosos” que estariam se movimentando pelos céus noturnos daquelas localidades não foi uma exclusividade das populações das localidades afetadas pelo fenômeno pois, militares da própria equipe operacional da Aeronáutica, que estiveram presentes nas localidades durante um considerável período de tempo, principalmente na ilha de Colares, confirmaram a existência desses avistamentos, ao menos em relação a movimentação de objetos luminosos através dos céus noturnos.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Um já conhecido relatório oficial elaborado pelo sargento João Flávio, militar cuja presença nas localidades foi mais extensa do que a de qualquer outro, afirma que a presença de objetos voadores (não identificados) “luzes” era “patente” (<em>Dicionário Aurélio: claro; evidente</em>), “movimentavam-se em altitudes e direções variadas” e efetuavam “manobras complexas”, indicando que aqueles “corpos e luzes” eram “INTELIGENTEMENTE DIRIGIDOS”. O sargento João Flávio, apesar de não ter se sentido seguro o suficiente para atribuir uma autoria para os responsáveis por trás das tais “luzes”, definitivamente não considerava que o fenômeno se tratava de algo simples como fenômenos atmosféricos ou, aeronaves comerciais convencionais para o transporte de carga ou passageiros.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Já em relação às informações divulgadas de que tais objetos também disparavam raios luminosos contra a população, não há registro de que os militares tenham observado qualquer acontecimento desta natureza, onde apenas colheram testemunhos de pessoas que afirmaram terem sofrido esse tipo de ocorrência. Entretanto, partindo da consistente premissa de que realmente havia objetos luminosos insólitos que se movimentavam de maneira coordenada através do espaço aéreo, não poderia ser descartada a possibilidade de que os responsáveis pela movimentação desses objetos, também pudessem estar executando ações planejadas para interferirem nas condições de saúde dos habitantes daquelas localidades.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Conforme pode ser verificado através da entrevista do Dr. Póvoa, a permanência da equipe médica nas localidades foi de curta duração, pois receberam uma ordem de superior hierárquico para encerrarem a missão. Entretanto, essas poucas horas em que estiveram <em>in loco</em> acompanhando os acontecimentos não os dispensou da obrigação de elaborarem o respectivo relatório que deveria descrever suas atividades e conclusões. Portanto, é compreensível que tenham optado por negar a presença do fenômeno das “luzes”, pelo simples fato de que não viram “luz” alguma.</span></p><h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><em>Sintomas</em></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Os sintomas observados pela equipe médica foram:</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">&#8211; Taquicardia (aumento da frequência cardíaca);</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">&#8211; Abalos musculares (referentes a irregularidades na contração de músculos do corpo);</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">&#8211; Taquisfigmia (pulso rápido e cheio);</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">&#8211; Taquipneia (respiração rápida);</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">&#8211; Crise de choro;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">&#8211; Sensação de calor;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">&#8211; Distúrbios da fala (tartamudez/gagueira);</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">&#8211; Atitude fetal (encolhidas na rede; pernas e braços fletidos/flexionados).</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Os médicos concluíram que esses sintomas são características de uma descarga de adrenalina, causada porque os indivíduos estavam em uma situação de medo.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V) define medo como “ uma resposta emocional a ameaça iminente real ou percebida” (pg. 189). Portanto, os sintomas não necessariamente comprovam que as pessoas foram realmente atacadas pela luz, mas pelo menos indicam que elas se encontravam em uma situação aversiva o suficiente para lhes provocar os sintomas já mencionados.</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter  wp-image-642" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/06/pavor-chupa-chupa.jpg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/06/pavor-chupa-chupa.jpg 259w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/06/pavor-chupa-chupa-80x60.jpg 80w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Não temos um levantamento realizado por nenhuma instituição civil da área da saúde a respeito dos sintomas, número de possíveis vítimas, etc. Futuras pesquisas podem ser realizadas, coletando informações em relatórios militares, jornais e entrevistas, com o objetivo de verificar quais sintomas mais compõem o quadro clínico das vítimas.</span></p><h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><em>Contribuição dos médicos militares para a compreensão do fenômeno</em></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">É inegável que devemos reconhecer a grande importância e relevância dos relatos e conclusões da equipe médica militar no que se refere ao quadro de saúde das populações, pois a partir deles passamos a conhecer novos detalhes envolvendo os sintomas das pessoas afetadas pelo fenômeno e, também aperfeiçoamos nossa compreensão sobre o complexo cenário social presente nas localidades afetadas. Eram profissionais competentes e capacitados que, apesar do pouco tempo em que permaneceram nas localidades, tiveram a oportunidade de examinarem diversos habitantes, num momento em que já havia muitas pessoas que se autodeclaravam como vítimas do dito “aparelho” e, apesar de terem observado determinadas marcas na pele de algumas pessoas, conforme detalhado pelo Dr. Póvoa durante a entrevista que nos concedeu, essas poderiam se tratar até mesmo de picadas de insetos, não se tratando portanto de marcas complexas, ao menos em relação ao que ele observou.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Apesar de ser muito provável que o referido “<em>clima de histeria coletiva</em>” identificado pela equipe médica militar talvez não fosse o único responsável pelas inconcebíveis notícias surgidas em meio as regiões afetadas pelo fenômeno, fica claro que esta condição influenciou os habitantes locais, agravando o quadro de tensão existente. Não é possível identificar com precisão a proporção nem quantidade de pessoas cujos relatos e/ou sintomas foram influenciados por esse aspecto, mas é certo que tal interferência ocorreu; um ambiente social envolto por medo e pânico esteve presente durante um período significativo do fenômeno.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Jamais será possível determinar a proporção do benefício que a missão militar poderia ter obtido com uma maior presença da equipe médica composta pelos doutores Pedro Ernesto Póvoa e Augusto Sérgio Santos de Almeida, entretanto, se por um lado o relatório produzido por esses profissionais de saúde não foi capaz de abalar a crença de que a presença das denominadas “luzes” foi real, por outro lado, mostrou que devemos reavaliar a ideia atualmente vigente de que uma enorme quantidade de vítimas permaneceu com sequelas de graves queimaduras após os supostos ataques efetuados pelas referidas “luzes”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Quando lemos os relatórios produzidos pelos militares operacionais da Aeronáutica, devemos observar que, apesar da existência de referências a extrações de sangue e queimaduras decorrentes de raios emitidos pelo dito “aparelho”, os militares geralmente se limitavam a transcrever as alegações das vítimas, não significando propriamente que estavam atestando ou confirmando aqueles acontecimentos. Até mesmo quando afirmavam existir algum tipo de marca incomum na pele de uma possível vítima, não significava que estavam atestando que tal marca havia sido gerada a partir da ação do dito “aparelho”.</span></p><figure id="attachment_237" aria-describedby="caption-attachment-237" style="width: 301px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-237" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/04/aurora-fernandes.png" alt="" width="301" height="203" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/04/aurora-fernandes.png 388w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/04/aurora-fernandes-300x203.png 300w" sizes="(max-width: 301px) 100vw, 301px" /><figcaption id="caption-attachment-237" class="wp-caption-text">Fonte: Revista Ufo</figcaption></figure><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Por outro lado, uma análise minuciosa nos relatórios militares claramente demonstra que uma quantidade significativa das testemunhas que se autodeclararam vítimas, alegando terem sido atingidas por tal “luz”, proveniente do referido “aparelho”, relataram padrões bastante semelhantes que foram geralmente descritos como se tratando do aparecimento repentino de um objeto voador a baixa altitude (geralmente cilíndrico e com movimentação que apresentava certa irregularidade) que, emitia um “foco” luminoso na direção dos seus corpos, de maneira que após isso, costumavam dizer que sentiram sintomas compatíveis com aqueles descritos pelo relatório médico-psiquiatra em questão.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Além da precariedade dos meios de comunicação das localidades afetadas, grande parte dessas pessoas moravam em locais distantes umas das outras e não se conheciam. Somado a isso, existem casos nos quais as alegações dessas autodeclaradas vítimas eram corroboradas por outras testemunhas, geralmente familiares, que confirmaram a existência do padrão envolvendo os referidos ataques.</span></p><h2><span style="font-size: 18pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;"><em>Conclusão</em></span></h2><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Esta matéria traz à tona importantes informações sobre a Operação Prato e o fenômeno que esta buscou investigar. Apesar das vastas informações já existentes sobre o fenômeno, ainda faltam dados mais precisos para uma conclusão exata sobre sua origem, onde devemos continuar a investiga-lo de maneira criteriosa, buscando sua causa através da correta interpretação dos fatos.</span></p><p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt; color: #808080;">Autores do artigo: P.A. Ferreira, Raphael Pinho, Luiz Fernando, Hélio A. R. Aniceto e M.A. Farias.</span></p>								</div>
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		<title>Documento inédito comprova: Militares investigavam luzes e ataques antes da Operação Prato</title>
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		<pubDate>Fri, 19 May 2017 02:25:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Prezados pesquisadores, Iniciamos nosso site no mês em que se completam 40 anos da investigação militar do maior evento ufológico da história. Sim! Maio. 1977. <a class="mh-excerpt-more" href="https://operacaoprato.com/novidades/documento-inedito-comprova-militares-investigavam-luzes-e-ataques-antes-da-operacao-prato" title="Documento inédito comprova: Militares investigavam luzes e ataques antes da Operação Prato">[...]</a></p>
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									<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Prezados pesquisadores,</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"> Iniciamos nosso site no mês em que se completam 40 anos da investigação militar do maior evento ufológico da história. Sim! Maio.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"> 1977. Estranhas luzes invadiam nosso espaço aéreo e atacavam moradores de municípios dos estados do Maranhão e Pará com um feixe luminoso que causava queimaduras em suas vítimas e pavor na população. Compelida a investigar, a Aeronáutica reuniu um grupo de militares do I Comar em Belém e no dia 20 de outubro de 1977 deu início a operação militar conhecida como “Operação Prato”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"> Mas será essa realmente a verdadeira história?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"> A equipe do site <a href="http://www.operacaoprato.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.operacaoprato.com</a> recebeu de uma fonte altamente fidedigna, documento inédito de cunho oficial que apresentaremos a seguir em primeira mão, comprovando que desde <strong>MAIO de 1977</strong> os militares já investigavam os estranhos fenômenos que ficaram popularmente conhecidos como “chupa-chupa”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Outra descoberta surpreendente é a possibilidade de que essas investigações iniciais tenham sido conduzidas pelo setor de inteligência da Marinha e não da Aeronáutica como se poderia supor.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Todas essas questões e outras informações presentes nos documentos são minuciosamente tratadas por nossa equipe numa análise que estará disponível após a apresentação desse inédito e esclarecedor material.</span></p><p style="text-align: justify;"> </p><h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;">O DOCUMENTO INÉDITO &#8211; <em>&#8220;INFORME BRUTO&#8221;</em></span></h2><iframe class="pdfjs-viewer" width="650px" height="849px" src="https://operacaoprato.com/wp-content/plugins/pdf-viewer/stable/web/viewer.html?file=http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/INFORME%20BRUTO%20-%20www.operacaoprato.com.pdf"></iframe> <h2><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;"><strong>A Autenticidade</strong></span></h2><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Os documentos recebidos pela equipe do <a href="http://www.operacaoprato.com/"><em>www.operacaoprato.com</em></a> são um conjunto de cinco folhas inéditas ligadas aos fenômenos investigados pela Operação Prato. Estão visivelmente desgastadas pelo tempo. Não são uma peça única, um único documento, parecem mais como material esparso que foi reunido e entregue a nossa fonte. As quatro primeiras folhas são textos datilografados e a quinta um desenho de objeto voador não identificado, que tem uma versão ligeiramente diferente divulgada em 2009 pelo Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República &#8211; GSI, como o anexo “D” do Informe nº 045 do 4<u><sup>o</sup></u> Distrito Naval de 23 de novembro de 1977.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A fonte dos documentos é absolutamente idônea e teve contato direto com militares integrantes da Operação Prato, recebendo o presente material das mãos do próprio sargento João Flávio de Freitas Costa, braço direito do Cap. Uyrangê Hollanda, comandante da Operação Prato. Entretanto, até o momento, prefere se manter no anonimato por questões pessoais.</span></p><h2 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18pt; color: #e64946; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong>Apresentação</strong></span></h2><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O documento foi elaborado no final da década de 1970, quando as máquinas de escrever imperavam absolutas nas empresas, residências e instituições públicas. Tratando-se, portanto, de um meio de registro de informações que ofereciam escassas possibilidades para a correção de erros.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Os documentos não apresentam timbre da instituição, numeração, local ou data, assinatura, destinatário ou identificação do signatário, mas existem acréscimos à mão em cada uma das cinco folhas que as ligam ao I COMAR e ao sargento Flávio Costa, não significando necessariamente que tenham sido produzidas por esse órgão ou por esse militar. Isso será tratado mais à frente. Todas as cinco folhas foram assinadas pelo sargento, além de escritas as seguintes palavras “<em>Propiedade(sic) Particular</em>”. Uma comparação entre essas anotações com as assinaturas e palavras manuscritas conhecidas de Flávio Costa, obtidas na documentação vazada e oficial (<a href="http://operacaoprato.com/documentos-oficiais">disponível aqui</a>), revelam novamente a autenticidade dos documentos, além de contarmos com a própria idoneidade da fonte, que garantimos ser absolutamente fiável.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Elas serão nomeadas, para facilidade da análise, em 1/5, 2/5, 3/5, 4/5 e 5/5. O fato de terem sido digitalizadas e dispostas na sequência tal como estão, não significa que seja a sequência correta de leitura, isso veremos adiante. Para facilitar, a folha 5/5 será comumente chamada de <em>desenho</em>.</span></p><h2><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;"><strong>Análise do conteúdo</strong></span></h2><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A folha 1/5 apresenta no cabeçalho a descrição “<em>INFORME” com uma inclusão à mão em momento posterior da expressão “ – BRUTO”</em> e possui o título “<em>Aparecimentos de objetos não identificados”</em>. No seu primeiro parágrafo, o documento traz informações importantes:</span></p><p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12pt; font-family: verdana, geneva, sans-serif;"><strong><em>“No mês de maio/77, numa das missões feitas por elementos desta seção nas regiões do MARANHÃO e PARÁ, os moradores daquelas zonas encontravam-se amedrontados com o aparecimento de uma luz misteriosa, que segundo êles, causava morte e alucinações”.</em></strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Deste parágrafo inicial podemos tirar duas valiosas conclusões:</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><em>1)</em> Diferentemente do que se supunha até o momento, baseado nos relatórios liberados, que indicavam a data de 20/10/1977 como o início da atividade investigatória dos militares, pode-se afirmar agora de forma segura que pelo menos desde <strong><u>MAIO/77</u></strong> eles já atuavam nas regiões afetadas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Essa, sem sombra de dúvidas, <u>é uma das informações mais importantes desse conjunto de documentos</u>;</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><em>2)</em> Diferentemente do que se pensava e se propaga até hoje, não teria sido o Ofício encaminhado à Aeronáutica pelo ex-prefeito da cidade de Vigia José Ildone Favacho, o estopim para o interesse militar em investigar os fenômenos.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em seguida, no mesmo parágrafo, há outra observação interessante. De acordo com a concepção dos populares que possuíam uma “cultura mais ampla”, tudo não passava de “uma imagem criada pelo caboclo” ou, segundo os mais idosos, estrangeiros <em>espionando a costa brasileira procurando minério, no caso a areia monazítica.</em></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O documento não fornece informações para detalhar essa hipótese, mas se trata de uma ideia bastante específica que provavelmente envolve informações reais que não foram registradas nesse informe. Outro fator que adiciona certa viabilidade a essa hipótese se trata de uma reportagem do jornal O Liberal (Belém/PA) de 10 de julho de 1977 (<a href="http://operacaoprato.com/jornais-da-epoca-para" target="_blank" rel="noopener noreferrer">disponível aqui</a>) que, relatando informações relacionadas às luzes misteriosas, com ênfase na região compreendida entre as fronteiras dos estados do Pará e Maranhão, sugere que franceses disfarçados de caboclos teriam “retomado” uma atividade ilegal que consistia na extração e contrabando de areia monazítica<span style="color: #ff0000; font-size: 10pt;"><sup>1</sup></span>.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Prosseguindo, o documento narra relatos de moradores dessas regiões de que num dos aparecimentos desse “objeto” teria ocorrido um caso fatal no dia 22/5/1977 às 00:00h, quando quatro ocupantes de uma embarcação na ilha dos Caranguejos foram atingidos por um foco de luz disparado pelo “aparelho” causando a morte de um deles por queimadura no tórax. Para quem conhece um pouco o assunto trata-se do célebre caso da “Ilha dos Caranguejos” e, embora não seja o escopo do presente trabalho, vale tecermos aqui algumas considerações. Realmente houve uma morte nesse caso, mas não do Sr. Firmino e sim do Sr. José Mendes Souza. Diferentemente também do que consta no documento, esse evento teria ocorrido entre a noite do dia 25 e a madrugada do dia 26/04/1977. Nenhum dos homens lembrava-se de algo e não houve avistamento de objeto ou foram atingidos por um foco de luz (pelo menos que se lembrem). Apenas o próprio Sr. Firmino teria citado a palavra “fogo” enquanto delirava no hospital. Segundo laudo médico do IML do Maranhão, o homem que morreu não apresentava queimaduras ou hematomas e a <em>causa mortis</em> foi atribuída a um AVC por choque emocional.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Encerrando essa folha 1/5, são citadas várias localidades onde o fenômeno passou a ocorrer com maior frequência, iniciando nas regiões do Maranhão e depois Pará.</span></p><p style="text-align: left;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Mapas indicando localidades citadas no documento – Fonte: Google maps</span></p><p><a href="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/05/ilha-dos-caranguejos.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-580 size-full" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/05/ilha-dos-caranguejos.png" alt="" width="1133" height="526" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/05/ilha-dos-caranguejos.png 1133w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/05/ilha-dos-caranguejos-300x139.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/05/ilha-dos-caranguejos-768x357.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/05/ilha-dos-caranguejos-1024x475.png 1024w" sizes="(max-width: 1133px) 100vw, 1133px" /></a></p><p><a href="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/05/op_para-maranhao.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-578 size-full" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/05/op_para-maranhao.png" alt="" width="1103" height="527" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/05/op_para-maranhao.png 1103w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/05/op_para-maranhao-300x143.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/05/op_para-maranhao-768x367.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/05/op_para-maranhao-1024x489.png 1024w" sizes="(max-width: 1103px) 100vw, 1103px" /></a></p><p><a href="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/05/op_para.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-577 size-full" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/05/op_para.png" alt="" width="1103" height="513" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/05/op_para.png 1103w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/05/op_para-300x140.png 300w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/05/op_para-768x357.png 768w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/05/op_para-1024x476.png 1024w" sizes="(max-width: 1103px) 100vw, 1103px" /></a></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Conforme análise mais aprofundada que será explicitada mais adiante neste trabalho, muito provavelmente a folha 2/5 não seja uma sequência lógica da folha 1/5, mas sim trata-se de um outro documento produzido separadamente, que veio a ser anexado ao anterior num momento desconhecido e assim foi repassado a nossa fonte.</span><br /><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A folha 2/5 traz a seguinte informação temporal em seu cabeçalho: <strong>“Em 12/9/77”</strong>. A princípio, somos induzidos a pensar que tal informação indica a data de sua elaboração, já que se encontra isolada no alto da folha. Entretanto, veremos mais adiante neste texto (apenas na análise da folha 4/5) que provavelmente tal informação não procede.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em seguida traz narrativa de ocorrência na comunidade de Taperinha, que pertence ao município de Quatipuru/PA, onde um casal teria avistado, na <em>“terça-feira (dia 19/8/77), às 03,00 horas da madrugada”</em>, próximo a sua residência, um aparelho do estilo de um balão iluminado a cerca de 10 metros de altura. É possível que esse objeto se trate do <em>desenho </em>presente na folha 5/5, porém, não passa de uma conjectura.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em seguida, há a informação de que <em>“no dia 12 as 07,00 horas da manhã houve uma explosão em frente da barra de Japirica(sic), daí em diante aparecido muito peixe morto”</em> e, que há <em>“comentário”</em> a respeito de que estaria <em>“aparecendo um submarino”</em> entre Quatipuru e Japerica (bem fora da barra), que estaria sendo visto por pescadores daquela área.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A respeito dessas informações, é necessário que teçamos alguns comentários. Sobre o avistamento do aparelho do estilo de um “balão iluminado”, que teria ocorrido na “terça-feira (dia 19/8/77), às 03,00 horas da madrugada”, certamente há algum erro nessa informação visto que o dia 19/8/1977 se tratou de uma sexta-feira. Portanto, ou o dia da semana foi informado errado ou, se deu na terça-feira mais próxima, que se tratou da data de 16/08/1977. Entretanto, diante desse conflito, ainda consideramos ser mais sensato confiar na data de 19/08/1977.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Quanto à informação da “explosão”, deve ser observado que não fica claro se esta ocorrência foi relatada pelo mesmo casal, apesar da informação ter sido lançada em sequência. É informado que tal explosão teria ocorrido em frente da barra de Japerica “no dia 12 as 07,00 horas da manhã”. Sobre esta data, considerando a falta da indicação do mês no qual o fato teria ocorrido, logicamente recorremos a data mais próxima para inferirmos o mês correto. Considerando então que a algumas linhas antes, registrou-se um fato que teria ocorrido em “19/08/1977”, a princípio só nos resta considerar que a explosão ocorreu na data de “12/08/1977”. Essa é a impressão que os leitores do documento terão até que avancemos um pouco mais na leitura deste trabalho.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A seguir, uma ocorrência com o Sr. Raimundo Lisboa dos Santos, residente em Quatipuru, data não informada, que teria sido vítima do “aparelho” entre as 02:00h e 06:00h. Teria sido atendido pelo vice-prefeito e estaria sofrendo alucinações quando dormia.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Prosseguindo, algumas ocorrências com poucos detalhes, ocorridas em: Taurizinho (Santa Rosa); Capanema (São Gonçalo) e Lugar Serra.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A folha 3/5 traz em seu início:</span></p><p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>“d) APARECIMENTO DE OBJETOS VOADORES ESTRANHOS NA REGIÃO:”</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">De forma análoga ao que foi mencionado anteriormente em relação à folha 2/5, será abordado mais a frente nesse estudo que a folha 3/5 provavelmente não seja uma sequência lógica da anterior (2/5) e sim parte de outro documento que a este foi anexado.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Inicia-se o texto com as declarações dos moradores de Carutapera informando o aparecimento constante de uma luz misteriosa no município de Cajapió (Maranhão) e, que ela foi vista por quase toda sua população. Informa também que foi frisado pelos moradores que a mesma luz teria seguido um motorista na Estrada Pará &#8211; Maranhão. Este ponto do informe também é bastante interessante, pois mostra o contato dos militares com os residentes do Maranhão na investigação dos fenômenos; até hoje só tínhamos esse contato estabelecido com os habitantes do Pará.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A seguir, relata novamente o caso da “Ilha dos Caranguejos” já tratado anteriormente.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Finalizando, informa que do mês de junho em diante, o mesmo fenômeno vinha se repetindo em outros pontos causando “pânico” nos moradores e, exibe uma lista dessas localidades atingidas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Observando essa lista, percebemos que são apresentados locais e pessoas que nunca ou raríssimas vezes foram citados nos relatórios militares até hoje conhecidos ou mesmo pela mídia. Fica claro que o fenômeno foi real e consistente e não ficou restrito a apenas alguns municípios.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Conclui-se ainda que os militares investigaram efetivamente, desde o Maranhão, a ocorrência dos fenômenos e seus efeitos e não apenas após eles atingirem as cidades paraenses de Viseu, Vigia e Colares por exemplo ou mesmo que foram instados a tomarem providências apenas por causa da pressão das autoridades desses locais.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Diferentemente das folhas anteriores, a folha 4/5 parece ser a sequência lógica de outra anterior apresentada, mas se trataria de uma continuação da folha 1/5. Esse tema será abordado em momento oportuno.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Menciona que além dos locais citados (provavelmente na folha 1/5), outros eram visitados pelo objeto conforme recortes de jornais que estariam como “anexos” do informe. Embora o autor mencione que o problema aparente ser manchete (imprensa), afirmou que ele era real, vinha causando prejuízos a pescadores e agricultores e que merecia ser estudado com mais “carinho”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Interessante o terceiro parágrafo. Afirma que a maioria dos caboclos acreditava que esse aparelho era manobrado por um submarino e que por trás disso estava a famosa “mulher da ilha do meio”, francesa que eles acreditavam ser uma “espiã”.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A seguir, o relator oferece destaque a já mencionada “explosão”, entretanto, diferentemente do que fora sugerido na folha 2/5, a data correta para tal acontecimento seria “12/09/1977”. Considerando então que o relato anterior foi omisso ao detalhar o mês, é mais seguro, portanto, considerarmos que o dia 12 de setembro de 1977 se tratou da verdadeira data da explosão. Há uma pequena diferença de meia hora em relação ao horário exato da explosão (a folha 2/5 informa que ela ocorreu às 07H enquanto a folha 4/5 relata que esta ocorreu às 07h30min) mas, saber a data correta e o horário aproximado já é uma informação satisfatória para os pesquisadores.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em seguida, novamente sugere que a explosão poderia ser a responsável por uma grande quantidade de peixes que vieram a <em>“boiar e morrer”</em>. Complementando o que foi descrito na folha 2/5, esse trecho foi mais preciso ao relatar que o fato referente a morte dos peixes ocorreu <em>“dois dias depois”</em> da explosão, portanto, provavelmente em 14/09/1977. Em sequência semelhante àquele presente na folha 2/5 menciona o estranho objeto <em>“estilo submarino”</em> que foi visto <em>“andando no escuro”</em> entre as pontas de Japerica e Quatipuru.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Apesar de não serem inéditas as informações referentes à suposta explosão que teria causado o surgimento de uma grande quantidade de peixes mortos na barra de Japerica – Quatipuru/PA, com relatos de pescadores sobre o aparecimento de um submarino na região, tendo em vista que tais fatos também estão presentes no já liberado Informe da Marinha nº 045 de 23/11/1977 (<a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/E-%20INFORME%20DO%204%C2%BA%20DISTRITO%20NAVAL.rar" target="_blank" rel="noopener noreferrer">disponível aqui</a>), a indicação de um marco temporal mais preciso para esses eventos é algo bastante significativo.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Como podemos observar, hipóteses bem mais terrenas foram comuns na tentativa de explicar os estranhos acontecimentos por parte dos moradores nas fases iniciais das observações. Embora não descartasse a hipótese extraterrestre, a própria imprensa local noticiava a possibilidade de haver alguma intervenção humana nos eventos, conforme podemos observar nas reportagens abaixo:</span></p><figure id="attachment_582" aria-describedby="caption-attachment-582" style="width: 688px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/05/Jornal-Pequeno-Maranhao-01-05-1977.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-582 size-full" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/05/Jornal-Pequeno-Maranhao-01-05-1977.png" alt="" width="688" height="443" srcset="https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/05/Jornal-Pequeno-Maranhao-01-05-1977.png 688w, https://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/05/Jornal-Pequeno-Maranhao-01-05-1977-300x193.png 300w" sizes="(max-width: 688px) 100vw, 688px" /></a><figcaption id="caption-attachment-582" class="wp-caption-text">Jornal Pequeno &#8211; Maranhão &#8211; 01/05/1977- Disponível na sessão “Jornais” deste site</figcaption></figure><p> </p><figure id="attachment_584" aria-describedby="caption-attachment-584" style="width: 500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/05/Jornal-do-Brasil-RJ-12-07-1977.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-584" src="http://operacaoprato.com/wp-content/uploads/2017/05/Jornal-do-Brasil-RJ-12-07-1977.png" alt="" width="500" height="280" /></a><figcaption id="caption-attachment-584" class="wp-caption-text">Jornal do Brasil – RJ – 12/07/1977 &#8211; Disponível na sessão “Jornais” deste site</figcaption></figure><p> </p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Finalizando, afirma que o caso merecia atenção e que <em>“esta seção”</em> estava acompanhando atentamente para chegar a uma conclusão. Como mensagem final, cita os anexos com croquis das áreas afetadas e recortes de jornais. Nesse caso, é provável que se tratem dos conteúdos que acompanham o Informe nº 045 do 4º DN da Marinha.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Encerrando esta parte da análise, a folha 5/5 traz o desenho do aparelho observado e descrito pelos pescadores.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Esse desenho já é de conhecimento público, pois, faz parte do anexo D do Informe da Marinha citado.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A partir deste ponto, nossa análise se concentrará em identificar os possíveis autores desse conjunto de documentos.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Um olhar mais atento nos permitirá descortinar uma possibilidade surpreendente:</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>A Marinha foi a primeira instituição militar a investigar os fenômenos e seus militares foram  os responsáveis pela elaboração desse conjunto de documentos inéditos.</strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Vejamos:</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Retornemos a folha 1/5 e seu primeiro parágrafo:</span></p><p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12pt;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif;"><em>“No mês de maio/77, numa das missões feitas por elementos desta seção nas regiões do MARANHÃO e PARÁ, os moradores daquelas zonas encontravam-se amedrontados com o aparecimento de uma luz misteriosa, que segundo êles, causava morte e alucinações”.</em></span></strong></span></p><h2><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;"><strong>A Jurisdição</strong></span></h2><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Esse parágrafo, além de apresentar um marco temporal anterior ao que se conhecia para o início da investigação militar, traz uma informação crucial para a identificação do autor. O I COMAR, na época, não tinha jurisdição sobre o estado do Maranhão e sim o II COMAR com sede em Recife. O inverso também é válido: o II COMAR não tinha jurisdição sobre áreas do Pará. Então, por que agentes do serviço de informações do I COMAR estariam atuando em uma área de outro serviço de informações, como as assinaturas de Flávio Costa poderiam dar a entender?</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Se mudarmos o foco do serviço de informações A2 (2<u><sup>a</sup></u> Seção) da Aeronáutica para o serviço de informações M2 (2<u><sup>a</sup></u> Seção) da Marinha, a situação começa a clarear. O M2, congênere do A2<span style="color: #ff0000;"><em><sup>2</sup></em></span>, do 4<u><sup>o</sup></u> Distrito Naval da Marinha sediado em Belém, tinha jurisdição tanto sobre o estado do Pará quanto do Maranhão. Se fossem agentes do M2 realizando missões nesses dois estados não haveria conflito de jurisdição<span style="color: #ff0000; font-size: 10pt;"><sup>3</sup></span>.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Uma segunda linha de raciocínio poderia questionar se não seria uma missão conjunta das 2<u><sup>a</sup></u> Seções do I COMAR e II COMAR. Há no meio militar um respeito muito grande quanto a área de atuação das unidades militares, que tendem a não executar ações fora de suas respectivas jurisdições. Então, apesar da lógica a princípio indicar que o fenômeno seria investigado no Maranhão apenas pelo II COMAR e, posteriormente no Pará, pelo I COMAR, poderia ter havido uma exceção em tese, com missões conjuntas entre militares pertencentes a esses comandos e o documento agora divulgado daria suporte a essa tese. No entanto, duas situações estão registradas na documentação histórica. Em 25 de julho de 1978 o Estado Maior da Aeronáutica &#8211; EMAER, seguindo uma recomendação do Ministro da Aeronáutica<span style="font-size: 10pt; color: #ff0000;"><sup>4</sup></span> que recomendou a criação de um <em>“Registro de OVNI”, </em>determinou que qualquer ocorrência OVNI, independente da cadeia de subordinação, devesse ser relatada aos Comandos Aéreos Regionais (COMAR), devendo esses órgãos registrar, investigar e remeter os relatórios diretamente ao Chefe do Estado Maior. Dessa determinação foi gerado pelo I COMAR o conhecido “<em>Registros de Observações de OVNI”, </em>guardado no Arquivo Nacional sob o código ARX 184, com 130 casos OVNI<em>, </em>incluindo os registrados e coletados durante a Operação Prato. O II COMAR também começou a enviar relatos de OVNIs ao EMAER e o primeiro ofício enviado foi o 011/A2/C-829 de 28 de novembro de 1978, guardado no Arquivo Nacional sob o código ARX 177, e não se referiu a nenhum evento OVNI anterior a 1978, demonstrando uma possível ausência de casos registrados oficialmente durante a onda maranhense do fenômeno.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Uma segunda situação foi o envio de solicitação de providências pelo prefeito da cidade de Pinheiro no Maranhão ao II COMAR em São Luís, quanto ao fenômeno luminoso que causava comoção entre os habitantes da região, conforme publicado em 22 de julho de 1977 pelo jornal maranhense <em>O Imparcial </em>(<a href="http://operacaoprato.com/jornais-da-epoca-maranhao" target="_blank" rel="noopener noreferrer">disponível aqui</a>). Ainda segundo a publicação, o comando local da Aeronáutica encaminhou a solicitação ao II COMAR no Recife, de onde teria sido enviado para Brasília. O jornal alertava que até aquele momento nenhuma resposta havia chegado do Recife.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Como não há evidências nos registros históricos de envolvimento do II COMAR nos eventos de 1977, a tese de missão compartilhada entre os comandos aéreos perde força.</span></p><h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;"><strong>Comparação com Informe do </strong><strong>4<u><sup>o</sup></u> Distrito Naval</strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O Informe nº 045 de 23 de novembro de 1977 do 4<u><sup>o</sup></u> Distrito Naval (<a href="http://operacaoprato.com/documentos_oficiais/E-%20INFORME%20DO%204%C2%BA%20DISTRITO%20NAVAL.rar" target="_blank" rel="noopener noreferrer">disponível aqui</a>) é muito conhecido, tendo sido liberado no lote de documentos do GSI em 2009, juntamente com documentos do Serviço Nacional de Informações &#8211; SNI.  Efetuando uma comparação entre esse informe da Marinha e as cinco folhas inéditas, percebe-se uma compatibilidade tão significativa entre as informações apresentadas pelos dois documentos, de maneira que não há qualquer possibilidade de que não exista uma ligação concreta entre ambos.</span></p><h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong>Formatação entre documentos de Órgãos distintos</strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Na ausência de um emissor explicitamente designado no documento, podemos tentar fazer uma comparação entre documentos de órgãos distintos, como forma subsidiária de atestar sua real origem. E nesse caso, o detalhe que vamos explorar é um detalhe de formatação. Um detalhe que se manifesta na finalização de documentos, uma marcação datilográfica específica.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Temos três conjuntos de documentos: SNI, I COMAR e 4<u><sup>o</sup></u> Distrito Naval.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Os documentos liberados do SNI (ACE 3370/83 e 3252/83) finalizavam com uma marcação específica, com três linhas em pirâmide invertida:</span></p><p style="text-align: center;"><strong>_________________</strong></p><p style="text-align: center;"><strong>___________</strong></p><p style="text-align: center;"><strong>_____</strong></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Os documentos liberados e vazados do I COMAR, quer informe ou relatório, finalizavam com a assinatura do emitente, e as vezes, haviam marcações específicas intermediárias no interior do documento, como essas:</span></p><p style="text-align: center;"><strong>_____ooo_____ </strong></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O documento do 4<u><sup>o</sup></u> Distrito Naval finaliza com uma marcação específica diferente:</span></p><p style="text-align: center;"><strong>-*-*-*-*-*-*-*-*-</strong></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Entre as cinco folhas inéditas, uma delas mostra a mesma marca específica de finalização que mostra o informe do 4<u><sup>o</sup></u> Distrito Naval. Essa marcação reforça a tese de que a autoria desses documentos é a Marinha.</span></p><h3><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;"><strong>Letras usadas nos desenhos do I COMAR e do 4<u><sup>o</sup></u> Distrito Naval</strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A folha inédita com o desenho de OVNI (5/5) tem dois outros documentos similares que contêm o mesmo desenho. O primeiro é o desenho de OVNI do anexo “D” do Informe do 4<u><sup>o</sup></u> Distrito Naval que se diferencia do inédito por não conter as anotações do sargento Flávio Costa, apenas isso. O segundo documento similar pertence aos documentos vazados, e está em meio a um conjunto de folhas como mapas e croquis, sem fazer parte de relatório ou informe do A2 e se diferencia dos demais por conter a assinatura de Flávio Costa cortada e sem as palavras “<em>Propiedade (sic) Particular</em>”. Uma observação cuidadosa nos diz que esse segundo documento é uma cópia da folha inédita (5/5) em que se ocultou a anotação “<em>Propiedade (sic) Particular</em>” com o uso de uma outra folha sobreposta.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Um outro conjunto de desenhos pertencentes aos anexos “B” e “C” do Informe nº 045 do 4<u><sup>o</sup></u> Distrito Naval, mostram a costa paraense com marcações das localidades em que houveram relatos de OVNI.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Analisando o documento inédito e os anexos “B”, “C” e “D” do 4<u><sup>o</sup></u> Distrito Naval, se observa que as letras de fôrma usadas nos títulos, dizeres e nomes de locais foram executados com um normógrafo, instrumento para escrita técnica de ampla utilização na Marinha, sendo matéria de prova para concursos contemporâneos para técnicos da Armada. Nos documentos do I COMAR, não se observa o uso do normógrafo e a Aeronáutica parece não ter tradição no seu uso.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Essa é outra ligação clara entre o documento inédito e o informe do 4<u><sup>o</sup></u> Distrito Naval.</span></p><h3><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;"><strong>A Autoria</strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O conjunto das evidências aponta para um mesmo autor, o serviço de informações M2 do 4<u><sup>o</sup></u> Distrito Naval.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Evidências:</span></p><ul><li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Jurisdição correta (Pará e Maranhão).</span></li><li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Compatibilidade com o informe oficial do 4<u><sup>o</sup></u> Distrito Naval.</span></li><li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Formatação dos caracteres de encerramento entre documentos de órgãos distintos.</span></li><li style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Uso do normógrafo.</span></li></ul><h3><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #e64946;"><strong>Os documentos inéditos</strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">As cinco folhas não parecem ser do mesmo documento. Há indicações de que podem ser três documentos distintos. Vamos por partes.</span></p><h4><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;"><strong><em><u>Folha 3/5</u></em></strong></span></h4><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Em relação às quatro folhas datilografadas, uma delas é diferente (folha 3/5): o espaçamento entre as linhas do texto discursivo é duplo e em todas as demais folhas ele é simples. Além disso, ela inicia em seu caput assim:</span></p><p style="text-align: center;"><span style="font-size: 12pt;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><em>“d) APARECIMENTO DE OBJETOS ESTRANHOS NA REGIÃO”</em></span></strong></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Não há nas demais folhas itens a), b) ou c) associados a um texto discursivo. Você os terá em outro contexto, quando se elenca locais de relatos. É possível que essa folha seja parte de um informe mais amplo, em que o M2 presta informações a superiores hierárquicos sobre suas atividades em determinado período. O item “d)” tratou de informações sobre OVNIs obtidas durante missões de campo e pode ter sido apenas nesse item “d)” em que se tratou do assunto nesse suposto informe. Vamos chamá-lo de <strong><em><u>Informe 1 do M2</u></em></strong>.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Quanto à provável data de emissão podemos garantir que foi posterior a 19/07/1977, pela citação da data no texto quando registra que <em>“(&#8230;) João Galego viu às 23:30 hs do dia 19/07/1977 (&#8230;)”</em> e inferior a 12/09/1977 pela não citação do caso do submarino e explosão ocorridos entre Japerica-Quatipurú.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">É importante para a definição da sequência temporal dos documentos citarmos as localidades neles contidas.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O agora denominado Informe 1 do M2, cita as seguintes localidades onde “<em>(&#8230;) o fenômeno vem se repetindo (&#8230;)”</em>:</span></p><ul><li style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Candido Mendes, Maranhão.</span></li><li style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Cajapió, Maranhão.</span></li><li style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Furo Grande, Viseu, Pará.</span></li><li style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Colégio Abel Alves, Viseu.</span></li><li style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Boca do Rio, Viseu.</span></li><li style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Campo de Nossa Senhora, Viseu.</span></li><li style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Açaiteua, Bragança, Pará.</span></li><li style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Augusto Correia, Bragança.</span></li><li style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Fazenda Ponto Alto, Capanema, Pará.</span></li></ul><h4><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; color: #e64946;"><strong><em><u>Folha 2/5</u></em></strong></span></h4><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A folha 2/5 é diferente do resto do conjunto. Ela NÃO traz um texto que esclareça o contexto das informações prestadas, uma história para ser entendida por um leitor sem conhecimento da situação no campo. Ela traz casos de observação de OVNIs ou luzes e indicações de locais, pessoas, horas, datas (entre agosto e setembro, ou sem especificação) e relatos, alguns muito sucintos. Numa sugestão, bem especulativa, é possível que essa folha seja o informe de agente, resultado de uma missão de campo, para a chefia do M2.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O agora denominado <strong><em><u>Informe do Agente</u></em></strong>, cita as seguintes localidades:</span></p><ul><li style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Taperinha, Pará</span></li><li style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Quatipurú, Pará.</span></li><li style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Fazenda Santa Rosa, Capanema, Pará.</span></li><li style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">São Gonçalo, Capanema.</span></li><li style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Lugar Serra, Capanema.</span></li></ul><h4><span style="font-size: 12pt; color: #e64946;"><em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong>Folhas 1/5, 4/5 e 5/5</strong></span></em></span></h4><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Outras duas folhas parecem pertencer a um mesmo conjunto (folhas 1/5 e 4/5).  Elas mantêm o mesmo espaçamento entre linhas. Mantêm também coerência entre si, quando o caput de 4/5 liga-se a folha anterior (1/5): <em>“Além destes outros ainda estão sendo visitados pelos objetos&#8230;”</em>. Também apresenta formatação de início e fim coerentes. Ainda, juntamente com o desenho (5/5), contêm uma mesma marcação, tipo linha grossa no sentido vertical, do lado direito de cada uma das folhas. A folha 1/5 inicia com o título <em>“INFORME”</em> e como argumentamos no item <em>Formatação entre documentos de Órgãos distintos</em>, informes do 4<u><sup>o</sup></u> Distrito Naval terminam com a formatação -*-*-*-*, a mesma datilografada na folha 4/5.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O agora denominado <strong><em><u>Informe 2 do M2</u></em></strong> cita também uma extensa lista de localidades. Se compararmos com os denominados <strong><em><u>Informe 1 do M2</u></em></strong> e <strong><em><u>Informe do Agente</u></em></strong>, veremos que juntos citam catorze locais. O <strong><em><u>Informe 2 do M2</u></em></strong> cita treze deles, incluindo o caso Japerica-Quatipurú. Além disso, inclui outros locais como Maracanã, Vigia, Colares, locais onde casos de OVNIs passaram a ser ostensivos a partir de outubro de 1977.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">No item “<em>Comparação com Informe do 4<u><sup>o</sup></u> Distrito Naval”, </em>sustentamos que havia uma compatibilidade inegável entre os inéditos e o informe oficial da marinha, mas o certo seria dizer que essa compatibilidade concreta é entre o <strong><em><u>Informe 2 do M2</u></em></strong> e o informe oficial.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">A sugestão de sequência temporal e provável mês de elaboração dos documentos segue abaixo:</span></p><ul style="text-align: justify;"><li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong><em><u>Informe 1 do M2</u></em></strong>, de agosto de 1977.</span></li><li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong><em><u>Informe do agente</u></em></strong>, de setembro de 1977.</span></li><li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong><em><u>Informe 2 do M2</u></em></strong>, de outubro de 1977.</span></li></ul><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O informe oficial do 4<u><sup>o</sup></u> Distrito Naval é de novembro de 1977.</span></p><h3><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt; color: #e64946;"><strong>A <em>“Propiedade (sic) Particular”</em></strong></span></h3><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Pressupomos que algum integrante do M2, provavelmente um agente, entregou ao sargento Flávio Costa, agente do A2, cópias das partes relativas a OVNIs que integravam os informes da Marinha acima mencionados. Flávio teria, ao assiná-los e carimbá-los como documentos particulares, justificativa para mantê-los longe dos relatórios do A2, talvez uma exigência de quem lhe entregou as folhas. Mas é apenas especulação.</span></p><h2><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 18pt; color: #e64946;"><strong>Conclusão</strong></span></h2><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">O conteúdo desses documentos é riquíssimo, fonte de novas considerações, descobertas e hipóteses. Merecem ampla discussão pelos ufólogos, pesquisadores, escritores, estudiosos e interessados.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;">Por fim, esperamos que este conteúdo possa subsidiar outros pesquisadores a encontrarem novos caminhos que possam trazer à tona novas informações referentes a esse fenômeno que impactou a vida de tantos brasileiros.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt; color: #808080;">Autores do artigo: Hélio A. R. Aniceto, Luiz Fernando, Raphael Pinho, P.A. Ferreira e M.A. Farias.</span></p><p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1"></a></p>								</div>
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									<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt; color: #808080;"><em><span style="color: #ff0000;"><sup>1 </sup></span>Areia monazítica é um tipo de areia que possui uma concentração natural de minerais pesados, podendo ocorrer ao longo do litoral e em determinados trechos de rios. Contém uma abundante quantidade de monazita, minério constituído por fosfatos de metais do grupo do cério, e de tório, principalmente o isótopo 232. Possui também significativa quantidade de urânio, que juntamente com o tório é responsável pela sua radioatividade e são matérias primas para o processo de produção de energia nuclear.</em></span><br /> <span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt; color: #808080;"><em>Destaque-se que o contrabando da areia monazítica brasileira é um fato real conforme se pode observar da leitura da matéria apresentada no link a seguir: <a style="color: #808080;" href="http://especiais.gazetaonline.com.br/bomba/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://especiais.gazetaonline.com.br/bomba/</a></em></span><br /> <span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt; color: #808080;"><em><sup><span style="color: #ff0000;">2</span> </sup>Projeto Brasil Nunca Mais, Tomo I, capitulo V, Estrutura do Aparelho Repressivo, página 72.</em></span><br /> <span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt; color: #808080;"><em><span style="color: #ff0000;"><sup>3</sup></span> Somente em 1983, com a edição do Decreto nº 88.133 de 01/03/83 é que houve a alteração de jurisdição do Estado do Maranhão do II para o I COMAR.</em></span><br /> <span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt; color: #808080;"><em><span style="color: #ff0000;"><sup>4</sup></span> Ministro Joelmir Campos de Araripe Macedo.</em></span></p>								</div>
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